10 de Outubro 2024

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Passando a Mensagem (X) …
Para quem a Mensagem fizer sentido.

Querida Pessoa,

Hoje começo por me dirigir a ti – a ti que encontraste estas palavras neste preciso momento – para te perguntar, individualmente: onde estás, na tua vida e no teu caminho, neste momento? E para onde queres ir?

2020 foi um ano que nos abalou a todos. O inesperado aconteceu e mexeu com as nossas vidas, com as nossas rotinas, com os nossos hábitos, com tudo…! E depois, pediram-nos para voltarmos “ao normal”. Mas qual normal? O Mundo mudou. Aquilo que na altura serviu como solução temporária, é hoje parte das nossas vidas: trabalho remoto; entregas em casa; compras online; chamadas de vídeo para compensar a falta de presença física; conexão a partir de redes sociais… E tudo certo. Não estou a avaliar isso, propriamente, nem tão pouco a criticar, pois também faço uso de todas essas dinâmicas. O que trago para reflexão é a visão maior do que temos vivido: não voltámos “ao normal”. Não voltámos para onde estávamos antes de 2020 – estamos num sítio novo. Diferente. Só que foi rápido, diria eu, demasiado rápido para conseguirmos acompanhar e assimilar tudo o que este “diferente” implica. É aí que a confusão se instala – nesta tentativa de recuperar o passado enquanto somos forçadamente empurrados para o futuro.

E nesta confusão, ficamos perdidos. Dispersos. São os olhares vazios, as expressões trancadas, as movimentações pelo dia-a-dia mecanizadas, sem pensar, sem sentir. Aumentam as impaciências, as irritações, os níveis de stress. A falta de empatia, de sensibilidade, de conexão, de razoabilidade e de bom senso. O pavio que já não era comprido, vai ficando ainda mais curto, a intolerância aumenta. Aumentam as divisões, as separações, as distâncias. E isto, minhas queridas pessoas, isto!, é que não podemos deixar perpetuar.

Haverão pessoas que neste momento se identificarão, na pele, com o que leram até aqui. Haverão pessoas que não se identificam directamente, mas que certamente já detectaram isto ao seu redor. Haverão ainda pessoas que ficam num “meio por meio”, identificam-se um pouco, repararam num pouco disto ao seu redor. Todas as percepções são válidas, são as vossas, mas certamente que toda a gente, de uma forma ou de outra, reconhece o que aqui está escrito.

Então convido-vos a reflectir nisto: independentemente de todas e quaisquer ideias que tenham sobre o ano de 2020 e sobre tudo o que temos vivido daí até aqui, há uma coisa que podemos sempre, sempre!, fazer – aprender.

Então volto a ti – o quê que tu aprendeste em 2020? O quê que tu realizaste que afinal era mais importante, na tua vida? O quê que tu aprendeste a valorizar, nesse ano, nesse momento de aperto e de aflição? O quê que tu percebeste, nessa altura, que era necessário – urgente, até! – que mudasse?

… e onde é que isso tudo está, agora? O que fizeste contigo e com a tua vida desde aí?

Possivelmente, para muitos de vós, neste momento surge um “não sei”. Pois. Foi por isso que comecei por falar nesta energia de dispersão e de confusão que paira no ar, colectivamente, pois mistura-se connosco, individualmente. “Que confusão, o Mundo está uma confusão” – ouve-se, tanto, por aí. Mas essa confusão não está só “lá fora”. Está “cá dentro”, também. Porque o Todo influencia-nos e nós influenciamos o Todo – e é aí que está a chave!

Nós influenciamos o Todo, também!

Então aquilo que TU podes fazer, já, neste preciso momento, é fazeres por ti. Aquilo que tu podes fazer neste preciso momento é avaliares o teu caminho, a tua vida, onde estás neste momento. Perceberes o que está certo e o que não está. O que gostas e não gostas. O que queres e não queres. Perceberes o quê que continuas a fazer, e/ou a permitir que te façam, que te leva sistematicamente a situações que não queres mais na tua vida – e quebrar esse padrão. Mudar o comportamento, a atitude, aprender. Fazer diferente. Perceberes onde é que podes melhorar e estimular isso – aprender, fazer diferente. Observares tudo aquilo que são os teus desejos para um Mundo melhor e avaliares de que forma plantas essas sementes na tua própria vida, no teu dia-a-dia, nas tuas pequenas coisas.

Olhares para a frente e escolheres para onde queres ir, na tua vida, é possível. É a TUA vida, agarra-a com todas as tuas forças e forja-a à tua medida! E isso faz-se agora, agora neste preciso momento, com as escolhas que fizeres a partir daqui e que ditarão o rumo para onde te diriges.

E isto, minha querida pessoa, reflecte-se no Todo. Porque se parares para pensar, sentes ou não sentes as pessoas? Sentes ou não sentes as mudanças de clima, nos teus ossos? Sentes ou não sentes a energia que paira no ar? Sentes porque tudo se conecta, todas as formas de vida, entre si.

Então quando pensas que não há como ajudares o Mundo a ser melhor, acredita, enganaste redondamente. Há como ajudares, sim. E não é preciso seres uma grande figura ou fazeres parte de uma grande missão humanitária. Podes fazer tudo isso, mas não é só isso que faz diferença – é isto que te quero transmitir. É absolutamente tudo o que tu fazes, no teu dia-a-dia, nas tuas pequenas acções e escolhas, que faz a diferença. Que provoca mudança, que alimenta a energia colectiva.

A tão almejada mudança que desejamos, seja nas nossas vidas e coisas individuais, seja no colectivo e no Mundo, não cai do céu. Nasce na Terra, a partir de cada pegada que nós, que aqui andamos, firmarmos no solo.

Bênçãos de coragem!

De coração,
Johanna Samna in Semeando e Caminhando

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Aquele objectivo que ficou para trás? Começa agora.

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Sabes aquele objectivo com que arrancaste 2023? Aquele que até foi pensado, planeado, possivelmente iniciado (ou nem isso, nalguns casos!), mas que, algures por entre Janeiro ou Fevereiro, foi esquecido?

Aquele objectivo que te fez sentir um nervoso miudinho de euforia durante a última semana de Dezembro só de pensares que “a partir de Janeiro é que é!” – onde está, agora?

Se não está em lado nenhum, se desististe, esqueceste, ou entraste naquele registo do “oh, agora já nem vale a pena, quando tiver tempo, logo se vê…” – pedimos-te que reconsideres.

Se era uma coisa assim tão importante para ti ao ponto de ser um objectivo para o ano, porquê desistir?

Nós temos esta ideia fixa de que Janeiro é o melhor mês do ano para arrancar com objectivos, ou que tem que ser a uma Segunda-Feira, ou que tem que ser no dia 1 de um mês, ou numa qualquer outra data especial… E não é que isso seja errado, podes obviamente fazê-lo, mas… Qualquer outro dia é igualmente válido e absolutamente PERFEITO para arrancares. A verdade é que a única coisa que realmente importa é que comeces.

A verdade é que a única coisa que realmente importa é que pares um bocadinho para perceberes se esse objectivo é realmente importante para ti e, se for, que arranjes o tempo que mereces para ti e para as tuas coisas. Pode ser exactamente por isso – porque não arranjas tempo para o que realmente desejas para ti – que não te sentes tão bem, nem tão motivado/a ou animado/a.

Então para esta semana é isto que sugerimos: começa. O que quer que seja que tinhas estipulado fazer para ti, porque sim, porque queres, porque gostas, porque é importante para ti – começa agora. Arranca. Segue em frente.

Força

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Cultiva a tua resiliência!

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Às vezes ficamos tão envolvidos/as na densidade de uma situação, que nem percebemos que estamos a investir toda a nossa energia no problema… Ao invés de investirmos a nossa energia na solução.

Paramos mediante o obstáculo e ficamos ali, a olhar para ele, a alimentá-lo, a contribuir com o nosso pensamento, emoção e energia, fazendo (ainda que sem querer!), com que ele pareça cada vez maior e menos contornável… Porque é a tendência humana de bloquear perante a adversidade. É a tendência humana de esperar que tudo flua de forma confortável, segura e planeada… O que nem sempre acontece. É o fruto da educação que nos fez acreditar que só existe o caminho da vitória e que o caminho da derrota é uma vergonha, uma humilhação, uma afronta, uma desvalorização das nossas capacidades.

… o que é um erro.

Falhar também faz parte do caminho. Não conseguir à primeira também faz parte do caminho. Alterar a rota também faz parte do caminho. Tentar de novo também faz parte do caminho. Uma e outra vez, se tiver que ser. Procurar ajuda também faz parte do caminho. Aprender novas estratégias também faz parte do caminho.

Não, nós não vamos sempre vencer tudo à primeira. E está tudo bem. Isso não significa que somos uns/umas falhados/as, ou que não temos capacidade de conseguir vencer… Só significa que ainda não encontrámos o rumo certo para o fazer, a estratégia certa, o foco certo, a energia certa.

Então, tenta de novo. Informa-te. Aprende. Pesquisa. Pede ajuda. Para o que quer que seja que já desististe de alcançar porque sentes que não és capaz, mas que querias muito conseguir. Tenta de novo, com uma nova estratégia. Não te iguales aos outros. Podes inspirar-te em alguém que tem ou é ou já faz o que tu almejas alcançar, mas lembra-te que cada pessoa é um Ser individual e único e, em TI, a forma de o alcançar pode ser diferente da pessoa que admiras. A forma de se manifestar em ti e na tua vida pode ser diferente da forma que vez manifesto na pessoa que admiras. Então não te compares. Não é uma competição com os outros – isso foi o que te ensinaram e ensinaram-te mal. A vida não tem que ser uma competição com os outros. A vida desafia-te para que te superes a ti mesmo/a! A ti mesmo/a, não aos outros!

Temos tanto medo de falhar que perante um obstáculo bloqueamos. Batemos de frente com todas as formatações que nos foram incutidas de que temos que vencer, sempre, mais “o quê que os outros vão pensar?”… Batemos de frente com a necessidade de aprovação exterior. Batemos de frente com crenças e ideias limitadoras que nos inibem de descobrirmos uma força poderosíssima que habita dentro de nós: a força da resiliência!

Ah, a força da resiliência…! A arte de saber parar, respirar fundo, aceitar a realidade como ela se apresenta e a seguir reorganizar o plano, seguir em frente, confiantes de que, de uma maneira ou de outra, vamos lá chegar. Porque somos capazes. Porque somos capazes!

Então, pára um pouco. Respira fundo. Olha para trás… Para a quantidade de coisas que já superaste na tua vida. Elas existem, sim. Vitórias e conquistas às quais não deste importância porque o foco é sempre no que vem a seguir… Mas vê, agora. Chegaste até aqui, certo? Com todo o mérito que te diz respeito. É aí que está a tua resiliência. No saber que és capaz porque já foste capaz noutras vezes, noutras situações. É assim que vais esculpindo a Fé em ti mesmo/a. Consegues, sim. Podes precisar de repensar, de planear de novo, de fazer uma pausa, de descansar, de recuperar forças e energias, de pensar melhor, de pedir ajuda… Mas consegues.

Tenta de novo.

Com bênçãos de coragem e resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Foca-te no momento presente!

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Querida Pessoa,

É comum darmos connosco atolados em pensamentos dispersos. Entre rotinas, coisas a fazer, passado, presente e futuro, a nossa mente deambula por entre uma série de secções diversas, ao mesmo tempo, retirando-nos muitas vezes foco e concentração. E, acima de tudo, retirando-nos o prazer de saborearmos o momento presente.

Então, esta semana deixamos 3 exercícios simples, que poderás fazer no teu dia-a-dia e que te auxiliarão a focares a tua energia no momento presente!

  • Focar na respiração.
    Pára um pouco. Fecha os olhos. Inspira profundamente pelo nariz e expira pela boca. Continua a respirar focando mais e mais a tua atenção no acto de respirar. Sente o oxigénio a entrar pelo teu nariz, sente-o a sair pela tua boca, a roçar os teus lábios. Repete 3 vezes.
  • Focar num elemento natural.
    Abre a janela. Observa um elemento natural à tua escolha: uma árvore, o céu, uma planta… Escolhe um e foca-te nele. Observa todos os seus detalhes – a sua forma, os seus contornos, o seu volume, os movimentos que faz… Contempla com toda a tua atenção. 5/10 minutos.
  • Focar no momento de ingerir um alimento.
    Enquanto comes uma refeição, ou por exemplo enquanto bebes um café, foca-te totalmente no que estás a ingerir. Sente o cheiro, sente o paladar, saboreia. Foca toda a tua atenção no acto de saborear. Podem ser 5 minutos a beber um café ou 20 a saborear um lanche. Escolhe o momento que preferires. Mas experimenta!

Aplica estas pequenas práticas todos os dias, todas ou uma diferente por dia, como preferires. O teu momento de foco diário. Vais ver a diferença que fará, gradualmente, em ti!

Com bênçãos de foco e serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Objectivos 2023: um passo de cada vez!

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Querida Pessoa,

Que tenhas um belíssimo 2023! Recheado com as maiores bênçãos, de tudo o que mais desejares para ti. ♥

Por aqui, decidimos começar o ano a escrever-te, desejando que finalmente este ano consigamos retomar a periodicidade que desejamos na nossa Zona Blog.

Para quem já nos lê há uns anos, a mensagem que hoje temos a passar não é nova – mas sim, vamos repeti-la novamente, pois continuamos a sentir ser necessário passar-te isto: não precisas de pôr em prática todos os objectivos da tua vida no mês de Janeiro, de uma vez só!

É verdade que o início de um novo ano dá um impulso de motivação extremamente positivo na realização dos nossos objectivos e devemos aproveitá-lo, sim!, mas com conta, peso e medida. A tendência de arrancarmos Janeiro com uma lista enorme de “este ano é que é!”, cheia de tópicos, todos para começar “já”, “agora”, “na primeira semana”, “nos primeiros dias do ano”, “no primeiro mês do ano”, é muito giro, é muito entusiasmante, mas rapidamente se torna muito frustrante, também… Pois na grande maioria das vezes – e dizemos-te isto com todo o carinho – não é realista.

Pontos a ter em conta para reflexão:

  1. Por norma iniciamos Janeiro meio cansados, enfartados das comidas (e bebidas!) de Natal e de Ano Novo, a precisar de sopas e descanso para repor as energias despendidas na correria e vivência das festas;
  2. Estamos em pleno Inverno. Inverno é tempo de pausa. De abrandar. De planificar um passo de cada vez, pois são tempos de recolhimento, de reflexão, de maturação;
  3. É muito difícil arrancares com muitos objectivos de uma vez só, especialmente se alguns já andam a ser arrastados de ano para ano… Não porque não consigas fazê-los, mas porque há que ter em conta que o ano mudou, mas a tua vida continua preenchida por trabalho, tarefas, afazeres, rotinas de coisas que te ocupam tempo.
  4. E o problema é precisamente esse: como acabas por não conseguir cumprir com tudo o que te propões no curto espaço de tempo que são as primeira semanas do ano, acabas por sentir que não consegues. A meio de Janeiro já a pica vai a meio, no fim de Janeiro já desististe da lista, em Fevereiro “esquece”, “logo se vê”. E é precisamente para contrariar ISTO que te escrevemos esta Dica.

Portanto, sugestões:

  1. Esquece todo o ruído de fora que te força a acreditares que tens que mudar a tua vida toda em Janeiro de 2023;
  2. Tira um bocadinho para ti, só para ti, fazendo-te acompanhar de uma chávena de chá quentinho, ou café, ou cacau (o que mais gostares), e senta-te contigo. Agora, respira. Profundamente. Sente a energia do Inverno com a sua poderosa Mestria de paciência, reflexão, silêncio, ponderação – e conversa contigo. Sente-te. Primeiro, sente o teu ritmo REAL. Não o que os outros têm, não como os outros fazem, não o que os outros dizem – o TEU ritmo! O TEU tempo! O TEU espaço! Sê realista com os teus ritmos e ciclos, com as tuas velocidades e compassos de espera. Agora, sim, pensa nos teus objectivos. Escreve-os numa folha de papel, ou caderninho. Todos. Põe lá todos, mas SEM DATAS! Agora, escolhe um. UM! E escreve-o numa outra folha, em branco. Agora olha para ele e, de forma realista, questiona-te acerca da sua dimensão… É um objectivo pequenino e fácil de concretizar? Ou grande e mais difícil? Se é pequenino estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção… Se é grande, divide-o em fases e parcelas, e depois então estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção. Respira fundo, agradece-te pelo tempo investido em ti, cola a folha do objectivo a concretizar numa zona visível para te motivar e para que, após o passo 1, escrevas o 2 e por aí a fora…

… e a outra folha, a que tem os objectivos todos, guarda-a. Volta a ela quando tiveres este primeiro objectivo a fluir de forma razoável, tranquila, fazível. Volta a ela em Fevereiro, Março, Abril, Maio… Quando for altura. Quando for REALMENTE a altura. Porque todos os dias do ano são possíveis de assinalarem o começo de um novo objectivo. TODOS! Por agora, o que importa é começares. Mas começares saboreando, vivendo em pleno, celebrando a vitória de cada pequeno passo que dás.

Porque a verdade é que tu consegues, sim. Consegues. Mas tem que ser ao teu ritmo. Tem que ser no teu tempo. Tem que ser contigo ao comando da tua vida. ♥

Com bênçãos de coragem, fé, paciência e amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Confia em ti!

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Se andas numa luta interna com a frustração, pára um pouco e respira fundo.

Convidamos-te a fazeres este pequeno exercício: olha para ti como se estivesses a ver-te de fora. Olha para o teu dia-a-dia, para tudo o que já fazes desde que acordas até à hora que te deitas. Repara na quantidade de tarefas, rotinas, responsabilidades, afazeres, correrias com que lidas, todos os dias.

É dose, não é?

Ainda assim, olha para os sorrisos à tua volta. Para a quantidade de coisas no teu dia-a-dia que funcionaram e aconteceram porque tu as fizeste funcionar e acontecer!

Agora analisa novamente a tua frustração. Seja ela porque razão for.

O quê que precisas de fazer para alcançares o que desejas e sanares esse sentimento de frustração?

E como é que o podes fazer?

Respira fundo. Aponta estas respostas num papel. Faz um esquema de pequenos passos a ir dando, diária ou semanalmente, na direcção de alcançares o que desejas. E vai revendo esse papel, reorganizando os teus passos.

Não te esqueças de ir olhando para o teu dia-a-dia e percebendo se estás a ser realista com as exigências que fazes a ti mesma/o… Sê gentil contigo mesma/o.

E quando a negatividade quiser chegar, convencendo-te de que não consegues e de que não és capaz… Afasta-a. Afasta-a levando a mão ao coração, inspirando e expirando profundamente, sentindo o pulsar da VIDA em ti! Tu és o milagre da VIDA em acção!! E, em ti, sejas mulher ou homem, habita o Fogo da Criação! Consegues, sim! Claro que consegues! Foca-te no que desejas. Tem fé. Sê amorosa/o contigo mesma/o. Celebra as tuas conquistas. Aprende com as tuas derrotas. Faz pausas para descanso e mimo. Caminha ao teu ritmo, no teu tempo. Inspira, expira, confia em ti. Passo a passo. Confia em ti.

Com bênçãos de coragem,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Não bebes muita água? Experimenta beber mais chá!

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Na semana passada sugerimos que revisses os teus hábitos de hidratação falando sobre a importância de beber água.

Depois ficámos a pensar… Nós, por aqui, também sabemos o que é “esquecer de beber água”, “não apetecer beber água”, “ser chato” beber água, enfim, todas essas coisas que quem não bebe muita água diz.

Uma de nós, a nossa Eugénia, resolve a questão andando sempre com uma garrafinha com água. É uma garrafinha pequena, de propósito. Uma garrafa grande é esquecida, não dá jeito, é pesada, tem muita água e dá uma sensação de “enfartamento”. Assim, a garrafa pequena, de meio litro, é leve, fácil de encher, de transportar e, por isso, mais aliciante.

Outra de nós, a nossa Johanna, resolveu a questão de outra forma. Com chá, maioritariamente. Percebeu que, embora goste de água, a água não é tão aliciante para ela, sendo que mesmo com uma garrafa por perto esquece-se de beber. No entanto, se tiver um termo com chá, bebe muito mais. É quentinho, confortável e com sabor. Actualmente, encontra-se facilmente à venda nos supermercados termos de meio litro ou pouco mais, facilmente transportáveis. É só encher e ter por perto para ir bebendo, tendo no entanto algumas considerações:

  • Atenção ao excesso de açúcar! Este chá, a ser bebido com mais frequência, é para te hidratar e não propriamente “para lanchar”, por isso, põe a menor quantidade de açúcar que conseguires. Ou, se conseguires não pôr açúcar de todo, melhor ainda!
  • Atenção aos tipos de chás! O chá preto, o chá verde e o chá mate contêm cafeína e devem de ser bebidos moderadamente, mediante a tolerância de cada pessoa. De ressaltar também que muitos outros chás aromatizados têm como base o chá preto ou o chá verde, por isso é importante que leias bem os rótulos, que te informes sobre os chás e que vás variando!
  • Chás de saquetas são bem vindos e fáceis de usar, mas de vez em quando também podes fazer chá de casquinha de limão com (ou sem) umas folhinhas de hortelã, por exemplo – faz uma pesquisa e vê que ervas podes usar directamente e fazer chás mais naturais para ires variando!
  • Não esquecer de ir bebendo água, só água, também! 🙂

Se quiseres mais uma dica da Johanna, ela tem um termo grande, de um litro e meio, onde faz o chá diário, e depois vai enchendo o seu termo transportável. Tudo sem açúcar!

Hidrata-te, é mesmo muito importante que o faças para o teu bem-estar. Clica aqui para leres a dica da semana passada onde abordámos esse assunto.

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Bebe água!

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Básica, esta dica, certo?
E no entanto, absolutamente necessária e tão facilmente esquecida pela grande maioria de nós! Esta até já é repetida, há uns anos falámos nisto, hoje decidimos falar novamente!

Podes pensar que beber um copo com água serve apenas para te matar a sede, mas é muito mais do que isso – é dares ao teu corpo a segunda coisa mais importante de que ele necessita para se manter saudável e equilibrado. Sabias que a seguir ao oxigénio, a água é o segundo elemento mais importante para a vida? Sabias que sentir sede é um indicador de que já ultrapassaste os limites da falta de água no teu organismo? Significa que já estás a desidratar e que o teu corpo já está em alerta. O ideal é ires bebendo água ao longo do dia, sem que precises de sentir sede para beber!

E qual a quantidade de água que deves de beber por dia? Podes reger-te pela regra comum dos conhecidos 1,5L a 2L de água por dia, mas é importante percebermos que existem vários factores que influenciam a necessidade de maior ou menor quantidade de água no organismo, como o clima, a quantidade/qualidade de alimentos ingeridos e a actividade física. Se estivermos em épocas de maior calor, naturalmente que perderemos mais água através da transpiração, tal como acontece se tivermos uma actividade física intensa. De igual forma, uma alimentação que contenha, diariamente, a ingestão de verduras, legumes e frutas contribui para a ingestão de alguma água, através dos alimentos.

Por isso, também é importante que escutes os sinais do teu corpo e percebas a quantidade de água de que necessitas, mediante o teu dia-a-dia e as tuas actividades.

Sinais de alerta para a desidratação: sede, pele seca, lábios secos e gretados e, até mesmo, falta de energia, são alguns dos indicadores de que deves ingerir mais água.

E se no final disto tudo ficaste com sede… Aproveite e bebe já um copinho – com água! 🙂

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Valoriza o poder da tua prece.

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Respira fundo e lê com atenção: teres dias em que te faltam as forças e o ânimo para lidares com os desafios da tua vida não faz de ti menos nada. Vamos repetir: não faz de ti menos nada!

Faz de ti uma pessoa. Humana. Só isso.

É normal teres dias assim. Dias em que te sentes impotente face ao que está a acontecer, em que te sentes cansada/o, triste, zangada/o, revoltada/o – o que quer que seja. E que só te apetece esquecer o mundo, dormir, e esperar que no dia seguinte milagrosamente tudo tenha desaparecido.

Acontece sim. A todos/as.

Não te zangues contigo. Aceita esses momentos, essas emoções, essa necessidade de desabafo do teu Eu. Ouve-te um bocadinho. Deixa sair o desabafo, o choro, o grito. E conforta-te a ti mesma/o. Diz, a ti mesma/o, que vai correr tudo bem. Como dirias a outra pessoa. Diz a ti. Resulta, sim. Resulta muito bem lidarmos connosco mesmos/as. Muito bem mesmo, como verás se o fizeres.

E sabes o que mais podes fazer?
Uma prece.

Sim, uma prece. Não, não precisas de ter religião. As preces não pertencem às religiões. Fazer uma prece é “somente e apenas” o acto de abrires o coração e comunicares com as Forças de Luz que acreditas que existem, sejam elas quais forem. Podem até não ter nome ou formato, se apenas acreditas que “há algo mais”. Basta que tenhas fé. Ainda que seja uma fé só tua, que só tu compreendes. Que não se explique com formatos ideológicos, mas que tu sintas. Só importa que sintas.

A partir daí, desse sítio interno, comunica. Com as tuas próprias palavras, onde quer que estejas. Não precisas de estar num local específico, não precisas de rituais, não precisas de absolutamente nada a não ser de ti, do teu coração e da tua fé.

Comunica o que sentes, desabafa, pede ajuda. Pede um sinal. Pede uma resolução. Pede abertura de caminhos. Pede cura. Pede o que quiseres. Faz da tua fé uma companheira de caminho. Uma ponte de ligação entre ti e as Forças de Luz em que acreditares. Quanto mais comunicares, mais estreitarás essa comunicação.

Não estás sozinho/a.
Nunca.
A tua fé sabe disso.
Acredita.

Com bênçãos de Amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Materializa o teu objectivo!

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Chegámos ao segundo mês de 2022! Perfeito! Para muitos/as de nós, a sensação é a de que agora é que o ano vai começar – e está tudo bem! Janeiro tende a ser um mês intenso, seja pela pressão da necessidade de mudança face a um novo ano, seja porque há muita coisa nova a fazer e organizar, seja porque ficamos meio atordoados das festas, seja porque o mês parece financeiramente mais longo… Enfim, as razões são diversas, o sentimento é mesmo – “finalmente, Fevereiro!”.

E que tal aproveitarmos este bom momento e firmar, convictamente, aquilo que desejamos atrair para as nossas vidas?

Não só dizendo, meditando, pensando, sentindo… Mas materializando! Escrevendo, desenhando, cantando e dançando!

Esta é a Dica desta semana: pega numa folha de papel branca, escreve no centro “o quê que eu quero?” e preenche a folha com aquilo que tu queres para ti e para a tua vida! Utiliza cores, desenha, põe música que te alegre e inspire a tocar e canta! E dança! Dá movimento aos teus desejos e objectivos!

Quando terminares, escolhe uma das coisas que queres e começa já a fazê-la! Compromete-te com ela! Dá um primeiro passo na direcção desse objectivo, (nem que seja um passo pequenino!), já esta semana!

Consegues, sim!
Acredita.
Acredita em ti.
Tu consegues.

Não te fiques só pela leitura desta Dica, por-favor! Faz mesmo este exercício. Experimenta. Investe este tempo, o tempo de o fazeres, em ti. Vais ver que vale a pena!

Com bênçãos de Alegria e Criatividade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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