Não cedas à pressão dos outros.

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Vão dizer-te que faças “assim”. Que escolhas “isto”. Que optes por “aquilo”. Que “isto” é o que toda a gente faz. Que “aquilo” é o que toda a gente espera de ti. Que fazeres “assim” é o certo. Que escolheres “aquilo” é o melhor para ti. Muitas vezes vão dizer-to com uma genuína preocupação para contigo. Outras vezes vão dizer-to por egoísmo, a pensarem apenas em si mesmos/as e nos seus interesses. Outras vezes vão dizer-to por ego inflado – eles/elas é que sabem! E outras vezes vão dizer-to porque realmente acreditam que aquilo é mesmo o melhor.

Vão dizer-to pelas mais variadíssimas razões, mas vão dizer-to e é nisto que te convidamos a reflectir, esta semana: quanto de ti há nas tuas decisões? E nas tuas opiniões? E no teu sistema de crenças, em geral?

É inevitável que o nosso sistema de crenças seja influenciado por factores externos a nós. O contexto familiar, cultural e social em que nascemos é o primeiro grande modelador, a seguir vêm as escolas, os amigos, os namorados e namoradas, as músicas que ouvimos, os programas que seguimos, os livros que lemos e tudo o que vai fazendo parte das nossas vidas.

Obviamente que há influências boas. Obviamente que é também fora de nós que colhemos sabedoria, estrutura, conhecimento e experiência para lidarmos com as nossas próprias vidas. Claro que sim.

Mas também existem influências menos boas – e é por isso que te convidamos a reflectir nisto.

As influências que te fazem ter ideias que não são compatíveis com o teu verdadeiro Eu, que te levam a ter atitudes, posturas, opiniões e até a fazer escolhas sérias na tua vida, sem que seja porque realmente é isso que TU queres.

É importante que perguntes a ti mesmo/a o quê que tu queres. O quê que tu gostas. Qual é verdadeiramente a tua opinião sobre algo. O quê que tu sentes! perante algo ou sobre algo. É importante que sintas, com o teu coração, qual é a verdade que te move, em todas as coisas.

É importante porque é cuidando da relação contigo mesmo/a que encontras o teu equilíbrio e o teu bem-estar. No contexto do nosso trabalho como terapeutas holísticas, na grande maioria das vezes, a grande causa para o desequilíbrio que as pessoas que nos procuram sentem, vem precisamente da falta de nutrição na relação consigo mesmas – e ao trabalharmos essa nutrição, o equilíbrio vai tomando forma.

É importante que tu saibas quem TU és e o quê que TU queres para ti. Que penses com a tua própria cabeça, que sintas com o teu próprio coração, que escutes a tua intuição, também.

Como é que isso se faz?
Com tempo para ti. Tira tempo para ti. Para estares só contigo. Abre a janela, respira fundo, fecha os olhos, sente a brisa no rosto, foca-te em ti. Questiona-te. Faz essas perguntas a ti mesmo/a. Fala contigo.

Claro que compreendemos que nem sempre consegues fazer exactamente o que tu queres, pois há decisões que incluem outros, também. Se por exemplo adoravas pintar quadros mas tens responsabilidades financeiras que não te permitem simplesmente despedires-te do trabalho que tens para te dedicares somente à pintura, tudo bem, é compreensível, mas não desistas totalmente do que desejas! Pinta nas tuas folgas, no teu tempo livre. Todas as semanas, agenda esse pedaço de tempo para a tua pintura. Inicia um projecto teu. Faz um site. Páginas nas redes sociais. Mostra o teu trabalho, começa a vendê-lo, vai criando e evoluindo. Começa, se é isso que tu realmente queres.

Há quem te vá apoiar e incentivar, há quem vá desvalorizar a tua paixão pela pintura. Não cedas à pressão dos outros – não tens que agradar aos outros, especialmente quando isso implica que te anulas, oprimes e ressentes. Especialmente quando isso interfere com a tua harmonia e estabilidade interna (e externa, também).

Serve para quem quer pintar, serve para quem quer (ou não quer!) fazer outra coisa qualquer – serve para toda e qualquer situação onde o mote seja o mesmo: encontrar o equilíbrio entre aquilo que realmente se quer e aquilo que se está a fazer por pressão externa.

Porque ao final do dia, é isto que importa: o teu equilíbrio. Emocional, mental, físico, espiritual. O teu equilíbrio, a tua estabilidade interna, que te sintas bem. Bem contigo mesmo/a. Bem na tua pele. De bem com a Pessoa que És – isto é o que importa e não deves, nunca, deixar de caminhar até chegares aí, a esse sítio interno onde estás em paz contigo mesmo/a.

Com bênçãos de Paciência, Coragem e Resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Respira fundo.

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Entramos na segunda semana de Janeiro e, para uma grande parte das pessoas, a boa disposição motivada pela promessa de um novo ano e de novos objectivos a cumprir já se perdeu… Dando lugar ao stress. O stress porque ainda não começámos a dieta, ainda não nos inscrevemos no ginásio, ainda não iniciámos o blog, ainda não arrumámos os armários, ainda não começámos a ler, nem a meditar, nem a planear, nem a agir, nem a fazer. As rotinas voltaram a preencher o mesmo espaço de sempre, nalguns casos parece que ainda preenchem mais, o tempo passa a correr, não dá para nada – e lá vem o peso do “não consigo”, “não vou conseguir”, “falhei”.

É aqui que é preciso aprender a parar. Um bocadinho. E respirar fundo. A sério, só isto: parar e respirar fundo.

Convidamos-te a que faças isso agora, neste preciso momento. Inspira profundamente pelo nariz, expira profundamente pela boca. Mais duas vezes, de olhos fechados, por-favor.

Agora leva a mão ao teu coração. Diz, a ti mesmo/a: “Consegues, sim. Calma. Vai correr tudo bem.”

E volta a respirar fundo.

Melhorou?
De certeza que sim. Pelo menos um bocadinho. É muito importante que saibamos gerir a nossa agitação interna, especialmente com estas vidas contemporâneas que temos, repletas de rotinas, afazeres, chamarizes de atenção e de stress. É muito importante sabermos lidar connosco mesmos/as porque é connosco que estamos o dia todo. Sempre. A todo o momento. Que afirmação óbvia, não é? No entanto, raramente paramos para pensar nisto – somos nós que estamos connosco, em todos os momentos. Então há que sabermos lidar connosco sim, sabermos ser nossos/as amigos/as. Sabermos levar a mão ao nosso coração e serenar a agitação excessiva. Não só para lidarmos com o dia a dia mas também para que, pelo meio das nossas rotinas e obrigações, ainda sobre espaço interno para realizarmos os tais objectivos que no início do ano queríamos tanto realizar. Ainda podemos, sim. Não perdemos a possibilidade de concretização só porque não começámos na primeira semana de Janeiro. Não temos obrigatoriamente que começar objectivos novos ao dia 1, ou à Segunda-Feira – qualquer dia é um bom dia para começar!

É também importante seres realista! Com o teu tempo, com o teu espaço, com o teu ritmo. Não é preciso fazer tudo de uma vez. Mais vale um passo pequeno, mas firme, do que a tentativa de dar 10 passos ao mesmo tempo e acabar por tropeçar e não dar nenhum. Um passo de cada vez, com foco e determinação.

E respira fundo, pelo meio. Basilar que te lembres de ir respirando fundo.

Com bênçãos de Coragem e Resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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2022 – um objectivo de cada vez!

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Ah, um novo ano! Que maravilha, esta sensação que experienciamos em Janeiro, de que tudo é possível! É boa, de facto. E devemos de a aproveitar, de facto. Aproveitar esta onda de motivação e de impulso, para reajustar os nossos passos, reflectir, pensar, terminar com as páginas que já não servem ao livro das nossas vidas, começar páginas novas, com objectivos alinhados com o que realmente desejamos para nós – claro que sim! É óptimo!

… Mas há que sermos razoáveis. E, normalmente, nesta altura do ano, tendemos a não ser. Andamos um ano inteiro a adiar passos de acção na direcção do que desejamos para chegarmos ao dia 1 de Janeiro e querermos fazer absolutamente tudo o que está pendente. E na grande maioria das vezes, a meio de Janeiro, já perdemos a pica.

Sabem porquê?

Porque é muito. Porque é tudo. Porque é demais. É por isso que não conseguimos e não por sermos incapazes. Não somos incapazes. Mas há limitações sim. Normais, humanas, de necessidade de tempo, de espaço, de maturação. E é por isso que não é possível resolver tudo de uma vez. Infelizmente, como não pensamos nisto assim, a tendência é chegarmos ao fim de Janeiro numa frustração enorme porque “afinal não deu” e entrarmos em Fevereiro já conformados com a ideia de que “depois logo se vê”… E assim andamos até Dezembro, novamente, até se repetir todo o padrão.

E é aqui que entra a nossa Dica da Semana, sugerindo que se quebre este padrão de uma forma que é na verdade bastante simples – focar num objectivo de cada vez. Só isto. Aproveitemos, sim, esta energia de impulso e motivação para alinhavar ideias, (podem mesmo fazer uma lista com todas as coisas que querem concretizar e manifestar nas vossas vidas em 2022!), mas depois escolham UMA para começar a realizar.

Uma! Só se focam numa. De cada vez. E quando estiver orientada, a fluir, a acontecer, então aí sim, passam para outra – mesmo que já não seja em Janeiro! Provavelmente não vai ser em Janeiro – tudo! E está tudo bem! Há um ano inteiro para fazer acontecer, o importante é ir caminhando, passos firmes, ainda que pequenos, mas firmes, na direcção do que almejamos concretizar!

Todos os anos reciclamos esta mensagem nesta altura, quer seja aqui na zona blog, quer seja no formato de postagens nas nossas redes sociais… Sabem porquê? Porque resulta.

O nosso 2021 também terminou com as nossas mentes a fervilhar em ideias novas que desejamos muito concretizar em 2022… Mas como já sabemos como “a coisa” funciona, nem hesitamos – é pôr tudo no papel, em tópicos, e escolher uma, apenas uma, para começar caminho. E foi esta, a de reabrir a zona blog do nosso site! Parece fácil,  mas não é. Foi preciso pensar se realmente haveria tempo para nos comprometermos com a Dica da Semana, por exemplo, que ficou suspensa desde 2017 e que desde aí queremos retomar. Foi preciso maturar, planear, sentir e concluir. E foi porque nos dedicámos apenas a esse primeiro tópico, que finalmente, cá está, novamente, a acontecer. Integrada nas nossas tarefas da semana!

Agora sim, podemos passar a outro tópico. Tranquilamente. E há tópicos apontados que possivelmente só lá para o meio do ano acontecerão. Alguns se calhar nem serão este ano. Mas está tudo bem! Porque há uma lista desenhada e há um foco de prioridades. E é para ser dado um passo de cada vez. E como é dado um passo de cada vez, há sempre algo a acontecer, algo a ser conquistado, a ser conseguido. E sentir isso é ir sentindo ânimo para dar o passo seguinte, e o outro, e o outro…

Por isso, queridas pessoas, voltem a analisar a vossa lista de objectivos, por-favor. E escolham um só. E trabalhem nesse, um bocadinho todos os dias, até o terem a fluir. Depois então passam ao outro. E haverá sempre algo a acontecer, o que vos motivará! Tenham paciência. Saboreiem os passos. As pequenas metas e pequenas conquistas. As coisas que vão fazendo. Celebrem-nas. Todas contam. E tudo isso, junto, impulsiona a mais passos em frente.

Um maravilhoso 2022 para todos/as vós!
Com bênçãos de Amor e Luz!
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Imagem do site goodfon.com

Termine o seu dia em gratidão!

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A maioria de nós termina a maioria dos dias com uma sensação de aborrecimento e frustração. Isto leva-nos a ter dificuldades em adormecer, a dormirmos mal e, muitas vezes, a acordarmos no dia seguinte com a mesma falta de ânimo. Isto vai-se tornando num ciclo vicioso até se tornar “normal”, parte do “vai-se andando” e do “mais ou menos” a que já estamos habituados/as.

Na verdade, somos nós que alimentamos isto. Como? Como os nossos próprios pensamentos. Isto acontece, em grande parte, porque nós passamos grande parte do tempo focados em negatividades – nas preocupações, nos receios, no que não queremos, no que não conseguimos, no que achamos que não somos capazes… E pouco ou nada focamos a nossa atenção para as coisas agradáveis, que já temos, que correram bem, ou que queremos alcançar.

Um exemplo prático: precisamos de dinheiro. Queremos dinheiro. Mas passamos o dia a pensar que não temos dinheiro e que temos medo de não o conseguir obter.

Se percebermos que o nosso pensamento é o grande íman que atrai a realidade do dia-a-dia até nós, então começamos a perceber que aquilo em que andamos mais focados/as é aquilo que se manifesta com mais força nas nossas vidas.

Isto levar-nos-à, certamente, a re-avaliarmos os nossos pensamentos diários e a andarmos mais atentos/as àquilo que alimentamos na nossa mente.

No entanto, não é tarefa fácil. 🙂 Somos criaturas de vícios e, além do pensamento, existem também as nossas emoções e intenções – outros patamares internos nossos que só começamos a compreender e conhecer quando realmente nos propomos a um caminho de conhecimento interno.

Mas há coisas que podemos começar a fazer. Todos/as nós. Para ajudarmos a nossa mente a focar-se nas coisas boas que (também) nos acontecem.

Por isso, o que sugerimos para esta semana (e para sempre!) é que, todos os dias, ao deitar, reveja o seu dia e agradeça pelas coisas boas que o dia lhe trouxe. Pode ser tão simples como aquele café delicioso que bebeu à hora do almoço, ou aquele abraço forte que aquela pessoa especial lhe deu. Pode ser o dinheiro que recebeu nesse dia, aquela refeição saborosa ou o pôr-do-sol maravilhoso que por acaso hoje lhe chamou a atenção.

Pode ser a coisa mais simples, mas agradeça. Ajude-se a si mesmo/a a procurar o que de bom a vida lhe traz. Ajude-se a si mesmo/a a focar a mente num registo mais positivo. Vai ver, com o tempo, o bem que isto lhe irá trazer.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Imagem do site vatikag.com

2017 – Um passo de cada vez.

2017

No início de 2016 escrevemos sobre a necessidade de termos calma relativamente à concretização de todos os objectivos que nos propomos a realizar no início de um novo ano.

Hoje, um ano depois, voltamos a falar no mesmo. 🙂

Sempre que um ano começa há uma enorme agitação dentro de cada um/uma de nós. O cheiro a novo, a promessa de novas oportunidades e de, “agora sim”, levarmos a cabo todos os objectivos que almejamos para as nossas vidas inunda-nos totalmente. E isso é bom. É um bom impulso motivador.

… Que se esgota num instante, por vezes ainda antes de Janeiro terminar, porque a carga, a expectativa e a pressão que colocamos em nós mesmos/as é desgastante. Decidimos com todas as forças que a partir de dia 1 é que vamos começar a ter cuidados com a alimentação (por exemplo), mas, no dia 5, (por exemplo), ainda há restos daqueles bolinhos bons do Natal e nós não resistimos e comemos mais um e pronto! Está tudo estragado! “Já começou mal o ano”; “nunca vou conseguir”; “fica para depois”. E isto é só um pequenino exemplo simbólico do que nós fazemos a nós mesmos/as, repetidamente.

Calma. Não é preciso fazermos tudo no dia 1. Nem na primeira semana. Nem no primeiro mês. O que é preciso é estabelecermos objectivos, metas. E comprometermo-nos a dar o melhor de nós mesmos/as a cada dia.

Repetimos exactamente o mesmo que dissemos no ano passado:
“Esta semana, a Dica propõe que pegue na sua lista de resoluções para 2017 e a deite fora. Esqueça os grandes objectivos, as certezas absolutas e a carrada de “tem mesmo que ser” que já impôs a si mesmo/a. Deite tudo fora. E abra o caderno novamente. Numa página em branco. Já tem os grandes objectivos delineados? Óptimo. Então agora foque-se apenas em dar um passo de cada vez. Planeie um passo de cada vez. Faça resoluções diárias, ou semanais, objectivos pequenos, mas realistas e certeiros. Um dia de cada vez, um passo de cada vez. Respire fundo, aproveite a vida, aproveite cada momento.”

Em 2017 lembre-se, acima de tudo, de viver.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Imagem do site wallpaperscraft.com

Faça as suas compotas para este Inverno!

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Se procura formas mais saudáveis de preencher o interior do seu pão, das suas tostas e das suas torradas, aqui fica uma dica seguramente simples: faça compotas!

É super fácil:

  • Descasque a fruta que pretende cozinhar (maçã, abóbora, morangos, uvas…) e pese.
  • Coloque a fruta numa panela ao lume e acrescente metade do peso da fruta em açúcar (se for açúcar amarelo, melhor!).
  • Deixe cozinhar por 20/25 min (até a fruta estar cozida) e desfaça-a com um garfo ou com a varinha mágica.
  • Misture um pouco de frutos secos (ou nozes, ou pinhão, ou amêndoas) e distribua por potes de vidro.
  • Deixe arrefecer e guarde no frigorífico.

Tão simples quanto isto. Terá sempre conduto para o seu pão, é saudável, sem aditivos, feito por si e, se tiver crianças, ainda pode fazer da confecção das compotas uma tarde divertida com elas.

Uma deliciosa sugestão para as tardes de Inverno.

Abraçando-vos,
© Semeando

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Imagem do site wallpapersok.com

Dores, doenças, maus-estares? Escute o seu corpo físico!

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Se olharmos para o nosso corpo como sendo mais do que apenas fisicalidade, iremos percepcionar que somos também compostos por camadas energéticas – e podemos simplificá-las dividindo-as em 3 partes: mental, emocional e astral. Temos assim, ao invés de 1 só corpo, 4 corpos igualmente importantes – físico, mental, emocional e astral.

Se entendermos que todos eles comunicam entre si e se interligam (através dos pontos energéticos que conhecemos como Chacras), percebemos que aquilo que acontece num interfere com o outro e vice-versa.

Significa isto, na prática, que os nossos pensamentos vão interferir com as nossas emoções e com o nosso bem-estar físico. E as nossas emoções vão interferir com os nossos pensamentos e com o nosso bem-estar físico. E o nosso campo astral vai interferir com as nossas emoções, com os nossos pensamentos e com o nosso bem-estar físico. Tudo culmina no físico, portanto. Mas nada começa nele. 🙂

O corpo físico é a última de todas as camadas que nos compõem e a que se encontra materializada no plano dimensional onde vivemos. Nele manifestam-se todas as situações que ocorrem nos nossos outros corpos, o que significa que, se começarmos a olhar para cada sintoma, dor, doença ou mau-estar como algo que chegou ao nosso corpo físico por via de algo que está a ocorrer noutro dos nossos corpos, começaremos a chegar às verdadeiras causas de todo o nosso mau-estar físico. E poderemos, dessa forma, curar a raíz dos nossos problemas de saúde.

Existem vários canais e terapeutas do foro complementar e holístico que desenvolvem estudos e observações dentro desta temática e vale mesmo a pena pesquisar informação e leitura sobre isto. Recomendamos, por exemplo, o “Pode Curar a Sua Vida” – de Louise Hay, um livro que temos sempre aqui à mão. 🙂

Também nós temos vindo a desenvolver a observação desta dinâmica em nós mesmas à já alguns anos. De tal forma que, actualmente, já é automático o processo da procura do quê que originou determinada constipação, dor, ou qualquer tipo de maleita física. 🙂 No âmbito do trabalho que facilitamos na área da cura complementar e holística também trabalhamos nesta linha de pensamento e, uma vez mais, temos obtido resultados bastante positivos. Por tudo isto aconselhamos mesmo a que procure a raíz dos seus problemas de saúde. Verá que faz todo o sentido, que é transformador e que pode, sim, proporcionar diversas curas.

Abraçando-vos,
© Semeando

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Imagem de Cameron Gray

Observe a vida com os Olhos do Falcão.

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Nós achamos que sabemos tudo. Que o que temos à nossa frente é suficiente para tirarmos conclusões e arrumarmos o assunto de uma vez por todas. Com isto, muitas vezes (muitas mais do que gostaríamos, certamente), cometemos o comum erro da precipitação. Precipitamo-nos a julgar, a apontar, a criticar e a opinar. E, consequentemente, a agir. Depois, uns dias, ou semanas, (ou meses ou anos!), percebemos que afinal não era bem assim, que julgámos mal, que pensámos mal, que cometemos um erro.

E embora seja humano cometer erros, alguns podem ser evitáveis, se vestirmos a pele do Falcão. O Falcão que sobe pelos céus e, ainda que o seu foco seja apenas um ponto muito específico e pequenino no chão, observa uma área gigantesca ao seu redor. Tem uma visão alargada, um panorama maior do todo.

É isto que precisamos de fazer. De nos afastar da situação o suficiente para conseguirmos vê-la com os Olhos do Falcão, sob uma perspectiva neutra e alargada, medindo bem todas as influências que a rodeiam. As emoções envolvidas, as razões, as reacções, nossas, dos outros intervenientes… A energia envolvente, as condições, o contexto… Há tanto a observar, numa mesma situação. E tantas são as vezes em que, ao olharmos com a distância suficiente para vermos o panorama maior, percebemos que, afinal, nada é como parecia.

O que os olhos físicos vêem é apenas uma das muitas parcelas de uma situação. É preciso pensar, sentir, intuir. É preciso fazermos uso de todos os nossos sentidos (incluindo o sexto!), antes de tomarmos decisões ou fomentarmos opiniões. Especialmente se se tratar de algo muito importante nas nossas vidas.

Por isso, ainda que este seja um momento terreno que pede movimento e acção, sugerimos que não deixe de reflectir. E de observar melhor.

Abraçando-vos,
© Semeando

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Imagem do site wall.alphacoders.com

Recicle, Renove, Recomece.

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Na Dica anterior falámos da importância de, nesta fase, dar uma volta à sua casa, aos seus armários, ao seu espaço e libertar-se de tudo o que já não faz sentido guardar e manter consigo.

Agora, prestes a entrarmos no Outono, sugerimos que proceda a uma reciclagem interna. Recicle os seus pensamentos, as suas emoções e as suas atitudes. Pare um pouco e observe a sua vida, neste momento. Está alinhada com os seus desejos? Com os seus objectivos? Com os seus sonhos?

Se não, está na altura de reciclar. Chega de culpar os outros, o sistema, o tempo, o dinheiro. Chega de culpar os factores externos pelos seus bloqueios e estagnações. Chega disso tudo! É hora de pegar em todos esses pensamentos de derrota e fracasso e deitá-los fora! Tal como fez com as coisas a mais… 🙂

E nesse espaço interno que fica vazio, comece a encher-se de coisas novas: fé, confiança, motivação. Foco. Pense no quê que pode fazer já HOJE para começar a pôr em prática aquele objectivo/projecto/sonho/desejo que prometeu a si mesmo/a que cumpriria este ano sem falta. Comece hoje, já, AGORA!

Comprometa-se com o seu objectivo e todos os dias faça algo por ele, nem que seja um pequenino passo. Faça-o, todos os dias.

Depois, mantenha-se atento/a – sempre que vierem os pensamentos derrotistas, recicle-os. Deixe-os ir com os ventos, como as folhas das árvores… E substitua-os por pensamentos positivos e motivadores. Claro que consegue! Consegue o que quiser. Basta querer. Ter foco. E seguir em frente.

Abraçando-vos,
© Semeando

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Imagem do site walldevil.com

Liberte-se do que está a mais!

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Sabe aquele pensamento guardado no fundo da mente, com aquele acontecimento passado que magoou tanto e que de volta e meia volta para fazer cair uma lágrima ou duas? Aquele pensamento que por norma termina com um “Oh, não faz mal… Já passou… Já lá vai…” – mas que continua a fazer-nos arder o peito como no dia em que aconteceu?

… É lixo. Lixo mental. Lixo emocional. Lixo interno. E o que fazemos nós com o lixo? Deitamo-lo fora, obviamente!

Tal como deveríamos de deitar fora todas as coisas que nos fazem trazer à tona o dito pensamento que nos deixa tristes e angustiados/as…

Acumular esse e outros pensamentos e emoções é tão bafiento e escuro como a arrecadação ou a gaveta ou o cantinho que temos recheado de caixas e caixinhas com todas as coisas que queremos guardar.

E se é certo que é bastante difícil nos desfazermos desses pensamentos e emoções de um momento para o outro, é bem mais fácil desfazermo-nos das coisas a mais que temos nas nossas casas. E é um excelente exercício de desapego e libertação! 🙂

Por isso, esta semana a Dica aconselha a que dê uma volta à sua casa e que se liberte de tudo aquilo que já não lhe faz falta, que já não usa, que está estragado e/ou que traz más recordações… Tudo aquilo que está “no canto” aparentemente esquecido mas que, ali ficando, cria energia de estagnação e bloqueio – (sabia?). Dê, doe, renove, recicle… Como quiser. Mas liberte-se do que está a mais.

Dá trabalho, mas verá como a sensação de leveza é compensatória. Tão compensatória que ganha balanço para, depois, proceder à tão necessária limpeza emocional e mental, também… 🙂

Abraçando-vos,
© Semeando

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Imagem do site clipartkid.com