Aproveite os mergulhos e (re)conecte-se com a Água!

elementais água

Após um tempo de descanso e recarga de baterias, a nossa Dica da Semana volta hoje e vem alinhadíssima com o Verão! 🙂

Já temos escrito por aqui sobre a importância de nos re-conectarmos com as energias da Mãe Terra. Falámos já sobre a importância da (re)conexão com a Lua e dos benefícios de abraçar uma árvore, por exemplo.

Agora, em época balnear, podemos aproveitar uma outra fonte de energia – o mar! Banharmo-nos nas águas do mar não é só um momento de lazer, é um momento de revitalização energética. E sê-lo-à tanto mais quanto mais for a nossa consciência disso, porque somos nós, através da nossa intenção, que potenciamos os efeitos energéticos que nos rodeiam.

Por isso, a partir de agora, se mergulhar no mar e chamar pelos Elementais da Água, pedindo-lhes que limpem e purifiquem a sua energia, irá sentir um efeito bastante positivo e relaxante. 🙂

Os Elementais são as pequenas formas energéticas encarregues de reger os ciclos da Terra. Estão na Terra, no Ar, na Água e no Fogo. Estão em todo o mundo natural.

Podemos senti-los facilmente se nos permitirmos sentir a Natureza. Se olharmos para ela como um Ser vivo, pulsante! Está em todo o lado, a vibração da sua VIDA. E é nessa vibração que encontramos os Elementais.

Esta é mais uma (re)conexão a ser feita entre nós e a Grande Mãe Terra. O reencontro com a energia dos Elementais. A noção de que, para lá do que os olhos vêem, há mais. Mais vida. E até pode não ser possível ver. Mas é possível sentir. Basta abrirmos o coração. Basta abrirmos a consciência. Basta darmos um pequeno salto de fé.

Abraçando-vos,
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Deixe um post-it a alguém especial! :)

post it

Os pequenos gestos contam. Muito. Às vezes, uma memória inesquecível é apenas um flash, um pequeno momento. Um sorriso, uma palavra, uma flor, um gesto. Um segundo eternizado pela nossa mente para que aquela sensação, aquela maravilhosa sensação momentânea, não se apague para sempre.

Numa fase em que vivemos a correr por entre o stress dos horários, das rotinas e das obrigações, todos os segundos contam. Todos. Tudo pode mudar num segundo. E um segundo, às vezes (tantas!) é o que faz a diferença.

Poucos segundos bastam para ler um pequeno post-it. E para escrevê-lo, também. Um post-it em que diz a alguém que ama uma coisa especial. Seja ao/à companheiro/a, ao/à filho/a, aos pais, aos familiares, aos amigos/as… Seja a quem for que para si seja especial. Deixe-lhe um post-it na cabeceira da cama, na lugar à mesa, no copo à refeição, na lancheira, na pasta, na agenda… Num sítio do costume, um sítio ou um objecto onde sabe que, de certeza absoluta, a pessoa vai mexer. E nesse sítio do costume, esta semana, num dia à sua escolha, pode estar uma coisa nova – um post-it com as suas palavras.

Um segundo de felicidade, um sorriso espontâneo, uma pequena lembrança de que o amor, ainda que a ser vivido a mil à hora, não está esquecido.

Abraçando-vos,
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Observe as suas emoções!

observar as emoções

Hoje começa a Lua Nova. Uma Lua Nova em Caranguejo, a puxar-nos para um mergulho profundo nas nossas emoções.

Vamos pensar um pouco. O que temos aprendido com as nossas emoções, ultimamente? O que nos tem dito o coração? O que nos têm mostrado os nossos sentimentos?

Onde está a verdade e onde está a ilusão?

Se tudo isto ainda parecer confuso, observemos as nossas emoções. Mas observemos mesmo. Sintamo-las. Olhemos para elas. Chamemos-lhes o que elas são. É raiva? É rancor? É amor? É paixão? É ciúme? É inveja? É egoísmo? É medo? É carinho? É ternura? É pena? É meiguice? Seja o que for, é o que é. É preciso olharmos para as nossas emoções exactamente pelo que elas são e não pelo que gostaríamos que elas fossem, ou pelo que correctamente elas deveriam de ser.

Esta é a única forma de sabermos a verdade. Não a verdade romanceada, fantasiada e formatada, mas a verdade como ela é. Transparente. É assim que a encontramos – enfrentando as nossas emoções tal como elas se apresentam. Sentindo o que realmente sentimos percebemos uma série de coisas: o que realmente queremos, se estamos bem ou não, se estamos felizes ou não, se estamos realizados/as ou não, se estamos no caminho certo, ou não. É daqui, do coração, que vêm todas as respostas.

E é por isso que nesta fase ele se faz ouvir com mais intensidade. Porque os tempos pedem verdade. E isso às vezes parece assustador e caótico. Confuso e difícil. Sim, parece. E ás vezes é, mesmo. É por isso que é útil, de quando em vez, calarmos a mente. A mente que, citando a nossa querida Isabel Angélica, “a mente que mente e até mente ao coração”.

Esta semana a Dica aconselha-o/a a respirar fundo perante cada explosão emocional. A observar o que a emoção mostra, a entender que pista oferece e a transformar o que precisa de ser transformado. Há que respirar fundo, há que ser sensato/a e coerente. Sim. Mas há que enfrentar a verdade, pois é isso que os tempos pedem. De nada nos serve ser Luz se formos uma Luz enfeitada pelo ego. Até a Luz, para ser alcançada, precisa da verdade. Aliás, alcançar a verdade, é fazer-se Luz.

Abraçando-vos,
© Semeando

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Comece o Verão comprometendo-se com os seus desejos!

summer freedom

O Verão começa hoje. Dê-lhe as boas vindas. Abra a janela e respire fundo – sinta o oxigénio, a vida, o calor. O Verão é a estação do brilho, das explosões de cor e vida. Sinta esta energia e deixe-se mergulhar nela. Pense em si. No seu caminho. Nos passos que tem dado até aqui. Nos que faltam dar. No que deseja. Pense no que mais deseja.

Agarre esse pensamento e escreva-o numa folha de papel. Ou num post-it. Cole-o no frigorífico, na cabeceira da cama, em qualquer lugar. Um lugar visível para onde saiba que olha, de certeza, todos os dias. Comprometa-se com esse desejo. Não se preocupe com o “como” ou com o “quando”. Foque-se no que deseja e comprometa-se a, de hoje em diante, todos os dias, dar um pequeno passo na direcção desse desejo. Nem que seja verbalizando que acredita nele. Que acredita que consegue.

Faça deste Verão um motor de movimento e mova-se na direcção do que deseja. É tempo de agir.

Abraçando-vos,
© Semeando

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Comece o dia com fruta!

fruta pela manhã

Se já o faz, óptimo! 🙂 Se ainda não o faz, aconselhamos vivamente a que adopte este hábito – coma fruta logo pela manhã, em jejum!

Porquê?
Porque como o corpo está em jejum e, portanto, com mais necessidade de se alimentar, irá absorver com mais intensidade o que quer que seja que ingira (o mesmo acontece quando tem muita fome). Assim, se for fruta, todos os nutrientes serão rapidamente absorvidos, ao passo que se a ingerir com outros alimentos (ou depois de outros alimentos) já haverá um processamento mais lento e uma triagem maior.

Além disso, o sistema digestivo não necessita de fazer um grande esforço para digerir a fruta, pelo que ingerir este tipo de alimentos em jejum ajudará o corpo a iniciar o dia de forma tranquila.

E mais – devido à rápida absorção dos nutrientes da fruta, irá começando a sentir:

  • Melhorias no seu trânsito intestinal;
  • Melhorias na sua energia matinal;
  • Melhorias na concentração;
  • Melhorias no funcionamento cerebral;
  • Melhorias no funcionamento cardíaco;
  • Melhorias, certamente, em outras funções do organismo!

Como é que sabemos isto? Porque é tudo o que andamos a constatar, ao adoptarmos este hábito. A isto juntamos um copo de água morna e, a seguir, o que nos apetecer: uma torrada de pão de centeio e um chá, ou qualquer outra coisa que goste.

Adoptar pequenos hábitos saudáveis ajuda a grandes mudanças positivas! 🙂

Abraçando-vos,
© Semeando

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Respire fundo antes de falar.

pensa antes de falar

É certo que agir é importante e que as acções dizem muito sobre as pessoas. Mas a palavra, erradamente subestimada, não é menos importante.

A palavra falada exprime o que nos vai no íntimo. Ela tem a missão de ser a portadora dos pensamentos e das emoções. Ela é o veículo principal de comunicação entre nós e dela podem nascer belas rosas ou duros espinhos… Mediante a nossa escolha.

A palavra emite vibrações. Vibrações que fluem pelos campos electromagnéticos que nos envolvem e que actuam com o impacto com que as dizemos. É simples assim. Elas chegam aos sítios para onde as enviamos e criam algo, mais ou menos forte, com maior ou menor impacto… Mas criam. E é por isso fundamental que comecemos a observar as palavras que dizemos e com o quê que estão alinhadas – com amor ou com ego?

Nós falamos muitas vezes sem pensar. O que é normal, é humano e faz parte. Fá-lo-emos muitas vezes, conscientes ou não, mas podemos tentar, noutras tantas vezes, pensar antes de falar. Respirar fundo. Ponderar. Reflectir.

Não é “engolir sapos”. Nada disso. Não queremos dores de garganta. 🙂 É apenas reflectir um pouco, percebendo que, se é verdade que a palavra tem o poder de construir algo, tem, de igual forma, o poder de destruir essa mesma coisa.

E a escolha, como em tudo, é nossa.

Abraçando-vos,
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Integre a sua espiritualidade, naturalmente.

espiritualidade

A nossa Dica da Semana é uma rubrica cujo objectivo é o de partilhar sugestões e ideias que sejam úteis e benéficas à vida do dia-a-dia. Coisas que nós mesmas vamos integrando nos nossos caminhos e vidas e que, ao percebermos que de facto fazem uma diferença positiva, partilhamos para o exterior. É uma rubrica simples, fácil e acessível.

E é precisamente por isso que decidimos abordar este tema, esta semana, nesta rubrica. Porque acreditamos que a integração da nossa espiritualidade deveria de ser assim, também – simples, fácil e acessível. E sabemos que não o é, na prática. Mas também vamos percebendo que não o é porque existem uma série de questões relacionadas com crenças e formatos que precisamos de desconstruir para lá chegarmos.

Os aniversários são sempre momentos de balanço e ponderação e, para o Semeando, não é excepção. Também nós parámos para reflectir e observar o caminho feito nestes 2 anos de projecto, (celebrámos 2 anos a 21 de Maio) e, se há coisa que cada vez mais se clarifica no nosso caminho é esta noção de que uma das bases da nossa missão é a normalização da espiritualidade. A desmistificação da mesma. Mais do que construir algo de novo, percebemos, cada vez mais, que há uma grande necessidade de desconstruir tudo o que retira à espiritualidade um lugar naturalmente aceitável nas nossas vidas.

Há cerca de 1 ano, colocámos na nossa página de Facebook o seguinte post:

“É preciso percebermos que quando falamos de espiritualidade per si não estamos a falar de religião, de algo que se adquire, ou que se prega, ou que se faz de quando em vez.

É uma ilusão pensarmos dessa forma, pois a espiritualidade é uma parte de nós, daquilo que nos compõe.

Ninguém SE TORNA espiritual… Todos SOMOS espirituais, logo à partida – todos temos um espírito, chacras, mediunidade e toda uma mesma composição energética.

Fugirmos disso ou fingirmos que não vemos ou que não acreditamos não muda nada – continuamos a ser constituídos da mesma forma, tal como continuamos a ter o mesmo nariz, mesmo que gostássemos de poder fingir que ele não está lá.

A grande diferença entre o caminho de uma qualquer religião ou crença e um caminho alinhado com a nossa espiritualidade é que, enquanto que o caminho religioso é uma escolha que depende inteiramente do que cada pessoa pretende para si, o caminho em que despertamos para a consciência da nossa espiritualidade proporciona-nos um conhecimento equivalente ao sabermos o que fazer com a nossa visão, audição, olfacto, paladar e tacto.”

E é tão somente isto. Isto, que cada vez é mais claro e firme para nós.

Se sente o apelo de procurar mais sobre si, mais sobre a vida, mais sobre quem é, mais do que o que a superfície mostra – então busque. Mas, o que sugerimos, é que busque a simplicidade. Antes de escolher religiões e formatos para compreender a sua espiritualidade, busque apenas a base. Procure conhecimento prático – o que é a sua estrutura energética, os seus chacras, a sua mediunidade… E, perante religiões e formatos use um filtro interno, pense com a sua cabeça, sinta com o seu coração. Não se deixe levar por fanatismos ou endeusamentos – questione e não permita que lhe sejam impostas regras ou doutrinas. Fuja de grandes teatros, dramas e discursos com base na desgraça. O pólo negativo existe, mas, também carece de alivio e desmistificação – chega de se usar o medo para dominar as pessoas. Procure a sensatez e o discernimento.

Com simplificar damos um exemplo base – os seres que nos guiam do outro lado do véu são formas de energia e adoptam o formato que mais nos fizer sentido, mediante a nossa História, crenças e estrutura interna. Significa isto que se para si fizer mais sentido sentir-se guiado/a por um Arcanjo, por outra pessoa pode fazer-lhe mais sentido sentir-se guiado/a por um Animal de Poder e outra pessoa pode ainda incluir ambos nas suas preces. E tudo está bem. Onde há luz e amor, há verdade e caminho. E cada um/uma é livre de escolher o que mais faz sentido para si.

É certo que este assunto é vasto e que um só texto não diz tudo, mas queremos apenas deixar uma mensagem simples – siga, sim, o apelo interno que o/a leva a procurar mais sobre si. Esse apelo existe porque há, de facto, mais a descobrir. Um Universo de coisas. 🙂 Mas sinta SEMPRE com o seu coração se o que ouve, lê e/ou vê lhe faz REALMENTE sentido. E se realmente está a ser uma via para o/a ajudar a encontrar a sua essência, o seu equilíbrio, a sua individualidade, o amor e o respeito por si mesmo/a, pelos outros/as e pela VIDA, toda a vida, todas as formas de vida.

Boa caminhada a todos/as.

Abraçando-vos,
© Semeando

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Imagem de Alex Grey

Junte uma caminhada à sua rotina habitual – pela sua saúde!

caminhada

Certamente que já ouviu esta recomendação diversas vezes e, das duas uma, ou levou a sério e faz da caminhada uma rotina habitual na sua vida, ou entrou num modo de “sim eu sei mas não consigo, não posso, não tenho tempo”.

Não se sinta mal, nós também fazemos parte do segundo grupo. Ou fazíamos, até os nossos corpinhos começarem mesmo a mostrar a falta que este pequeno exercício faz.

Repare, se fizer uma pequena caminhada por dia, de cerca de 20 minutos ou meia hora, começa a obter os seguintes benefícios:

  • Regularização do trânsito intestinal, uma vez que o intestino funciona de forma mais lenta mediante uma rotina sedentária;
  • Melhorias na circulação sanguínea;
  • Ajuda no equilíbrio do ritmo cardíaco;
  • Ajuda na perca de peso;
  • Aumento da boa disposição e bem-estar emocional e mental, uma vez que o corpo gasta energia e balança, assim, o gasto energético que costuma estar focado apenas nos pensamentos e emoções.

Tudo isto é mais sentido e útil quanto mais sedentária for a sua rotina actual. E com sedentária não falamos de “não fazer nada”. Falamos de ter um trabalho onde esteja maioritariamente sentado/a, por exemplo. Se houver pouco movimento no seu dia-a-dia, é crucial que inclua pelo menos a caminhada na sua rotina habitual, pois notará uma franca diferença no seu bem-estar.

Nós, que trabalhamos muito tempo sentadas (e com muitas horas ao computador), sabemos bem que a falta de movimento traz uma série de desequilíbrios ao organismo. E notamos bem a diferença quando incluímos algum exercício à nossa rotina.

Além disto tudo, se conseguir fazer a caminhada num jardim ou num sítio mais tranquilo e com alguma natureza, pode aproveitar para se conectar com os Elementais e sentir a energia das árvores e plantas. Se se focar e conectar com essa energia vai sentir um efeito ainda mais rejuvenescedor! Aproveite e abrace uma árvore! Ou duas! 🙂

E não se esqueça – é fundamental manter-se hidratado/a e beber bastante água ao longo do dia. Tão fundamental como isto é alimentar-se de forma regular, saudável e tranquila. Os tempos andam agitados e energeticamente muito mexidos, e os nossos corpinhos físicos precisam de mais atenção e sustentação. É preciso cuidarmos bem deles. 🙂

Abraçando-vos,
© Semeando

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Imagem do site magic4walls.com

Recicle em sua casa – com facilidade!

reciclagem

Certamente que sabe porquê que é importante aderir ao processo da reciclagem, mas, a título de lembrete, vamos reforçar.

Estima-se que uma família com 3/4 pessoas encha, em média, 2 baldes de lixo por semana. Multiplique isso pelas milhares de famílias que existem e imagine a quantidade de lixo que se produz por mês. Junte-lhe agora os baldes de lixo diários de cafés e restaurantes e as quantidades gigantescas de restos e resíduos das grandes indústrias… Já imaginou?

Se todo este lixo ficar amontoado nas lixeiras sem receber qualquer tipo de tratamento, os níveis de poluição no Planeta Terra vão continuar a aumentar, pois os diferentes materiais que deitamos fora demoram diferentes períodos de tempo a decompor-se, dependendo da matéria de que são feitos. Por exemplo, enquanto que um jornal leva cerca de 2 a 6 semanas a decompor-se, uma lata de alumínio pode demorar cerca de 500 anos. E o que acontece, neste momento, é que a população mundial aumenta de ano para ano e, com isso, aumenta também a produção de lixo. E a Terra não consegue, sozinha, desfazer-se de todos os resíduos que nós produzimos.

Para isso criaram-se e continuam a criar-se processos de reciclagem. Inúmeras equipas de pessoas dedicam-se, por este mundo fora, a estudar formas de reaproveitar os materiais e resíduos que colocamos no lixo, para poupar a Terra e diminuir a poluição.

Além disso, o aumento da população mundial leva ao aumento do consumo dos recursos naturais e, à velocidade em que isso acontece, a Terra não consegue ter tempo para se regenerar, o que pode levar ao esgotamento de alguns desses recursos. E mais uma vez, é a reciclagem que pode travar isso.

É cada vez mais urgente envolvermo-nos, TODOS/AS, no processo da reciclagem. Porque isto começa em cada uma das nossas casas. E a nós só nos cabe uma tarefa muito simples: separar o lixo. Desta forma, tornamos o processo de quem o transforma mais simples e eficaz.

O problema é que todos compreendemos isto, mas poucos fazemos a nossa parte. Em primeiro lugar porque somos preguiçosos/as por natureza, em segundo lugar porque parece tudo muito difícil e em terceiro lugar porque, quando finalmente decidimos ir comprar um ecoponto daqueles próprios para ter em casa, deparamo-nos com preços exorbitantes.

E é por isso que a Dica desta semana vem falar neste assunto: para vos mostrar que, afinal, este processo pode ser bastante simples.

Ao invés de ecopontos e/ou de baldes do lixo, nós comprámos baldes normais, daqueles com pega – os mais baratinhos que encontrámos! Comprámos baldes de cores diferentes tentando condizer com as do ecoponto, mas, à falta de amarelo, comprámos um laranja – o que importa é ter três: um para os plásticos, outro para os vidros e outro para os papéis e cartões. São baldes de 15L, tamanho que consideramos o ideal, pois nem são muito grandes nem muito pequenos – perfeitos para transportar sem grandes esforços. 🙂

Depois é só catalogá-los, como vê na foto, e já está!

Se não tiver nenhum ecoponto perto da sua casa, basta por os baldes no carro e ir despejá-los ao ecoponto mais perto de si.

É mesmo muito fácil!

E agora repare: os seus filhos/as e netos/as irão aprender, com o seu exemplo, a separar o lixo. Para eles, isto tornar-se-à o normal. E, como adultos/as, este processo fará parte integrante das suas vidas de forma natural. E assim se vai mudando a consciência das gerações seguintes.

Todos temos um papel a cumprir. Afinal de contas, todos moramos nesta grande Casa que é o Planeta Terra.

Não se esqueça de cumprir o seu.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Experimente uma coisa nova!

 

coisas novas

Há momentos em que a vida nos empurra para fora da nossa zona de conforto. Na prática, isto significa um conflito com alguém, a perda de um emprego, uma ida à cama por qualquer tipo de maleita ou o confronto com qualquer tipo de situação que nos coloque numa posição desconfortável.

Estes são os abanões que nos chegam para que percebamos que algo está fora do eixo e que algures no nosso caminho nos desviámos para uma rota que não se alinha com o nosso coração.

Todos os abanões nos pedem reflexão. Ponderação. Auto-análise. Especialmente aqueles que se repetem e que já nos cansam e exasperam. Esses são os que URGEM de atenção e transformação. E qualquer um deles, a ser aprendido, abre portas a algo novo e brilhante.

Para isso, muitas vezes, há que arriscar. Mudar a rota e a rotina, fazer algo novo. Tentar algo diferente. Muitas vezes, o problema é que continuamos a fazer as mesmas coisas, a resolver da mesma maneira, a manter o mesmo comportamento. Com isto, atraímos a mesma situação repetidamente, até percebermos que, para que ela mude, é preciso que nós mudemos primeiro.

Mesmo que não haja um grande abanão na sua vida neste momento, mesmo que só se sinta cansado/a e insatisfeito/a sem nada ter acontecido, arrisque em algo novo. Não espere pelo abanão. 🙂

Claro que, muitas vezes, torna-se difícil de perceber o quê que é preciso mudar e isto coloca-nos num impasse. Por isso, o que a Dica sugere é que experimente algo novo de forma simples.

Experimente uma comida nova, uma aula de dança, uma ida a um sítio novo, vestir uma cor diferente do habitual, ler um livro diferente dos que costuma ler… Algo simples, prático, que encaixe no seu dia-a-dia mas que fuja da rotina normal. Até podem haver coisas que já sabe que gostaria de experimentar “um dia”. Não espere “pelo dia”. Faça esta semana. Faça hoje. Faça já. Experimente. Arrisque. Faça.

Esta aparentemente pequena mudança irá fazê-lo/a sentir coisas novas. E muitas vezes, são estas pequenas mudanças que nos dão o balanço que precisamos para fazermos as grandes mudanças que também precisamos de fazer.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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