10 de Outubro 2024

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Passando a Mensagem (X) …
Para quem a Mensagem fizer sentido.

Querida Pessoa,

Hoje começo por me dirigir a ti – a ti que encontraste estas palavras neste preciso momento – para te perguntar, individualmente: onde estás, na tua vida e no teu caminho, neste momento? E para onde queres ir?

2020 foi um ano que nos abalou a todos. O inesperado aconteceu e mexeu com as nossas vidas, com as nossas rotinas, com os nossos hábitos, com tudo…! E depois, pediram-nos para voltarmos “ao normal”. Mas qual normal? O Mundo mudou. Aquilo que na altura serviu como solução temporária, é hoje parte das nossas vidas: trabalho remoto; entregas em casa; compras online; chamadas de vídeo para compensar a falta de presença física; conexão a partir de redes sociais… E tudo certo. Não estou a avaliar isso, propriamente, nem tão pouco a criticar, pois também faço uso de todas essas dinâmicas. O que trago para reflexão é a visão maior do que temos vivido: não voltámos “ao normal”. Não voltámos para onde estávamos antes de 2020 – estamos num sítio novo. Diferente. Só que foi rápido, diria eu, demasiado rápido para conseguirmos acompanhar e assimilar tudo o que este “diferente” implica. É aí que a confusão se instala – nesta tentativa de recuperar o passado enquanto somos forçadamente empurrados para o futuro.

E nesta confusão, ficamos perdidos. Dispersos. São os olhares vazios, as expressões trancadas, as movimentações pelo dia-a-dia mecanizadas, sem pensar, sem sentir. Aumentam as impaciências, as irritações, os níveis de stress. A falta de empatia, de sensibilidade, de conexão, de razoabilidade e de bom senso. O pavio que já não era comprido, vai ficando ainda mais curto, a intolerância aumenta. Aumentam as divisões, as separações, as distâncias. E isto, minhas queridas pessoas, isto!, é que não podemos deixar perpetuar.

Haverão pessoas que neste momento se identificarão, na pele, com o que leram até aqui. Haverão pessoas que não se identificam directamente, mas que certamente já detectaram isto ao seu redor. Haverão ainda pessoas que ficam num “meio por meio”, identificam-se um pouco, repararam num pouco disto ao seu redor. Todas as percepções são válidas, são as vossas, mas certamente que toda a gente, de uma forma ou de outra, reconhece o que aqui está escrito.

Então convido-vos a reflectir nisto: independentemente de todas e quaisquer ideias que tenham sobre o ano de 2020 e sobre tudo o que temos vivido daí até aqui, há uma coisa que podemos sempre, sempre!, fazer – aprender.

Então volto a ti – o quê que tu aprendeste em 2020? O quê que tu realizaste que afinal era mais importante, na tua vida? O quê que tu aprendeste a valorizar, nesse ano, nesse momento de aperto e de aflição? O quê que tu percebeste, nessa altura, que era necessário – urgente, até! – que mudasse?

… e onde é que isso tudo está, agora? O que fizeste contigo e com a tua vida desde aí?

Possivelmente, para muitos de vós, neste momento surge um “não sei”. Pois. Foi por isso que comecei por falar nesta energia de dispersão e de confusão que paira no ar, colectivamente, pois mistura-se connosco, individualmente. “Que confusão, o Mundo está uma confusão” – ouve-se, tanto, por aí. Mas essa confusão não está só “lá fora”. Está “cá dentro”, também. Porque o Todo influencia-nos e nós influenciamos o Todo – e é aí que está a chave!

Nós influenciamos o Todo, também!

Então aquilo que TU podes fazer, já, neste preciso momento, é fazeres por ti. Aquilo que tu podes fazer neste preciso momento é avaliares o teu caminho, a tua vida, onde estás neste momento. Perceberes o que está certo e o que não está. O que gostas e não gostas. O que queres e não queres. Perceberes o quê que continuas a fazer, e/ou a permitir que te façam, que te leva sistematicamente a situações que não queres mais na tua vida – e quebrar esse padrão. Mudar o comportamento, a atitude, aprender. Fazer diferente. Perceberes onde é que podes melhorar e estimular isso – aprender, fazer diferente. Observares tudo aquilo que são os teus desejos para um Mundo melhor e avaliares de que forma plantas essas sementes na tua própria vida, no teu dia-a-dia, nas tuas pequenas coisas.

Olhares para a frente e escolheres para onde queres ir, na tua vida, é possível. É a TUA vida, agarra-a com todas as tuas forças e forja-a à tua medida! E isso faz-se agora, agora neste preciso momento, com as escolhas que fizeres a partir daqui e que ditarão o rumo para onde te diriges.

E isto, minha querida pessoa, reflecte-se no Todo. Porque se parares para pensar, sentes ou não sentes as pessoas? Sentes ou não sentes as mudanças de clima, nos teus ossos? Sentes ou não sentes a energia que paira no ar? Sentes porque tudo se conecta, todas as formas de vida, entre si.

Então quando pensas que não há como ajudares o Mundo a ser melhor, acredita, enganaste redondamente. Há como ajudares, sim. E não é preciso seres uma grande figura ou fazeres parte de uma grande missão humanitária. Podes fazer tudo isso, mas não é só isso que faz diferença – é isto que te quero transmitir. É absolutamente tudo o que tu fazes, no teu dia-a-dia, nas tuas pequenas acções e escolhas, que faz a diferença. Que provoca mudança, que alimenta a energia colectiva.

A tão almejada mudança que desejamos, seja nas nossas vidas e coisas individuais, seja no colectivo e no Mundo, não cai do céu. Nasce na Terra, a partir de cada pegada que nós, que aqui andamos, firmarmos no solo.

Bênçãos de coragem!

De coração,
Johanna Samna in Semeando e Caminhando

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

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09 de Janeiro 2024

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Passando a Mensagem (IX) …
Para quem a Mensagem fizer sentido.

Queridas Pessoas,

No passado dia 10 de Outubro, passei a Mensagem VIII, que nos trouxe uma outra perspectiva acerca da forma como distribuímos o nosso tempo, com o objectivo de pouparmos a nossa energia.

Eu, tal como vocês, também não sabia ao certo como isso se faz. Fui pondo em prática, juntamente com a minha Mãe, no dia-a-dia. Fui pensando nisso. Fui re-planeando. Fui-me consciencializando. Mas hábitos existem, ideias sobre o que é suposto ser um horário de trabalho, uma rotina profissional, tarefas a fazer de vida pessoal. Continuei a carregar o clássico “mas é preciso fazer isto” e, percebo agora, continuei, mesmo assim, a ultrapassar limites que o meu corpo físico não pode ultrapassar, culminando numa entrada no Inverno a ficar doente. De cama. Ainda agora, enquanto vos escrevo, estou a recuperar.

Ora para quem me conhece, o clássico “a Johanna termina um ano e inicia outro doente” já é conhecido. Mas desta vez foi diferente. Desta vez, eu não senti o impulso para pensar, processar, entender. Desta vez, limitei-me a ouvir o meu corpo. Limitei-me a respeitar os pedidos do meu corpo, para dormir, repousar, comer, despender energia para isto e para aquilo não. Só isso – ouvir o meu corpo.

E finalmente realizei – essa é a chave.

Como é que nós descobrimos onde e quando e como despender da nossa energia? Como é que nós descobrimos onde estão os limites?

… ouvindo o CORPO FÍSICO. O instinto, aliado à intuição, trará as respostas. A cada momento do nosso dia-a-dia.

E é sobre isto que me é pedido que vos escreva, hoje. Porque um dos maiores erros que se comete num caminho de busca pela espiritualidade, é o de adquirir uma perspectiva redutora acerca da importância do corpo físico.

Comumente, ao evoluir-se a nível espiritual, entra-se numa perspectiva de que há tão mais “fora” do físico, que parece que o físico limita, é chato, é redutor. É a chata da mente que não alcança, é o chato do corpo que não permite que se alcance mais, que se expanda mais. É a chata da vida, do dia-a-dia, que não permite mais tempo, mais disponibilidade, para o “tão mais” que há no espiritual. É a “carcaça”, é o “veículo”, é os “eu não sou um corpo, sou uma alma”, “a realidade física é uma ilusão”, “tenho saudades de casa, das estrelas”, “não volto a encarnar”, etc, etc, etc – toda uma REJEIÇÃO àquilo que VIEMOS AQUI SER E FAZER!

Pessoas!! Acordem deste sono ilusório de que o objectivo é chegar às estrelas, porque das estrelas viemos, para as estrelas voltaremos, mas é AQUI e AGORA que nos propusemos estar! Viver a vida física, na realidade física, com um corpo físico!!

Como é que outra coisa senão honrar isto, viver isto, experienciar isto, faz sentido?

Nós – eu e a minha Mãe – já realizámos isto há muito tempo. Daí que o nosso trabalho é composto da forma que é. Mas integrar, entender e processar, leva tempo. Oh, se leva. Porque há uma série de ideias à volta deste assunto que também nós temos vindo a entender e a ressignificar, ao longo do nosso caminho.

Eu, particularmente, devido ao enorme desenvolvimento mediúnico e espiritual que tenho, tenho muitos desafios ao nível do meu corpo físico. E mais uma vez, no arrancar de um novo ano, voltei a cair. Fisicamente. E só agora, finalmente, percebi algo basilar: caio porque obrigo o meu corpo a acompanhar a minha energia e não é assim!! É exactamente o oposto! A energia não tem limites, mas o corpo tem! Logo, é o corpo que manda, que dita o compasso, que comanda o ritmo! É a energia que tem que se adaptar ao corpo e ao que o corpo consegue processar e não o oposto!

Portanto, fica mais uma nova perspectiva: quem anda doente, cheio de tonturas, de mau-estar físico, com excesso de cansaço, com irritação, impaciência, zumbidos nos ouvidos – e, diagnósticos físicos à parte (nunca deixem de ir ao médico pelo amor da santa!), mas também atribui tudo isto aos processos de evolução espiritual – PAREM de obrigar o corpo a acompanhar o ritmo da energia! Está errado – esta é a minha verdade, vale o que vale para quem a ler, fica com ela quem com ela ressoar.

O que significa isto, na prática?

Que se sentem que o corpo está a ceder, não está a reagir bem, então em vez de meditarem MAIS, de forçarem MAIS, de puxarem MAIS pela energia e evolução espiritual, ABRANDEM o ritmo! E abrandar o ritmo significa deixar o corpo processar e integrar o que está a ser expandido, fazendo coisas ligadas ao físico: avaliar a comida que se está a ingerir, pensar mais na alimentação, comer melhor, nutrir o corpo; fazer exercício físico, dar movimento físico ao corpo físico; fazer coisas da Terra: ler um livro, ver um filme, jogar um jogo, pintar, desenhar, fazer coisas de humanos, que se gosta, que trazem prazer, lazer, alegria, diversão…!

O Corpo Físico não é uma carcaça, nem um veículo, é um TEMPLO SAGRADO! É uma construção milagrosa da matéria, altamente inteligente, que todos os dias trabalha 24h/24h para a nossa sobrevivência e que merece todo o RESPEITO! O Corpo Físico é o Templo Sagrado que alberga a nossa Alma e que nos possibilita estar Aqui, Agora, a viver a vida que nos propusemos viver. E quanto mais evoluímos a nível pessoal e a nível espiritual – MAIS! – respeito, cuidados, nutrição e carinho ele necessita de ter – e não menos!

Se respeitamos a árvore e a planta e a Natureza (TUDO matéria da realidade física), mas não respeitamos o Corpo Físico, então, lamento, mas estamos só a ser hipócritas. Se cuidamos e nutrimos a semente plantada no solo, respeitando com carinho e deslumbramento o TEMPO que leva a brotar e tornar-se numa planta; mas não o fazemos com o nosso corpo físico – estamos só a ser hipócritas. É, é duro. Mas é a verdade.

Eu também me incluo nesta hipocrisia, pois eu também já estive aí. Até agora. Até ao final de Dezembro de 2023, onde, finalmente, eu parei para realizar que só queria que o meu corpo melhorasse para poder ir a correr voltar à rotina de cuidar dos outros. Ah, pois é. E que tal querer que o corpo melhore, para depois perceber o que é que ele precisa para não voltar a cair?

E que tal pararmos para perceber o quê que o nosso corpo nos está a dizer? E ajudá-lo, conscientemente, a ter mais energia, mais força, mais capacidade, mais resiliência? Isso não se faz só espiritualmente, faz-se também FISICAMENTE! O Corpo Físico precisa de ajuda na FISICALIDADE. Entendamos isto de uma vez por todas porque, Pessoas, acredito mesmo, que esta é uma consciencialização basilar para nos ajudar nos caminhos em frente e de tudo o que aí vem.

Estou a dizer-vos para pararem de se desenvolverem espiritualmente? Obviamente que não.

Estou a dizer-vos, isso sim, que ouçam o vosso corpo FÍSICO. E que se ele precisa de tempo para processar e integrar, não puxem demais por ele. Não se zanguem com ele. Não se aborreçam porque querem meditar mais, conectar mais, desenvolver mais, a um ritmo que ele não aguenta (e por isso é que anda cheio de sintomas de mau-estar!). Abrandem, façam mais coisas terrenas, ajudem-no a processar. Com paciência, carinho e amor.

Saboreiem a vida.

Não podemos viver só a partir da perspectiva espiritual, porque nós vivemos num corpo físico! Há que trazer a consciência para aqui, para cada riso, para cada conversa, para cada lágrima, para cada alimento, para cada gole de água, para cada raio de sol, para cada passo dado na relva. VIVER a Vida. HONRAR a Vida. SABOREAR a Vida.

RESPEITAR o Corpo Físico.

Se o ouvirmos, ele responde. Com muita clareza.

De coração,
Johanna Samna in Semeando

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

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1. Diz mais vezes a palavra “não”!

Ainda a meio gás, decidimos arrancar o ano a assumir as nossas posições, partilhando-as de forma mais directa através de uma nova rubrica: “Outras Perspectivas…”

Aqui, como em tudo o que fazemos, o objectivo não é o de dizer que “nós é que temos razão”, mas sim o de, como a própria rubrica o diz, dar outras perspectivas, para em quem com elas ressoar!

E o pontapé de saída é sobre abrir caminhos à inclusão da palavra “não”, nos nossos dicionários. Palavra esta que, com a expansão da cultura do positivismo, amplamente defendida pelas novas espiritualidades, é comumente considerada como algo a erradicar do nosso discurso.

Um erro, na nossa opinião.

A palavra “não” é necessária. É com ela que definimos limites. É com ela que fazemos as escolhas do que não queremos.

Sim, temos o direito a não querer. Simples.

Existe um “não” que representa negatividade e até bloqueio, é verdade. Aquele “não” que vem de uma ferida, de uma falta de auto confiança qualquer, de uma postura pessimista, de falta de fé, que nos está a inibir de vermos as nossas capacidades, potenciais; de vivermos a vida…! Esse “não” é para transformar, sim.

Mas esse não é o único “não” das nossas vidas.

Há o “não” que diz que já chega; que não permite; que não quer; que não vai; que não lhe apetece; que não gosta; que não pode; que não é o momento.

Há o “não” que nos defende. Que nos protege. Que nos permite traçarmos a linha do que é aceitável e do que não é! Que nos permite traçarmos os limites que nos cabe a nós decidir onde, como e quando traçar.

Este “não” é um DIREITO TEU, de usar.

Então, usa-o.
Sempre que precisares.
Sempre que quiseres.
Sem medo, sem culpa, sem vergonha.

Não és menos luz, por causa disso. Nunca poderias ser menos luz quando um “não” é utilizado para iluminar a tua verdade. Para iluminar a linha que traça os teus limites. Para iluminar o teu amor-próprio e a tua afirmação pessoal.

Abraço nosso,
Johanna e Eugénia

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que sejam referenciadas as autoras. Gratidão.

10 de Outubro 2023

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Passando a Mensagem (VIII) …
Para quem a Mensagem fizer sentido.

Queridas Pessoas,

Por norma, tudo o que são directrizes, instruções e ferramentas de caminho, são passadas somente no contexto das nossas turmas. Mas hoje respondo ao apelo interno que me pede que venha partilhar uma directriz aqui, nesta rubrica dedicada exclusivamente às mensagens que são pedidas (pelos Guias de Luz) de vos passar.

A questão “tempo” foi sempre um desafio, para mim, a título pessoal. Várias são as camadas de aprendizagem nesse sentido – gerir o tempo, respeitar o tempo, o meu ritmo pessoal, os ritmos dos outros, o tempo das coisas, a razoabilidade da distribuição de tempo… – enfim, várias camadas.

Mas agora, recentemente, recebi uma directriz directa de um Ser de Luz que, a pedido do mesmo, vos passo como a traduzi no momento em que a intuí: “em vez de organizares o teu tempo por horas, organiza o teu tempo por dispêndio de energia”.

Isto foi algures nos primeiros dias de Agosto deste ano. Daí até agora tenho tentado perceber e integrar isto, na minha vida. Não é fácil. Estou muito habituada a planos, agendas, listas de tarefas e blocos de horas. Estou muito habituada e viciada neste sistema do “tanto para fazer e tão pouco tempo!” – e como assim é, processar e aplicar esta directriz torna-se extremamente desafiante.

Mas a verdade é que, quanto mais o faço, mais percebo os benefícios de o fazer.

Porque isto, na prática, significa que passamos a tomar mais atenção à energia que gastamos e em quê. E o quanto é que cada coisa que fazemos consome da nossa energia. E a partir daí, é aprendermos a gerir o nosso dia-a-dia mediante a energia que temos disponível e o quanto vamos precisar de despender para cada coisa.

Exemplo: se alguém tem um dia de trabalho mais exigente e para o qual precisou de despender de muita energia, nesse dia vai aliviar nas tarefas de casa. Não é dia para chegar a casa e limpar, lavar, fazer comidas complicadas, arrumar roupa. É dia para chegar e descansar, tomar um longo banho, pôr uma música a tocar, fazer uma comida simples. Nutrir. Repor a energia.

“Ahahah, era bom, mas isso é impossível! Não dá, não posso, e quem é que faz as coisas?” – pensarão muitos e muitas de vós. Certo. Eu disse que não era fácil. Eu sei que não é fácil.

… mas foi-me pedido que vos passasse esta mensagem e aqui estou eu a fazê-lo. E se estás a lê-la, por alguma razão há-de ser, então pelo menos pensa nisso. Não é uma questão de não fazer as coisas, é uma questão de reavaliarmos onde, como e quando despendemos da nossa energia! É uma questão de priorizarmos o nosso bem-estar, a nossa saúde, a nossa boa disposição.

É uma questão de ser uma forma de gerirmos o cansaço generalizado que andamos a sentir – e é por isto que me foi pedido que passasse esta mensagem para fora.

Os tempos são de mudança e há uma energia colectiva que nos vai impulsionando a mudar – seja ela planetária, a partir dos ciclos da Natureza, a partir das dinâmicas astrológicas, etc…! – então é preciso mudar. É simples.

Por aqui, não estou nada de acordo com a ideia de que os sintomas que nos trazem qualquer tipo de mau-estar sejam atribuídos a fenómenos de evolução per si. Uma coisa é ficarmos moídos e a precisar de descanso depois de uma aula, de uma terapia, de um retiro – à semelhança de ficarmos moídos e a precisar de descanso após uma ida ao ginásio. Estamos a activar e a mexer partes de nós que estavam mais adormecidas, é normal sentir no dia, no dia seguinte, nos dias seguintes.

Outra coisa completamente diferente é sentirmo-nos mal! Cansados, exaustos, saturados, irritados, deprimidos, frustrados… Constantemente, ainda por cima. Não, lamento, não acredito que seja porque estamos a evoluir tranquilamente e por isso basta esperar que passe. Não são essas as instruções que me são dadas. E com isto não digo que “eu é que sei”, não. Com isto estou a dizer: “está aqui outra perspectiva, faz com ela o que entenderes”.

As instruções que me são dadas são simples: “se te sentes mal, há mudanças a fazer.”

Primeiro, se nos sentimos mal constantemente, há que ir ao médico. Dizemos isto a absolutamente toda a gente que nos chega. E também o fazemos, obviamente.

Depois, razões de saúde descartadas e continuando na busca holística por respostas, há os processos pessoais de cada um/uma e há então a influência desta energia intensa que nos impulsiona a todos a mover e mudar.

A mover e a mudar. Não basta esperar que passe. Só isto. Desculpem ser chata, mas é o que é. Eu também ouço repetidamente as coisas até as encaixar, é assim, somos humanos e teimosos.

Então, por aqui, directrizes que me/nos são passadas e que andamos a trabalhar nelas nas nossas vidas (não, não é sempre fácil nem é sempre perfeito, mas vamos fazendo, aprendendo, focando mais e mais) e que passamos a quem nos chega para lidar/gerir esta energia imensa que colectivamente andamos a sentir:

  • DAR IMPORTÂNCIA AO CORPO FÍSICO! O Corpo Físico precisa de se alimentar bem, de beber água, de dormir bem, de ser nutrido, de descansar, de ser honrado, amado, cuidado. Aquelas coisas básicas que achamos que desaparecem com a evolução espiritual… Não, não desaparecem. Tendem a ser MAIS necessárias ainda, porque quanto mais energia albergamos, quanto mais mudança e transformação nos propomos a fazer, mais o nosso corpo sente, mais o nosso corpo precisa de reforço, cuidados, saúde, descanso, nutrição.
  • Limpeza e Protecção Energética: aquelas rotinas de limpeza e cuidados energéticos, com as práticas que mais sentido vos fizerem e que souberem. Se não souberem nenhumas, podem sempre vir aprender connosco.
  • Fazer caminho interno: sempre. Observar o que se anda a alimentar em pensamentos, emoções, intenções, acções. Observar o que há a resolver, sanar, curar, transformar. O caminho de auto-consciência não pára. Independentemente de há quantos anos se faz, de quantos cursos se tem, do quanto já se fez… A vida está sempre a acontecer, a surpreender-nos, a trazer-nos experiências. É por isso que o caminho não pára.
  • E agora ficou aqui esta dicazinha nova: “em vez de organizares o teu tempo por horas, organiza o teu tempo por dispêndio de energia”.

Não me cabe a mim dizer-te como vais aplicar esta dinâmica na tua vida, são as tuas escolhas, as tuas prioridades, o teu tempo, o teu espaço. Só reforçar isto, como também recebi para mim: ao final do dia, justificações à parte, és tu que sabes como te sentes. És tu que lidas com o teu mau estar. És tu que sentes a exaustão, o cansaço, a saturação. És tu que lidas com a doença, se ela chegar, resultado desse excesso. É a ti que te pesa. Então, és tu que tens que fazer por te sentires melhor. Por ti. Pela tua saúde. Porque mereces. Porque mereces sentir-te bem.

Larguemos mais umas camadas deste espírito de sacrifício chato que nos foi implementado há milénios, para que nos esgotássemos até ao tutano, em prol nem se sabe bem de quê (aprovação?), a responder a necessidades nem se sabe bem de quem. Às nossas não é de certeza, porque a nós, um corpo cansado, está a pedir descanso. Está a pedir abrandamento. Está a pedir limites.

De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Imagem do site wallpapersafari.com

Faz mais coisas que te deixem feliz.

Chega o Outono e, para uma grande maioria de pessoas, um tempo de melancolia… São os dias a ficarem mais curtos, é o desapego da Natureza a puxar aos nossos próprios desapegos… São as brisas a ficarem mais frias e a pedirem-nos mais conforto e recolhimento… Certo. É compreensível.

Mas essa é uma perspectiva. Há outras.

Podemos ver os dias a ficarem mais curtos precisamente porque chegam os tempos do conforto e do recolhimento… Os tempos frios e escuros que nos levam a estarmos mais connosco, mais com os nossos, mais disponíveis para o interior das nossas vidas. E dentro desta disponibilidade maior podem nascer mais conversas, mais intimidade, mais profundidade, mais partilha, mais momentos, juntos.

E podemos olhar para o desapego da Natureza e para os nossos próprios desapegos como a possibilidade de termos mais espaço nas nossas vidas.

E o que é termos mais espaço nas nossas vidas senão uma coisa boa?

Se limparmos um armário em casa e removermos as coisas velhas, o que acontece? Fica um espaço limpo, arejado. Vem uma sensação de bem estar e de realização pessoal por termos as coisas como agora queremos ter, mesmo que no acto de limpar nos custe desfazer desta ou daquela peça… O desapego é liberdade.

Então, esta semana, a Dica da Semana vem sugerir-te: faz mais coisas que te deixem feliz. E para isso, terás certamente que fazer escolhas. Escolhas no teu tempo e no teu espaço. Terás que libertar espaço para isso. Então liberta. Liberta o espaço que precisares para que aquilo que realmente te preenche e satisfaz tenha lugar, na tua vida.

Tu mereces.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Compotas caseiras para um Outono delicioso? É fácil!

No próximo dia 23 de Setembro, o Outono entra oficialmente nas nossas vidas. E bem sabemos que muitas pessoas se aborrecem com o fim do Verão, mas convidamo-vos a darem uma oportunidade às belezas do Outono…

As cores douradas do pôr-do-sol, a poesia silenciosa das folhas castanhas por todo o lado, a brisa que roça o nosso rosto, a magia que se sente no ar… É tão bonito!

E sabem o que é típico do Outono, também? Compotas caseiras!! Ahahahah

Perdemos essa noção porque agora temos compotas e doces por todo o lado, todo o ano, mas antigamente, esta era a altura maior das colheitas e as compotas faziam-se para aproveitar as frutas antes que se estragassem!

Apesar dos tempos modernos, continuamos a ter fruta que se estraga nas nossas cozinhas e continuamos a gostar de fazer coisas caseirinhas, certo?

Ora então juntemos o útil ao agradável e vejam como é fácil fazer uma compota caseira:

  • Descascar a fruta que pretendem cozinhar e pesar.
  • Colocar a fruta numa panela ao lume e acrescentar 1/4 do peso da fruta em açúcar (por aqui só usamos açúcar mascavado). E claro que podem gerir a quantidade de açúcar ao vosso gosto.
  • Deixar cozinhar por 20/25 min (até a fruta estar cozida), em lume brando, e ir mexendo. Podem adicionar um bocadinho, pouquinho!, de água (uma chávena de café), se virem que a fruta está a colar ao fundo.
  • Quando estiver cozida (mole e fácil de desfazer), desfazê-la com um garfo ou com a varinha mágica.
  • Deixar arrefecer e guardar num pote de vidro, no frigorífico.

Dicas extra:

  • Podem adicionar um pau de canela à cozedura e antes de desfazer a fruta, retiram-no.
  • Podem misturar um pouco de frutos secos que gostem, inteiros ou partidos. Devem de ser adicionados na altura em que vão pôr a compota no pote de vidro.

Et voilá! Uma Dica docinha para uma semana de mudança de estação! 🙂

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Carta do Mês | Setembro 2023

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Queridas Pessoas,

Setembro, para uma grande maioria de pessoas e colectivamente falando, é um mês que assinala o recomeço. O ano lectivo arranca, modalidades desportivas arrancam, negócios voltam a abrir portas… Termina a época das férias e arranca a época de voltar a produzir, construir, criar, fazer. Curiosamente, é o 3 de Ouros que sai para nos inspirar para este mês – uma carta que nos fala em parcerias, sociedade, a vida em sociedade, espírito de equipa, construção em equipa.

Então casando isto tudo, a inspiração que me chega é a de vos escrever o seguinte…

2020 assinalou uma mudança radical na vida da sociedade como a conhecíamos até ali. A pandemia entrou pelas nossas vidas e obrigou-nos a parar, recolher, criar distâncias de segurança entre nós. De início foi um choque. Para todos. Aceitámos porque as circunstâncias assim o obrigavam, mas sofremos imenso. Colectivamente. Sofremos a distância, a falta uns dos outros, os comércios fechados, a ausência de movimento na rua. Sofremos e chorámos.

… e depois habituámo-nos. O que era para durar 15 dias alastrou-se por vastos meses e nós, criaturas de hábitos e de adaptação, habituámo-nos a esta nova vida onde o contacto humano se tornou desnecessário. Onde tudo é feito a partir do telemóvel. Onde uma chamada de vídeo substitui uma ida ao café.

É certo que os tempos mudam e que de momento vivemos a era digital. É certo que há muitos benefícios nesta era. Mas eis que aparece o 3 de Ouros… E que vem lembrar-nos da proximidade que nos caracteriza, enquanto Humanidade. A falta de contacto humano directo traz muitos problemas a médio/longo prazo – distância emocional, insensibilidade, falta de empatia, egocentrismo… E é preciso vigiarmos isto. Termos atenção. Não permitirmos que se alastre de tal forma que percamos o sentido de união e empatia uns pelos outros.

Mais olhos nos olhos, mais cara a cara, mais abraços, mais conversas frente a frente, mais convívios, mais brincadeiras de criança na rua, mais passeios na Natureza, mais sorrisos uns para os outros, mais simpatia, mais empatia, mais Humanidade.

Mesmo para quem trabalha online – e talvez principalmente para quem trabalha online, como até é maioritariamente o nosso caso – é importante não perder o rasto a isto. E começa dentro de casa, com os nossos mais próximos. E alastra-se para quando vamos à rua, lidar com a rua e com os outros – como estamos a fazê-lo? Com empatia, proximidade, paciência? Ou já envoltos nesta indiferença e distância que teima em se instalar entre as pessoas? Avaliem. Observem. Não permitam que se alastre.

O maior legado que podemos construir é o de uma Humanidade melhor. Isso faz-se em parceria e contacto uns com os outros… Em parceria e contacto uns com os outros.

Um abençoado Setembro, repleto de empatia e fraternidade!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Limpa, arruma, organiza!

Já todos conhecemos as limpezas de Primavera… Chega o bom tempo, é abrir as janelas, deixar arejar, limpar, arrumar, preparar para os meses quentes do ano. Certo, faz sentido.

Mas sabes o quê que também faz todo o sentido?
Limpezas de Outono. 🙂

Ora vejamos: o Outono é a estação que entra para renovar os ciclos da Natureza… Ele vem impulsionar a Natureza a libertar-se do velho, do que já culminou o seu ciclo de vida, para que a Natureza se recicle e se prepare para um novo ciclo anual.

… faz todo o sentido que aproveitemos esta energia para procedermos à mesma dinâmica nas nossas casas e espaços físicos, não te parece? Aliás, faz todo o sentido que o façamos em tudo o que for necessário nas nossas vidas… Mas hoje a Dica é no sentido prático, físico, material.

Hoje a Dica da Semana vem sugerir-te que aproveites esta energia de reciclagem e renovação que começa a entrar nas nossas vidas (o Equinócio do Outono dá-se no dia 23 deste mês), para dares uma volta às tuas coisas, à tua casa, ao teu escritório, a qualquer espaço físico que te pertença – e que te libertes do que já não faz falta, do que está partido, do que só está a ocupar espaço e a gerar acumulação.

Defende o feng-shui (a arte de organizar espaços físicos a partir da noção da energia gerada), que guardarmos coisas partidas e estragadas, bem como acumularmos coisas sem lhes dar uso, gera energia de estagnação nas nossas casas e, consequentemente, nas nossas vidas.

Claro que todos temos coisas guardadas e que não usamos todos os dias, até mesmo algumas recordações, mas lá está: são coisas guardadas com objectivos e com um sentido.

Mais um detalhe interessante: Setembro está maioritariamente sob a influência do signo de Virgem. E Virgem é organização e arrumação. 🙂

Portanto, aproveita!
Aproveita este mês que comporta uma energia incrível de limpeza e libertação e renova os teus espaços! Liberta o velho, para que haja espaço e disponibilidade para novas energias entrarem e circularem!

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Agradece as pequenas coisas!

Parece um cliché, esta mensagem, de tanto que se vê espalhada por aí… E até pode ser. Mas é um cliché verdadeiro. Agradecer as pequenas coisas da vida, do dia-a-dia, faz diferença, sim!

Faz tanta diferença que num dos módulos do Lado a Lado, o nosso Ciclo de Desenvolvimento Pessoal e Espiritual, este tema é amplamente abordado e são introduzidos os bloquinhos da gratidão.

Porquê que faz diferença?

Porque a maioria de nós, crescidos e criados num sistema que aponta continuamente as falhas, que nos ensina que temos que ser sempre os melhores, sempre os primeiros, perfeitos! – criamos um mecanismo automático de estarmos maioritariamente focados numa coisa nada útil: no que NÃO corre bem.

Uma coisa é observar o que não corre bem para perceber como fazer melhor, óbvio! Outra é ficarmos presos ali, nas coisas menos boas, numa sensação de frustração e negatividade regular. É aquele clássico de termos um dia perfeitamente normal com uma reunião de meia hora que é chata e onde alguém é desagradável e é NISSO que o foco fica durante as outras 23h30 do dia! Sim, nós fazemos isto.

Então vem o cliché mágico: agradece as pequenas coisas.

“Ai, que a reunião de meia hora foi uma chatice…!”, certo, mas aquele café bebido depois de almoço soube pela vida! E o sorriso de alguém, e a tarefa finalmente concluída, e aquele pôr-do-sol incrível, e aquela conversa tão boa, e aquele artigo finalmente em promoção, e o jantar que saiu no ponto dos temperos…! Há tantas outras coisas num dia inteiro, boas, que valem a pena ser notadas, faladas, festejadas!

Fazer isso, queridas pessoas, aumenta a nossa sensação de bem-estar com o dia. E fazer isso, no dia-a-dia, contribui largamente para o aumento da nossa sensação de bem-estar com a própria vida. E contribui, largamente, para habituarmos a nossa mente a focar mais atenção nas coisas boas.

Experimentem. Assim uns bons dias seguidos. Até podem apontar num caderninho as coisas boas do dia. Durante uns bons dias seguidos! Verão o bem que vos faz.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Faz um banho de sal!

Sabem aqueles dias em que nos sentimos mais pesados, irritadiços… O dia até foi chato, aquela reunião complicada, o trânsito, a complicação no trabalho, a manhã com os miúdos que não correu tão bem… Ou até nem se passou nada, estamos apenas com aquela sensação meio nublada à nossa volta…

Pois bem, um bom banho de sal dará uma boa ajuda! E porquê? Porque o mais provável é estarmos um pouco mais “carregados” energeticamente. E o sal, composto por micro-cristais e sendo um catalisador de energias negativas, é um belo aliado para a nossa limpeza e harmonização energética.

Esta é uma dica que a maioria das pessoas que nos conhece já sabe como se faz… Portanto, para quem sabe, fica o lembrete – façam um banhinho de sal!

Para quem não sabe, fica a “receita”! 🙂

Num recipiente que possam levar para o banho colocam dois ou três punhados de sal grosso. Levam também outro recipiente com um pouquinho de erva doce. No banho, enchem o que tem sal com água à temperatura que gostam e passam no corpo, só do pescoço para baixo, deixando a água escorrer no vosso corpo, enquanto pedem às águas que limpem e purifiquem o vosso Ser. Tomam o vosso banhinho normal, (podem sempre ir comunicando com as águas e pedindo reforço desta limpeza e purificação), e, no fim do banho, enchem o recipiente com erva doce com água à temperatura que gostam e passam pelo corpo, novamente só do pescoço para baixo, agora para energizar!

Et voilá!
Bons banhos! 🙂

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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