Carta da Segunda Quinzena de Março (2016)

. 4 DE OUROS .

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Queridas Pessoas,

Começámos Março a pedir limpeza emocional, libertação do passado, das velhas dores e mágoas e dos padrões repetitivos e negativos que nos bloqueiam e transformam em pessoas permanentemente tristes, fechadas e angustiadas.

E se há bagagens emocionais e mentais que facilmente libertamos, outras tornam-se quase num vício. Servem-nos de desculpa para tudo aquilo que não queremos mudar e de justificação para os nossos comportamentos e atitudes. Fecham-nos numa caixa – a caixa mental que nos cega e que nos leva a ver a vida de forma pequenina e superficial. A caixa que não nos permite pensar mais além, ver mais além, procurar mais além.

A caixa que é urgente que partamos para conseguirmos dar um salto de consciência e avançar em frente com o nosso propósito e caminho – e é isto que nos pede o 4 de Ouros para esta Segunda Quinzena.

Observemos os nossos comportamentos. Vamos entrar em Lua Cheia no dia 23 e a intensidade do momento far-se-à sentir. Que situações acontecem sistematicamente nas nossas vidas? Qual é a nossa atitude face ás mesmas? Ao quê que nos agarramos com unhas e dentes para marcarmos a mesma posição do costume, dar a mesma opinião do costume, ter a mesma postura do costume… Sendo que essa pode ser precisamente a postura que a nossa Alma nos anda a pedir que transformemos?

Onde está a nossa caixa? Aquela que não nos permite ver mais além?

Quanto é que ainda temos que ter razão em tudo? Quanto é que ainda temos que saber mais do que os outros? Quanto é que ainda somos tão egoístas que não conseguimos ver além do nosso próprio umbigo? De quanto mais é que ainda precisamos para percebermos que a vida grita por mais? Mais do que o fútil e o superficial? Mais do que as certezas absolutas que achamos que já temos?

Esta é a mesma caixa que nos gera medo. Medo de perder. Medo da escassez. Medo de sermos rejeitados/as, humilhados/as, abandonados/as. Medo de não correspondermos ás expectativas (maioritariamente irrealistas) do mundo que nos rodeia. São as nossas próprias crenças que nos dominam através do medo, porque nos levam a acreditar que fora delas estamos vulneráveis e desprotegidos/as. E essa é uma grande mentira, uma confortável mentira, que nos é pregada pelo nosso próprio ego, para nos manter em todas estas preguiçosas zonas de conforto e alimentada pela matriz de controle, que nos quer bem distraídos/as das realidades que estão lá… Fora da caixa.

Os tempos pedem despertar. Urgentemente. Mas despertar não significa que temos que seguir este ou aquele, isto ou aquilo… Significa que é urgente desconstruir todas as caixas que nos impedem de percebermos quem somos e o que de mais existe à nossa volta. Porque isso é recuperar o comando de nós mesmos/as. E isso, consequentemente, é começar a mudar o mundo.

De coração,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

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Receita para a Segunda-Feira sem carne ~ (21 de Março)

Pizza de Legumes

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Super fácil de fazer e pode acompanhar com batata doce frita, já alguma vez provou? É uma maravilha! 🙂

Ingredientes:

Para a base:

Para o recheio:

  • 1 pacote de polpa de tomate
  • 1/2 pacote de queijo ralado emental ou mozarela
  • 1 pacote de macedónia (foi o que usámos, mas pode usar os legumes que quiser!)
  • Sal qb
  • Oregãos qb

Preparação:

Após preparar a base, estique-a directamente numa forma (previamente untada) para tartes ou pizza. Adicione a polpa de tomate, o queijo (a gosto) e os legumes. Polvilhe com mais um pouco de queijo, um nadinha de sal e oregãos.

Em seguida é só colocar no forno, tal como é referido na receita da base, previamente aquecido a 180 graus (pode ligá-lo assim que começa a preparar a pizza, para estar bem quentinho), deixando por cerca de 2o/25 minutos, até ficar douradinha.

Bom apetite! 🙂

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Abraço forte!
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Doce de Dia de Festa! (que pode ser totalmente vegan)

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Para dizer a verdade, este doce começou por ser um bolo… A ideia era fazer um bolo leve, vegan, para depois cobri-lo com chantilly e frutas. Mas como a massa usada é uma massa para cupcakes, o bolo ficou tão leve que se desfez todo ao desenformar. Primeiro, veio o pânico (“e agora?!”), depois, ao percebermos que a massa estava boa (estava apenas desfeita), veio a solução – vamos transformá-lo em doce! E lá diz o ditado: “há males que vêm por bem”, porque ficou uma verdadeira delícia, que pode ser servida tanto num dia normal, como num dia em que se queira fazer uma sobremesa especial, como por exemplo hoje, que é o Dia do Pai! 🙂

A outra grande vantagem é que parece uma daquelas sobremesas que são “bombas” calóricas mas não é, porque as camadas são feitas de forma mais leve e com menos açúcar do que o habitual. E é super fácil de fazer!

Este doce tem 3 camadas: bolo, chantilly e fruta.

Comece por fazer o bolo, que é a base do doce:

  • O bolo é feito com a massa dos Cupcakes de Chocolate Vegan que já aqui apresentámos, receita do blog Entre Panelas que podem ver aqui: http://www.entrepanelas.net/cupcake-de-chocolate-facil-vegan/ 
  • Faça tudo igual, excepto a colocação da massa em forminhas. Coloque a massa para ir ao forno numa forma de bolo, devidamente untada. Se quiser fazer um doce maior faça as doses em dobro! Foi como fizemos o que está na foto. 🙂
  • Quando estiver pronto, tire do forno e desenforme. Ele pode partir muito ou pouco, mas não faz mal, deixe esfriar um pouco e depois esfarele o bolo para uma taça de vidro grande. Se sobrar bolo corte em quadradinhos e guarde para comer ao lanche, que é também muito bom!

Entretanto faça uma calda de laranja:

  • Num pequeno tacho esprema o sumo de uma laranja, juntamente com algumas raspas da mesma, meia chávena de água e 1/4 de chávena de açúcar. Deixe ferver por cerca de 5 minutos e despeje por cima do bolo, acalcando com um garfo para ensopar bem.
  • Deixe esfriar. Quando estiver tépido, coloque no frigorífico.

Depois trate da fruta e do chantilly:

  • Corte cerca de 12 morangos em 4 partes e coloque-os numa taça. Junte dois kiwis cortados em rodelas e cada rodela ao meio. Pode substituir estas frutas por ananás, pêssego ou laranja. Ou as que quiser, claro. Esprema umas gotas de limão por cima e coloque-as no frigorífico.
  • Para fazer o chantilly, use 1 pacote de natas de soja se quiser manter o doce totalmente vegan, ou pode usar natas normais se não lhe fizer diferença. Para o chantilly ficar mais firme, coloque o pacote no congelador por cerca de 10 minutos e, no frigorífico, a taça onde vai bater as natas juntamente com as varas da batedeira. Se tudo estiver bem frio no momento em que as for bater, as natas ficam mais firmes e cremosas. 🙂 Passados 10 minutos tire tudo e bata as natas em velocidade máxima, adicionando 3 colheres de sobremesa de açúcar e algumas gotas de limão quando elas estiverem quase no ponto do chantilly. Há que ter muita atenção porque não convém batê-las muito após engrossarem, pois podem trilhar rapidamente e virar uma espécie de manteiga. Se ficarem assim não há nada a fazer, por isso, assim que elas começarem a engrossar páre de bater e veja se elas ficam firmes em volta das varas da batedeira. Se não escorrerem estão prontas. Coloque-as no frigorífico juntamente com as restantes camadas.
  • Quando a base de bolo estiver totalmente fria, é só colocar o chantilly por cima e as frutas por cima do chantilly. Se não servir de imediato deixe no frio.

Divirta-se e delicie-se!

Bom fim-de-semana,
© Semeando

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Comece o dia com uma afirmação positiva!

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Existem várias leis magnéticas no sistema energético que rege o Planeta Terra. A mais conhecida é a Lei do Karma, mas não é dela que vamos falar hoje. Hoje vamos falar da Lei da Atracção.

A Lei da Atracção, simplificando, consiste na base de que nós atraímos aquilo que emanamos e que por isso, para alterarmos o que estamos a atrair para as nossas vidas devemos alterar o que estamos a emanar. E para sabermos o que estamos a emanar, há que fazermos uma busca interna profunda e honesta aos nossos pensamentos, emoções e intenções, para podermos realmente perceber o que se passa dentro de nós e o quê que precisa de ser curado e transformado de modo a alterar também, de forma positiva e útil, o que se manifesta nas nossas vidas.

Isto é fácil de ser entendido por nós, na teoria, mas na prática é bem mais difícil de fazer. Cada pessoa é um mundo de particularidades que contribuem para o que existe nas suas vidas, mas existe um ponto em comum a praticamente todos/as nós – o pessimismo! Nós somos pessimistas quase de forma automática: “eu gostava mas não posso”, “eu queria mas não consigo”, “quem me dera mas não vai acontecer”. Numa cultura que cria sistematicamente modelos de perfeição é fácil sentirmo-nos incapazes. A isto juntam-se as nossas inseguranças pessoais e as crenças de um consciente colectivo que acredita, por exemplo, que “um azar nunca vem só” e que responde automaticamente a cada “como está?” – “vai-se andando”.

É preciso contrariarmos isto. Urgentemente.

Uma boa forma de o fazer é ter em atenção a forma como falamos, tentando contrariar o pessimismo constante. Claro que isto só não chega, porque se apenas dissermos mas não o sentirmos, forma-se um efeito ilusório que, como não é real, não resulta. A Lei da Atracção funciona com base na intenção, o que significa que temos que ir furando caminho até percebermos o que está por detrás da nossa superfície.

Mas é um bom ponto de partida, começarmos a usar mais afirmações positivas. E funciona ainda melhor se for logo ao acordar. Faça disso rotina, como uma espécie de mantra. Comece o dia dizendo: “eu posso e eu consigo”. Escreva isto num pedaço de papel e cole no espelho. Assim não se esquece e, todos os dias, começa o dia assim: “eu posso e eu consigo”.

É um pequeno exercício que vai começar a treinar a sua mente a ser mais positiva e que o/a vai levando a tomar mais atenção à forma como fala e pensa.

Não parta do pressuposto que não precisa disto. Questione. Questione-se a si mesmo/a. Questione o quanto acredita em si e observe a qualidade de pensamentos que tem ao longo do dia. E depois, de sentimentos… E por aí a fora… Quando der por si está a fazer a viagem mais bonita de todas – a viagem na busca de si mesmo/a.

Abraçando todos/as,

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Imagem do site ambwallpapers.com

Receita para a Segunda-Feira sem carne ~ (14 de Março)

Tomate Recheado com Feijão Manteiga (ou outra leguminosa)
acompanhado de Arroz com Sementes e Frutos Secos

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Ingredientes (para 4 pessoas)

Para os tomates:

  • 4 tomates de tamanho médio/grande
  • 1 lata de feijão manteiga grande (ou outro tipo de feijão, ou grão, ou lentilhas, como preferir ou tiver em casa!)
  • 1 cebola pequena
  • 1 dente de alho
  • Azeite qb
  • Sal qb
  • Queijo ralado ou pão ralado qb
  • Manjericão qb

Para o arroz:

  • 1 chávena de pequeno-almoço de arroz (agulha, preferencialmente, mas pode ser outro)
  • Sal qb
  • Margarina vegetal qb
  • 1 limão pequeno
  • Sementes de sésamo qb
  • Frutos secos a gosto (amêndoa, nozes, pinhão, passas – o que quiser ou use o que tiver em casa)

Preparação:

Comece pelos feijões.
Pique a cebola e o dente de alho e ponha a refogar, juntamente com um fio de azeite (uma colher de sopa). Quando a cebola ficar douradinha, junte o feijão já passado por água para tirar todo o líquido que continha na lata. Acrescente 1 chávena com água e deixe a cozinhar até a água ferver em lume médio.

Entretanto prepare os tomates.
Lave-os bem e corte a parte de cima (como se lhes tirasse a tampa). Retire todo o conteúdo de cada tomate e guarde numa caixinha no frigorífico (podendo usar mais tarde noutra receita). Coloque os tomates num tabuleiro de forno, ou num pirex (com papel vegetal por baixo) e reserve.

Entretanto volte aos feijões e, se já a água já estiver a ferver, encha meia chávena com feijão e esmague bem. Junte novamente ao conteúdo na panela, adicione sal a gosto e mexa. Ponha em lume brando e vá mexendo de vez em quando até o molho engrossar – demora cerca de 10 minutos. Quando estiver pronto, desligue o lume.

Pré-aqueça o forno a 180 graus e prepare os tomates: deite uma colher de sobremesa de azeite em cada um deles e encha-os com o feijão. Polvilhe com queijo ralado (ou pão ralado), manjericão e leve ao forno. Demora cerca de 35/40 minutos a cozinhar.

Agora vamos ao arroz!
Coloque 2 chávenas e 1/2 de água ao lume (a mesma chávena que usar para medir o arroz) com um punhado de sal grosso a gosto. Quando ferver, coloque o arroz já lavado e escorrido. Espalhar com um garfo e não mexer (para não empapar o arroz). Deixe cozinhar em lume brando, meio tapado, o tempo que estiver indicado na embalagem e vá provando até estar pronto. Quando estiver pronto, desligue o lume, adicione 1 colher de sopa mal cheia de margarina vegetal, o sumo de 1 limão pequeno, 1 colher e 1/2 de sopa de sementes de sésamo e um punhado de frutos secos, a gosto. Mexa com o garfo poucas vezes e está pronto.

Bom apetite! 🙂

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Panquecas de Aveia

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Nutritivas e deliciosas! Super fáceis de fazer! Dão um belo pequeno-almoço de fim-de-semana ou um lanche de qualquer dia! Por aqui são feitas muitas vezes. 🙂

A receita é do blog Entre Panelas e podem vê-la aqui: http://www.entrepanelas.net/panquecas-de-aveia/

A única alteração que fazemos relativamente à receita original é que usamos leite vegetal (de aveia) – e funciona lindamente!

Por cima pode pôr o que quiser: doce, mel, açúcar e canela, fruta, chantilly, queijo… Junte o seu gosto à sua imaginação e pode fazer vários lanches (ou pequenos-almoços) diferentes!

Divirta-se e delicie-se!

Bom fim-de-semana,
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Diminua o uso de detergentes químicos usando limão!

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Esta semana a nossa Dica é muito prática e está relacionada com os temas da alimentação que temos vindo a abordar desde o início deste ano, pois assim como é importante que comecemos a tomar mais atenção ao que comemos, também é importante que comecemos a diminuir o uso dos químicos que entram diariamente nas nossas vidas das mais diversas formas.

Claro que não é fácil mudar tudo de uma vez, mas podemos ir fazendo pequenas mudanças, passo a passo, à medida que vamos percebendo que é o mais benéfico para a nossa saúde e bem-estar.

E uma dessas pequenas mudanças pode bem ser esta – usar limão para limpar o forno e o microondas, ao invés daqueles desengordurantes abrasivos e tóxicos!

É muito simples: encha um pirex com água (até meio, mais ou menos) e adicione o sumo de um limão (deixe as metades do limão na água, também). Coloque o pirex no forno a 150 graus durante cerca de 10 minutos – o suficiente para aquecer o forno e fazer vapor com a água e o limão. Passados os 10 minutos desligue o forno e deixe arrefecer até que fique tépido, ou seja, até que consiga mexer no seu interior sem se queimar! Use a água do pirex e, com um esfregão ou esponja lave todo o interior do forno, podendo passar o limão directamente nas zonas mais gordurosas. Se o forno estiver muito sujo pode precisar de repetir, ou usar mais que um limão, ou usar uma faca para raspar comida que esteja agarrada, mas funciona na mesma! E para o microondas é exactamente a mesma coisa, mas num pirex mais pequeno.

É tão rápido e eficaz como um detergente e tem a vantagem de não deixar os químicos que irão depois passar para a nossa comida quando estiver a ser cozinhada e/ou aquecida! Além de que deixa um cheirinho super agradável no seu interior.

Experimente! 🙂

Abraçando todos/as,

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Receita para a Segunda-Feira sem carne ~ (7 de Março)

Massa com Cogumelos e Bróculos
envolvidos em Molho Bechamel

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Ingredientes (para 4 pessoas):

  • Cerca de meio pacote de massa (pode ser em espiral, lacinhos, cotovelos, como preferir ou tiver em casa)
  • Cogumelos (cerca de meia barquete de cogumelos frescos)
  • Bróculos (cerca de 10 cabeças pequenas)
  • Sal qb
  • Azeite qb
  • Margarina vegetal (3 colheres de sopa)
  • Farinha de trigo (6 colheres de sopa)
  • Leite (nós usamos vegetal, mas se não tiver esse hábito pode usar o normal)
  • Pimenta qb
  • Noz moscada qb

Preparação:

Comece por tratar dos bróculos.
Ponha uma panela com água ao lume e um pouquinho de sal grosso. Quando a água ferver, deite os bróculos e deixe cozinhar por 10 minutos. Passados os 10 minutos apague o lume, escorra a água, corte os bróculos em pedaços e reserve.

Coloque uma frigideira grande ao lume com um fio de azeite. Deixe o azeite aquecer por 1 ou 2 minutos e deite os cogumelos e os bróculos, com uma pitadinha de sal fino. Ponha uma tampa por cima dos legumes (que não tape totalmente a frigideira) e deixe a cozinhar por cerca de 15/20 minutos em lume brando.

Entretanto coloque uma panela com água ao lume e um pouco de sal grosso (a gosto). Quando a água ferver, deite a massa e deixe cozinhar mediante o tempo que estiver no pacote – vá verificando a cozedura da massa.

Entretanto faça o bechamel.
Ponha uma pequena panela ao lume com a margarina a derreter. Quando estiver derretida deite a farinha e mexa bem até ficar diluída. Vá deitando aos poucos o leite, mexendo sem parar, até adquirir uma consistência cremosa (nem muito grossa nem muito líquida). Deite pitadas de sal, pimenta e noz moscada a gosto e volte a mexer. Apague o lume.

Entretanto, se as massas já estiverem cozidas, apague o lume e escorra a água das mesmas. Ponha meia colher de sopa de margarina nas massas e deixe a derreter com a panela tapada. Retire os legumes do lume e misture-os na panela com as massas, deitando de seguida o bechamel. Misture bem e está pronto a servir!

Bom apetite! 🙂

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Tarte de Pêra com Creme Inglês leve

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Uma deliciosa tarte para acompanhar o seu chá, ou café!

Ingredientes

Para a massa:

  • 250g de farinha
  • 100g de açúcar
  • 100g de manteiga vegetal amolecida
  • 1 ovo
  • 1 pitada de sal

Para o recheio:

  • Pêras qb
  • Canela qb
  • 400ml de natas (podem ser de soja se pretender um creme vegan)
  • 80g de açúcar (pode ir até 100g, dependendo se gosta de mais ou menos doce)
  • 100ml de água
  • 1 colher de sopa de manteiga vegetal
  • 1 colher de chá de baunilha
  • 1 colher de sopa bem cheia de amido de milho (maizena)

Preparação:

Comece pela massa.
Num recipiente coloque a farinha, o açúcar e a pitada de sal. Abra um buraco no meio e coloque o ovo e a manteiga. Misture tudo com a mão e amasse a massa até conseguir formar uma bola que descole das mãos. Estenda a massa na forma de tartes.

Entretanto vá cortando pêras – tire a casca e parte ao meio, colocando ambas as metades viradas para baixo na forma. Vá cortando até encher a massa e corte aos bocadinhos para encher o centro. Polvilhe com canela e leve ao forno, a 180 graus, durante cerca de 30 minutos. Vá controlando a massa para não queimar. Ela deve dourar, apenas.

Entretanto faça o creme inglês. Leve ao lume uma panela com o açúcar, a manteiga, a água e a baunilha e vá mexendo até derreter tudo e ficar uma calda. Coloque as natas e vá mexendo, até começar a ferver. Quando começar a ferver coloque uma colher de sopa bem cheia de amido de milho numa pequena chávena com um pouquinho de água para a desfazer e despeje no creme enquanto mexe vigorosamente para o creme engrossar. Deixe mais 3/4 minutos ao lume, mexendo sempre para não queimar nem agarrar ao fundo.

Quando a tarte estiver pronta e só despejar o creme por cima e deixar arrefecer. E fica uma delícia! 🙂

Nota:
A receita original deste creme inglês sem ovos foi retirada do site Receitas na Rede e pode vê-la aqui: http://www.receitasnarede.com/receita/creme-ingles-sem-ovos. Nós apenas diminuímos a quantidade de açúcar e adicionámos o amido de milho.

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Carta da Primeira Quinzena de Março (2016)

. 3 DE ESPADAS .

3 de Espadas

Queridas Pessoas,

Março entra trazendo o Sol. Estamos prestes a chegar à Primavera e a ver iniciar-se o ciclo do nascimento da Mãe Natureza. E também para muitos/as de nós é tempo de renascer.

Para esta Primeira Quinzena de Março chega-nos o 3 de Espadas e vem pedir-nos que limpemos os nossos corações dos pesos do passado, para que novas coisas possam chegar a nós e ás nossas vidas.

Em pleno Quarto Minguante, estes são os dias ideais para pôr pontos finais. Para encerrar ciclos. Para proceder a conclusões. Que mágoas ainda pesam nos nossos corações? Que dores continuam a latejar, ainda que muitas vezes quase que inaudíveis? Que pensamentos de situações passadas continuam a massacrar-nos e a condicionar a nossa alegria e a nossa vitalidade? Onde é que continuamos presos/as?

O Ser Humano, por excelência, vive no passado. Ao “se eu soubesse o que sei hoje” juntam-se constantes repetições de memórias e acontecimentos passados, especialmente os de dor. Aquilo que alguém nos fez, aquilo por que passámos, aquilo que nos aconteceu. Aquilo que está lá atrás mas que continua a fazer-nos sentir tão mal como se estivesse novamente a acontecer no momento presente. E porquê? Porque nós mantemos viva a chama da dor dentro dos nossos corações. Somos nós que a alimentamos com o reviver constante das situações, palavras, sentimentos e momentos que nos feriram e que, muitas vezes e com o tempo, acabaram por moldar a nossa forma de estar, pensar e ser.

Ficamos carrancudos/as, defensivos/as, impacientes e fechados/as. Muitos/as de nós já acordam assim e é assim, neste limbo emocional, que se voltam a deitar. Sucessivamente. E é esta, muitas vezes, a razão pela qual as nossas vidas perdem a cor, o brilho, a alegria e o movimento.

Por tudo isso, é urgente procedermos a uma limpeza emocional. Não é fácil, não existem regras nem formas miraculosas de o fazer, mas faz-se. Faz-se a partir do momento em que o queremos fazer. Faz-se a partir do momento em que conseguimos ser honestos/as o suficiente para percebermos se estamos preparados/as para libertar o passado. Quando percebermos isto, percebemos que somos nós que o mantemos preso ao nosso presente e que está em nós o poder de o deixar ir.

Os outros têm em nós o poder que nós lhes damos. As situações têm em nós o poder que nós lhes dermos. A intensidade existe em nós na medida da importância que lhe dermos. E assim como a mente inferior e racional se vicia em pensamentos negativos, dolorosos e derrotistas, também é possível retirar-lhe esse vício, se conversarmos connosco mesmos/as. É muito importante resgatarmos isto – esta noção de que nós podemos, sim, comandar as nossas vidas.

De coração,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

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