Abrace com o coração!

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Há quem acredite que um abraço tem o poder de proporcionar bem-estar e alívio. O poder de nos confortar de tal forma que afasta males, tristezas, medos, ansiedades e sentimentos de desespero e solidão. Nós também acreditamos nisso, até porque o sentimos e comprovamos inúmeras vezes.

Não falamos daqueles abraços frios, formais, cheios de restrições emocionais. Falamos de abraços sinceros onde, mais do que abraçar com os braços, se abraça com o coração. Aqueles abraços que a mãe e o pai nos dão quando, em pequeninos/as, acordamos de um pesadelo horrível e que fazem todo o medo desaparecer. Ou quando caímos e esfolamos os joelhos e o abraço da mãe e do pai tiram até as dores! 🙂 Ou quando são os filhotes que abraçam a mãe e o pai e fazem desaparecer, ainda que momentaneamente, todo o stress e preocupações do dia.

É destes abraços que falamos e que, por norma, não damos. Ou damos apenas em situações de emergência. Mas eles fazem falta sempre, até porque nos ajudam a estarmos mais próximos/as das pessoas que nos são queridas.

Por isso, esta semana, sugerimos que abrace mais. Não cumprimente as pessoas que lhe são chegadas e queridas só com 1 ou 2 beijos rápidos. Dê-lhes um abraço, de coração, sentido. E permita-se ser abraçado/a, também.

Um gesto muito simples, mas que, verá, faz toda a diferença. 🙂

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Dance ao som de uma música que goste!

dance

A Dica desta semana é muito simples. Afaste as cadeiras e os tapetes, arranje um espacinho na sua sala, ponha a sua música favorita a tocar – e dance! Não é preciso saber dançar, não é preciso que costume ir à discoteca, que tenha aulas (ou que tenha tido), ou que tenha um talento natural, não é preciso nada de profissional nem de técnico – só é preciso que se deixe mover ao som da música!

Dê largas ao seu corpo, deixe-o expressar-se, deixe-o encontrar o seu próprio ritmo. Liberte a mente focando-se apenas na música, no som da música e deixe-se levar. Vá respirando fundo, vá libertando as tensões do dia, do momento, da semana, do mês… Dance, mexa-se, cante!

Isto é tão simples e tão absolutamente rejuvenescedor que, temos quase a certeza, após experimentar a primeira vez, repetirá muitas outras vezes mais!

E se tiver a família em casa, ou amigos/as, junte-os ao seu momento! Riam-se e descontraiam. Não há júris nem notas. Há apenas um momento em que o corpo finalmente tem forma de expelir a contensão nervosa que acumula diariamente. Vai notar a diferença, pela positiva! 🙂

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Programe um dia para não fazer nada!

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Parece impossível, assim de repente, não é?

O que fazer ás tarefas e ás rotinas? O que fazer a tudo aquilo que todos os dias é imprescindível de ser feito? Aqui está logo a primeira armadilha que colocamos em nós mesmos/as – “imprescindível”. Será, mesmo? Será que TODOS os dias temos que encher o dia de afazeres, listas e urgências? Será que é mesmo assim, ou estaremos já nós viciados/as neste ciclo de stress e correria a que o dia-a-dia nos habituou?

E isto até nem seria grave, não fosse o facto de nos estar a pôr doentes.

De onde acha que vem a ansiedade, a angústia, a frustração, o vazio, a depressão, as alergias, as dores de cabeça, o cansaço extremo, a impaciência, etc, etc, etc? Claro que cada coisa tem a sua razão, mas há aqui um ponto fundamental que nos toca a todos/as – vivemos sem parar para respirar. Vivemos sem viver, na realidade. Corremos de tarefa em tarefa, deambulamos de rotina em rotina e todos os dias se tornam opacos e iguais, cansativos, extenuantes. O simples torna-se complicado, o leve pesaroso e depois, o que é realmente complicado e pesaroso aguenta-se como? Já não há espaço para tanto. E começam as chatices, os desentendimentos, a falta de paciência e compaixão… Por nós, pelos outros, por tudo. Depois vêm as culpas, os remorsos, as compensações desajustadas e as doenças sérias (sim, porque o corpo vai-nos alertando como pode). E, no meio de tudo isto, muito do que é realmente importante passa-nos completamente ao lado – e isso, com o tempo, gera um profundo sentimento de vazio.

Reorganizar o seu tempo e prioridades é uma boa ideia, sim, uma óptima ideia. Mas isso leva o seu tempo e há momentos em que o nó interno é tão grande que nos sentimos prestes a explodir. E aí só há uma coisa a fazer – absolutamente nada. Simples assim – reserve um dia para não fazer nada. E se neste preciso momento se estiver a rir de forma nervosa e a revirar os olhos – “ah, como se eu pudesse” – então é mesmo este o momento em que precisa de o fazer. Reserve esse dia já esta semana. Aproveite a sua folga, (ou um dia do fim-de-semana, por exemplo) e comprometa-se com esse dia tão seriamente como se compromete com todos os outros pormenores que lhe tiram o fôlego e o descanso todos os dias. Nesse dia páre. Relaxe. Deite-se no sofá e veja televisão. Leia um livro. Durma. Esteja num ambiente tranquilo, livre de ruídos e conflitos. Esqueça a loiça por lavar, a gaveta para organizar, as compras por fazer. Esqueça a rotina. Mais – desligue o telemóvel. Desligue as redes sociais. Tire uma verdadeira folga – um tempo onde verdadeiramente repousa e descansa.

Perceba que este repouso total funciona como um remédio, uma recarga de forças e pode (sim!) evitar que se esgote totalmente ao ponto de ficar doente. Se não pode fazê-lo todas as semanas faça pelo menos 2 vezes por mês ou uma! Uma vez por mês, no mínimo.

Por aqui estamos a aprender a fazê-lo, também. E resulta mesmo. E ás vezes, é nesses dias de não fazer nada que tudo começa a fazer sentido, pois longe dos ruídos, da confusão, dos toques e das notificações é quando o nosso interior, finalmente, arranja espaço para se fazer ouvir.

Abraçando todos/as,
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Entre na Primavera a cuidar de uma planta!

planta

Chegou a Primavera! 🙂

Época de renascer e de florescer. A Natureza assim o faz e nós, se assim o quisermos, também podemos fazer. Também podemos olhar para as nossas vidas e perceber o quê que precisa de renovação e renascimento. Por norma, com alguns minutos de introspecção, nós percebemos. Nós percebemos o quê que nos faz infelizes, o quê que gostaríamos de mudar, o quê que já não aguentamos mais e o quê que nos bloqueia. Nós percebemos, mas o compromisso de dar um passo, de fazer acontecer, de renovar, de mudar – já requer mais força de vontade.

Então o que sugerimos é que crie um símbolo desse renascimento, comprando uma planta! 🙂

Agora há muitas, por todo o lado. Escolha uma, há de todos os tamanhos e aos mais variados preços. Escolha a que sentir que a/o chama. Pode ser pequenina e baratinha, pode ser da cor que quiser. O que importa é que esteja num vaso e que precise de si para crescer. Que precise do seu compromisso. Comprometa-se com esta planta e, no mesmo dia, comprometa-se consigo. Diga para si que, a par do florescer dela, vai-se comprometer em fazer-se florescer a si mesma/o, também. E todos os dias fale com ela. Todos os dias cuide dela. Todos os dias dedique-lhe alguma atenção. E sempre que o fizer, lembre-se de si. E todos os dias faça algo por si, também.

Abraçando todos/as,

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Comece o dia com uma afirmação positiva!

afirmações positivas

Existem várias leis magnéticas no sistema energético que rege o Planeta Terra. A mais conhecida é a Lei do Karma, mas não é dela que vamos falar hoje. Hoje vamos falar da Lei da Atracção.

A Lei da Atracção, simplificando, consiste na base de que nós atraímos aquilo que emanamos e que por isso, para alterarmos o que estamos a atrair para as nossas vidas devemos alterar o que estamos a emanar. E para sabermos o que estamos a emanar, há que fazermos uma busca interna profunda e honesta aos nossos pensamentos, emoções e intenções, para podermos realmente perceber o que se passa dentro de nós e o quê que precisa de ser curado e transformado de modo a alterar também, de forma positiva e útil, o que se manifesta nas nossas vidas.

Isto é fácil de ser entendido por nós, na teoria, mas na prática é bem mais difícil de fazer. Cada pessoa é um mundo de particularidades que contribuem para o que existe nas suas vidas, mas existe um ponto em comum a praticamente todos/as nós – o pessimismo! Nós somos pessimistas quase de forma automática: “eu gostava mas não posso”, “eu queria mas não consigo”, “quem me dera mas não vai acontecer”. Numa cultura que cria sistematicamente modelos de perfeição é fácil sentirmo-nos incapazes. A isto juntam-se as nossas inseguranças pessoais e as crenças de um consciente colectivo que acredita, por exemplo, que “um azar nunca vem só” e que responde automaticamente a cada “como está?” – “vai-se andando”.

É preciso contrariarmos isto. Urgentemente.

Uma boa forma de o fazer é ter em atenção a forma como falamos, tentando contrariar o pessimismo constante. Claro que isto só não chega, porque se apenas dissermos mas não o sentirmos, forma-se um efeito ilusório que, como não é real, não resulta. A Lei da Atracção funciona com base na intenção, o que significa que temos que ir furando caminho até percebermos o que está por detrás da nossa superfície.

Mas é um bom ponto de partida, começarmos a usar mais afirmações positivas. E funciona ainda melhor se for logo ao acordar. Faça disso rotina, como uma espécie de mantra. Comece o dia dizendo: “eu posso e eu consigo”. Escreva isto num pedaço de papel e cole no espelho. Assim não se esquece e, todos os dias, começa o dia assim: “eu posso e eu consigo”.

É um pequeno exercício que vai começar a treinar a sua mente a ser mais positiva e que o/a vai levando a tomar mais atenção à forma como fala e pensa.

Não parta do pressuposto que não precisa disto. Questione. Questione-se a si mesmo/a. Questione o quanto acredita em si e observe a qualidade de pensamentos que tem ao longo do dia. E depois, de sentimentos… E por aí a fora… Quando der por si está a fazer a viagem mais bonita de todas – a viagem na busca de si mesmo/a.

Abraçando todos/as,

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Diminua o uso de detergentes químicos usando limão!

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Esta semana a nossa Dica é muito prática e está relacionada com os temas da alimentação que temos vindo a abordar desde o início deste ano, pois assim como é importante que comecemos a tomar mais atenção ao que comemos, também é importante que comecemos a diminuir o uso dos químicos que entram diariamente nas nossas vidas das mais diversas formas.

Claro que não é fácil mudar tudo de uma vez, mas podemos ir fazendo pequenas mudanças, passo a passo, à medida que vamos percebendo que é o mais benéfico para a nossa saúde e bem-estar.

E uma dessas pequenas mudanças pode bem ser esta – usar limão para limpar o forno e o microondas, ao invés daqueles desengordurantes abrasivos e tóxicos!

É muito simples: encha um pirex com água (até meio, mais ou menos) e adicione o sumo de um limão (deixe as metades do limão na água, também). Coloque o pirex no forno a 150 graus durante cerca de 10 minutos – o suficiente para aquecer o forno e fazer vapor com a água e o limão. Passados os 10 minutos desligue o forno e deixe arrefecer até que fique tépido, ou seja, até que consiga mexer no seu interior sem se queimar! Use a água do pirex e, com um esfregão ou esponja lave todo o interior do forno, podendo passar o limão directamente nas zonas mais gordurosas. Se o forno estiver muito sujo pode precisar de repetir, ou usar mais que um limão, ou usar uma faca para raspar comida que esteja agarrada, mas funciona na mesma! E para o microondas é exactamente a mesma coisa, mas num pirex mais pequeno.

É tão rápido e eficaz como um detergente e tem a vantagem de não deixar os químicos que irão depois passar para a nossa comida quando estiver a ser cozinhada e/ou aquecida! Além de que deixa um cheirinho super agradável no seu interior.

Experimente! 🙂

Abraçando todos/as,

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Reorganize o seu tempo!

caminhando

Estamos todos/as fartos/as de saber que os tempos pedem movimento. Nós, aqui, já falámos disto imensas vezes em vários escritos e é algo que aparece repetido em diversos locais diferentes. Os tempos pedem movimento, a vida anda em movimento, o mundo está em movimento, as energias que nos rodeiam estão em movimento e nós sentimos. Nós sentimos que algo se agita e que pede mudança e avanço. Nós sentimos e sabemos que é tempo de resolver aquela coisa, de dar aquele passo, de avançar com aquele projecto, de deixar ir aquela situação negativa que nos bloqueia… Sabemos, sabemos e sabemos… E estamos cada vez mais cansados e frustrados porque não fazemos. Sem generalizar, claro. A maioria de nós não o faz, digamos antes assim.

Fica para depois, para amanhã, para a semana, para o mês que vem. “Começo naquela data especial”, “no dia em que os números dão sorte”, ou, a mais fácil de todas – “quando tiver tempo”.

O que acontece é que o tempo, como nós o conhecemos, está a mudar. As energias que nos rodeiam estão a mudar. O passado e o futuro começam a ser percepcionados de forma ligeiramente diferente à medida que começamos a perceber que o AGORA é o momento mais importante porque é no AGORA que podemos dar um real passo de acção para o que é necessário fazer. E o mundo lá fora dá-nos sinais alarmantes e cada vez mais óbvios de que é AGORA que precisamos de nos mexer.

Mas nós não temos tempo.

… Será? Será que não temos MESMO tempo? Em quê que o nosso tempo está a ser usado?

E se pararmos para perceber a quantidade de minutos e até horas que passamos absorvidos/as com os diversos toques e chamarizes que os nossos aparelhos electrónicos dão a cada instante? Um tempo em que, na realidade, não estamos a fazer absolutamente nada – (de consistente, pelo menos)…!

E se pararmos para perceber que passamos minutos e até horas a usar mal o nosso tempo?

Que as nossas rotinas de coisas práticas e afazeres domésticos, por exemplo, são, na verdade, um exagero? Afinal de contas o quê que é mais importante? Limpar a bancada da cozinha pela décima vez no mesmo dia ou adiantar um bocadinho daquele seu projecto super importante? Verificar pela vigésima vez as suas notificações de facebook ou dar uma caminhada de 15 minutos para exercitar um pouco o seu corpo?

E a quantidade de tempo que se gasta a cuidar da vida dos outros? Dos problemas dos outros? Dos afazeres dos outros?

Quanto daquilo que ocupa o nosso tempo é, na verdade, uma distracção daquilo que é realmente importante? E, com isso, alimenta tanto a energia de manipulação externa que se permite entrar nas nossas vidas, como a nossa própria preguiça, que também existe, algures, no meio disto tudo?

Quais são as prioridades nas nossas vidas? No nosso dia-a-dia?

Pensar nisto é muito, muito importante! Entramos esta semana em Quarto Minguante, é tempo de reflectir. Vamos reflectir no quê que gastamos o nosso tempo e perceber, certamente, que com algumas modificações (e sim, com alguma persistência e perseverança) podemos mudar o foco do nosso dia-a-dia e começar a fazer, verdadeiramente, aquilo que é mais importante.

O tempo somos nós que o fazemos. O tempo é AGORA.

Abraçando todos/as,

© Semeando

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Desabafe!

desabafo

Há quanto tempo não conversa com alguém? Há quanto tempo não se senta e diz aquilo que sente, sem pensar muito no que diz, apenas exprimindo a verdade do que lhe vai no íntimo?

Desabafar é absolutamente necessário para abrir espaços dentro de si. Espaços por onde um renovado ar fresco entra e areja a sua mente e as suas emoções.

Muitas vezes, nós não desabafamos por receio do julgamento que a pessoa que ouve poderá fazer. O que vai a pessoa pensar? Ainda que a pessoa seja alguém em quem confiamos… Como reagirá ela? Que ideia fará de nós?

É um risco que se corre, de facto. Mas para começarmos a construir relações de confiança é um passo necessário a dar. Desabafe com essa pessoa em quem confia e, quando for ela a necessitar de desabafar, saiba ouvi-la, também. Sem julgamentos.

Andamos a viver mares revoltos dentro de nós mesmos/as, fruto do momento global que atravessamos. E desabafar, é preciso. Ás vezes, uma risada, um abraço, ou uma simples frase, ajudam a desconstruir os enormes monstros que a nossa mente, no seu constante isolamento, constrói. Ás vezes, o mero facto de dizermos em voz alta o que nos vai no íntimo ajuda-nos a perceber o que falta perceber, ou a diminuir a intensidade do que nos parecia uma catástrofe até ali. 🙂

Por isso, desabafe. Pode ser exactamente (e só) aquilo que precisa.

Abraçando todos/as,

© Semeando

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Beba água morna em jejum!

copo com água

A prática de beber água morna em jejum foi perdendo forma com o passar dos anos, mas sabia que é algo bastante benéfico para o seu organismo?

Nos momentos logo a seguir ao acordar, os orgãos do corpo estão ainda a funcionar a um ritmo lento e a temperatura do corpo está abaixo do normal. A juntar ao facto de termos estado várias horas em jejum, a primeira coisa que ingerimos é muito importante para um bom começo de dia! Escolher que seja um copo com água morna vai estimular o funcionamento dos orgãos sem criar um choque térmico, auxiliando também na reposição da temperatura normal do corpo. Proporciona também uma limpeza mais eficaz a todos os orgãos, uma vez que o corpo está em jejum e recebe a água de forma mais fluída.

Beber um copo com água morna ajuda também a saciar o apetite voraz da manhã, o que nos permite tomar um pequeno-almoço mais equilibrado e saudável.

Mas não fique por aqui! Há mais momentos do dia em que é benéfico beber água morna, como por exemplo quando está a fazer a digestão e tem sede, pois a água morna não vai criar choques térmicos (embora seja na mesma recomendado que beba pequenas doses enquanto faz a digestão). O facto de não criar choques térmicos no interior do corpo, faz com que a água morna seja uma excelente aliada para a limpeza do organismo, pois flui sem bloqueios ou espasmos nos orgãos, auxiliando no trabalho dos rins, bexiga, intestinos e fígado. Por este motivo, auxilia também na perca de peso.

Há quem adicione umas gotinhas de limão no copo com água morna em jejum, para intensificar o processo de desintoxicação do corpo, prática que nós não utilizamos porque usamos o limão com frequência na comida e não queremos abusar. Uma forma de ter sempre água morna por perto é tê-la num termo, tanto pode ser num grande como num em formato de copo, à venda nas lojas de coisas para a casa. Por aqui há sempre água morna em termos e esta já faz parte da nossa rotina. E funciona mesmo! 🙂

Abraçando todos/as,

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Imagem do site wallmuu.com

Estimule a sua criatividade!

energia criativa

A energia criativa é a energia base que dá vida a todas as nossas manifestações e, contrariamente ao que a maioria pensa, não é sustentada apenas pelos chacras que se situam na zona da cabeça. É gerada, emanada e sustentada, primordialmente, através do nosso Chacra Sacral, situado na zona do umbigo, que faz ponte com o nosso sistema reprodutor. Daqui ela flui pelos restantes chacras, dando forma e contexto ao que nasce – desde um projecto de vida até à decoração da sala. Tudo vem do mesmo centro criativo.

Este é também o chacra que reflecte a energia da nossa Criança Interior, da nossa alegria, auto-estima e auto-confiança. Por esse motivo e porque a maioria de nós tem diversos desafios consigo mesmo/a relativamente a estes aspectos, é uma energia que facilmente bloqueia. “Não vou ser capaz” – “Não sou bom/boa o suficiente” – “Ninguém vai acreditar em mim” – “Não vale a pena tentar” – e todo um rol de pensamentos derrotistas e padrões de pensamento castradores, fazem dos nossos sonhos e desejos algo absolutamente difícil de alcançar. Desistir, por norma, é muito mais fácil. Especialmente quando começamos, ainda que normalmente de forma inconsciente, a cair na rotina do dia-a-dia e na absorção constante de todas as obrigações e distracções que a vida moderna proporciona – desde o exigente horário de trabalho até ao apito constante do telemóvel e das redes sociais, que tempo nos sobra?

Mas há um dia em que, de repente, a sensação de frustração se faz sentir. Internamente, algo começa a pedir mais e o desfasamento entre o que se tem e o que realmente se quer começa a tornar-se subitamente evidente. Para muitos/as de nós, este dia foi vivido de forma especialmente intensa entre o dia 1 e 31 de Janeiro deste ano. E faz todo o sentido que assim seja, porque o momento que vivemos, energeticamente, impele-nos a percebermos o que está desfazado no nosso caminho para que possamos mudar a rota e alinhar os nossos passos com o que realmente desejamos. E isso apresenta-se, normalmente, em formato de caos e confusão, mas isso é apenas porque essa é a única forma de nós, distraídos como somos, percebermos o quê que precisa de ser mudado.

Depois de perceber é preciso fazer. E é aí que entra a energia criativa. Uma energia, que entretanto, foi bloqueando ao longo da vida sem que déssemos conta disso.

Como dar a volta? Na verdade é bastante simples. Há que estimulá-la com coisas pequenas e simples, para que ela recomece a fluir e a abrir caminho ás coisas maiores.

Como? Faça coisas que gosta e que simultaneamente o/a ajudem a estimular a arte de criar. Simples assim. QUALQUER COISA serve – se gosta de cozinhar, passe algum tempo na cozinha e arrisque em novas receitas; se gosta de pintar, pegue numa folha ou tela e pinte; se gosta de cantar, não hesite, cante; se gosta de dançar, ligue o rádio e dance; se gosta de escrever, agarre num lápis e dê vida ás palavras; se gosta de decorar, redecore uma peça da sua casa… Faça o que gosta. Seja o que for. Abrir a janela e desenhar formas nas nuvens ou nas estrelas também conta. Tudo conta, desde que o foco seja abrir o imaginário e criar. E ser algo que gosta de fazer. Reserve uma hora, duas, para isto. Um dia por semana, dois, o que puder. Mas faça.

As vantagens são imensas – desde o aumento do seu bem-estar pessoal, até à ajuda a criar espaço mental para as soluções que necessita, várias serão as repercussões positivas do estímulo à sua energia criativa.

Não permita que o seu ego arranje desculpas para se manter na sua zona de conforto. “Não tenho tempo” é a maior desculpa de todas, uma vez que o nosso tempo está condicionado por uma série de coisas que, na verdade, não são nada importantes. Observe bem o seu dia-a-dia e avalie se realmente tem tempo ou não. Faça escolhas. Escolha-se a si. Você merece.

Abraçando todos/as,

© Semeando

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Imagem do site best-wallpaper.net