Bebe água!

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Básica, esta dica, certo?
E no entanto, absolutamente necessária e tão facilmente esquecida pela grande maioria de nós! Esta até já é repetida, há uns anos falámos nisto, hoje decidimos falar novamente!

Podes pensar que beber um copo com água serve apenas para te matar a sede, mas é muito mais do que isso – é dares ao teu corpo a segunda coisa mais importante de que ele necessita para se manter saudável e equilibrado. Sabias que a seguir ao oxigénio, a água é o segundo elemento mais importante para a vida? Sabias que sentir sede é um indicador de que já ultrapassaste os limites da falta de água no teu organismo? Significa que já estás a desidratar e que o teu corpo já está em alerta. O ideal é ires bebendo água ao longo do dia, sem que precises de sentir sede para beber!

E qual a quantidade de água que deves de beber por dia? Podes reger-te pela regra comum dos conhecidos 1,5L a 2L de água por dia, mas é importante percebermos que existem vários factores que influenciam a necessidade de maior ou menor quantidade de água no organismo, como o clima, a quantidade/qualidade de alimentos ingeridos e a actividade física. Se estivermos em épocas de maior calor, naturalmente que perderemos mais água através da transpiração, tal como acontece se tivermos uma actividade física intensa. De igual forma, uma alimentação que contenha, diariamente, a ingestão de verduras, legumes e frutas contribui para a ingestão de alguma água, através dos alimentos.

Por isso, também é importante que escutes os sinais do teu corpo e percebas a quantidade de água de que necessitas, mediante o teu dia-a-dia e as tuas actividades.

Sinais de alerta para a desidratação: sede, pele seca, lábios secos e gretados e, até mesmo, falta de energia, são alguns dos indicadores de que deves ingerir mais água.

E se no final disto tudo ficaste com sede… Aproveite e bebe já um copinho – com água! 🙂

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Começa uma actividade que te faça sorrir!

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No contexto do nosso trabalho com as pessoas temos dado conta de que há uma mensagem que se tem feito repetir muito, ultimamente: “dedica mais tempo a uma coisa que gostes mesmo de fazer.”

Um hobby. Uma actividade de lazer. Só porque sim. Não tem que ter propriamente uma utilidade prática, basta que te faça sorrir! Que te faça sentir bem. Que te consiga acalmar o pensamento e serenar o coração. Qual é a actividade que te veio à mente enquanto lias estas frases? Aquela que tu gostas mesmo de fazer? A TUA actividade?

Faz. Agora. Começa. Já.

Não vale ser uma coisa que “tem que ser”. Por exemplo, ires ao ginásio por obrigação não conta. Conta se tu vais ao ginásio porque GOSTAS de ir e porque te faz sentir bem e feliz! Atenção que não estamos a desvalorizar a ida ao ginásio, ahahah, apenas a dar este exemplo tão comum! Muitas pessoas vão porque precisam e não porque querem, então, para o objectivo daquilo que estamos a sugerir, não conta!

Esta é a única “regra” – deverá de ser algo que faças, pura e simplesmente, porque te apetece. Porque gostas. Porque te dá prazer. Geralmente é “a coisa” sobre a qual vais responder que “não tens tempo” de fazer. É exactamente essa que deves de começar, já, esta semana, a fazer.

Porquê?

Porque urge contrariarmos a quantidade de stress e agonia emocional e mental em que os eventos actuais nos colocam, consciente e/ou inconscientemente. Urge sorrirmos e encontrarmos forças para seguir em frente de coração cheio de amor, esperança e força de viver! Urge de nos sentirmos bem, o melhor possível! Urge de lutarmos por nós e pelo nosso bem-estar – físico, mental, emocional e espiritual.

E esta é uma das formas de o fazer – não tenhas a menor dúvida!

Começa, já, a fazer aquela coisa que gostas muito de fazer. E faz um bocadinho regularmente. Todos os dias, dia sim dia não, como quiseres. Mas faz. Mereces, sim. Mereces tempo para ti e para nutrir a tua alegria interna. Não tenhas a menor dúvida disso.

Com bênçãos de alegria e serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Faz um banho de sal.

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Sal marinho. Ingrediente presente e indispensável em todas as cozinhas. Mas sabias que podes usá-lo, também, fora da cozinha? 🙂

Além de todas as suas funções saborosas na culinária, o sal é também um excelente aliado no que toca à limpeza energética! Composto por micro-cristais, o sal marinho actua no nosso campo electromagnético absorvendo e removendo a energia densa e negativa acumulada. Já os povos antigos o usavam, naturalmente, em banhos e não só! Era também costume colocarem-se saquinhos de sal grosso por detrás das portas e janelas como forma de proteger as casas das energias densas.

Fazer um banho de sal é super simples! Se for para um banho de imersão, basta encher a banheira com água a uma temperatura que gostes e colocar 2 ou 3 punhados de sal marinho. Ao entrares na banheira, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética e deixa-te estar, no máximo 20 minutos, a relaxar. Não molhes a cabeça nesta água, só do pescoço para baixo.

Se for banho de duche, podes colocar 2 punhados de sal grosso num copo de vidro com água, passa pelo corpo (só do pescoço para baixo, nunca na cabeça!), e coloca mais um punhado de sal grosso nos pés, para ir desfazendo enquanto tomas o teu duche. Novamente, enquanto tomas duche, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética.

Quando terminares, tanto numa versão do banho como na outra, poderás ter contigo um copo com água e erva doce e passar essa água pelo teu corpo a seguir ao banho de sal, pois irá preencher a energia “esvaziada” e ficas com mais energia! Não faz mal fazeres banho de sal sem a erva doce de seguida, mas ficarás muito mais mole e drenado/a. A erva doce a seguir, dica de uns queridos amigos nossos, revitaliza!

Querida Pessoa, esta dica da semana serve-te para todas as semanas, se assim o entenderes! Banhos de sal semanais, especialmente para quem trabalha em ambientes mais densos e intensos, é uma das nossas recomendações base! 🙂

Com bênçãos de Serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Valoriza o poder da tua prece.

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Respira fundo e lê com atenção: teres dias em que te faltam as forças e o ânimo para lidares com os desafios da tua vida não faz de ti menos nada. Vamos repetir: não faz de ti menos nada!

Faz de ti uma pessoa. Humana. Só isso.

É normal teres dias assim. Dias em que te sentes impotente face ao que está a acontecer, em que te sentes cansada/o, triste, zangada/o, revoltada/o – o que quer que seja. E que só te apetece esquecer o mundo, dormir, e esperar que no dia seguinte milagrosamente tudo tenha desaparecido.

Acontece sim. A todos/as.

Não te zangues contigo. Aceita esses momentos, essas emoções, essa necessidade de desabafo do teu Eu. Ouve-te um bocadinho. Deixa sair o desabafo, o choro, o grito. E conforta-te a ti mesma/o. Diz, a ti mesma/o, que vai correr tudo bem. Como dirias a outra pessoa. Diz a ti. Resulta, sim. Resulta muito bem lidarmos connosco mesmos/as. Muito bem mesmo, como verás se o fizeres.

E sabes o que mais podes fazer?
Uma prece.

Sim, uma prece. Não, não precisas de ter religião. As preces não pertencem às religiões. Fazer uma prece é “somente e apenas” o acto de abrires o coração e comunicares com as Forças de Luz que acreditas que existem, sejam elas quais forem. Podem até não ter nome ou formato, se apenas acreditas que “há algo mais”. Basta que tenhas fé. Ainda que seja uma fé só tua, que só tu compreendes. Que não se explique com formatos ideológicos, mas que tu sintas. Só importa que sintas.

A partir daí, desse sítio interno, comunica. Com as tuas próprias palavras, onde quer que estejas. Não precisas de estar num local específico, não precisas de rituais, não precisas de absolutamente nada a não ser de ti, do teu coração e da tua fé.

Comunica o que sentes, desabafa, pede ajuda. Pede um sinal. Pede uma resolução. Pede abertura de caminhos. Pede cura. Pede o que quiseres. Faz da tua fé uma companheira de caminho. Uma ponte de ligação entre ti e as Forças de Luz em que acreditares. Quanto mais comunicares, mais estreitarás essa comunicação.

Não estás sozinho/a.
Nunca.
A tua fé sabe disso.
Acredita.

Com bênçãos de Amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Materializa o teu objectivo!

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Chegámos ao segundo mês de 2022! Perfeito! Para muitos/as de nós, a sensação é a de que agora é que o ano vai começar – e está tudo bem! Janeiro tende a ser um mês intenso, seja pela pressão da necessidade de mudança face a um novo ano, seja porque há muita coisa nova a fazer e organizar, seja porque ficamos meio atordoados das festas, seja porque o mês parece financeiramente mais longo… Enfim, as razões são diversas, o sentimento é mesmo – “finalmente, Fevereiro!”.

E que tal aproveitarmos este bom momento e firmar, convictamente, aquilo que desejamos atrair para as nossas vidas?

Não só dizendo, meditando, pensando, sentindo… Mas materializando! Escrevendo, desenhando, cantando e dançando!

Esta é a Dica desta semana: pega numa folha de papel branca, escreve no centro “o quê que eu quero?” e preenche a folha com aquilo que tu queres para ti e para a tua vida! Utiliza cores, desenha, põe música que te alegre e inspire a tocar e canta! E dança! Dá movimento aos teus desejos e objectivos!

Quando terminares, escolhe uma das coisas que queres e começa já a fazê-la! Compromete-te com ela! Dá um primeiro passo na direcção desse objectivo, (nem que seja um passo pequenino!), já esta semana!

Consegues, sim!
Acredita.
Acredita em ti.
Tu consegues.

Não te fiques só pela leitura desta Dica, por-favor! Faz mesmo este exercício. Experimenta. Investe este tempo, o tempo de o fazeres, em ti. Vais ver que vale a pena!

Com bênçãos de Alegria e Criatividade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Não cedas à pressão dos outros.

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Vão dizer-te que faças “assim”. Que escolhas “isto”. Que optes por “aquilo”. Que “isto” é o que toda a gente faz. Que “aquilo” é o que toda a gente espera de ti. Que fazeres “assim” é o certo. Que escolheres “aquilo” é o melhor para ti. Muitas vezes vão dizer-to com uma genuína preocupação para contigo. Outras vezes vão dizer-to por egoísmo, a pensarem apenas em si mesmos/as e nos seus interesses. Outras vezes vão dizer-to por ego inflado – eles/elas é que sabem! E outras vezes vão dizer-to porque realmente acreditam que aquilo é mesmo o melhor.

Vão dizer-to pelas mais variadíssimas razões, mas vão dizer-to e é nisto que te convidamos a reflectir, esta semana: quanto de ti há nas tuas decisões? E nas tuas opiniões? E no teu sistema de crenças, em geral?

É inevitável que o nosso sistema de crenças seja influenciado por factores externos a nós. O contexto familiar, cultural e social em que nascemos é o primeiro grande modelador, a seguir vêm as escolas, os amigos, os namorados e namoradas, as músicas que ouvimos, os programas que seguimos, os livros que lemos e tudo o que vai fazendo parte das nossas vidas.

Obviamente que há influências boas. Obviamente que é também fora de nós que colhemos sabedoria, estrutura, conhecimento e experiência para lidarmos com as nossas próprias vidas. Claro que sim.

Mas também existem influências menos boas – e é por isso que te convidamos a reflectir nisto.

As influências que te fazem ter ideias que não são compatíveis com o teu verdadeiro Eu, que te levam a ter atitudes, posturas, opiniões e até a fazer escolhas sérias na tua vida, sem que seja porque realmente é isso que TU queres.

É importante que perguntes a ti mesmo/a o quê que tu queres. O quê que tu gostas. Qual é verdadeiramente a tua opinião sobre algo. O quê que tu sentes! perante algo ou sobre algo. É importante que sintas, com o teu coração, qual é a verdade que te move, em todas as coisas.

É importante porque é cuidando da relação contigo mesmo/a que encontras o teu equilíbrio e o teu bem-estar. No contexto do nosso trabalho como terapeutas holísticas, na grande maioria das vezes, a grande causa para o desequilíbrio que as pessoas que nos procuram sentem, vem precisamente da falta de nutrição na relação consigo mesmas – e ao trabalharmos essa nutrição, o equilíbrio vai tomando forma.

É importante que tu saibas quem TU és e o quê que TU queres para ti. Que penses com a tua própria cabeça, que sintas com o teu próprio coração, que escutes a tua intuição, também.

Como é que isso se faz?
Com tempo para ti. Tira tempo para ti. Para estares só contigo. Abre a janela, respira fundo, fecha os olhos, sente a brisa no rosto, foca-te em ti. Questiona-te. Faz essas perguntas a ti mesmo/a. Fala contigo.

Claro que compreendemos que nem sempre consegues fazer exactamente o que tu queres, pois há decisões que incluem outros, também. Se por exemplo adoravas pintar quadros mas tens responsabilidades financeiras que não te permitem simplesmente despedires-te do trabalho que tens para te dedicares somente à pintura, tudo bem, é compreensível, mas não desistas totalmente do que desejas! Pinta nas tuas folgas, no teu tempo livre. Todas as semanas, agenda esse pedaço de tempo para a tua pintura. Inicia um projecto teu. Faz um site. Páginas nas redes sociais. Mostra o teu trabalho, começa a vendê-lo, vai criando e evoluindo. Começa, se é isso que tu realmente queres.

Há quem te vá apoiar e incentivar, há quem vá desvalorizar a tua paixão pela pintura. Não cedas à pressão dos outros – não tens que agradar aos outros, especialmente quando isso implica que te anulas, oprimes e ressentes. Especialmente quando isso interfere com a tua harmonia e estabilidade interna (e externa, também).

Serve para quem quer pintar, serve para quem quer (ou não quer!) fazer outra coisa qualquer – serve para toda e qualquer situação onde o mote seja o mesmo: encontrar o equilíbrio entre aquilo que realmente se quer e aquilo que se está a fazer por pressão externa.

Porque ao final do dia, é isto que importa: o teu equilíbrio. Emocional, mental, físico, espiritual. O teu equilíbrio, a tua estabilidade interna, que te sintas bem. Bem contigo mesmo/a. Bem na tua pele. De bem com a Pessoa que És – isto é o que importa e não deves, nunca, deixar de caminhar até chegares aí, a esse sítio interno onde estás em paz contigo mesmo/a.

Com bênçãos de Paciência, Coragem e Resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Respira fundo.

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Entramos na segunda semana de Janeiro e, para uma grande parte das pessoas, a boa disposição motivada pela promessa de um novo ano e de novos objectivos a cumprir já se perdeu… Dando lugar ao stress. O stress porque ainda não começámos a dieta, ainda não nos inscrevemos no ginásio, ainda não iniciámos o blog, ainda não arrumámos os armários, ainda não começámos a ler, nem a meditar, nem a planear, nem a agir, nem a fazer. As rotinas voltaram a preencher o mesmo espaço de sempre, nalguns casos parece que ainda preenchem mais, o tempo passa a correr, não dá para nada – e lá vem o peso do “não consigo”, “não vou conseguir”, “falhei”.

É aqui que é preciso aprender a parar. Um bocadinho. E respirar fundo. A sério, só isto: parar e respirar fundo.

Convidamos-te a que faças isso agora, neste preciso momento. Inspira profundamente pelo nariz, expira profundamente pela boca. Mais duas vezes, de olhos fechados, por-favor.

Agora leva a mão ao teu coração. Diz, a ti mesmo/a: “Consegues, sim. Calma. Vai correr tudo bem.”

E volta a respirar fundo.

Melhorou?
De certeza que sim. Pelo menos um bocadinho. É muito importante que saibamos gerir a nossa agitação interna, especialmente com estas vidas contemporâneas que temos, repletas de rotinas, afazeres, chamarizes de atenção e de stress. É muito importante sabermos lidar connosco mesmos/as porque é connosco que estamos o dia todo. Sempre. A todo o momento. Que afirmação óbvia, não é? No entanto, raramente paramos para pensar nisto – somos nós que estamos connosco, em todos os momentos. Então há que sabermos lidar connosco sim, sabermos ser nossos/as amigos/as. Sabermos levar a mão ao nosso coração e serenar a agitação excessiva. Não só para lidarmos com o dia a dia mas também para que, pelo meio das nossas rotinas e obrigações, ainda sobre espaço interno para realizarmos os tais objectivos que no início do ano queríamos tanto realizar. Ainda podemos, sim. Não perdemos a possibilidade de concretização só porque não começámos na primeira semana de Janeiro. Não temos obrigatoriamente que começar objectivos novos ao dia 1, ou à Segunda-Feira – qualquer dia é um bom dia para começar!

É também importante seres realista! Com o teu tempo, com o teu espaço, com o teu ritmo. Não é preciso fazer tudo de uma vez. Mais vale um passo pequeno, mas firme, do que a tentativa de dar 10 passos ao mesmo tempo e acabar por tropeçar e não dar nenhum. Um passo de cada vez, com foco e determinação.

E respira fundo, pelo meio. Basilar que te lembres de ir respirando fundo.

Com bênçãos de Coragem e Resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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2022 – um objectivo de cada vez!

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Ah, um novo ano! Que maravilha, esta sensação que experienciamos em Janeiro, de que tudo é possível! É boa, de facto. E devemos de a aproveitar, de facto. Aproveitar esta onda de motivação e de impulso, para reajustar os nossos passos, reflectir, pensar, terminar com as páginas que já não servem ao livro das nossas vidas, começar páginas novas, com objectivos alinhados com o que realmente desejamos para nós – claro que sim! É óptimo!

… Mas há que sermos razoáveis. E, normalmente, nesta altura do ano, tendemos a não ser. Andamos um ano inteiro a adiar passos de acção na direcção do que desejamos para chegarmos ao dia 1 de Janeiro e querermos fazer absolutamente tudo o que está pendente. E na grande maioria das vezes, a meio de Janeiro, já perdemos a pica.

Sabem porquê?

Porque é muito. Porque é tudo. Porque é demais. É por isso que não conseguimos e não por sermos incapazes. Não somos incapazes. Mas há limitações sim. Normais, humanas, de necessidade de tempo, de espaço, de maturação. E é por isso que não é possível resolver tudo de uma vez. Infelizmente, como não pensamos nisto assim, a tendência é chegarmos ao fim de Janeiro numa frustração enorme porque “afinal não deu” e entrarmos em Fevereiro já conformados com a ideia de que “depois logo se vê”… E assim andamos até Dezembro, novamente, até se repetir todo o padrão.

E é aqui que entra a nossa Dica da Semana, sugerindo que se quebre este padrão de uma forma que é na verdade bastante simples – focar num objectivo de cada vez. Só isto. Aproveitemos, sim, esta energia de impulso e motivação para alinhavar ideias, (podem mesmo fazer uma lista com todas as coisas que querem concretizar e manifestar nas vossas vidas em 2022!), mas depois escolham UMA para começar a realizar.

Uma! Só se focam numa. De cada vez. E quando estiver orientada, a fluir, a acontecer, então aí sim, passam para outra – mesmo que já não seja em Janeiro! Provavelmente não vai ser em Janeiro – tudo! E está tudo bem! Há um ano inteiro para fazer acontecer, o importante é ir caminhando, passos firmes, ainda que pequenos, mas firmes, na direcção do que almejamos concretizar!

Todos os anos reciclamos esta mensagem nesta altura, quer seja aqui na zona blog, quer seja no formato de postagens nas nossas redes sociais… Sabem porquê? Porque resulta.

O nosso 2021 também terminou com as nossas mentes a fervilhar em ideias novas que desejamos muito concretizar em 2022… Mas como já sabemos como “a coisa” funciona, nem hesitamos – é pôr tudo no papel, em tópicos, e escolher uma, apenas uma, para começar caminho. E foi esta, a de reabrir a zona blog do nosso site! Parece fácil,  mas não é. Foi preciso pensar se realmente haveria tempo para nos comprometermos com a Dica da Semana, por exemplo, que ficou suspensa desde 2017 e que desde aí queremos retomar. Foi preciso maturar, planear, sentir e concluir. E foi porque nos dedicámos apenas a esse primeiro tópico, que finalmente, cá está, novamente, a acontecer. Integrada nas nossas tarefas da semana!

Agora sim, podemos passar a outro tópico. Tranquilamente. E há tópicos apontados que possivelmente só lá para o meio do ano acontecerão. Alguns se calhar nem serão este ano. Mas está tudo bem! Porque há uma lista desenhada e há um foco de prioridades. E é para ser dado um passo de cada vez. E como é dado um passo de cada vez, há sempre algo a acontecer, algo a ser conquistado, a ser conseguido. E sentir isso é ir sentindo ânimo para dar o passo seguinte, e o outro, e o outro…

Por isso, queridas pessoas, voltem a analisar a vossa lista de objectivos, por-favor. E escolham um só. E trabalhem nesse, um bocadinho todos os dias, até o terem a fluir. Depois então passam ao outro. E haverá sempre algo a acontecer, o que vos motivará! Tenham paciência. Saboreiem os passos. As pequenas metas e pequenas conquistas. As coisas que vão fazendo. Celebrem-nas. Todas contam. E tudo isso, junto, impulsiona a mais passos em frente.

Um maravilhoso 2022 para todos/as vós!
Com bênçãos de Amor e Luz!
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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