10 de Outubro 2024

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Passando a Mensagem (X) …
Para quem a Mensagem fizer sentido.

Querida Pessoa,

Hoje começo por me dirigir a ti – a ti que encontraste estas palavras neste preciso momento – para te perguntar, individualmente: onde estás, na tua vida e no teu caminho, neste momento? E para onde queres ir?

2020 foi um ano que nos abalou a todos. O inesperado aconteceu e mexeu com as nossas vidas, com as nossas rotinas, com os nossos hábitos, com tudo…! E depois, pediram-nos para voltarmos “ao normal”. Mas qual normal? O Mundo mudou. Aquilo que na altura serviu como solução temporária, é hoje parte das nossas vidas: trabalho remoto; entregas em casa; compras online; chamadas de vídeo para compensar a falta de presença física; conexão a partir de redes sociais… E tudo certo. Não estou a avaliar isso, propriamente, nem tão pouco a criticar, pois também faço uso de todas essas dinâmicas. O que trago para reflexão é a visão maior do que temos vivido: não voltámos “ao normal”. Não voltámos para onde estávamos antes de 2020 – estamos num sítio novo. Diferente. Só que foi rápido, diria eu, demasiado rápido para conseguirmos acompanhar e assimilar tudo o que este “diferente” implica. É aí que a confusão se instala – nesta tentativa de recuperar o passado enquanto somos forçadamente empurrados para o futuro.

E nesta confusão, ficamos perdidos. Dispersos. São os olhares vazios, as expressões trancadas, as movimentações pelo dia-a-dia mecanizadas, sem pensar, sem sentir. Aumentam as impaciências, as irritações, os níveis de stress. A falta de empatia, de sensibilidade, de conexão, de razoabilidade e de bom senso. O pavio que já não era comprido, vai ficando ainda mais curto, a intolerância aumenta. Aumentam as divisões, as separações, as distâncias. E isto, minhas queridas pessoas, isto!, é que não podemos deixar perpetuar.

Haverão pessoas que neste momento se identificarão, na pele, com o que leram até aqui. Haverão pessoas que não se identificam directamente, mas que certamente já detectaram isto ao seu redor. Haverão ainda pessoas que ficam num “meio por meio”, identificam-se um pouco, repararam num pouco disto ao seu redor. Todas as percepções são válidas, são as vossas, mas certamente que toda a gente, de uma forma ou de outra, reconhece o que aqui está escrito.

Então convido-vos a reflectir nisto: independentemente de todas e quaisquer ideias que tenham sobre o ano de 2020 e sobre tudo o que temos vivido daí até aqui, há uma coisa que podemos sempre, sempre!, fazer – aprender.

Então volto a ti – o quê que tu aprendeste em 2020? O quê que tu realizaste que afinal era mais importante, na tua vida? O quê que tu aprendeste a valorizar, nesse ano, nesse momento de aperto e de aflição? O quê que tu percebeste, nessa altura, que era necessário – urgente, até! – que mudasse?

… e onde é que isso tudo está, agora? O que fizeste contigo e com a tua vida desde aí?

Possivelmente, para muitos de vós, neste momento surge um “não sei”. Pois. Foi por isso que comecei por falar nesta energia de dispersão e de confusão que paira no ar, colectivamente, pois mistura-se connosco, individualmente. “Que confusão, o Mundo está uma confusão” – ouve-se, tanto, por aí. Mas essa confusão não está só “lá fora”. Está “cá dentro”, também. Porque o Todo influencia-nos e nós influenciamos o Todo – e é aí que está a chave!

Nós influenciamos o Todo, também!

Então aquilo que TU podes fazer, já, neste preciso momento, é fazeres por ti. Aquilo que tu podes fazer neste preciso momento é avaliares o teu caminho, a tua vida, onde estás neste momento. Perceberes o que está certo e o que não está. O que gostas e não gostas. O que queres e não queres. Perceberes o quê que continuas a fazer, e/ou a permitir que te façam, que te leva sistematicamente a situações que não queres mais na tua vida – e quebrar esse padrão. Mudar o comportamento, a atitude, aprender. Fazer diferente. Perceberes onde é que podes melhorar e estimular isso – aprender, fazer diferente. Observares tudo aquilo que são os teus desejos para um Mundo melhor e avaliares de que forma plantas essas sementes na tua própria vida, no teu dia-a-dia, nas tuas pequenas coisas.

Olhares para a frente e escolheres para onde queres ir, na tua vida, é possível. É a TUA vida, agarra-a com todas as tuas forças e forja-a à tua medida! E isso faz-se agora, agora neste preciso momento, com as escolhas que fizeres a partir daqui e que ditarão o rumo para onde te diriges.

E isto, minha querida pessoa, reflecte-se no Todo. Porque se parares para pensar, sentes ou não sentes as pessoas? Sentes ou não sentes as mudanças de clima, nos teus ossos? Sentes ou não sentes a energia que paira no ar? Sentes porque tudo se conecta, todas as formas de vida, entre si.

Então quando pensas que não há como ajudares o Mundo a ser melhor, acredita, enganaste redondamente. Há como ajudares, sim. E não é preciso seres uma grande figura ou fazeres parte de uma grande missão humanitária. Podes fazer tudo isso, mas não é só isso que faz diferença – é isto que te quero transmitir. É absolutamente tudo o que tu fazes, no teu dia-a-dia, nas tuas pequenas acções e escolhas, que faz a diferença. Que provoca mudança, que alimenta a energia colectiva.

A tão almejada mudança que desejamos, seja nas nossas vidas e coisas individuais, seja no colectivo e no Mundo, não cai do céu. Nasce na Terra, a partir de cada pegada que nós, que aqui andamos, firmarmos no solo.

Bênçãos de coragem!

De coração,
Johanna Samna in Semeando e Caminhando

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Faz mais coisas que te deixem feliz.

Chega o Outono e, para uma grande maioria de pessoas, um tempo de melancolia… São os dias a ficarem mais curtos, é o desapego da Natureza a puxar aos nossos próprios desapegos… São as brisas a ficarem mais frias e a pedirem-nos mais conforto e recolhimento… Certo. É compreensível.

Mas essa é uma perspectiva. Há outras.

Podemos ver os dias a ficarem mais curtos precisamente porque chegam os tempos do conforto e do recolhimento… Os tempos frios e escuros que nos levam a estarmos mais connosco, mais com os nossos, mais disponíveis para o interior das nossas vidas. E dentro desta disponibilidade maior podem nascer mais conversas, mais intimidade, mais profundidade, mais partilha, mais momentos, juntos.

E podemos olhar para o desapego da Natureza e para os nossos próprios desapegos como a possibilidade de termos mais espaço nas nossas vidas.

E o que é termos mais espaço nas nossas vidas senão uma coisa boa?

Se limparmos um armário em casa e removermos as coisas velhas, o que acontece? Fica um espaço limpo, arejado. Vem uma sensação de bem estar e de realização pessoal por termos as coisas como agora queremos ter, mesmo que no acto de limpar nos custe desfazer desta ou daquela peça… O desapego é liberdade.

Então, esta semana, a Dica da Semana vem sugerir-te: faz mais coisas que te deixem feliz. E para isso, terás certamente que fazer escolhas. Escolhas no teu tempo e no teu espaço. Terás que libertar espaço para isso. Então liberta. Liberta o espaço que precisares para que aquilo que realmente te preenche e satisfaz tenha lugar, na tua vida.

Tu mereces.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Carta do Mês | Setembro 2023

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Queridas Pessoas,

Setembro, para uma grande maioria de pessoas e colectivamente falando, é um mês que assinala o recomeço. O ano lectivo arranca, modalidades desportivas arrancam, negócios voltam a abrir portas… Termina a época das férias e arranca a época de voltar a produzir, construir, criar, fazer. Curiosamente, é o 3 de Ouros que sai para nos inspirar para este mês – uma carta que nos fala em parcerias, sociedade, a vida em sociedade, espírito de equipa, construção em equipa.

Então casando isto tudo, a inspiração que me chega é a de vos escrever o seguinte…

2020 assinalou uma mudança radical na vida da sociedade como a conhecíamos até ali. A pandemia entrou pelas nossas vidas e obrigou-nos a parar, recolher, criar distâncias de segurança entre nós. De início foi um choque. Para todos. Aceitámos porque as circunstâncias assim o obrigavam, mas sofremos imenso. Colectivamente. Sofremos a distância, a falta uns dos outros, os comércios fechados, a ausência de movimento na rua. Sofremos e chorámos.

… e depois habituámo-nos. O que era para durar 15 dias alastrou-se por vastos meses e nós, criaturas de hábitos e de adaptação, habituámo-nos a esta nova vida onde o contacto humano se tornou desnecessário. Onde tudo é feito a partir do telemóvel. Onde uma chamada de vídeo substitui uma ida ao café.

É certo que os tempos mudam e que de momento vivemos a era digital. É certo que há muitos benefícios nesta era. Mas eis que aparece o 3 de Ouros… E que vem lembrar-nos da proximidade que nos caracteriza, enquanto Humanidade. A falta de contacto humano directo traz muitos problemas a médio/longo prazo – distância emocional, insensibilidade, falta de empatia, egocentrismo… E é preciso vigiarmos isto. Termos atenção. Não permitirmos que se alastre de tal forma que percamos o sentido de união e empatia uns pelos outros.

Mais olhos nos olhos, mais cara a cara, mais abraços, mais conversas frente a frente, mais convívios, mais brincadeiras de criança na rua, mais passeios na Natureza, mais sorrisos uns para os outros, mais simpatia, mais empatia, mais Humanidade.

Mesmo para quem trabalha online – e talvez principalmente para quem trabalha online, como até é maioritariamente o nosso caso – é importante não perder o rasto a isto. E começa dentro de casa, com os nossos mais próximos. E alastra-se para quando vamos à rua, lidar com a rua e com os outros – como estamos a fazê-lo? Com empatia, proximidade, paciência? Ou já envoltos nesta indiferença e distância que teima em se instalar entre as pessoas? Avaliem. Observem. Não permitam que se alastre.

O maior legado que podemos construir é o de uma Humanidade melhor. Isso faz-se em parceria e contacto uns com os outros… Em parceria e contacto uns com os outros.

Um abençoado Setembro, repleto de empatia e fraternidade!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Imagem de Johanna Samna


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Limpa, arruma, organiza!

Já todos conhecemos as limpezas de Primavera… Chega o bom tempo, é abrir as janelas, deixar arejar, limpar, arrumar, preparar para os meses quentes do ano. Certo, faz sentido.

Mas sabes o quê que também faz todo o sentido?
Limpezas de Outono. 🙂

Ora vejamos: o Outono é a estação que entra para renovar os ciclos da Natureza… Ele vem impulsionar a Natureza a libertar-se do velho, do que já culminou o seu ciclo de vida, para que a Natureza se recicle e se prepare para um novo ciclo anual.

… faz todo o sentido que aproveitemos esta energia para procedermos à mesma dinâmica nas nossas casas e espaços físicos, não te parece? Aliás, faz todo o sentido que o façamos em tudo o que for necessário nas nossas vidas… Mas hoje a Dica é no sentido prático, físico, material.

Hoje a Dica da Semana vem sugerir-te que aproveites esta energia de reciclagem e renovação que começa a entrar nas nossas vidas (o Equinócio do Outono dá-se no dia 23 deste mês), para dares uma volta às tuas coisas, à tua casa, ao teu escritório, a qualquer espaço físico que te pertença – e que te libertes do que já não faz falta, do que está partido, do que só está a ocupar espaço e a gerar acumulação.

Defende o feng-shui (a arte de organizar espaços físicos a partir da noção da energia gerada), que guardarmos coisas partidas e estragadas, bem como acumularmos coisas sem lhes dar uso, gera energia de estagnação nas nossas casas e, consequentemente, nas nossas vidas.

Claro que todos temos coisas guardadas e que não usamos todos os dias, até mesmo algumas recordações, mas lá está: são coisas guardadas com objectivos e com um sentido.

Mais um detalhe interessante: Setembro está maioritariamente sob a influência do signo de Virgem. E Virgem é organização e arrumação. 🙂

Portanto, aproveita!
Aproveita este mês que comporta uma energia incrível de limpeza e libertação e renova os teus espaços! Liberta o velho, para que haja espaço e disponibilidade para novas energias entrarem e circularem!

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Agradece as pequenas coisas!

Parece um cliché, esta mensagem, de tanto que se vê espalhada por aí… E até pode ser. Mas é um cliché verdadeiro. Agradecer as pequenas coisas da vida, do dia-a-dia, faz diferença, sim!

Faz tanta diferença que num dos módulos do Lado a Lado, o nosso Ciclo de Desenvolvimento Pessoal e Espiritual, este tema é amplamente abordado e são introduzidos os bloquinhos da gratidão.

Porquê que faz diferença?

Porque a maioria de nós, crescidos e criados num sistema que aponta continuamente as falhas, que nos ensina que temos que ser sempre os melhores, sempre os primeiros, perfeitos! – criamos um mecanismo automático de estarmos maioritariamente focados numa coisa nada útil: no que NÃO corre bem.

Uma coisa é observar o que não corre bem para perceber como fazer melhor, óbvio! Outra é ficarmos presos ali, nas coisas menos boas, numa sensação de frustração e negatividade regular. É aquele clássico de termos um dia perfeitamente normal com uma reunião de meia hora que é chata e onde alguém é desagradável e é NISSO que o foco fica durante as outras 23h30 do dia! Sim, nós fazemos isto.

Então vem o cliché mágico: agradece as pequenas coisas.

“Ai, que a reunião de meia hora foi uma chatice…!”, certo, mas aquele café bebido depois de almoço soube pela vida! E o sorriso de alguém, e a tarefa finalmente concluída, e aquele pôr-do-sol incrível, e aquela conversa tão boa, e aquele artigo finalmente em promoção, e o jantar que saiu no ponto dos temperos…! Há tantas outras coisas num dia inteiro, boas, que valem a pena ser notadas, faladas, festejadas!

Fazer isso, queridas pessoas, aumenta a nossa sensação de bem-estar com o dia. E fazer isso, no dia-a-dia, contribui largamente para o aumento da nossa sensação de bem-estar com a própria vida. E contribui, largamente, para habituarmos a nossa mente a focar mais atenção nas coisas boas.

Experimentem. Assim uns bons dias seguidos. Até podem apontar num caderninho as coisas boas do dia. Durante uns bons dias seguidos! Verão o bem que vos faz.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Usufrui do momento presente!

O Verão traz consigo esta magia muito especial de que parece que tudo sabe melhor, não é? É o refresco na esplanada, a fruta fresca a deliciar o paladar, as cores vivas de um pôr-do-sol, o toque do mar na pele, a brisa morna no rosto… Momentos que, mesmo que andemos a mil, nos obrigam, ainda que por segundos, a parar para sentir. Para saborear. Que nos arrancam um sorriso de satisfação só porque sim, só porque é Verão.

A Dica desta semana vem sugerir: e se prolongássemos esses segundos? E se em vez de pararmos uns segundos para saborear e usufruir destes pequenos detalhes e prazeres, pararmos uns minutos, uma hora, mais tempo…?

“Ai, mas eu não tenho tempo.” – certo. É a resposta do século, da nossa sociedade moderna que vive a mil e em stress e em ânsias. Oh, se sabemos como é. Também padecemos desse mal. Porque é um mal, sim, é uma enfermidade, esta vida a ser vivida à pressa, em alta velocidade, com mais tarefas do que o dia permite e mais desgaste do que o corpo aguenta. Porque é isso, não é? Ao final do dia, é isso que a maioria sente: um cansaço gigante.

Podemos arranjar todas as justificações do mundo, e podem ser todas aceitáveis e plausíveis – não deixa de ser prejudicial ao nosso bem-estar e até mesmo à nossa saúde.

É aqui que entra um lembrete muito importante para todos nós: nós somos os criadores da nossa realidade. Não, não é sempre fácil. Não, não é sempre óbvio. Mas é possível. É investir tempo a pensar um pouco no nosso dia-a-dia e como, onde, em quê que andamos a distribuir o nosso tempo. É rever prioridades. É questionar onde ficamos nós, o nosso bem-estar, o tempo merecido para o nosso bem-estar, na nossa lista imensa de prioridades… E puxá-la para cima, obviamente. Para o topo da lista.

Essa é a grande Mestria desta estação. Estar em pleno. Usufruir. Ser.

Aproveitemos.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Bebe água!

“Bebe água, Johanna!” – tornou-se numa frase cliché em praticamente todas as turmas que temos tido até hoje. Ahahahah!

A verdade é que todos sabemos a importância que a água tem para a nossa saúde e vida, mas uma grande parte de nós não dá verdadeiramente atenção a isso. Não como deveria. E se achas que esta dica vai ser uma seca e já estás a pensar em sair desta página, ahahah, aconselhamos-te a leres até ao fim.

Beber um copo com água é muito mais do que “matar a sede” – é dar ao corpo a segunda coisa mais importante de que ele necessita para se manter saudável e equilibrado. Segunda, porque vem imediatamente a seguir ao oxigénio – a água é o segundo elemento mais importante para a vida!

E sabiam que sentir sede é um indicador de que já foram ultrapassados os limites da falta de água no organismo? Significa que já estamos a desidratar e que o corpo já está em alerta. Ou seja, o ideal para manter o corpo devidamente hidratado é ir bebendo água ao longo do dia, sem que se precise de sentir sede para beber! Pele seca, lábios secos e gretados e, até mesmo, falta de energia, são mais alguns dos indicadores de que devemos de ingerir mais água.

Sobre quantidades de água por dia, podes reger-te pela regra comum dos conhecidos 1,5L a 2L de água por dia, mas é importante percebermos que existem vários factores que influenciam a necessidade de maior ou menor quantidade de água no organismo, como o clima, a quantidade/qualidade de alimentos ingeridos e a actividade física. Se estivermos em épocas de maior calor, naturalmente que perderemos mais água através da transpiração, tal como acontece se tivermos uma actividade física intensa. De igual forma, uma alimentação que contenha, diariamente, a ingestão de verduras, legumes e frutas contribui para a ingestão de alguma água, através dos alimentos.

Por isso, também é importante que escutes os sinais do teu corpo e percebas a quantidade de água de que necessitas, mediante o teu dia-a-dia e as tuas actividades.

Eu, Johanna, tenho a acrescentar que ao começar a ter mais disciplina na ingestão de água diária – o que significa não esperar ter sede para beber água, ir bebendo ao longo do dia – além de notar uma notória diferença nos sinais acima indicados (principalmente nos lábios que deixaram mesmo de andar secos e gretados!), noto uma notável melhoria no funcionamento do meu intestino e – pasmem! – uma diminuição considerável da quantidade de vezes que tenho dores de cabeça… Esta sim, esta última tem sido uma surpresa incrível. E percebo que é da água, sim, porque se há um dia em que volto a beber menos lá volta a tensão na cabeça… Olhem, só vos digo: bebermos mais água faz uma diferença incrível – e notável!! – ao nosso bem-estar do dia-a-dia, mesmo! Por isso vá, garrafinha de água sempre à mão e vai dando uns bons golinhos ao longo do dia, podes até dar já um agora, neste preciso momento! 🙂

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Aproveita e anda com os pés descalços na Natureza!

Não é a primeira vez que vos falamos sobre isto na Dica da Semana, mas esta é daquelas dicas que vale mesmo a pena lembrar.

É Verão, vamos à praia, fazemos caminhadas na Natureza, andamos mais em jardins e parques… E é perfeito para pormos os pés directamente na terra e enraizarmos com mais força!

É comum conhecer-se os 7 chacras principais (pontos de energia vitais ao funcionamento do nosso Ser), mas nós não temos só esses chacras. Temos muitos outros, nomeadamente vários pequenos chacras na planta dos nossos pés cujas ligações energéticas se denominam de raízes e que servem de suporte à nossa ligação com a Terra.

A base do nosso corpo físico começa nos pés e a do nosso corpo energético também (assim compreendemos pelos nossos estudos feitos até agora). Por isso, assim como a saúde dos nossos pés é fundamental para a sustentação do nosso corpo físico, a saúde das nossas raízes energéticas também o é, para a sustentação do nosso corpo energético.

Vivermos esta vida urbana moderna distancia-nos do contacto directo com a Natureza – e isto enfraquece as nossas raízes. E é interessante adicionar que raízes enfraquecidas contribuem energeticamente para manifestações como: tonturas, dores nas pernas e/ou na coluna, dificuldade em concluir objectivos, sensação de bloqueio e falta de concentração frequente na realização de tarefas diversas.

Uma das formas mais simples de fortalecer as nossas raízes e criar um contacto mais próximo com a Natureza é precisamente a que esta dica refere: andar descalço na Natureza. E agora, no Verão, é ainda mais fácil de conseguirmos fazê-lo! É descalçar e sentir o toque da Natureza directamente nos pés – da terra, da relva, da areia. Caminhar sobre a Natureza sem separações – só Ela e a nossa pele.

E se nesse momento adicionarmos a consciencialização do que estamos a fazer, ou seja, focar a nossa atenção nesta consciência de que nos estamos a conectar à Terra e à Natureza – melhor ainda!

Bons passeios de Verão!

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Carta do Mês | Agosto 2023

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Queridas Pessoas,

Agosto é um mês intenso. É forte, é bonito, a Natureza está no seu expoente máximo de Verão – vibrante, rica, abundante, colorida – e Leão é o signo que rege a maior parte do mês. Tudo componentes fortes de expansão de luz e brilho. E dos Arcanos do Tarot, para nos deixar um conselho para o mês, vem a Rainha de Paus – a Rainha dos mistérios, a Rainha da intuição e do Mundo espiritual.

Então casando isto tudo, a inspiração que me chega é a de vos escrever o seguinte…

Onde está a vossa intuição? Onde está aquela voz que sabe, aquela voz que vem do âmago do vosso Ser, que vos traz uma sabedoria profunda sobre a verdade. A verdade que às vezes é bonita e noutras não, que às vezes é fácil e noutras não, que às vezes é simples e noutras não… Mas que é a verdade. E nós sabemos. No fundo, no fundo, sabemos.

Com todo o respeito e carinho pelo intelecto racional, analítico e lógico (abençoado seja que nos permite pensar e raciocinar), mas há momentos e situações onde a intuição fala sem ter propriamente uma razão. O instinto diz “confia”, “não confies”, “agarra esta oportunidade”, “tem esta conversa”, “faz esta mudança”, “hoje, descansa mais um pouco”. Nas mais variadas coisas, o instinto, a intuição, falam connosco. E nós tendemos a ignorar. Porque “não tenho tempo”, “porque não faz sentido”, “porque razão x, y e z”. E não é que não devamos de pensar no que nos diz o instinto, sim, devemos. Vivermos sem noção da realidade, como balões ao vento, também não é a opção mais razoável para se viver com os pés na Terra. Mas lá está – é pensar no que nos diz o instinto ao invés de só o ignorar.

Vamos dar-lhe um pouco mais de crédito – é o que nos pede a Rainha de Paus. Nós somos a magia da vida, da própria vida em si. Nós temos a capacidade incrível de criarmos o que desejarmos criar. É levarmos a mão ao peito e sentirmos o milagre deste coração que bate cá dentro, cheio de vida, cheio de possibilidades! É activarmos a nossa energia criativa, termos fé em nós, agarrarmos a nossa força de vontade! É sabermos que a magia da vida está lá mesmo que os olhos não a vejam, porque a intuição, o instinto, assim no-lo diz: a força da fé! A fé que não precisa de formato nem de doutrina – a fé de somente sabermos que não estamos sós. Que há esta força imensa que move os ciclos da vida, os ciclos da Terra e da Natureza que nunca deixam de fluir – esta mesma força da qual somos também feitos e que nos guia… Para onde quisermos ir.

Unir à luz do mês de Agosto a luz da intuição e da fé. Forças poderosas para o caminho em frente.

Vamos lá!

Um abençoado Agosto, repleto de coragem e perseverança!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Imagem de Johanna Samna


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Alinha as tuas palavras com aquilo que realmente desejas.

Existe uma crença generalizada de que as palavras são “só palavras”. Perdeu-se a noção, ao longo dos tempos, de que a palavra é muito mais do que isso. Antigamente, os nossos antepassados utilizavam a palavra com a mesma seriedade com que hoje assinamos contratos e formalizamos promessas. A palavra, antigamente, era suficiente. Era honrada, tida como um vínculo de honra. Tida como algo a, indiscutivelmente, cumprir.

Quem não cumpria com a sua palavra seriam os desonestos, os corruptos, os indignos, os traidores.

… como é que chegámos aqui?
A este sítio onde, actualmente, dá-se zero crédito à palavra. “Palavras leva-as o vento”, “não importam as palavras, importam as acções” – é de uma desvalorização atroz.

E, acreditamos, uma valorização a resgatar. Mais uma.

Porque a palavra, queridas Pessoas, é muito mais do que parece. A palavra é uma forma de materialização da nossa energia. Nós falamos para nos expressarmos, certo? Falamos para nos movimentarmos na direcção do que almejamos, certo? Então a palavra, a uma larga escala, materializa, manifesta, aquilo que estamos a criar.

Leiam de novo o último parágrafo, por-favor, e processem-no. Sintam-no.

E a partir daí, sugerimos como Dica desta semana, que reflictam nisto. Nas vossas palavras. Estão alinhadas com o quê? Com as vossas verdadeiras intenções? Com o que realmente desejam? É que se não for com isso que estão alinhadas, convidamo-nos a repensar naquilo que dizem. Desabafos, todos temos o direito a fazer. Momentos infelizes de dizer o que não queríamos dizer, todos temos o direito a ter. Mas o quê que alimentamos como conversa regular? O quê que dizemos com mais frequência?

“Eu acredito que consigo alcançar os meus objectivos” ou “não consigo/não posso/não tenho tempo/não sou capaz”…? Por exemplo.

Observem. E façam as alterações que considerarem necessárias para que a vossa palavra, a força da vossa palavra, seja um impulso construtivo àquilo que desejam criar em vós e nas vossas vidas.

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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