Objectivos 2023: um passo de cada vez!

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Querida Pessoa,

Que tenhas um belíssimo 2023! Recheado com as maiores bênçãos, de tudo o que mais desejares para ti. ♥

Por aqui, decidimos começar o ano a escrever-te, desejando que finalmente este ano consigamos retomar a periodicidade que desejamos na nossa Zona Blog.

Para quem já nos lê há uns anos, a mensagem que hoje temos a passar não é nova – mas sim, vamos repeti-la novamente, pois continuamos a sentir ser necessário passar-te isto: não precisas de pôr em prática todos os objectivos da tua vida no mês de Janeiro, de uma vez só!

É verdade que o início de um novo ano dá um impulso de motivação extremamente positivo na realização dos nossos objectivos e devemos aproveitá-lo, sim!, mas com conta, peso e medida. A tendência de arrancarmos Janeiro com uma lista enorme de “este ano é que é!”, cheia de tópicos, todos para começar “já”, “agora”, “na primeira semana”, “nos primeiros dias do ano”, “no primeiro mês do ano”, é muito giro, é muito entusiasmante, mas rapidamente se torna muito frustrante, também… Pois na grande maioria das vezes – e dizemos-te isto com todo o carinho – não é realista.

Pontos a ter em conta para reflexão:

  1. Por norma iniciamos Janeiro meio cansados, enfartados das comidas (e bebidas!) de Natal e de Ano Novo, a precisar de sopas e descanso para repor as energias despendidas na correria e vivência das festas;
  2. Estamos em pleno Inverno. Inverno é tempo de pausa. De abrandar. De planificar um passo de cada vez, pois são tempos de recolhimento, de reflexão, de maturação;
  3. É muito difícil arrancares com muitos objectivos de uma vez só, especialmente se alguns já andam a ser arrastados de ano para ano… Não porque não consigas fazê-los, mas porque há que ter em conta que o ano mudou, mas a tua vida continua preenchida por trabalho, tarefas, afazeres, rotinas de coisas que te ocupam tempo.
  4. E o problema é precisamente esse: como acabas por não conseguir cumprir com tudo o que te propões no curto espaço de tempo que são as primeira semanas do ano, acabas por sentir que não consegues. A meio de Janeiro já a pica vai a meio, no fim de Janeiro já desististe da lista, em Fevereiro “esquece”, “logo se vê”. E é precisamente para contrariar ISTO que te escrevemos esta Dica.

Portanto, sugestões:

  1. Esquece todo o ruído de fora que te força a acreditares que tens que mudar a tua vida toda em Janeiro de 2023;
  2. Tira um bocadinho para ti, só para ti, fazendo-te acompanhar de uma chávena de chá quentinho, ou café, ou cacau (o que mais gostares), e senta-te contigo. Agora, respira. Profundamente. Sente a energia do Inverno com a sua poderosa Mestria de paciência, reflexão, silêncio, ponderação – e conversa contigo. Sente-te. Primeiro, sente o teu ritmo REAL. Não o que os outros têm, não como os outros fazem, não o que os outros dizem – o TEU ritmo! O TEU tempo! O TEU espaço! Sê realista com os teus ritmos e ciclos, com as tuas velocidades e compassos de espera. Agora, sim, pensa nos teus objectivos. Escreve-os numa folha de papel, ou caderninho. Todos. Põe lá todos, mas SEM DATAS! Agora, escolhe um. UM! E escreve-o numa outra folha, em branco. Agora olha para ele e, de forma realista, questiona-te acerca da sua dimensão… É um objectivo pequenino e fácil de concretizar? Ou grande e mais difícil? Se é pequenino estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção… Se é grande, divide-o em fases e parcelas, e depois então estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção. Respira fundo, agradece-te pelo tempo investido em ti, cola a folha do objectivo a concretizar numa zona visível para te motivar e para que, após o passo 1, escrevas o 2 e por aí a fora…

… e a outra folha, a que tem os objectivos todos, guarda-a. Volta a ela quando tiveres este primeiro objectivo a fluir de forma razoável, tranquila, fazível. Volta a ela em Fevereiro, Março, Abril, Maio… Quando for altura. Quando for REALMENTE a altura. Porque todos os dias do ano são possíveis de assinalarem o começo de um novo objectivo. TODOS! Por agora, o que importa é começares. Mas começares saboreando, vivendo em pleno, celebrando a vitória de cada pequeno passo que dás.

Porque a verdade é que tu consegues, sim. Consegues. Mas tem que ser ao teu ritmo. Tem que ser no teu tempo. Tem que ser contigo ao comando da tua vida. ♥

Com bênçãos de coragem, fé, paciência e amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Confia em ti!

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Se andas numa luta interna com a frustração, pára um pouco e respira fundo.

Convidamos-te a fazeres este pequeno exercício: olha para ti como se estivesses a ver-te de fora. Olha para o teu dia-a-dia, para tudo o que já fazes desde que acordas até à hora que te deitas. Repara na quantidade de tarefas, rotinas, responsabilidades, afazeres, correrias com que lidas, todos os dias.

É dose, não é?

Ainda assim, olha para os sorrisos à tua volta. Para a quantidade de coisas no teu dia-a-dia que funcionaram e aconteceram porque tu as fizeste funcionar e acontecer!

Agora analisa novamente a tua frustração. Seja ela porque razão for.

O quê que precisas de fazer para alcançares o que desejas e sanares esse sentimento de frustração?

E como é que o podes fazer?

Respira fundo. Aponta estas respostas num papel. Faz um esquema de pequenos passos a ir dando, diária ou semanalmente, na direcção de alcançares o que desejas. E vai revendo esse papel, reorganizando os teus passos.

Não te esqueças de ir olhando para o teu dia-a-dia e percebendo se estás a ser realista com as exigências que fazes a ti mesma/o… Sê gentil contigo mesma/o.

E quando a negatividade quiser chegar, convencendo-te de que não consegues e de que não és capaz… Afasta-a. Afasta-a levando a mão ao coração, inspirando e expirando profundamente, sentindo o pulsar da VIDA em ti! Tu és o milagre da VIDA em acção!! E, em ti, sejas mulher ou homem, habita o Fogo da Criação! Consegues, sim! Claro que consegues! Foca-te no que desejas. Tem fé. Sê amorosa/o contigo mesma/o. Celebra as tuas conquistas. Aprende com as tuas derrotas. Faz pausas para descanso e mimo. Caminha ao teu ritmo, no teu tempo. Inspira, expira, confia em ti. Passo a passo. Confia em ti.

Com bênçãos de coragem,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Pedacinho de Conhecimento #1

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Aqui no Semeando acreditamos, mesmo, que o conhecimento sobre nós mesmos/as a um nível holístico é fundamental para um equilíbrio interno maior.

Porquê?

Porque, por exemplo, repara: a tua sensibilidade é a tua forma de sentir e reagir ao que quer que seja com que te depares – e até aqui tudo bem.

Mas também existe a tua clarisensibilidade (assim chamamos): a tua capacidade de sentires mais do que apenas a ti mesmo/a – a capacidade de sentires os outros, os ambientes, a energia das situações… Tudo aquilo que não é teu! Há quem lhe chame ser-se sensitivo ou empata ou extra-sensível – vai tudo dar ao mesmo: é a capacidade de sentires, energeticamente, a vibração de coisas que não são tuas.

Isto faz parte de ti. Naturalmente. Faz parte de todos/as nós. Numas pessoas está mais activo do que noutras, tais como outros atributos de que somos feitos estão mais activos numas pessoas e menos noutras. E até aqui, continua a estar tudo bem.

Sabes o quê que não está tão bem? A falta de conhecimento. Porque a maioria das pessoas não sabe disto. Não sabe que a sua sensibilidade capta vibrações além de si mesmo/a – e é aqui que a confusão começa, pois muitas vezes, (muitas mais do que imaginas!), tu sentes coisas que não são tuas, mas que tu pensas que são. Às vezes passam despercebidas, pois tu andas a sentir coisas semelhantes e por isso, as dos outros, misturadas com as tuas, “apenas” assumem uma proporção maior. É chato, porque muitas vezes, a intensidade excessiva com que sentes algo poderia ser menos intensa e mais fácil de gerir se soubesses que metade daquilo não é teu… E depois há as vezes em que não passam despercebidas, porque tu sente-las mas não fazem ponte com coisas tuas, só que como tu não sabes que não são tuas e por isso assumes como sendo, entras em conflito, porque não entendes porque o sentes, qual a razão, porque ficaste assim “de repente”, o que se passa contigo… E aí é mais chato ainda, porque além de carregares um peso que não te pertence, ainda tens a mente baralhada e confusa.

A partir do momento em que começas a entender que há mais em ti do que só aquilo que vês e sentes à superfície, muitas coisas começam a fazer sentido. E ao fazerem sentido, começa a haver espaço para o equilíbrio. Aprenderes a limpar, proteger e nutrir a tua energia; aprenderes a conhecer as tuas próprias dinâmicas internas (pensamentos, emoções, sentimentos), para aprenderes a filtrar aquilo que é teu do que não é – tudo isto é importante para o teu equilíbrio.

Apesar de haver um caminho de aprendizagens a fazer, sublinhamos que é basilar a dinâmica do auto-conhecimento. O acto de aprenderes, ou estimulares, o contacto contigo mesmo/a. O diálogo contigo mesmo/a. O acto de te perguntares a ti mesmo/a se estás bem, o que sentes, porquê que o sentes… E o que podes fazer por ti mesmo/a, em teu auxilio, apoio e suporte… Nutrires uma boa relação contigo e cuidares de ti também a nível interno é meio caminho andado para conseguires gerir melhor qualquer dinâmica que aconteça em ti.

E se sentires que precisas de algum apoio ou ajuda, ou que queres aprender ou aprofundar este tema em ti e no teu caminho, podes espreitar os nossos serviços aqui no site: temos atendimentos, turmas e outras dinâmicas de trabalho que te podem auxiliar no teu caminho de descoberta, aprendizagem e integração pessoal e espiritual.

Para nos contactares: semeando.geral@gmail.com

Desejando-te um caminho próspero ♥
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Imagem de Semeando

Começa uma actividade que te faça sorrir!

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No contexto do nosso trabalho com as pessoas temos dado conta de que há uma mensagem que se tem feito repetir muito, ultimamente: “dedica mais tempo a uma coisa que gostes mesmo de fazer.”

Um hobby. Uma actividade de lazer. Só porque sim. Não tem que ter propriamente uma utilidade prática, basta que te faça sorrir! Que te faça sentir bem. Que te consiga acalmar o pensamento e serenar o coração. Qual é a actividade que te veio à mente enquanto lias estas frases? Aquela que tu gostas mesmo de fazer? A TUA actividade?

Faz. Agora. Começa. Já.

Não vale ser uma coisa que “tem que ser”. Por exemplo, ires ao ginásio por obrigação não conta. Conta se tu vais ao ginásio porque GOSTAS de ir e porque te faz sentir bem e feliz! Atenção que não estamos a desvalorizar a ida ao ginásio, ahahah, apenas a dar este exemplo tão comum! Muitas pessoas vão porque precisam e não porque querem, então, para o objectivo daquilo que estamos a sugerir, não conta!

Esta é a única “regra” – deverá de ser algo que faças, pura e simplesmente, porque te apetece. Porque gostas. Porque te dá prazer. Geralmente é “a coisa” sobre a qual vais responder que “não tens tempo” de fazer. É exactamente essa que deves de começar, já, esta semana, a fazer.

Porquê?

Porque urge contrariarmos a quantidade de stress e agonia emocional e mental em que os eventos actuais nos colocam, consciente e/ou inconscientemente. Urge sorrirmos e encontrarmos forças para seguir em frente de coração cheio de amor, esperança e força de viver! Urge de nos sentirmos bem, o melhor possível! Urge de lutarmos por nós e pelo nosso bem-estar – físico, mental, emocional e espiritual.

E esta é uma das formas de o fazer – não tenhas a menor dúvida!

Começa, já, a fazer aquela coisa que gostas muito de fazer. E faz um bocadinho regularmente. Todos os dias, dia sim dia não, como quiseres. Mas faz. Mereces, sim. Mereces tempo para ti e para nutrir a tua alegria interna. Não tenhas a menor dúvida disso.

Com bênçãos de alegria e serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Imagem do site wallpaperaccess.com

Faz um banho de sal.

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Sal marinho. Ingrediente presente e indispensável em todas as cozinhas. Mas sabias que podes usá-lo, também, fora da cozinha? 🙂

Além de todas as suas funções saborosas na culinária, o sal é também um excelente aliado no que toca à limpeza energética! Composto por micro-cristais, o sal marinho actua no nosso campo electromagnético absorvendo e removendo a energia densa e negativa acumulada. Já os povos antigos o usavam, naturalmente, em banhos e não só! Era também costume colocarem-se saquinhos de sal grosso por detrás das portas e janelas como forma de proteger as casas das energias densas.

Fazer um banho de sal é super simples! Se for para um banho de imersão, basta encher a banheira com água a uma temperatura que gostes e colocar 2 ou 3 punhados de sal marinho. Ao entrares na banheira, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética e deixa-te estar, no máximo 20 minutos, a relaxar. Não molhes a cabeça nesta água, só do pescoço para baixo.

Se for banho de duche, podes colocar 2 punhados de sal grosso num copo de vidro com água, passa pelo corpo (só do pescoço para baixo, nunca na cabeça!), e coloca mais um punhado de sal grosso nos pés, para ir desfazendo enquanto tomas o teu duche. Novamente, enquanto tomas duche, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética.

Quando terminares, tanto numa versão do banho como na outra, poderás ter contigo um copo com água e erva doce e passar essa água pelo teu corpo a seguir ao banho de sal, pois irá preencher a energia “esvaziada” e ficas com mais energia! Não faz mal fazeres banho de sal sem a erva doce de seguida, mas ficarás muito mais mole e drenado/a. A erva doce a seguir, dica de uns queridos amigos nossos, revitaliza!

Querida Pessoa, esta dica da semana serve-te para todas as semanas, se assim o entenderes! Banhos de sal semanais, especialmente para quem trabalha em ambientes mais densos e intensos, é uma das nossas recomendações base! 🙂

Com bênçãos de Serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Imagem do site goodfon.com

 

Valoriza o poder da tua prece.

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Respira fundo e lê com atenção: teres dias em que te faltam as forças e o ânimo para lidares com os desafios da tua vida não faz de ti menos nada. Vamos repetir: não faz de ti menos nada!

Faz de ti uma pessoa. Humana. Só isso.

É normal teres dias assim. Dias em que te sentes impotente face ao que está a acontecer, em que te sentes cansada/o, triste, zangada/o, revoltada/o – o que quer que seja. E que só te apetece esquecer o mundo, dormir, e esperar que no dia seguinte milagrosamente tudo tenha desaparecido.

Acontece sim. A todos/as.

Não te zangues contigo. Aceita esses momentos, essas emoções, essa necessidade de desabafo do teu Eu. Ouve-te um bocadinho. Deixa sair o desabafo, o choro, o grito. E conforta-te a ti mesma/o. Diz, a ti mesma/o, que vai correr tudo bem. Como dirias a outra pessoa. Diz a ti. Resulta, sim. Resulta muito bem lidarmos connosco mesmos/as. Muito bem mesmo, como verás se o fizeres.

E sabes o que mais podes fazer?
Uma prece.

Sim, uma prece. Não, não precisas de ter religião. As preces não pertencem às religiões. Fazer uma prece é “somente e apenas” o acto de abrires o coração e comunicares com as Forças de Luz que acreditas que existem, sejam elas quais forem. Podem até não ter nome ou formato, se apenas acreditas que “há algo mais”. Basta que tenhas fé. Ainda que seja uma fé só tua, que só tu compreendes. Que não se explique com formatos ideológicos, mas que tu sintas. Só importa que sintas.

A partir daí, desse sítio interno, comunica. Com as tuas próprias palavras, onde quer que estejas. Não precisas de estar num local específico, não precisas de rituais, não precisas de absolutamente nada a não ser de ti, do teu coração e da tua fé.

Comunica o que sentes, desabafa, pede ajuda. Pede um sinal. Pede uma resolução. Pede abertura de caminhos. Pede cura. Pede o que quiseres. Faz da tua fé uma companheira de caminho. Uma ponte de ligação entre ti e as Forças de Luz em que acreditares. Quanto mais comunicares, mais estreitarás essa comunicação.

Não estás sozinho/a.
Nunca.
A tua fé sabe disso.
Acredita.

Com bênçãos de Amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Não cedas à pressão dos outros.

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Vão dizer-te que faças “assim”. Que escolhas “isto”. Que optes por “aquilo”. Que “isto” é o que toda a gente faz. Que “aquilo” é o que toda a gente espera de ti. Que fazeres “assim” é o certo. Que escolheres “aquilo” é o melhor para ti. Muitas vezes vão dizer-to com uma genuína preocupação para contigo. Outras vezes vão dizer-to por egoísmo, a pensarem apenas em si mesmos/as e nos seus interesses. Outras vezes vão dizer-to por ego inflado – eles/elas é que sabem! E outras vezes vão dizer-to porque realmente acreditam que aquilo é mesmo o melhor.

Vão dizer-to pelas mais variadíssimas razões, mas vão dizer-to e é nisto que te convidamos a reflectir, esta semana: quanto de ti há nas tuas decisões? E nas tuas opiniões? E no teu sistema de crenças, em geral?

É inevitável que o nosso sistema de crenças seja influenciado por factores externos a nós. O contexto familiar, cultural e social em que nascemos é o primeiro grande modelador, a seguir vêm as escolas, os amigos, os namorados e namoradas, as músicas que ouvimos, os programas que seguimos, os livros que lemos e tudo o que vai fazendo parte das nossas vidas.

Obviamente que há influências boas. Obviamente que é também fora de nós que colhemos sabedoria, estrutura, conhecimento e experiência para lidarmos com as nossas próprias vidas. Claro que sim.

Mas também existem influências menos boas – e é por isso que te convidamos a reflectir nisto.

As influências que te fazem ter ideias que não são compatíveis com o teu verdadeiro Eu, que te levam a ter atitudes, posturas, opiniões e até a fazer escolhas sérias na tua vida, sem que seja porque realmente é isso que TU queres.

É importante que perguntes a ti mesmo/a o quê que tu queres. O quê que tu gostas. Qual é verdadeiramente a tua opinião sobre algo. O quê que tu sentes! perante algo ou sobre algo. É importante que sintas, com o teu coração, qual é a verdade que te move, em todas as coisas.

É importante porque é cuidando da relação contigo mesmo/a que encontras o teu equilíbrio e o teu bem-estar. No contexto do nosso trabalho como terapeutas holísticas, na grande maioria das vezes, a grande causa para o desequilíbrio que as pessoas que nos procuram sentem, vem precisamente da falta de nutrição na relação consigo mesmas – e ao trabalharmos essa nutrição, o equilíbrio vai tomando forma.

É importante que tu saibas quem TU és e o quê que TU queres para ti. Que penses com a tua própria cabeça, que sintas com o teu próprio coração, que escutes a tua intuição, também.

Como é que isso se faz?
Com tempo para ti. Tira tempo para ti. Para estares só contigo. Abre a janela, respira fundo, fecha os olhos, sente a brisa no rosto, foca-te em ti. Questiona-te. Faz essas perguntas a ti mesmo/a. Fala contigo.

Claro que compreendemos que nem sempre consegues fazer exactamente o que tu queres, pois há decisões que incluem outros, também. Se por exemplo adoravas pintar quadros mas tens responsabilidades financeiras que não te permitem simplesmente despedires-te do trabalho que tens para te dedicares somente à pintura, tudo bem, é compreensível, mas não desistas totalmente do que desejas! Pinta nas tuas folgas, no teu tempo livre. Todas as semanas, agenda esse pedaço de tempo para a tua pintura. Inicia um projecto teu. Faz um site. Páginas nas redes sociais. Mostra o teu trabalho, começa a vendê-lo, vai criando e evoluindo. Começa, se é isso que tu realmente queres.

Há quem te vá apoiar e incentivar, há quem vá desvalorizar a tua paixão pela pintura. Não cedas à pressão dos outros – não tens que agradar aos outros, especialmente quando isso implica que te anulas, oprimes e ressentes. Especialmente quando isso interfere com a tua harmonia e estabilidade interna (e externa, também).

Serve para quem quer pintar, serve para quem quer (ou não quer!) fazer outra coisa qualquer – serve para toda e qualquer situação onde o mote seja o mesmo: encontrar o equilíbrio entre aquilo que realmente se quer e aquilo que se está a fazer por pressão externa.

Porque ao final do dia, é isto que importa: o teu equilíbrio. Emocional, mental, físico, espiritual. O teu equilíbrio, a tua estabilidade interna, que te sintas bem. Bem contigo mesmo/a. Bem na tua pele. De bem com a Pessoa que És – isto é o que importa e não deves, nunca, deixar de caminhar até chegares aí, a esse sítio interno onde estás em paz contigo mesmo/a.

Com bênçãos de Paciência, Coragem e Resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Respira fundo.

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Entramos na segunda semana de Janeiro e, para uma grande parte das pessoas, a boa disposição motivada pela promessa de um novo ano e de novos objectivos a cumprir já se perdeu… Dando lugar ao stress. O stress porque ainda não começámos a dieta, ainda não nos inscrevemos no ginásio, ainda não iniciámos o blog, ainda não arrumámos os armários, ainda não começámos a ler, nem a meditar, nem a planear, nem a agir, nem a fazer. As rotinas voltaram a preencher o mesmo espaço de sempre, nalguns casos parece que ainda preenchem mais, o tempo passa a correr, não dá para nada – e lá vem o peso do “não consigo”, “não vou conseguir”, “falhei”.

É aqui que é preciso aprender a parar. Um bocadinho. E respirar fundo. A sério, só isto: parar e respirar fundo.

Convidamos-te a que faças isso agora, neste preciso momento. Inspira profundamente pelo nariz, expira profundamente pela boca. Mais duas vezes, de olhos fechados, por-favor.

Agora leva a mão ao teu coração. Diz, a ti mesmo/a: “Consegues, sim. Calma. Vai correr tudo bem.”

E volta a respirar fundo.

Melhorou?
De certeza que sim. Pelo menos um bocadinho. É muito importante que saibamos gerir a nossa agitação interna, especialmente com estas vidas contemporâneas que temos, repletas de rotinas, afazeres, chamarizes de atenção e de stress. É muito importante sabermos lidar connosco mesmos/as porque é connosco que estamos o dia todo. Sempre. A todo o momento. Que afirmação óbvia, não é? No entanto, raramente paramos para pensar nisto – somos nós que estamos connosco, em todos os momentos. Então há que sabermos lidar connosco sim, sabermos ser nossos/as amigos/as. Sabermos levar a mão ao nosso coração e serenar a agitação excessiva. Não só para lidarmos com o dia a dia mas também para que, pelo meio das nossas rotinas e obrigações, ainda sobre espaço interno para realizarmos os tais objectivos que no início do ano queríamos tanto realizar. Ainda podemos, sim. Não perdemos a possibilidade de concretização só porque não começámos na primeira semana de Janeiro. Não temos obrigatoriamente que começar objectivos novos ao dia 1, ou à Segunda-Feira – qualquer dia é um bom dia para começar!

É também importante seres realista! Com o teu tempo, com o teu espaço, com o teu ritmo. Não é preciso fazer tudo de uma vez. Mais vale um passo pequeno, mas firme, do que a tentativa de dar 10 passos ao mesmo tempo e acabar por tropeçar e não dar nenhum. Um passo de cada vez, com foco e determinação.

E respira fundo, pelo meio. Basilar que te lembres de ir respirando fundo.

Com bênçãos de Coragem e Resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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