Cultiva a tua resiliência!

lights-sword-katana-sword-katana-hd-wallpaper-preview

Às vezes ficamos tão envolvidos/as na densidade de uma situação, que nem percebemos que estamos a investir toda a nossa energia no problema… Ao invés de investirmos a nossa energia na solução.

Paramos mediante o obstáculo e ficamos ali, a olhar para ele, a alimentá-lo, a contribuir com o nosso pensamento, emoção e energia, fazendo (ainda que sem querer!), com que ele pareça cada vez maior e menos contornável… Porque é a tendência humana de bloquear perante a adversidade. É a tendência humana de esperar que tudo flua de forma confortável, segura e planeada… O que nem sempre acontece. É o fruto da educação que nos fez acreditar que só existe o caminho da vitória e que o caminho da derrota é uma vergonha, uma humilhação, uma afronta, uma desvalorização das nossas capacidades.

… o que é um erro.

Falhar também faz parte do caminho. Não conseguir à primeira também faz parte do caminho. Alterar a rota também faz parte do caminho. Tentar de novo também faz parte do caminho. Uma e outra vez, se tiver que ser. Procurar ajuda também faz parte do caminho. Aprender novas estratégias também faz parte do caminho.

Não, nós não vamos sempre vencer tudo à primeira. E está tudo bem. Isso não significa que somos uns/umas falhados/as, ou que não temos capacidade de conseguir vencer… Só significa que ainda não encontrámos o rumo certo para o fazer, a estratégia certa, o foco certo, a energia certa.

Então, tenta de novo. Informa-te. Aprende. Pesquisa. Pede ajuda. Para o que quer que seja que já desististe de alcançar porque sentes que não és capaz, mas que querias muito conseguir. Tenta de novo, com uma nova estratégia. Não te iguales aos outros. Podes inspirar-te em alguém que tem ou é ou já faz o que tu almejas alcançar, mas lembra-te que cada pessoa é um Ser individual e único e, em TI, a forma de o alcançar pode ser diferente da pessoa que admiras. A forma de se manifestar em ti e na tua vida pode ser diferente da forma que vez manifesto na pessoa que admiras. Então não te compares. Não é uma competição com os outros – isso foi o que te ensinaram e ensinaram-te mal. A vida não tem que ser uma competição com os outros. A vida desafia-te para que te superes a ti mesmo/a! A ti mesmo/a, não aos outros!

Temos tanto medo de falhar que perante um obstáculo bloqueamos. Batemos de frente com todas as formatações que nos foram incutidas de que temos que vencer, sempre, mais “o quê que os outros vão pensar?”… Batemos de frente com a necessidade de aprovação exterior. Batemos de frente com crenças e ideias limitadoras que nos inibem de descobrirmos uma força poderosíssima que habita dentro de nós: a força da resiliência!

Ah, a força da resiliência…! A arte de saber parar, respirar fundo, aceitar a realidade como ela se apresenta e a seguir reorganizar o plano, seguir em frente, confiantes de que, de uma maneira ou de outra, vamos lá chegar. Porque somos capazes. Porque somos capazes!

Então, pára um pouco. Respira fundo. Olha para trás… Para a quantidade de coisas que já superaste na tua vida. Elas existem, sim. Vitórias e conquistas às quais não deste importância porque o foco é sempre no que vem a seguir… Mas vê, agora. Chegaste até aqui, certo? Com todo o mérito que te diz respeito. É aí que está a tua resiliência. No saber que és capaz porque já foste capaz noutras vezes, noutras situações. É assim que vais esculpindo a Fé em ti mesmo/a. Consegues, sim. Podes precisar de repensar, de planear de novo, de fazer uma pausa, de descansar, de recuperar forças e energias, de pensar melhor, de pedir ajuda… Mas consegues.

Tenta de novo.

Com bênçãos de coragem e resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaperflare.com

Dá uso à tua criatividade!

wp8780635-woman-painting-wallpapers

Querida Pessoa,

Há quanto tempo não usas a tua criatividade?

Aquela parte de ti que em criança fazia parte natural da tua vida e do teu dia-a-dia, que te preenchia, fazia sorrir, sonhar, imaginar…?

Não foste só tu que a deixaste para trás. A maioria de nós tem tendência a perdê-la, ao longo do seu crescimento. Mas, se nos permites dizê-lo directamente: é um erro. A nossa criatividade aguça e estimula toda a nossa energia de criação, e a nossa energia de criação é fundamental para absolutamente tudo nas nossas vidas. Ser criativo/a não é só pintar e desenhar, também é saber dar a volta a uma conversa difícil, gerir um conflito, encontrar uma solução, planear o teu tempo, fazer uma surpresa boa a alguém… Tantas, tantas coisas, que surgem com mais naturalidade e beleza, se a nossa energia criativa estiver activa e presente.

Então, esta semana, para que acordes a energia criativa em ti, deixamos-te várias sugestões de acção:

  • Compra um livro de pintar (até há uns para adultos com mandalas muito interessantes), lápis de cor e pinta um bocadinho;
  • Compra uma tela branca, tintas e pincéis, e pinta um bocadinho;
  • Pega numa receita de que gostes e altera-a com alguma ideia tua;
  • Muda alguma coisa na decoração da tua casa;
  • Se tiveres filhos ou crianças com quem convivas, pesquisa na internet por um trabalho manual simples que possas fazer com eles e faz;
  • Decora os pratos com as tuas refeições;
  • Se gostares, faz um bordado ou um trabalho deste género.

Estas são apenas algumas ideias, simples, que qualquer pessoa pode fazer. Se estás a ler esta Dica e te lembras de outra coisa criativa que gostes mais de fazer, então faz isso. Faz o que quiseres, mas faz. Experimenta. E se de dentro de ti vier a célebre frase “mas eu não tenho tempo para isto…!” – pára um pouco. Reflecte. Há quanto tempo não tiras um bocadinho de tempo para ti? Aproveita agora e tira. E dá asas à tua criatividade.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpapercave.com

Foca-te no momento presente!

37391wide

Querida Pessoa,

É comum darmos connosco atolados em pensamentos dispersos. Entre rotinas, coisas a fazer, passado, presente e futuro, a nossa mente deambula por entre uma série de secções diversas, ao mesmo tempo, retirando-nos muitas vezes foco e concentração. E, acima de tudo, retirando-nos o prazer de saborearmos o momento presente.

Então, esta semana deixamos 3 exercícios simples, que poderás fazer no teu dia-a-dia e que te auxiliarão a focares a tua energia no momento presente!

  • Focar na respiração.
    Pára um pouco. Fecha os olhos. Inspira profundamente pelo nariz e expira pela boca. Continua a respirar focando mais e mais a tua atenção no acto de respirar. Sente o oxigénio a entrar pelo teu nariz, sente-o a sair pela tua boca, a roçar os teus lábios. Repete 3 vezes.
  • Focar num elemento natural.
    Abre a janela. Observa um elemento natural à tua escolha: uma árvore, o céu, uma planta… Escolhe um e foca-te nele. Observa todos os seus detalhes – a sua forma, os seus contornos, o seu volume, os movimentos que faz… Contempla com toda a tua atenção. 5/10 minutos.
  • Focar no momento de ingerir um alimento.
    Enquanto comes uma refeição, ou por exemplo enquanto bebes um café, foca-te totalmente no que estás a ingerir. Sente o cheiro, sente o paladar, saboreia. Foca toda a tua atenção no acto de saborear. Podem ser 5 minutos a beber um café ou 20 a saborear um lanche. Escolhe o momento que preferires. Mas experimenta!

Aplica estas pequenas práticas todos os dias, todas ou uma diferente por dia, como preferires. O teu momento de foco diário. Vais ver a diferença que fará, gradualmente, em ti!

Com bênçãos de foco e serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaperstock.net

Chá de Limão com Mel: um aliado no Inverno!

cha-com-limao-e-mel-no-cafe-da-manha_222185-306

Querida Pessoa,

Esta semana temos uma Dica muito prática e que, certamente, não será propriamente uma novidade para ninguém… Mas sim um lembrete!

É lavar bem um limãozinho, tirar duas ou três casquinhas (cortar o mais finas possível, pois quanto menos da parte branca tiverem, mais saboroso fica!), colocar numa chávena, encher de água fervente, deitar uma ou duas colherzinhas de chá com mel, mexer bem… Et voilá! Prontíssimo, um delicioso chá de limão com mel!

Rico em vitamina C, nutritivo, quentinho e saboroso – um poderoso aliado durante a época de frio do Inverno!

Toda a gente sabe disto, não é?
Mas, e lembrar? Na hora em que começa o nariz a pingar, ou a garganta a ficar mais arranhada, esquecemo-nos tantas vezes de que também há isto: estes aliados naturais que auxiliam no processo de recuperação de constipações, gripes e afins! Mesmo quando é necessário ir ao médico e tomar medicamentos, não deixem o cházinho de fora, ajuda e muito!

Então aqui fica, o lembrete: ponham na lista de compras mel e limão, para terem em casa, sempre à mão!

Até porque não tem que ser bebido somente quando nos sentimos a ficar doentes… Por aqui, este chá é bebido com regularidade, ao longo do Inverno!

Com bênçãos de saúde e amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site freepik.com

Carta do Mês | Janeiro 2023

Janeiro 2023 para site

Queridas Pessoas,

Desde 2017 que esta rubrica está em pausa. Mas este ano, a necessidade de voltar a escrever-vos falou mais alto, e o resgate da Zona Blog está a acontecer. Assim sendo, voltam as nossas Cartas do Mês, onde uma carta é tirada do baralho do tarot com o pedido e a intenção de ser um conselho para o mês de todos/as os/as que a lerem.

Para Janeiro de 2023 chega-nos o Julgamento, como conselho. E a inspiração que me surge é a de vos escrever o seguinte…

Há alturas nas nossas vidas em que nós achamos que já sabemos tudo. Temos uma absoluta convicção nas nossas ideias, temos os nossos planos traçados ao milímetro, temos opiniões altamente formadas e solidificadas sobre a vida. E não há mal nenhum em termos convicções. Certezas. Solidez.

Mas é importante que mantenhamos a flexibilidade interna para continuarmos a aprender… A flexibilidade interna para nos permitirmos ser contrariados pela própria vida, a flexibilidade interna para nos permitirmos parar para reflectir quando algo não está a correr exactamente como pensávamos que era suposto, conseguindo reavaliar, reajustar, reformular ideias, opiniões e convicções. Esta será a grande diferença entre desistir e continuar, mesmo perante as contrariedades e desafios da vida.

É importante aceitarmos que a vida está sempre a acontecer e que pode surpreender-nos, independentemente da nossa idade, experiência e caminho já feito. Surpreender-nos com experiências e vivências novas que despoletem reacções novas em nós, que façam emergir partes de nós que ainda não conhecíamos. Que isso não nos assuste, porque não há nada de errado connosco. Há, sim, um Universo imenso dentro de cada um/uma de nós, e é absolutamente natural que levemos toda a vida a conhecê-lo em detalhe. Não é menos caminho, não é menos sabedoria, não é menos nada – é precisamente o oposto! – é mais! É mais conhecimento, mais autoconhecimento, mais experiência para enriquecer a própria jornada pela vida.

E isto não vale só para o que é novo, mas para o que já é conhecido por nós. Oh, sim. É inteiramente possível que nos deparemos com situações que já sabemos quais são, com as quais já lidámos por vezes até mais do que uma vez, e ali estamos “outra vez!”, “no mesmo sítio”. Até custa a ver. Até custa a aceitar. Porque “já sabíamos tudo sobre isto”. Convido-vos a saírem desse bloqueio, porque certamente que não é exactamente igual… Não quando já foi feito caminho sobre isso. Se estão lá, de novo, é porque há mais qualquer coisa a entender, a trabalhar, a resolver. É porque há um aprofundamento a fazer. É aí que é necessária a flexibilidade para voltar a reflectir, com a humildade de quem sabe que a vida é uma aprendizagem constante, e aceitar os reajustes e/ou mudanças de perspectivas que, desta vez, a vida nos está a convidar a fazer.

Não, não sabemos tudo. Não, não temos as verdades absolutas. Então, vem o Julgamento, dizer-nos que às vezes a vida dá-nos um abanão para que, precisamente, não estagnemos na arrogância. Para que nos mantenhamos atentos/as, perspicazes, audazes, vivos/as!! VIVOS/AS!! A viver a vida, a aprender com ela, a saboreá-la.

Ninguém é menos nada por perceber que “afinal ainda não sabia tudo sobre isto”. Pelo contrário. Isso, é ser mais. Isso, é continuar a evoluir.

Que saibamos manter o espírito curioso pela vida, o brilho nos olhos de quem continua a aprender, a resiliência de quem, mais depressa ou mais devagar, não pára de caminhar em frente.

Um abençoado Janeiro, repleto de coragem, força e fé!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

Imagem de Johanna Samna

Objectivos 2023: um passo de cada vez!

abstract-science-wallpaper-dark-5ed38417ce784eea849e433533281c82

Querida Pessoa,

Que tenhas um belíssimo 2023! Recheado com as maiores bênçãos, de tudo o que mais desejares para ti. ♥

Por aqui, decidimos começar o ano a escrever-te, desejando que finalmente este ano consigamos retomar a periodicidade que desejamos na nossa Zona Blog.

Para quem já nos lê há uns anos, a mensagem que hoje temos a passar não é nova – mas sim, vamos repeti-la novamente, pois continuamos a sentir ser necessário passar-te isto: não precisas de pôr em prática todos os objectivos da tua vida no mês de Janeiro, de uma vez só!

É verdade que o início de um novo ano dá um impulso de motivação extremamente positivo na realização dos nossos objectivos e devemos aproveitá-lo, sim!, mas com conta, peso e medida. A tendência de arrancarmos Janeiro com uma lista enorme de “este ano é que é!”, cheia de tópicos, todos para começar “já”, “agora”, “na primeira semana”, “nos primeiros dias do ano”, “no primeiro mês do ano”, é muito giro, é muito entusiasmante, mas rapidamente se torna muito frustrante, também… Pois na grande maioria das vezes – e dizemos-te isto com todo o carinho – não é realista.

Pontos a ter em conta para reflexão:

  1. Por norma iniciamos Janeiro meio cansados, enfartados das comidas (e bebidas!) de Natal e de Ano Novo, a precisar de sopas e descanso para repor as energias despendidas na correria e vivência das festas;
  2. Estamos em pleno Inverno. Inverno é tempo de pausa. De abrandar. De planificar um passo de cada vez, pois são tempos de recolhimento, de reflexão, de maturação;
  3. É muito difícil arrancares com muitos objectivos de uma vez só, especialmente se alguns já andam a ser arrastados de ano para ano… Não porque não consigas fazê-los, mas porque há que ter em conta que o ano mudou, mas a tua vida continua preenchida por trabalho, tarefas, afazeres, rotinas de coisas que te ocupam tempo.
  4. E o problema é precisamente esse: como acabas por não conseguir cumprir com tudo o que te propões no curto espaço de tempo que são as primeira semanas do ano, acabas por sentir que não consegues. A meio de Janeiro já a pica vai a meio, no fim de Janeiro já desististe da lista, em Fevereiro “esquece”, “logo se vê”. E é precisamente para contrariar ISTO que te escrevemos esta Dica.

Portanto, sugestões:

  1. Esquece todo o ruído de fora que te força a acreditares que tens que mudar a tua vida toda em Janeiro de 2023;
  2. Tira um bocadinho para ti, só para ti, fazendo-te acompanhar de uma chávena de chá quentinho, ou café, ou cacau (o que mais gostares), e senta-te contigo. Agora, respira. Profundamente. Sente a energia do Inverno com a sua poderosa Mestria de paciência, reflexão, silêncio, ponderação – e conversa contigo. Sente-te. Primeiro, sente o teu ritmo REAL. Não o que os outros têm, não como os outros fazem, não o que os outros dizem – o TEU ritmo! O TEU tempo! O TEU espaço! Sê realista com os teus ritmos e ciclos, com as tuas velocidades e compassos de espera. Agora, sim, pensa nos teus objectivos. Escreve-os numa folha de papel, ou caderninho. Todos. Põe lá todos, mas SEM DATAS! Agora, escolhe um. UM! E escreve-o numa outra folha, em branco. Agora olha para ele e, de forma realista, questiona-te acerca da sua dimensão… É um objectivo pequenino e fácil de concretizar? Ou grande e mais difícil? Se é pequenino estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção… Se é grande, divide-o em fases e parcelas, e depois então estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção. Respira fundo, agradece-te pelo tempo investido em ti, cola a folha do objectivo a concretizar numa zona visível para te motivar e para que, após o passo 1, escrevas o 2 e por aí a fora…

… e a outra folha, a que tem os objectivos todos, guarda-a. Volta a ela quando tiveres este primeiro objectivo a fluir de forma razoável, tranquila, fazível. Volta a ela em Fevereiro, Março, Abril, Maio… Quando for altura. Quando for REALMENTE a altura. Porque todos os dias do ano são possíveis de assinalarem o começo de um novo objectivo. TODOS! Por agora, o que importa é começares. Mas começares saboreando, vivendo em pleno, celebrando a vitória de cada pequeno passo que dás.

Porque a verdade é que tu consegues, sim. Consegues. Mas tem que ser ao teu ritmo. Tem que ser no teu tempo. Tem que ser contigo ao comando da tua vida. ♥

Com bênçãos de coragem, fé, paciência e amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaperflare.com

Traz música para o teu dia-a-dia!

wallpaper2you_296271

Sugestão para esta semana: põe música a tocar, na tua casa. Quando chegares do trabalho, põe música a tocar na televisão, no computador, na aparelhagem, no tablet, no telemóvel, onde quiseres!, mas põe música a tocar.

Deixa que toque enquanto tomas o teu banho, fazes o jantar, arrumas as tuas coisas… Deixa que toque e vai cantando, vai dançando, sozinho/a ou com quem viveres!

Deixa que toque e que ANIME o teu dia, a tua vida!

Experimentar afastar as cadeiras, mesinhas, obstáculos, e dançar um pouco, em tua casa! Sozinho/a ou com quem viveres! Abana o teu corpo, deixa que se mova como lhe apetecer, ao som das músicas que gostas!

“Ah, mas eu só ouço ópera…”
Então dança ao som de ópera! 🙂

Serve para absolutamente qualquer género musical de que gostes e que aches que “não se dança”. Danças o que tu quiseres! Não estamos a falar de dançar profissionalmente, estamos a falar de soltares o corpo, de te moveres ao som da música que te traz boa energia, como te apetecer!

Vais sorrir, vais rir, vais libertar, vais serenar, vais-te alegrar.

Experimenta. 🙂

Com bênçãos de alegria,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaper-house.com

Confia em ti!

wallpaper2you_511771

Se andas numa luta interna com a frustração, pára um pouco e respira fundo.

Convidamos-te a fazeres este pequeno exercício: olha para ti como se estivesses a ver-te de fora. Olha para o teu dia-a-dia, para tudo o que já fazes desde que acordas até à hora que te deitas. Repara na quantidade de tarefas, rotinas, responsabilidades, afazeres, correrias com que lidas, todos os dias.

É dose, não é?

Ainda assim, olha para os sorrisos à tua volta. Para a quantidade de coisas no teu dia-a-dia que funcionaram e aconteceram porque tu as fizeste funcionar e acontecer!

Agora analisa novamente a tua frustração. Seja ela porque razão for.

O quê que precisas de fazer para alcançares o que desejas e sanares esse sentimento de frustração?

E como é que o podes fazer?

Respira fundo. Aponta estas respostas num papel. Faz um esquema de pequenos passos a ir dando, diária ou semanalmente, na direcção de alcançares o que desejas. E vai revendo esse papel, reorganizando os teus passos.

Não te esqueças de ir olhando para o teu dia-a-dia e percebendo se estás a ser realista com as exigências que fazes a ti mesma/o… Sê gentil contigo mesma/o.

E quando a negatividade quiser chegar, convencendo-te de que não consegues e de que não és capaz… Afasta-a. Afasta-a levando a mão ao coração, inspirando e expirando profundamente, sentindo o pulsar da VIDA em ti! Tu és o milagre da VIDA em acção!! E, em ti, sejas mulher ou homem, habita o Fogo da Criação! Consegues, sim! Claro que consegues! Foca-te no que desejas. Tem fé. Sê amorosa/o contigo mesma/o. Celebra as tuas conquistas. Aprende com as tuas derrotas. Faz pausas para descanso e mimo. Caminha ao teu ritmo, no teu tempo. Inspira, expira, confia em ti. Passo a passo. Confia em ti.

Com bênçãos de coragem,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaper-house.com

Não bebes muita água? Experimenta beber mais chá!

tea_cinnamon_mint_drink-High_quality_wallpaper_1366x768

Na semana passada sugerimos que revisses os teus hábitos de hidratação falando sobre a importância de beber água.

Depois ficámos a pensar… Nós, por aqui, também sabemos o que é “esquecer de beber água”, “não apetecer beber água”, “ser chato” beber água, enfim, todas essas coisas que quem não bebe muita água diz.

Uma de nós, a nossa Eugénia, resolve a questão andando sempre com uma garrafinha com água. É uma garrafinha pequena, de propósito. Uma garrafa grande é esquecida, não dá jeito, é pesada, tem muita água e dá uma sensação de “enfartamento”. Assim, a garrafa pequena, de meio litro, é leve, fácil de encher, de transportar e, por isso, mais aliciante.

Outra de nós, a nossa Johanna, resolveu a questão de outra forma. Com chá, maioritariamente. Percebeu que, embora goste de água, a água não é tão aliciante para ela, sendo que mesmo com uma garrafa por perto esquece-se de beber. No entanto, se tiver um termo com chá, bebe muito mais. É quentinho, confortável e com sabor. Actualmente, encontra-se facilmente à venda nos supermercados termos de meio litro ou pouco mais, facilmente transportáveis. É só encher e ter por perto para ir bebendo, tendo no entanto algumas considerações:

  • Atenção ao excesso de açúcar! Este chá, a ser bebido com mais frequência, é para te hidratar e não propriamente “para lanchar”, por isso, põe a menor quantidade de açúcar que conseguires. Ou, se conseguires não pôr açúcar de todo, melhor ainda!
  • Atenção aos tipos de chás! O chá preto, o chá verde e o chá mate contêm cafeína e devem de ser bebidos moderadamente, mediante a tolerância de cada pessoa. De ressaltar também que muitos outros chás aromatizados têm como base o chá preto ou o chá verde, por isso é importante que leias bem os rótulos, que te informes sobre os chás e que vás variando!
  • Chás de saquetas são bem vindos e fáceis de usar, mas de vez em quando também podes fazer chá de casquinha de limão com (ou sem) umas folhinhas de hortelã, por exemplo – faz uma pesquisa e vê que ervas podes usar directamente e fazer chás mais naturais para ires variando!
  • Não esquecer de ir bebendo água, só água, também! 🙂

Se quiseres mais uma dica da Johanna, ela tem um termo grande, de um litro e meio, onde faz o chá diário, e depois vai enchendo o seu termo transportável. Tudo sem açúcar!

Hidrata-te, é mesmo muito importante que o faças para o teu bem-estar. Clica aqui para leres a dica da semana passada onde abordámos esse assunto.

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site 10wallpaper.com

Pedacinho de Conhecimento #1

277892067_5975496135907070_3664628247732490200_n

Aqui no Semeando acreditamos, mesmo, que o conhecimento sobre nós mesmos/as a um nível holístico é fundamental para um equilíbrio interno maior.

Porquê?

Porque, por exemplo, repara: a tua sensibilidade é a tua forma de sentir e reagir ao que quer que seja com que te depares – e até aqui tudo bem.

Mas também existe a tua clarisensibilidade (assim chamamos): a tua capacidade de sentires mais do que apenas a ti mesmo/a – a capacidade de sentires os outros, os ambientes, a energia das situações… Tudo aquilo que não é teu! Há quem lhe chame ser-se sensitivo ou empata ou extra-sensível – vai tudo dar ao mesmo: é a capacidade de sentires, energeticamente, a vibração de coisas que não são tuas.

Isto faz parte de ti. Naturalmente. Faz parte de todos/as nós. Numas pessoas está mais activo do que noutras, tais como outros atributos de que somos feitos estão mais activos numas pessoas e menos noutras. E até aqui, continua a estar tudo bem.

Sabes o quê que não está tão bem? A falta de conhecimento. Porque a maioria das pessoas não sabe disto. Não sabe que a sua sensibilidade capta vibrações além de si mesmo/a – e é aqui que a confusão começa, pois muitas vezes, (muitas mais do que imaginas!), tu sentes coisas que não são tuas, mas que tu pensas que são. Às vezes passam despercebidas, pois tu andas a sentir coisas semelhantes e por isso, as dos outros, misturadas com as tuas, “apenas” assumem uma proporção maior. É chato, porque muitas vezes, a intensidade excessiva com que sentes algo poderia ser menos intensa e mais fácil de gerir se soubesses que metade daquilo não é teu… E depois há as vezes em que não passam despercebidas, porque tu sente-las mas não fazem ponte com coisas tuas, só que como tu não sabes que não são tuas e por isso assumes como sendo, entras em conflito, porque não entendes porque o sentes, qual a razão, porque ficaste assim “de repente”, o que se passa contigo… E aí é mais chato ainda, porque além de carregares um peso que não te pertence, ainda tens a mente baralhada e confusa.

A partir do momento em que começas a entender que há mais em ti do que só aquilo que vês e sentes à superfície, muitas coisas começam a fazer sentido. E ao fazerem sentido, começa a haver espaço para o equilíbrio. Aprenderes a limpar, proteger e nutrir a tua energia; aprenderes a conhecer as tuas próprias dinâmicas internas (pensamentos, emoções, sentimentos), para aprenderes a filtrar aquilo que é teu do que não é – tudo isto é importante para o teu equilíbrio.

Apesar de haver um caminho de aprendizagens a fazer, sublinhamos que é basilar a dinâmica do auto-conhecimento. O acto de aprenderes, ou estimulares, o contacto contigo mesmo/a. O diálogo contigo mesmo/a. O acto de te perguntares a ti mesmo/a se estás bem, o que sentes, porquê que o sentes… E o que podes fazer por ti mesmo/a, em teu auxilio, apoio e suporte… Nutrires uma boa relação contigo e cuidares de ti também a nível interno é meio caminho andado para conseguires gerir melhor qualquer dinâmica que aconteça em ti.

E se sentires que precisas de algum apoio ou ajuda, ou que queres aprender ou aprofundar este tema em ti e no teu caminho, podes espreitar os nossos serviços aqui no site: temos atendimentos, turmas e outras dinâmicas de trabalho que te podem auxiliar no teu caminho de descoberta, aprendizagem e integração pessoal e espiritual.

Para nos contactares: semeando.geral@gmail.com

Desejando-te um caminho próspero ♥
De coração,
Johanna Samna in Semeando

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

Imagem de Semeando