Aproveita e anda com os pés descalços na Natureza!

Não é a primeira vez que vos falamos sobre isto na Dica da Semana, mas esta é daquelas dicas que vale mesmo a pena lembrar.

É Verão, vamos à praia, fazemos caminhadas na Natureza, andamos mais em jardins e parques… E é perfeito para pormos os pés directamente na terra e enraizarmos com mais força!

É comum conhecer-se os 7 chacras principais (pontos de energia vitais ao funcionamento do nosso Ser), mas nós não temos só esses chacras. Temos muitos outros, nomeadamente vários pequenos chacras na planta dos nossos pés cujas ligações energéticas se denominam de raízes e que servem de suporte à nossa ligação com a Terra.

A base do nosso corpo físico começa nos pés e a do nosso corpo energético também (assim compreendemos pelos nossos estudos feitos até agora). Por isso, assim como a saúde dos nossos pés é fundamental para a sustentação do nosso corpo físico, a saúde das nossas raízes energéticas também o é, para a sustentação do nosso corpo energético.

Vivermos esta vida urbana moderna distancia-nos do contacto directo com a Natureza – e isto enfraquece as nossas raízes. E é interessante adicionar que raízes enfraquecidas contribuem energeticamente para manifestações como: tonturas, dores nas pernas e/ou na coluna, dificuldade em concluir objectivos, sensação de bloqueio e falta de concentração frequente na realização de tarefas diversas.

Uma das formas mais simples de fortalecer as nossas raízes e criar um contacto mais próximo com a Natureza é precisamente a que esta dica refere: andar descalço na Natureza. E agora, no Verão, é ainda mais fácil de conseguirmos fazê-lo! É descalçar e sentir o toque da Natureza directamente nos pés – da terra, da relva, da areia. Caminhar sobre a Natureza sem separações – só Ela e a nossa pele.

E se nesse momento adicionarmos a consciencialização do que estamos a fazer, ou seja, focar a nossa atenção nesta consciência de que nos estamos a conectar à Terra e à Natureza – melhor ainda!

Bons passeios de Verão!

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Carta do Mês | Agosto 2023

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Queridas Pessoas,

Agosto é um mês intenso. É forte, é bonito, a Natureza está no seu expoente máximo de Verão – vibrante, rica, abundante, colorida – e Leão é o signo que rege a maior parte do mês. Tudo componentes fortes de expansão de luz e brilho. E dos Arcanos do Tarot, para nos deixar um conselho para o mês, vem a Rainha de Paus – a Rainha dos mistérios, a Rainha da intuição e do Mundo espiritual.

Então casando isto tudo, a inspiração que me chega é a de vos escrever o seguinte…

Onde está a vossa intuição? Onde está aquela voz que sabe, aquela voz que vem do âmago do vosso Ser, que vos traz uma sabedoria profunda sobre a verdade. A verdade que às vezes é bonita e noutras não, que às vezes é fácil e noutras não, que às vezes é simples e noutras não… Mas que é a verdade. E nós sabemos. No fundo, no fundo, sabemos.

Com todo o respeito e carinho pelo intelecto racional, analítico e lógico (abençoado seja que nos permite pensar e raciocinar), mas há momentos e situações onde a intuição fala sem ter propriamente uma razão. O instinto diz “confia”, “não confies”, “agarra esta oportunidade”, “tem esta conversa”, “faz esta mudança”, “hoje, descansa mais um pouco”. Nas mais variadas coisas, o instinto, a intuição, falam connosco. E nós tendemos a ignorar. Porque “não tenho tempo”, “porque não faz sentido”, “porque razão x, y e z”. E não é que não devamos de pensar no que nos diz o instinto, sim, devemos. Vivermos sem noção da realidade, como balões ao vento, também não é a opção mais razoável para se viver com os pés na Terra. Mas lá está – é pensar no que nos diz o instinto ao invés de só o ignorar.

Vamos dar-lhe um pouco mais de crédito – é o que nos pede a Rainha de Paus. Nós somos a magia da vida, da própria vida em si. Nós temos a capacidade incrível de criarmos o que desejarmos criar. É levarmos a mão ao peito e sentirmos o milagre deste coração que bate cá dentro, cheio de vida, cheio de possibilidades! É activarmos a nossa energia criativa, termos fé em nós, agarrarmos a nossa força de vontade! É sabermos que a magia da vida está lá mesmo que os olhos não a vejam, porque a intuição, o instinto, assim no-lo diz: a força da fé! A fé que não precisa de formato nem de doutrina – a fé de somente sabermos que não estamos sós. Que há esta força imensa que move os ciclos da vida, os ciclos da Terra e da Natureza que nunca deixam de fluir – esta mesma força da qual somos também feitos e que nos guia… Para onde quisermos ir.

Unir à luz do mês de Agosto a luz da intuição e da fé. Forças poderosas para o caminho em frente.

Vamos lá!

Um abençoado Agosto, repleto de coragem e perseverança!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Alinha as tuas palavras com aquilo que realmente desejas.

Existe uma crença generalizada de que as palavras são “só palavras”. Perdeu-se a noção, ao longo dos tempos, de que a palavra é muito mais do que isso. Antigamente, os nossos antepassados utilizavam a palavra com a mesma seriedade com que hoje assinamos contratos e formalizamos promessas. A palavra, antigamente, era suficiente. Era honrada, tida como um vínculo de honra. Tida como algo a, indiscutivelmente, cumprir.

Quem não cumpria com a sua palavra seriam os desonestos, os corruptos, os indignos, os traidores.

… como é que chegámos aqui?
A este sítio onde, actualmente, dá-se zero crédito à palavra. “Palavras leva-as o vento”, “não importam as palavras, importam as acções” – é de uma desvalorização atroz.

E, acreditamos, uma valorização a resgatar. Mais uma.

Porque a palavra, queridas Pessoas, é muito mais do que parece. A palavra é uma forma de materialização da nossa energia. Nós falamos para nos expressarmos, certo? Falamos para nos movimentarmos na direcção do que almejamos, certo? Então a palavra, a uma larga escala, materializa, manifesta, aquilo que estamos a criar.

Leiam de novo o último parágrafo, por-favor, e processem-no. Sintam-no.

E a partir daí, sugerimos como Dica desta semana, que reflictam nisto. Nas vossas palavras. Estão alinhadas com o quê? Com as vossas verdadeiras intenções? Com o que realmente desejam? É que se não for com isso que estão alinhadas, convidamo-nos a repensar naquilo que dizem. Desabafos, todos temos o direito a fazer. Momentos infelizes de dizer o que não queríamos dizer, todos temos o direito a ter. Mas o quê que alimentamos como conversa regular? O quê que dizemos com mais frequência?

“Eu acredito que consigo alcançar os meus objectivos” ou “não consigo/não posso/não tenho tempo/não sou capaz”…? Por exemplo.

Observem. E façam as alterações que considerarem necessárias para que a vossa palavra, a força da vossa palavra, seja um impulso construtivo àquilo que desejam criar em vós e nas vossas vidas.

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Aquele objectivo que ficou para trás? Começa agora.

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Sabes aquele objectivo com que arrancaste 2023? Aquele que até foi pensado, planeado, possivelmente iniciado (ou nem isso, nalguns casos!), mas que, algures por entre Janeiro ou Fevereiro, foi esquecido?

Aquele objectivo que te fez sentir um nervoso miudinho de euforia durante a última semana de Dezembro só de pensares que “a partir de Janeiro é que é!” – onde está, agora?

Se não está em lado nenhum, se desististe, esqueceste, ou entraste naquele registo do “oh, agora já nem vale a pena, quando tiver tempo, logo se vê…” – pedimos-te que reconsideres.

Se era uma coisa assim tão importante para ti ao ponto de ser um objectivo para o ano, porquê desistir?

Nós temos esta ideia fixa de que Janeiro é o melhor mês do ano para arrancar com objectivos, ou que tem que ser a uma Segunda-Feira, ou que tem que ser no dia 1 de um mês, ou numa qualquer outra data especial… E não é que isso seja errado, podes obviamente fazê-lo, mas… Qualquer outro dia é igualmente válido e absolutamente PERFEITO para arrancares. A verdade é que a única coisa que realmente importa é que comeces.

A verdade é que a única coisa que realmente importa é que pares um bocadinho para perceberes se esse objectivo é realmente importante para ti e, se for, que arranjes o tempo que mereces para ti e para as tuas coisas. Pode ser exactamente por isso – porque não arranjas tempo para o que realmente desejas para ti – que não te sentes tão bem, nem tão motivado/a ou animado/a.

Então para esta semana é isto que sugerimos: começa. O que quer que seja que tinhas estipulado fazer para ti, porque sim, porque queres, porque gostas, porque é importante para ti – começa agora. Arranca. Segue em frente.

Força

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Não cedas.

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Enquanto crianças, todos/as nós temos uma capacidade incrível de sonhar. De imaginar. De viver em harmonia com o fluxo da vida, acreditando em todas as possibilidades. Saltitamos em êxtase, pintamos e desenhamos, abrimo-nos à hipótese de que podemos ser o que quisermos ser. Usamos cores, queremos brilho, rimos alto, sentimos a magia da vida.

É natural que com o crescimento uma parte desta euforia se perca. Amadurecemos, adquirimos responsabilidades, envolvemo-nos com as rotinas e as tarefas inúmeras que uma vida adulta acarreta. Faz parte, sim.

Mas, algures por entre esse caminho de crescimento, há uma altura crítica. Há uma altura em que a pressão da vida social, a pressão dos outros, a pressão das responsabilidades, a pressão de termos que pertencer e corresponder ao que é esperado de nós provoca uma quebra num dos sítios mais importantes de nós mesmos/as: na nossa essência.

E, por norma, nós não nos apercebemos disto. Nós não sabemos quando ou onde foi. O que sabemos, a determinada altura, quando as crises existenciais aparecem, é que nos sentimos perdidos/as de nós mesmos/as. O que percebemos, a determinada altura, é que estamos a ser e a fazer exactamente aquilo que prometemos a nós mesmos/as que não faríamos e não seríamos.

E atenção: aqui não estamos a falar daquelas que são aprendizagens naturais, necessárias e saudáveis de se fazerem no sentido do nosso crescimento, ganho de maturidade e evolução pessoal.

Estamos a falar de quebras de espírito. Estamos a falar de cedermos à pressão exterior, ao Mundo “lá fora”, à pressão de “ser diferente” do que a maioria é, faz e diz. É seres alguém que detesta maledicência e intrigas e dares contigo a seres assim porque no teu ambiente de trabalho toda a gente o é. É seres alguém que quer uma relação amorosa com conteúdo e dares contigo a aceitar relações vazias de afecto e compromisso só porque é o que o teu grupo de amigos faz. É seres alguém que entra numa profissão com valores nobres e vontade de fazer melhor e acabares por dar contigo a fazer exactamente aquilo que sabes que é incorrecto porque é o que toda a gente faz. É perderes a tua voz, os teus valores, as tuas convicções, as tuas vontades, sonhos e desejos. É perderes-te de ti. É disto que estamos a falar.

Então, Querida Pessoa, esta semana a Dica é esta: faz uma revisão interna sobre ti. Sobre onde tu estás, quem tu és e naquilo em que te tornaste. Avalia se estás feliz com quem tu és. Avalia se manténs em ti tudo aquilo que é importante para ti. E se manténs, óptimo. Agarra com unhas e dentes e não cedas! Se não tens, se perdeste algo de valioso pelo caminho, respira fundo e vai buscar. Resgata das profundezas do teu Ser essa voz, esse valor, essa convicção. A tua integridade. E agarra com unhas e dentes, não voltes a ceder!

Nunca é tarde para te reencontrares a ti mesmo/a. A hora é agora. E por muita pressão que o Mundo te faça, não cedas ao que põe em causa o que é importante para ti. Não cedas ao que põe em causa os teus valores, princípios, sensibilidades e particularidades. Não cedas ao que põe em causa o que é nobre, bom, bonito, do bem. Não cedas ao cinzento, ao mais ou menos, ao morno, ao “porque sim”, “porque a maioria faz”. Não cedas.

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Arte de Emilis Emka

Deixa as lágrimas caírem, quando elas quiserem cair.

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Conhecem aquela sensação de nó na garganta, quando as lágrimas sobem de rompante e nós forçamo-las a ficarem cá dentro, contidas? Aquela fracção de segundos em que sustemos a respiração, numa tentativa intensa de que o choro não rompa por nós a fora? Até dói, não é?

Dói porque contemos. Dói porque não deixamos sair. Dói porque essa emoção intensa que se levantou em nós precisa das lágrimas para escoar… Tal como a força das águas que é contida por barreiras nunca deixa de fazer pressão contra as barreiras… Porque água é movimento. E as emoções são movimentos, em nós, também.

E nós temos esta mania de calar as emoções, de sufocar os sentimentos, de atafulhar tudo o que vem do coração para um canto de nós mesmos – por vergonha, por medo, por trauma… E no auge desta repressão reprimimos a maior forma que o nosso corpo tem de escoar a onda intensa de emoção: através das lágrimas.

Porque aprendemos que chorar é fraqueza, é fragilidade, é dar parte fraca, é mostrar vulnerabilidade… Tudo crenças castradoras que urgem de serem transformadas, pois levaram-nos a um estado de sufoco constante, ao qual nos habituamos com o tempo, sobre o qual achamos que temos controle, com a mesma ilusão de quem acha que controlou as águas com barragens e barreiras… Parece, sim. Mas a pressão das águas continua lá, contra as barreiras, assim como a pressão das nossas emoções continua cá, dentro de nós.

E há um longo caminho interno a fazer na reconexão com as nossas emoções e sentimentos… Mas podemos começar por algum lado e esta semana sugerimos que comeces por aqui: larga o medo e a vergonha de chorar. Chorar não te enfraquece, antes pelo contrário, alivia-te. Põe-te em contacto com a verdade que em ti se move. Com a tua sensibilidade nesse momento.

Não importa o que os outros pensam ou vão pensar, importa que penses no que tu pensas sobre ti mesmo/a! E a partir do momento em que tu realizares que chorar não te enfraquece, esse nó deixa de doer. Porque as águas que em ti se movimentarem vão ter por onde escoar… Chores muito, chores pouco, chores por tristeza, por nervosismo ou por alegria…!! Deixa sair. Deixa só sair. Alivia. Liberta. E segue caminho de cabeça erguida, porque vais mais leve nos passos a dar em frente.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Não ouças só por ouvir. Escuta MESMO o que alguém tem a dizer.

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Certamente que sabes o que é ouvir um desabafo. Ou simplesmente ouvir o que alguém tem a dizer.

… mas já paraste para sentir o que alguém tem a dizer? Para realmente escutar?

É que na maioria das vezes nós não escutamos verdadeiramente os outros… Ouvimo-los, apenas. Às vezes, muitas mais do que gostaríamos, nem isso, ao certo. Alguém está a falar connosco e nós estamos à procura da resposta que lhes vamos dar, estamos a forjar a nossa opinião, estamos à procura da nossa razão. Nessa busca automática sobre o que NÓS TEMOS A DIZER sobre o que estamos a ouvir, nós não ouvimos, verdadeiramente, o que o outro nos está a dizer. E, desta forma, nós não entendemos verdadeiramente o que o outro nos está a dizer. Já alguma vez tinhas pensado nisto?

Este é o convite que te fazemos esta semana. Que realmente pares para escutar o que alguém te está a dizer. Que realmente escutes.

Fazer isto é verdadeiramente só ouvir. Focares a tua atenção no que a pessoa te está a dizer e não no que estás a pensar sobre o que ela está a dizer. Olha para ela. Ouve as suas palavras e vê as suas reacções. Sente. Usa o teu coração. Sente.

Só depois de parares para realmente ouvir poderás forjar a tua opinião. Até podes precisar de um compasso de tempo para reflectir “espera… deixa-me pensar um bocadinho antes de te responder.” – não tem mal nenhum. És tu a digerir verdadeiramente o que te foi dito. És tu a sentir. E quando devolveres uma resposta, fá-lo a pensar na pessoa. Fá-lo a partir da pessoa que falou contigo. Fá-lo a partir de um lugar interno de empatia. Porque este é outro erro comum que cometemos – o de devolver respostas baseando-nos no que NÓS SOMOS. Mas não és TU que estás a falar. É ela, a outra pessoa. Então, aquilo que TU farias pode não ser o mais indicado para ela. Precisas de a entender a ela, para devolveres uma resposta útil. Precisas de te pôr no lugar dela, primeiro. Empatia.

Claro que a partir daí a tua resposta pode passar por dar o teu exemplo, dizer-lhe o que tu farias, o que resulta contigo. Sim. Mas foca isso mesmo – que é a TUA perspectiva. Dá-lhe espaço para escolher se isso faz sentido para ela ou não. E não te aborreças se não ficar com o teu conselho, ou se não tem a mesma perspectiva do que tu; ninguém tem verdades absolutas, somos todos diferentes e o que resulta para uns, pode não resultar para outros. E está tudo bem.

Também poderá dar-se o caso de não teres resposta nenhuma a dar. E não há mal nenhum nisso. Abraça-a. Diz-lhe que estás aí. Diz-lhe que a ouviste. Que a entendes. Às vezes, é tudo o que é preciso – não nos sentirmos sozinhos.

É muito importante cultivarmos uma comunicação consciente, nas nossas relações. Saber realmente escutar. Entender a pessoa que temos à nossa frente. Da mesma forma como gostaríamos que fizessem connosco, certo? Sentirmo-nos compreendidos é uma coisa poderosa. Extremamente positiva e motivadora.

Então, cultivemo-lo nas nossas relações.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Faz uma coisa daquelas que gostas mesmo de fazer!

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Pensa numa coisa que gostas mesmo de fazer. Gostas por prazer, porque te faz sentir bem, porque te traz alegria, bem-estar, diversão… Uma coisa que fazes por puro gosto. É o quê?

Há quanto tempo não a fazes?
Porquê?

… obviamente que não sabemos as respostas às tuas perguntas, elas estão aqui para tua reflexão e certamente que terás boas razões para não fazeres essa coisa que tanto gostas há algum tempo… Mas convidamos a que reflictas nisto: quanto tempo, do teu tempo, é dedicado a ti? Às coisas que tu gostas, que te dão prazer de fazer?

Bem sabemos que a vida é cheia de rotinas, obrigações e afazeres… E numa rotina de dia-a-dia cheia, alguma coisa fica para trás… É normal. O problema é que, por norma, o que fica para trás é precisamente aquilo que nos daria um recarregar de baterias maior. Fazeres as coisas que gostas de fazer não é perda de tempo, é INVESTIMENTO de tempo em ti. Na regeneração do teu bem-estar. Na regeneração da tua alegria, dos bons sentimentos que te motivam e ajudam no dia-a-dia…

Então, esta semana, convidamos-te a re-avaliares a tua agenda e a perceberes onde é que podes encaixar um tempinho para ti, para fazeres precisamente esta coisa que gostas muito e da qual te lembraste hoje. Parares um bocadinho para nutrires o teu interior com as coisas que gostas, pode ser exactamente o que precisas, neste momento.

Pensa nisso.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Carta do Mês | Fevereiro 2023

Fevereiro 2023 para site

Queridas Pessoas,

Fevereiro já vai longo mas, ainda assim, tirei-nos uma cartinha como conselho para reflectirmos sobre este mês e é o 2 de Paus que nos chega, trazendo-me a inspiração de vos escrever o seguinte…

Fevereiro é um mês que nos recorda de celebrar o amor, com o São Valentim. Isto pode ser agri-doce: para os casais é dia de festa; para quem não tem par romântico pode ser um dia melancólico. E haverão também, certamente, uma série de pessoas a quem o dia não faz grande diferença. Seja como for, é um dia apenas, mas que deixa Fevereiro muito pautado por esta energia de romance.

Ora o 2 de Paus é uma carta que nos fala de dúvidas. E existem umas quantas cartas no baralho de Tarot que nos falam de dúvidas, mas todas elas trazem nuances diferentes, tipos de dúvidas diferentes, por assim dizer… O 2 de Paus, especificamente, fala-nos daquele tipo de dúvidas que às vezes temos que na verdade não são dúvidas nenhumas, porque nós já sabemos tudo. Já sabemos o que é, o que não é, o que queremos e não queremos, já temos todos os dados que precisamos para fazermos a nossa escolha – provavelmente até já a fizémos! – mas falta-nos a coragem para a manifestar. A coragem para realmente decidirmos aquilo que já sabemos que queremos e que é o melhor para nós.

Vamos casar estas duas peças e reflectir nisto: é normal ter-se dúvidas num relacionamento. Vários tipos de dúvidas: dúvidas sobre sentimentos, sobre a compatibilidade nas mais variadas coisas, sobre os próximos passos a dar na relação… É normal. É humano.

Mas é o 2 de Paus que sai, hoje, para quem calhar de ler este conselho. Então, para ti, que estás a ler estas palavras: tu sabes. No fundo, no fundo, tu sabes. Tu já sabes o que queres e o que não queres. Então, respira fundo. Procura dentro de ti a coragem de assumires aquilo que tu já sabes. Seja o que for. E fala sobre isso.

Seja porque está na hora de assumir que uma relação acabou;
Seja porque há alguma coisa sobre a qual queres muito falar com a pessoa com quem estás numa relação;
Seja porque estás a iniciar uma relação e estás naquele jogo inicial de fingir que não te importas e que não sabes mas sabes sim e sabes que queres avançar com um compromisso maior com aquela pessoa;

… seja o que for que tu já sabes o que é – fala sobre isso. Põe na mesa. Comunica. Escolhe resolver. Escolhe desatar o nó que sentes na tua vida, porque os nós só te vão atrasar e chatear e moer. Então, se já sabes o que é, vai em frente.

Coragem!

Um abençoado Fevereiro, repleto de coragem e avanços em frente!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Diz a quem amas, que amas.

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Em semana de São Valentim, muito se fala no amor. E é bom, falar-se no amor. É bom celebrar-se o amor. Não só o amor romântico, mas também o amor da amizade, o amor da família, o amor que sentimos, nutrimos e emanamos nos nossos relacionamentos.

E paralelamente a estas celebrações e aos inúmeros posts que se vê nas redes sociais nesta altura sobre o amor, existem também muitas referências a uma coisa que passa como “chata” nestes dias, mas que é a mais pura das verdades: “o dia de São Valentim devia de ser todos os dias.” – que é o mesmo que dizer que devíamos de amar e expressar amor todos os dias.

E devíamos, sim. É importante que existam dias que nos levem a parar para celebrar as coisas importantes: o amor, a Mãe, o Pai, a Criança, a Família… Mas mais do que parar um dia para celebrar as pessoas que amamos, o que seria mesmo, mesmo óptimo, era que a partir desse dia nos lembrássemos muito mais vezes de o fazer.

Então hoje é Sábado, 18 de Fevereiro. A Dica da Semana vem em modo fim-de-semana, aquela altura em que, por norma, convives mais com as tuas pessoas. Que tal fazeres um brinde ao amor que vos une? Só porque sim, sem que nenhuma data especial o peça. Só porque amas. Hoje e todos os dias. Que tal, hoje, um dia tão bom como outro qualquer – seja qual for o dia em que estiveres a ler isto! – dizeres às pessoas que amas, que as amas?

Num convívio, numa visita, num telefonema, numa mensagem. Dizer só porque é verdade. Dizer só porque sentes. Dizer só porque é esse o sentimento que vos une. Ao marido, à mulher, ao namorado, à namorada, à Mãe, ao Pai, aos irmãos e irmãs, às avós e avôs, aos amigos e amigas… A quem quer que ames.

Só porque amas. Só porque sim.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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