Junte Cristais e Pedras à sua vida!

escolher um cristal

Actualmente, a visão mais comum que temos dos cristais e das pedras é a de que servem apenas para decorar peças ou jóias. No entanto, eles servem para muito mais do que isso. 🙂

Nas civilizações antigas, os cristais eram utilizados mediante as suas propriedades energéticas, sendo elas diversas e focadas para as mais diferentes áreas das nossas vidas. Para os Atlantes, por exemplo, os cristais faziam parte da vida do dia-a-dia, sendo que, inclusivamente, existiam templos cuja construção era feita com grandes quantidades de cristais mediante a funcionalidade do templo. Também os Egípcios usavam os cristais de forma abundante, incluindo-os nos seus adornos diários não apenas para efeitos de beleza, mas sim com objectivos específicos na escolha dos cristais usados. Outras civilizações partilharam os mesmos costumes, costumes que foram ficando perdidos e esquecidos ao longo dos tempos, à medida que a Humanidade se foi afastando do conhecimento sobre a energia que a rodeia.

Acordarmos a energia adormecida dos cristais é bastante benéfico e útil às nossas vidas, pois eles estão cá, também, para nos guiar e apoiar. Na realidade, eles são manifestações de Luz e Energia e são compostos de diversas propriedades que nos ajudam em diversas áreas.

Como exemplos, temos alguns já documentados aqui no site do Semeando: a Ametista, que nos auxilia, tranquiliza e ajuda a mantermos o equilíbrio no dia-a-dia; a Turmalina, que nos protege das energias negativas; a Cornalina, que nos estimula a energia de criatividade e auto-confiança; a Malaquite, que nos ajuda com qualquer problema, dor ou doença do corpo físico… E por aí a fora. Existem dezenas de Cristais e Pedras diferentes e todas elas são um Mundo de potencialidades a descobrir.

Deixamos abaixo a ligação à nossa secção sobre o conhecimento destes maravilhosos Amigos, para que possa ler mais sobre eles. 🙂

Clique aqui para aceder a mais informação sobre os Cristais e as Pedras.

Abraçando todos/as,
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Imagem do site wallpaperstock.net

Use o sal fora da cozinha!

sal marinho

O sal é o rei dos ingredientes das nossas comidas e, certamente, está presente na maioria das cozinhas do mundo. Mas há mais no sal do que apenas sabor, sabia?

Cada pedra de sal é um cristal e, se for observada ao microscópio, ver-se-à o seu formato geométrico e cristalino. E os povos mais antigos sabiam que, além de o poderem usar na comida, também podiam fazer uso dele como forma de limpar e proteger pessoas e ambientes das energias negativas.

As formas mais comuns de o fazerem era através da colocação de saquinhos de sal grosso por detrás das portas e janelas como forma de proteger as casas das energias densas e da colocação de sal grosso dentro dos banhos para limpeza energética das pessoas.

Nós confirmamos: o uso de sal grosso no banho é de uma enorme ajuda na nossa limpeza energética. Tem um efeito bastante eficaz e relaxante. É muito simples: uma vez por semana, pelo menos, encha a banheira de água, com um punhado de sal grosso lá dentro e deixe-se ficar em banho de imersão por alguns minutos. Se não tiver banheira, basta colocá-lo nos pés, durante alguns minutos, no duche.

E também confirmamos que o uso de sal grosso para limpeza de ambientes é excelente, embora não o usemos em formato de saquinhos. Aconselhamos a que coloque, num recipiente de vidro (um copo, um vaso), um quarto do pacote de sal grosso. De seguida encha o recipiente com água (mais de meio) e pode colocar, se quiser, pedrinhas de decoração. Depois é só dispor o recipente em qualquer parte da casa e verá como a energia desse local ficará mais harmoniosa.

Pode acontecer que, num determinado dia, encontre o seu recipiente de sal com o sal subido, ou seja, colado ás paredes do recipiente. Isto significa que o sal limpou uma grande quantidade de energia densa e que precisa de ser mudado. Caso o sal não suba, basta mudar o sal do recipiente de 15 em 15 dias, ou mesmo de mês a mês, como sentir.

Voltando ao banho, apesar de poder usar o sal grosso que quiser para o seu banho, deixamos-lhe aqui o documento sobre o Sal de Banho que disponibilizamos, criado e potenciado por Eugénia Alves. 🙂

Clique aqui para ler mais sobre o Sal de Banho do Semeando

Abraçando todos/as,
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Abrace uma árvore!

abrace uma árvore

Já alguma vez abraçou uma árvore?

Se não o fez, aconselhamos vivamente a que, esta semana, passe por essa experiência. Vai ver como quererá repetir! Não precisa de ser uma árvore em especial porque todas as árvores são especiais, pelo que pode abraçar qualquer uma.

Sem vergonhas, sem receios. Abrace-a.

As árvores são as grandes portadoras da energia vital que sustenta este Planeta. Além da gigantesca quantidade de oxigénio que delas emana, a energia de Prana (energia vital ao funcionamento do Ser) é também emanada por elas de forma abundante.

Ao abraçá-las, os nossos chacras (pontos energéticos vitais ao funcionamento do Ser) recarregam automaticamente parte da sua energia gasta. Além de que todos os nossos poros absorvem de forma abundante o oxigénio que delas emana. Abraçá-las e respirar fundo é recuperar forças, energia, tranquilidade, foco, vitalidade e, sim, se nos permitirmos a isso, é também sentir uma união mágica e intensa.

Abraçando todos/as,
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Ouça mais música!

ouvir musica

Simples, não é?

Basta ligar o rádio. Pôr um cd a tocar. Pôr uma lista de reprodução do youtube a tocar. O que quiser. O que lhe apetecer. A música que mais gosta, a que já não ouve à muito tempo, a que sempre gostou, a que passou a gostar, a que só ouve de quando em vez, a do momento – uma qualquer. O que lhe apetecer. Ponha a tocar, apenas. Cante, se lhe apetecer. Dance, se lhe apetecer. Ou apenas ouça. Ou apenas a deixe a tocar, baixinho, enquanto faz as suas coisas.

Deixe que a música o/a acompanhe. Deixe que ela faça parte de si e da sua vida. Não a exclua, não a apague. Use-a como companheira dos seus momentos, vai ver como notará diferenças. A música tem o dom de nos tocar profundamente, de mexer connosco, de abanar as nossas emoções. E isto serve para tudo: para nos estimular a alegria e o ânimo, para nos amparar num momento difícil, para nos ajudar a limpar lágrimas, para nos fazer pensar, reflectir, sentir. Ela põe-nos em contacto connosco mesmos/as, fala connosco, lembra-nos de coisas importantes.

É mágica, a música. E, acompanhando-nos, proporciona um contínuo estímulo ao nosso movimento, dá-nos ânimo e energia. Experimente. Deixe-se acompanhar mais por ela. Não importa qual é. Importa apenas que seja aquela que lhe apetece.

Abraçando todos/as,
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Diga o pensa. Diga o que sente.

falar abertamente

Quantas vezes guarda o que pensa e o que sente só para si?
Muitas, certamente. Sugerimos que questione o porquê. Porquê que guarda o que pensa. Porquê que guarda o que sente. Existirão, certamente, razões só suas, ou razões que de facto levam a crer que o silêncio, nalguns casos, é a melhor resposta.

No entanto, em muitos outros casos, analise se o que o/a leva a guardar o que pensa ou sente são razões do ego. Como por exemplo: medo do que a pessoa vai pensar, medo de que a pessoa deixe de gostar de si, medo de ter uma opinião contrária, medo de ser excluído/a ou rejeitado/a, medo do impacto, medo das consequências, medo. Se não fala por medo, é altura de começar a falar.

E “porque sim” não é a razão pela qual deve falar. Por si. Pela sua saúde. Física, mental e emocional. Guardarmos o que pensamos ou sentimos cria uma bola na nossa garganta, a nível energético. Essa bola, com o tempo e o acumular de coisas por dizer, começa a obstruir os campos energéticos mais subtis, até chegar ao Bioplasmático – campo energético exactamente a seguir ao físico. Quando chega aí, rapidamente começa a manifestar-se no físico e chegam as tosses, as infecções e dores de garganta, as falhas na voz (ficar-se afónico/a, por exemplo), entre outros sintomas.

E como nada é por acaso, porque é que é nestas alturas, com a chegada dos frios, ventos e chuvas, que mais se desenvolvem estes sintomas?

Porque o Outono traz a sabedoria da libertação, de aprendermos a deixar ir o que já não nos serve. E isto aplica-se a tudo, incluindo, ao que temos engasgado dentro de nós. É altura de falar. De dizer o que se tem guardado à muito tempo. De dizer o que realmente se sente. Em verdade e honestidade. E isto não significa que desatamos a dizer tudo sem medir o que sai ou como sai. Não. Claro que há que respeitar o outro e o seu espaço. Claro que há, como em tudo, a necessidade de encontrar o meio termo. E o meio termos encontramos quando percebemos que, o que queremos dizer, é o que vem do coração. Se vem do coração, falemos. Se corresponde à nossa verdade, ao nosso sentir, ao nosso querer, falemos. Sejamos verdadeiros/as. Chega de adornar verdades por medo. O medo não é o caminho. A verdade é. Expresse-a. Deixe-a sair. É mais do que hora.

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Imagem do site rarewallpapers.com

(Re)Conecte-se com a Lua!

lua

É sabido que a Lua influencia as marés e os ciclos de plantações e colheitas. Porque não influenciaria o nosso corpo e a nossa vida, também?

A resposta a esta pergunta, que hoje em dia é dada mediante as crenças de cada pessoa, seria, para os nossos antepassados, uma resposta perfeitamente natural: “Sim, claro que influencia.”

Acreditarmos na nossa conexão com a Lua ou com qualquer outro elemento do Planeta Terra não é uma questão de crença religiosa ou espiritual, é uma questão de conhecimento do nosso relacionamento com o Planeta em que vivemos. Na verdade, no nosso subconsciente, esta informação existe e é verbalizada por nós várias vezes, por exemplo, quando partimos um osso e sabemos que, dali em diante, quando o tempo mudar, aquela zona vai doer. Ou quando sabemos que, a forma como o dia amanhece, vai influenciar, de alguma forma, o nosso estado de espírito. Nós sabemos disto. Naturalmente. E da mesma forma natural, existem outras influências que mexem connosco mas que, ao longo dos tempos, têm sido esquecidas.

A conexão com a Lua é uma delas. A conexão física e emocional. Assim como a Lua rege os ciclos das marés e das plantações e colheitas, também rege os nossos próprios ciclos pessoais. O ciclo lunar representa as 4 principais fases da vida: Nascimento (Lua Nova), Jovem (Quarto Crescente), Adulta/o (Lua Cheia) e Anciã/ão (Quarto Minguante). Este ciclo mensal pode ser aproveitado conscientemente para nós e para as nossas vidas – aproveitemos a Lua Nova para iniciarmos projectos, ideias, coisas novas; o Quarto Crescente para aprofundarmos, estudarmos, aprimorarmos e fazermos crescer algo; a Lua Cheia para explorarmos o auge das situações e o Quarto Minguante para nos libertamos do passado e das coisas velhas que já não mais nos fazem sentido.

Também ao nível do nosso dia-a-dia e processos pessoais, a conexão consciente com o ciclo lunar pode ser muito útil para a compreensão de nós mesmos/as e do que estamos a manifestar nas nossas vidas, pois o que quer que iniciemos na Lua Nova começa, durante o Quarto Crescente, a apresentar os primeiros frutos ou os primeiros obstáculos, dependendo de estarmos a dar um avanço positivo ou negativo à situação. Durante a Lua Cheia, o que quer que esteja a ser emanado/alimentado/construído entra no auge da sua manifestação, o que nos permite perceber que tipo de energia estamos a criar. E mediante este trabalho de reconhecimento e transformação, o Quarto Minguante traz um amainar das situações para que nos seja possível libertar/reciclar/deixar ir o que for necessário, para que então, na Lua Nova seguinte, possamos dar inicio a algo novo.

Não é maravilhoso? 🙂

E aqui estamos apenas a resumir, de forma sucinta, o que a conexão consciente com a Lua nos pode trazer, pois existe muita mais informação por aí sobre este assunto e nós aconselhamos vivamente a procura e pesquisa da mesma. Fará, certamente, cada vez mais sentido.

Para as Mulheres, esta conexão assume uma profundidade ainda maior e mais urgente, pois o ciclo menstrual está intrinsecamente ligado ao ciclo lunar e, tornar essa ligação consciente, permite à Mulher o reconectar com as suas raízes mais profundas. E, mais uma vez, isto não é coisa de religiões ou de bruxarias. Isto é coisa de Mulher. De pessoas. Da vida. Faz parte. Naturalmente parte.

Para os Homens também é importante. Muito. Por todos os motivos que falámos acima. A Lua representa o aspecto feminino, sim, tal com o Sol representa o aspecto masculino. Mas cada pessoa, independentemente do seu sexo, é composta por energia feminina e masculina. É a base da nossa composição e dualidade. E ambos os aspectos são igualmente importantes e fundamentais de serem reconhecidos e integrados nas nossas vidas e consciências. Tal como o Sol e a Lua são igualmente importantes para a vida na Terra.

Esta dissociação dos elementos da Terra que actualmente atravessamos é semelhante a um embrião dissociado do ventre. Estamos desconectados/as da Fonte da criação e isso gera um vazio interno enorme, que não poderá ser preenchido por nada a ser por aquilo que realmente nos faz falta – a integração das nossas partes divididas pelos tempos.

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Imagem do site wallpaperswa.com

Abrace o Outono!

outono

Chegou o Outono.
Com ele, chegam as primeiras lamurias – porque não se quer frio, vento ou chuva. Porque se vão acabar as férias, já não se pode ir à praia ou ficar na esplanada até mais tarde, a aproveitar a brisa quente.

Pobre Outono, com tanto para nos ensinar, com tantas belezas para nos mostrar e nós, tão dissociados dos ciclos da Natureza como de nós mesmos/as, não vemos. Não apreciamos. Não fluímos com os ciclos naturais.

As 4 estações do ano estão directamente ligadas aos 4 principais estágios da nossa vida: a Primavera à criança, o Verão ao jovem, o Outono ao adulto e o Inverno ao ancião. Também a Natureza passa por um ciclo de renascimento, também Ela nos mostra as passagens da vida e as aprendizagens da mesma.

O Outono traz a maturidade. A energia da renovação. A sabedoria da escolha. É o momento de parar, reflectir e fazer um balanço sobre os últimos meses. E com esse balanço, perceber, o quê que precisa de ser libertado das nossas vidas para que tenhamos espaço para coisas novas entrarem. Assim como os ventos varrem as velhas folhas, também nós deveremos aproveitar para varrer o que já não mais faz parte de nós.

Setembro, com o Outono, traz recomeços! As férias terminam para que se iniciem novas épocas, novos projectos, novas ideias. Se não está entusiasmado/a com isto, talvez não esteja no sítio certo…? Talvez necessite de repensar no que realmente quer fazer, onde realmente quer estar? O quê que o seu coração lhe pede?

Celebremos, é uma bela fase do ano e da vida! Os ventos, na sua imensa sabedoria, varrem o velho e espalham as sementes do novo; as chuvas lavam, limpam e purificam o ar que respiramos; o frio lembra-nos de procurarmos o conforto em nós mesmos/as. O aconchego do nosso interior. Pode deixar de ser o clima ideal para ir à praia, mas é o clima ideal para fazer um pic-nic no parque. Para passear pela Natureza e observar as obras de arte formadas pelos típicos tons rosados, alaranjados e acastanhados desta época! E se é verdade que não há céu azul mais bonito do que o de Verão… Haverá dourado mais bonito do que o de um pôr-do-sol de Outono?

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Escute o que alguém tem para dizer.

amigos conversando

Há quanto tempo não escuta alguém?
Mas escutar mesmo. Sentar-se e concentrar-se no que alguém tem para dizer. Um amigo, um familiar, a pessoa com quem partilha a sua vida. Um desabafo, uma conversa, significativa ou não. Não importa. Apenas ouvir.

A azáfama do dia-a-dia tira-nos tempo para apreciarmos as pequenas coisas. Para darmos atenção aos pequenos detalhes. A uma pequena conversa. Acordamos cedo, para mais um dia de rotinas que, por norma, só terminam pela hora de jantar. E aí, a paciência já não é muita. O cansaço já tomou posse do nosso espaço interno. E o telefone, a internet e toda a tecnologia que nos acompanha já exigiu atenção extra – chama-nos, dispersa-nos, absorve-nos e cria a falsa ilusão de que passámos o dia inteiro em contacto com o mundo. Não passámos. Não verdadeiramente.

Há quanto não ouvimos alguém? Será que ainda o sabemos fazer? Será que ainda temos paciência? Para parar e ouvir com mais do apenas os ouvidos – ouvir, também, com o coração?

Quantas pequenas coisas poderíamos resolver se parássemos para ouvir? Quantas conseguiríamos compreender? Quantos conflitos poderíamos evitar? Quantos momentos cheios e transformadores poderíamos obter?

Esta semana escute. De certeza que há alguém bem perto de si que precisa de ser ouvido. E ás vezes, isso é tudo aquilo que esse alguém pode estar a precisar – de um pouco de atenção. Essa é, também, uma forma de dar amor.

Abraçando todos/as,
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Não deite o saquinho de chá usado fora! Aproveite-o para outras coisas!

tea bag

Se gosta de chá e o bebe com frequência, sugerimos-lhe que passe a guardar os saquinhos usados. Desta forma, poderá aproveitá-los para outras funções:

  • Pode colocar os saquinhos de chá usados no frigorífico para que absorvam os odores do mesmo;
  • Pode abrir os saquinhos de chá usados e deitar as ervas na terra das suas plantas, o que funciona como fertilizante das mesmas;
  • Pode abrir os saquinhos de chá usados e colocar as ervas directamente sob uma picadela de insecto, pois baixa o inchaço da mesma e ajuda a desinfectar.

E é só isto. Muito simples. Pequenos truques que nos permitirão cortar um pouco o contacto com alguns produtos químicos! Sempre em prol da nossa saúde e bem-estar. 🙂

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Tome um duche de água (quase) fria!

duche de água fria

Apesar de estarmos na época do calor, muitos/as de nós mantemos o hábito de tomarmos o nosso duche com água morna, ou quente, quando na realidade seria bom que aproveitássemos esta altura do ano para tomarmos duches de água quase fria, pois as vantagens são imensas para a nossa saúde e bem-estar.

A água fria funciona como um estimulante para o nosso corpo, levando-o a reagir de forma positiva em vários aspectos: melhora a circulação sanguínea, favorecendo o trabalho do coração, pois diminui a tensão do sangue; estimula e equilibra o sistema nervoso, melhorando as suas funções tanto a nível intelectual como físico; fortifica a pele e o corpo; remove de forma mais eficaz as impurezas da pele e, curiosamente, estimula o equilíbrio térmico do corpo, pois incentiva-o a produzir calor interno o que, nas épocas mais frias, é bastante útil e agradável!

Sabemos que não é fácil tomarmos duches frios nas épocas frias do ano, mas se tentarmos, de quando em vez, tomarmos duches de água tépida, ajudará bastante a todos estes estímulos. E aproveitamos estas épocas de calor para os duches mais frescos!

Ainda assim, mesmo nas épocas frias, seria importante manter o hábito de lavar, pelos menos a cara, com água fria, pois o seu efeito de desintoxicação e limpeza irá fortalecer e preservar a pele, proporcionando-lhe um aspecto liso e rejuvenescido.

Relembramos que os duches não devem ser tomados nas horas de digestão, muito menos os frios! O choque térmico pode originar uma paragem de digestão, pelo que deve aguardar que a digestão termine para tomar o seu duche!

Abraçando todos/as,
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