Chá de Limão com Mel: um aliado no Inverno!

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Querida Pessoa,

Esta semana temos uma Dica muito prática e que, certamente, não será propriamente uma novidade para ninguém… Mas sim um lembrete!

É lavar bem um limãozinho, tirar duas ou três casquinhas (cortar o mais finas possível, pois quanto menos da parte branca tiverem, mais saboroso fica!), colocar numa chávena, encher de água fervente, deitar uma ou duas colherzinhas de chá com mel, mexer bem… Et voilá! Prontíssimo, um delicioso chá de limão com mel!

Rico em vitamina C, nutritivo, quentinho e saboroso – um poderoso aliado durante a época de frio do Inverno!

Toda a gente sabe disto, não é?
Mas, e lembrar? Na hora em que começa o nariz a pingar, ou a garganta a ficar mais arranhada, esquecemo-nos tantas vezes de que também há isto: estes aliados naturais que auxiliam no processo de recuperação de constipações, gripes e afins! Mesmo quando é necessário ir ao médico e tomar medicamentos, não deixem o cházinho de fora, ajuda e muito!

Então aqui fica, o lembrete: ponham na lista de compras mel e limão, para terem em casa, sempre à mão!

Até porque não tem que ser bebido somente quando nos sentimos a ficar doentes… Por aqui, este chá é bebido com regularidade, ao longo do Inverno!

Com bênçãos de saúde e amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Carta do Mês | Janeiro 2023

Janeiro 2023 para site

Queridas Pessoas,

Desde 2017 que esta rubrica está em pausa. Mas este ano, a necessidade de voltar a escrever-vos falou mais alto, e o resgate da Zona Blog está a acontecer. Assim sendo, voltam as nossas Cartas do Mês, onde uma carta é tirada do baralho do tarot com o pedido e a intenção de ser um conselho para o mês de todos/as os/as que a lerem.

Para Janeiro de 2023 chega-nos o Julgamento, como conselho. E a inspiração que me surge é a de vos escrever o seguinte…

Há alturas nas nossas vidas em que nós achamos que já sabemos tudo. Temos uma absoluta convicção nas nossas ideias, temos os nossos planos traçados ao milímetro, temos opiniões altamente formadas e solidificadas sobre a vida. E não há mal nenhum em termos convicções. Certezas. Solidez.

Mas é importante que mantenhamos a flexibilidade interna para continuarmos a aprender… A flexibilidade interna para nos permitirmos ser contrariados pela própria vida, a flexibilidade interna para nos permitirmos parar para reflectir quando algo não está a correr exactamente como pensávamos que era suposto, conseguindo reavaliar, reajustar, reformular ideias, opiniões e convicções. Esta será a grande diferença entre desistir e continuar, mesmo perante as contrariedades e desafios da vida.

É importante aceitarmos que a vida está sempre a acontecer e que pode surpreender-nos, independentemente da nossa idade, experiência e caminho já feito. Surpreender-nos com experiências e vivências novas que despoletem reacções novas em nós, que façam emergir partes de nós que ainda não conhecíamos. Que isso não nos assuste, porque não há nada de errado connosco. Há, sim, um Universo imenso dentro de cada um/uma de nós, e é absolutamente natural que levemos toda a vida a conhecê-lo em detalhe. Não é menos caminho, não é menos sabedoria, não é menos nada – é precisamente o oposto! – é mais! É mais conhecimento, mais autoconhecimento, mais experiência para enriquecer a própria jornada pela vida.

E isto não vale só para o que é novo, mas para o que já é conhecido por nós. Oh, sim. É inteiramente possível que nos deparemos com situações que já sabemos quais são, com as quais já lidámos por vezes até mais do que uma vez, e ali estamos “outra vez!”, “no mesmo sítio”. Até custa a ver. Até custa a aceitar. Porque “já sabíamos tudo sobre isto”. Convido-vos a saírem desse bloqueio, porque certamente que não é exactamente igual… Não quando já foi feito caminho sobre isso. Se estão lá, de novo, é porque há mais qualquer coisa a entender, a trabalhar, a resolver. É porque há um aprofundamento a fazer. É aí que é necessária a flexibilidade para voltar a reflectir, com a humildade de quem sabe que a vida é uma aprendizagem constante, e aceitar os reajustes e/ou mudanças de perspectivas que, desta vez, a vida nos está a convidar a fazer.

Não, não sabemos tudo. Não, não temos as verdades absolutas. Então, vem o Julgamento, dizer-nos que às vezes a vida dá-nos um abanão para que, precisamente, não estagnemos na arrogância. Para que nos mantenhamos atentos/as, perspicazes, audazes, vivos/as!! VIVOS/AS!! A viver a vida, a aprender com ela, a saboreá-la.

Ninguém é menos nada por perceber que “afinal ainda não sabia tudo sobre isto”. Pelo contrário. Isso, é ser mais. Isso, é continuar a evoluir.

Que saibamos manter o espírito curioso pela vida, o brilho nos olhos de quem continua a aprender, a resiliência de quem, mais depressa ou mais devagar, não pára de caminhar em frente.

Um abençoado Janeiro, repleto de coragem, força e fé!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Imagem de Johanna Samna

Objectivos 2023: um passo de cada vez!

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Querida Pessoa,

Que tenhas um belíssimo 2023! Recheado com as maiores bênçãos, de tudo o que mais desejares para ti. ♥

Por aqui, decidimos começar o ano a escrever-te, desejando que finalmente este ano consigamos retomar a periodicidade que desejamos na nossa Zona Blog.

Para quem já nos lê há uns anos, a mensagem que hoje temos a passar não é nova – mas sim, vamos repeti-la novamente, pois continuamos a sentir ser necessário passar-te isto: não precisas de pôr em prática todos os objectivos da tua vida no mês de Janeiro, de uma vez só!

É verdade que o início de um novo ano dá um impulso de motivação extremamente positivo na realização dos nossos objectivos e devemos aproveitá-lo, sim!, mas com conta, peso e medida. A tendência de arrancarmos Janeiro com uma lista enorme de “este ano é que é!”, cheia de tópicos, todos para começar “já”, “agora”, “na primeira semana”, “nos primeiros dias do ano”, “no primeiro mês do ano”, é muito giro, é muito entusiasmante, mas rapidamente se torna muito frustrante, também… Pois na grande maioria das vezes – e dizemos-te isto com todo o carinho – não é realista.

Pontos a ter em conta para reflexão:

  1. Por norma iniciamos Janeiro meio cansados, enfartados das comidas (e bebidas!) de Natal e de Ano Novo, a precisar de sopas e descanso para repor as energias despendidas na correria e vivência das festas;
  2. Estamos em pleno Inverno. Inverno é tempo de pausa. De abrandar. De planificar um passo de cada vez, pois são tempos de recolhimento, de reflexão, de maturação;
  3. É muito difícil arrancares com muitos objectivos de uma vez só, especialmente se alguns já andam a ser arrastados de ano para ano… Não porque não consigas fazê-los, mas porque há que ter em conta que o ano mudou, mas a tua vida continua preenchida por trabalho, tarefas, afazeres, rotinas de coisas que te ocupam tempo.
  4. E o problema é precisamente esse: como acabas por não conseguir cumprir com tudo o que te propões no curto espaço de tempo que são as primeira semanas do ano, acabas por sentir que não consegues. A meio de Janeiro já a pica vai a meio, no fim de Janeiro já desististe da lista, em Fevereiro “esquece”, “logo se vê”. E é precisamente para contrariar ISTO que te escrevemos esta Dica.

Portanto, sugestões:

  1. Esquece todo o ruído de fora que te força a acreditares que tens que mudar a tua vida toda em Janeiro de 2023;
  2. Tira um bocadinho para ti, só para ti, fazendo-te acompanhar de uma chávena de chá quentinho, ou café, ou cacau (o que mais gostares), e senta-te contigo. Agora, respira. Profundamente. Sente a energia do Inverno com a sua poderosa Mestria de paciência, reflexão, silêncio, ponderação – e conversa contigo. Sente-te. Primeiro, sente o teu ritmo REAL. Não o que os outros têm, não como os outros fazem, não o que os outros dizem – o TEU ritmo! O TEU tempo! O TEU espaço! Sê realista com os teus ritmos e ciclos, com as tuas velocidades e compassos de espera. Agora, sim, pensa nos teus objectivos. Escreve-os numa folha de papel, ou caderninho. Todos. Põe lá todos, mas SEM DATAS! Agora, escolhe um. UM! E escreve-o numa outra folha, em branco. Agora olha para ele e, de forma realista, questiona-te acerca da sua dimensão… É um objectivo pequenino e fácil de concretizar? Ou grande e mais difícil? Se é pequenino estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção… Se é grande, divide-o em fases e parcelas, e depois então estabelece já um passo para dares esta semana, na sua direcção. Respira fundo, agradece-te pelo tempo investido em ti, cola a folha do objectivo a concretizar numa zona visível para te motivar e para que, após o passo 1, escrevas o 2 e por aí a fora…

… e a outra folha, a que tem os objectivos todos, guarda-a. Volta a ela quando tiveres este primeiro objectivo a fluir de forma razoável, tranquila, fazível. Volta a ela em Fevereiro, Março, Abril, Maio… Quando for altura. Quando for REALMENTE a altura. Porque todos os dias do ano são possíveis de assinalarem o começo de um novo objectivo. TODOS! Por agora, o que importa é começares. Mas começares saboreando, vivendo em pleno, celebrando a vitória de cada pequeno passo que dás.

Porque a verdade é que tu consegues, sim. Consegues. Mas tem que ser ao teu ritmo. Tem que ser no teu tempo. Tem que ser contigo ao comando da tua vida. ♥

Com bênçãos de coragem, fé, paciência e amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Traz música para o teu dia-a-dia!

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Sugestão para esta semana: põe música a tocar, na tua casa. Quando chegares do trabalho, põe música a tocar na televisão, no computador, na aparelhagem, no tablet, no telemóvel, onde quiseres!, mas põe música a tocar.

Deixa que toque enquanto tomas o teu banho, fazes o jantar, arrumas as tuas coisas… Deixa que toque e vai cantando, vai dançando, sozinho/a ou com quem viveres!

Deixa que toque e que ANIME o teu dia, a tua vida!

Experimentar afastar as cadeiras, mesinhas, obstáculos, e dançar um pouco, em tua casa! Sozinho/a ou com quem viveres! Abana o teu corpo, deixa que se mova como lhe apetecer, ao som das músicas que gostas!

“Ah, mas eu só ouço ópera…”
Então dança ao som de ópera! 🙂

Serve para absolutamente qualquer género musical de que gostes e que aches que “não se dança”. Danças o que tu quiseres! Não estamos a falar de dançar profissionalmente, estamos a falar de soltares o corpo, de te moveres ao som da música que te traz boa energia, como te apetecer!

Vais sorrir, vais rir, vais libertar, vais serenar, vais-te alegrar.

Experimenta. 🙂

Com bênçãos de alegria,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Confia em ti!

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Se andas numa luta interna com a frustração, pára um pouco e respira fundo.

Convidamos-te a fazeres este pequeno exercício: olha para ti como se estivesses a ver-te de fora. Olha para o teu dia-a-dia, para tudo o que já fazes desde que acordas até à hora que te deitas. Repara na quantidade de tarefas, rotinas, responsabilidades, afazeres, correrias com que lidas, todos os dias.

É dose, não é?

Ainda assim, olha para os sorrisos à tua volta. Para a quantidade de coisas no teu dia-a-dia que funcionaram e aconteceram porque tu as fizeste funcionar e acontecer!

Agora analisa novamente a tua frustração. Seja ela porque razão for.

O quê que precisas de fazer para alcançares o que desejas e sanares esse sentimento de frustração?

E como é que o podes fazer?

Respira fundo. Aponta estas respostas num papel. Faz um esquema de pequenos passos a ir dando, diária ou semanalmente, na direcção de alcançares o que desejas. E vai revendo esse papel, reorganizando os teus passos.

Não te esqueças de ir olhando para o teu dia-a-dia e percebendo se estás a ser realista com as exigências que fazes a ti mesma/o… Sê gentil contigo mesma/o.

E quando a negatividade quiser chegar, convencendo-te de que não consegues e de que não és capaz… Afasta-a. Afasta-a levando a mão ao coração, inspirando e expirando profundamente, sentindo o pulsar da VIDA em ti! Tu és o milagre da VIDA em acção!! E, em ti, sejas mulher ou homem, habita o Fogo da Criação! Consegues, sim! Claro que consegues! Foca-te no que desejas. Tem fé. Sê amorosa/o contigo mesma/o. Celebra as tuas conquistas. Aprende com as tuas derrotas. Faz pausas para descanso e mimo. Caminha ao teu ritmo, no teu tempo. Inspira, expira, confia em ti. Passo a passo. Confia em ti.

Com bênçãos de coragem,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Pedacinho de Conhecimento #1

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Aqui no Semeando acreditamos, mesmo, que o conhecimento sobre nós mesmos/as a um nível holístico é fundamental para um equilíbrio interno maior.

Porquê?

Porque, por exemplo, repara: a tua sensibilidade é a tua forma de sentir e reagir ao que quer que seja com que te depares – e até aqui tudo bem.

Mas também existe a tua clarisensibilidade (assim chamamos): a tua capacidade de sentires mais do que apenas a ti mesmo/a – a capacidade de sentires os outros, os ambientes, a energia das situações… Tudo aquilo que não é teu! Há quem lhe chame ser-se sensitivo ou empata ou extra-sensível – vai tudo dar ao mesmo: é a capacidade de sentires, energeticamente, a vibração de coisas que não são tuas.

Isto faz parte de ti. Naturalmente. Faz parte de todos/as nós. Numas pessoas está mais activo do que noutras, tais como outros atributos de que somos feitos estão mais activos numas pessoas e menos noutras. E até aqui, continua a estar tudo bem.

Sabes o quê que não está tão bem? A falta de conhecimento. Porque a maioria das pessoas não sabe disto. Não sabe que a sua sensibilidade capta vibrações além de si mesmo/a – e é aqui que a confusão começa, pois muitas vezes, (muitas mais do que imaginas!), tu sentes coisas que não são tuas, mas que tu pensas que são. Às vezes passam despercebidas, pois tu andas a sentir coisas semelhantes e por isso, as dos outros, misturadas com as tuas, “apenas” assumem uma proporção maior. É chato, porque muitas vezes, a intensidade excessiva com que sentes algo poderia ser menos intensa e mais fácil de gerir se soubesses que metade daquilo não é teu… E depois há as vezes em que não passam despercebidas, porque tu sente-las mas não fazem ponte com coisas tuas, só que como tu não sabes que não são tuas e por isso assumes como sendo, entras em conflito, porque não entendes porque o sentes, qual a razão, porque ficaste assim “de repente”, o que se passa contigo… E aí é mais chato ainda, porque além de carregares um peso que não te pertence, ainda tens a mente baralhada e confusa.

A partir do momento em que começas a entender que há mais em ti do que só aquilo que vês e sentes à superfície, muitas coisas começam a fazer sentido. E ao fazerem sentido, começa a haver espaço para o equilíbrio. Aprenderes a limpar, proteger e nutrir a tua energia; aprenderes a conhecer as tuas próprias dinâmicas internas (pensamentos, emoções, sentimentos), para aprenderes a filtrar aquilo que é teu do que não é – tudo isto é importante para o teu equilíbrio.

Apesar de haver um caminho de aprendizagens a fazer, sublinhamos que é basilar a dinâmica do auto-conhecimento. O acto de aprenderes, ou estimulares, o contacto contigo mesmo/a. O diálogo contigo mesmo/a. O acto de te perguntares a ti mesmo/a se estás bem, o que sentes, porquê que o sentes… E o que podes fazer por ti mesmo/a, em teu auxilio, apoio e suporte… Nutrires uma boa relação contigo e cuidares de ti também a nível interno é meio caminho andado para conseguires gerir melhor qualquer dinâmica que aconteça em ti.

E se sentires que precisas de algum apoio ou ajuda, ou que queres aprender ou aprofundar este tema em ti e no teu caminho, podes espreitar os nossos serviços aqui no site: temos atendimentos, turmas e outras dinâmicas de trabalho que te podem auxiliar no teu caminho de descoberta, aprendizagem e integração pessoal e espiritual.

Para nos contactares: semeando.geral@gmail.com

Desejando-te um caminho próspero ♥
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Imagem de Semeando

Bebe água!

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Básica, esta dica, certo?
E no entanto, absolutamente necessária e tão facilmente esquecida pela grande maioria de nós! Esta até já é repetida, há uns anos falámos nisto, hoje decidimos falar novamente!

Podes pensar que beber um copo com água serve apenas para te matar a sede, mas é muito mais do que isso – é dares ao teu corpo a segunda coisa mais importante de que ele necessita para se manter saudável e equilibrado. Sabias que a seguir ao oxigénio, a água é o segundo elemento mais importante para a vida? Sabias que sentir sede é um indicador de que já ultrapassaste os limites da falta de água no teu organismo? Significa que já estás a desidratar e que o teu corpo já está em alerta. O ideal é ires bebendo água ao longo do dia, sem que precises de sentir sede para beber!

E qual a quantidade de água que deves de beber por dia? Podes reger-te pela regra comum dos conhecidos 1,5L a 2L de água por dia, mas é importante percebermos que existem vários factores que influenciam a necessidade de maior ou menor quantidade de água no organismo, como o clima, a quantidade/qualidade de alimentos ingeridos e a actividade física. Se estivermos em épocas de maior calor, naturalmente que perderemos mais água através da transpiração, tal como acontece se tivermos uma actividade física intensa. De igual forma, uma alimentação que contenha, diariamente, a ingestão de verduras, legumes e frutas contribui para a ingestão de alguma água, através dos alimentos.

Por isso, também é importante que escutes os sinais do teu corpo e percebas a quantidade de água de que necessitas, mediante o teu dia-a-dia e as tuas actividades.

Sinais de alerta para a desidratação: sede, pele seca, lábios secos e gretados e, até mesmo, falta de energia, são alguns dos indicadores de que deves ingerir mais água.

E se no final disto tudo ficaste com sede… Aproveite e bebe já um copinho – com água! 🙂

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Imagem do site goodfon.com

Começa uma actividade que te faça sorrir!

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No contexto do nosso trabalho com as pessoas temos dado conta de que há uma mensagem que se tem feito repetir muito, ultimamente: “dedica mais tempo a uma coisa que gostes mesmo de fazer.”

Um hobby. Uma actividade de lazer. Só porque sim. Não tem que ter propriamente uma utilidade prática, basta que te faça sorrir! Que te faça sentir bem. Que te consiga acalmar o pensamento e serenar o coração. Qual é a actividade que te veio à mente enquanto lias estas frases? Aquela que tu gostas mesmo de fazer? A TUA actividade?

Faz. Agora. Começa. Já.

Não vale ser uma coisa que “tem que ser”. Por exemplo, ires ao ginásio por obrigação não conta. Conta se tu vais ao ginásio porque GOSTAS de ir e porque te faz sentir bem e feliz! Atenção que não estamos a desvalorizar a ida ao ginásio, ahahah, apenas a dar este exemplo tão comum! Muitas pessoas vão porque precisam e não porque querem, então, para o objectivo daquilo que estamos a sugerir, não conta!

Esta é a única “regra” – deverá de ser algo que faças, pura e simplesmente, porque te apetece. Porque gostas. Porque te dá prazer. Geralmente é “a coisa” sobre a qual vais responder que “não tens tempo” de fazer. É exactamente essa que deves de começar, já, esta semana, a fazer.

Porquê?

Porque urge contrariarmos a quantidade de stress e agonia emocional e mental em que os eventos actuais nos colocam, consciente e/ou inconscientemente. Urge sorrirmos e encontrarmos forças para seguir em frente de coração cheio de amor, esperança e força de viver! Urge de nos sentirmos bem, o melhor possível! Urge de lutarmos por nós e pelo nosso bem-estar – físico, mental, emocional e espiritual.

E esta é uma das formas de o fazer – não tenhas a menor dúvida!

Começa, já, a fazer aquela coisa que gostas muito de fazer. E faz um bocadinho regularmente. Todos os dias, dia sim dia não, como quiseres. Mas faz. Mereces, sim. Mereces tempo para ti e para nutrir a tua alegria interna. Não tenhas a menor dúvida disso.

Com bênçãos de alegria e serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Faz um banho de sal.

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Sal marinho. Ingrediente presente e indispensável em todas as cozinhas. Mas sabias que podes usá-lo, também, fora da cozinha? 🙂

Além de todas as suas funções saborosas na culinária, o sal é também um excelente aliado no que toca à limpeza energética! Composto por micro-cristais, o sal marinho actua no nosso campo electromagnético absorvendo e removendo a energia densa e negativa acumulada. Já os povos antigos o usavam, naturalmente, em banhos e não só! Era também costume colocarem-se saquinhos de sal grosso por detrás das portas e janelas como forma de proteger as casas das energias densas.

Fazer um banho de sal é super simples! Se for para um banho de imersão, basta encher a banheira com água a uma temperatura que gostes e colocar 2 ou 3 punhados de sal marinho. Ao entrares na banheira, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética e deixa-te estar, no máximo 20 minutos, a relaxar. Não molhes a cabeça nesta água, só do pescoço para baixo.

Se for banho de duche, podes colocar 2 punhados de sal grosso num copo de vidro com água, passa pelo corpo (só do pescoço para baixo, nunca na cabeça!), e coloca mais um punhado de sal grosso nos pés, para ir desfazendo enquanto tomas o teu duche. Novamente, enquanto tomas duche, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética.

Quando terminares, tanto numa versão do banho como na outra, poderás ter contigo um copo com água e erva doce e passar essa água pelo teu corpo a seguir ao banho de sal, pois irá preencher a energia “esvaziada” e ficas com mais energia! Não faz mal fazeres banho de sal sem a erva doce de seguida, mas ficarás muito mais mole e drenado/a. A erva doce a seguir, dica de uns queridos amigos nossos, revitaliza!

Querida Pessoa, esta dica da semana serve-te para todas as semanas, se assim o entenderes! Banhos de sal semanais, especialmente para quem trabalha em ambientes mais densos e intensos, é uma das nossas recomendações base! 🙂

Com bênçãos de Serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Valoriza o poder da tua prece.

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Respira fundo e lê com atenção: teres dias em que te faltam as forças e o ânimo para lidares com os desafios da tua vida não faz de ti menos nada. Vamos repetir: não faz de ti menos nada!

Faz de ti uma pessoa. Humana. Só isso.

É normal teres dias assim. Dias em que te sentes impotente face ao que está a acontecer, em que te sentes cansada/o, triste, zangada/o, revoltada/o – o que quer que seja. E que só te apetece esquecer o mundo, dormir, e esperar que no dia seguinte milagrosamente tudo tenha desaparecido.

Acontece sim. A todos/as.

Não te zangues contigo. Aceita esses momentos, essas emoções, essa necessidade de desabafo do teu Eu. Ouve-te um bocadinho. Deixa sair o desabafo, o choro, o grito. E conforta-te a ti mesma/o. Diz, a ti mesma/o, que vai correr tudo bem. Como dirias a outra pessoa. Diz a ti. Resulta, sim. Resulta muito bem lidarmos connosco mesmos/as. Muito bem mesmo, como verás se o fizeres.

E sabes o que mais podes fazer?
Uma prece.

Sim, uma prece. Não, não precisas de ter religião. As preces não pertencem às religiões. Fazer uma prece é “somente e apenas” o acto de abrires o coração e comunicares com as Forças de Luz que acreditas que existem, sejam elas quais forem. Podem até não ter nome ou formato, se apenas acreditas que “há algo mais”. Basta que tenhas fé. Ainda que seja uma fé só tua, que só tu compreendes. Que não se explique com formatos ideológicos, mas que tu sintas. Só importa que sintas.

A partir daí, desse sítio interno, comunica. Com as tuas próprias palavras, onde quer que estejas. Não precisas de estar num local específico, não precisas de rituais, não precisas de absolutamente nada a não ser de ti, do teu coração e da tua fé.

Comunica o que sentes, desabafa, pede ajuda. Pede um sinal. Pede uma resolução. Pede abertura de caminhos. Pede cura. Pede o que quiseres. Faz da tua fé uma companheira de caminho. Uma ponte de ligação entre ti e as Forças de Luz em que acreditares. Quanto mais comunicares, mais estreitarás essa comunicação.

Não estás sozinho/a.
Nunca.
A tua fé sabe disso.
Acredita.

Com bênçãos de Amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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