Faz mais coisas que te deixem feliz.

Chega o Outono e, para uma grande maioria de pessoas, um tempo de melancolia… São os dias a ficarem mais curtos, é o desapego da Natureza a puxar aos nossos próprios desapegos… São as brisas a ficarem mais frias e a pedirem-nos mais conforto e recolhimento… Certo. É compreensível.

Mas essa é uma perspectiva. Há outras.

Podemos ver os dias a ficarem mais curtos precisamente porque chegam os tempos do conforto e do recolhimento… Os tempos frios e escuros que nos levam a estarmos mais connosco, mais com os nossos, mais disponíveis para o interior das nossas vidas. E dentro desta disponibilidade maior podem nascer mais conversas, mais intimidade, mais profundidade, mais partilha, mais momentos, juntos.

E podemos olhar para o desapego da Natureza e para os nossos próprios desapegos como a possibilidade de termos mais espaço nas nossas vidas.

E o que é termos mais espaço nas nossas vidas senão uma coisa boa?

Se limparmos um armário em casa e removermos as coisas velhas, o que acontece? Fica um espaço limpo, arejado. Vem uma sensação de bem estar e de realização pessoal por termos as coisas como agora queremos ter, mesmo que no acto de limpar nos custe desfazer desta ou daquela peça… O desapego é liberdade.

Então, esta semana, a Dica da Semana vem sugerir-te: faz mais coisas que te deixem feliz. E para isso, terás certamente que fazer escolhas. Escolhas no teu tempo e no teu espaço. Terás que libertar espaço para isso. Então liberta. Liberta o espaço que precisares para que aquilo que realmente te preenche e satisfaz tenha lugar, na tua vida.

Tu mereces.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Compotas caseiras para um Outono delicioso? É fácil!

No próximo dia 23 de Setembro, o Outono entra oficialmente nas nossas vidas. E bem sabemos que muitas pessoas se aborrecem com o fim do Verão, mas convidamo-vos a darem uma oportunidade às belezas do Outono…

As cores douradas do pôr-do-sol, a poesia silenciosa das folhas castanhas por todo o lado, a brisa que roça o nosso rosto, a magia que se sente no ar… É tão bonito!

E sabem o que é típico do Outono, também? Compotas caseiras!! Ahahahah

Perdemos essa noção porque agora temos compotas e doces por todo o lado, todo o ano, mas antigamente, esta era a altura maior das colheitas e as compotas faziam-se para aproveitar as frutas antes que se estragassem!

Apesar dos tempos modernos, continuamos a ter fruta que se estraga nas nossas cozinhas e continuamos a gostar de fazer coisas caseirinhas, certo?

Ora então juntemos o útil ao agradável e vejam como é fácil fazer uma compota caseira:

  • Descascar a fruta que pretendem cozinhar e pesar.
  • Colocar a fruta numa panela ao lume e acrescentar 1/4 do peso da fruta em açúcar (por aqui só usamos açúcar mascavado). E claro que podem gerir a quantidade de açúcar ao vosso gosto.
  • Deixar cozinhar por 20/25 min (até a fruta estar cozida), em lume brando, e ir mexendo. Podem adicionar um bocadinho, pouquinho!, de água (uma chávena de café), se virem que a fruta está a colar ao fundo.
  • Quando estiver cozida (mole e fácil de desfazer), desfazê-la com um garfo ou com a varinha mágica.
  • Deixar arrefecer e guardar num pote de vidro, no frigorífico.

Dicas extra:

  • Podem adicionar um pau de canela à cozedura e antes de desfazer a fruta, retiram-no.
  • Podem misturar um pouco de frutos secos que gostem, inteiros ou partidos. Devem de ser adicionados na altura em que vão pôr a compota no pote de vidro.

Et voilá! Uma Dica docinha para uma semana de mudança de estação! 🙂

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Limpa, arruma, organiza!

Já todos conhecemos as limpezas de Primavera… Chega o bom tempo, é abrir as janelas, deixar arejar, limpar, arrumar, preparar para os meses quentes do ano. Certo, faz sentido.

Mas sabes o quê que também faz todo o sentido?
Limpezas de Outono. 🙂

Ora vejamos: o Outono é a estação que entra para renovar os ciclos da Natureza… Ele vem impulsionar a Natureza a libertar-se do velho, do que já culminou o seu ciclo de vida, para que a Natureza se recicle e se prepare para um novo ciclo anual.

… faz todo o sentido que aproveitemos esta energia para procedermos à mesma dinâmica nas nossas casas e espaços físicos, não te parece? Aliás, faz todo o sentido que o façamos em tudo o que for necessário nas nossas vidas… Mas hoje a Dica é no sentido prático, físico, material.

Hoje a Dica da Semana vem sugerir-te que aproveites esta energia de reciclagem e renovação que começa a entrar nas nossas vidas (o Equinócio do Outono dá-se no dia 23 deste mês), para dares uma volta às tuas coisas, à tua casa, ao teu escritório, a qualquer espaço físico que te pertença – e que te libertes do que já não faz falta, do que está partido, do que só está a ocupar espaço e a gerar acumulação.

Defende o feng-shui (a arte de organizar espaços físicos a partir da noção da energia gerada), que guardarmos coisas partidas e estragadas, bem como acumularmos coisas sem lhes dar uso, gera energia de estagnação nas nossas casas e, consequentemente, nas nossas vidas.

Claro que todos temos coisas guardadas e que não usamos todos os dias, até mesmo algumas recordações, mas lá está: são coisas guardadas com objectivos e com um sentido.

Mais um detalhe interessante: Setembro está maioritariamente sob a influência do signo de Virgem. E Virgem é organização e arrumação. 🙂

Portanto, aproveita!
Aproveita este mês que comporta uma energia incrível de limpeza e libertação e renova os teus espaços! Liberta o velho, para que haja espaço e disponibilidade para novas energias entrarem e circularem!

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Agradece as pequenas coisas!

Parece um cliché, esta mensagem, de tanto que se vê espalhada por aí… E até pode ser. Mas é um cliché verdadeiro. Agradecer as pequenas coisas da vida, do dia-a-dia, faz diferença, sim!

Faz tanta diferença que num dos módulos do Lado a Lado, o nosso Ciclo de Desenvolvimento Pessoal e Espiritual, este tema é amplamente abordado e são introduzidos os bloquinhos da gratidão.

Porquê que faz diferença?

Porque a maioria de nós, crescidos e criados num sistema que aponta continuamente as falhas, que nos ensina que temos que ser sempre os melhores, sempre os primeiros, perfeitos! – criamos um mecanismo automático de estarmos maioritariamente focados numa coisa nada útil: no que NÃO corre bem.

Uma coisa é observar o que não corre bem para perceber como fazer melhor, óbvio! Outra é ficarmos presos ali, nas coisas menos boas, numa sensação de frustração e negatividade regular. É aquele clássico de termos um dia perfeitamente normal com uma reunião de meia hora que é chata e onde alguém é desagradável e é NISSO que o foco fica durante as outras 23h30 do dia! Sim, nós fazemos isto.

Então vem o cliché mágico: agradece as pequenas coisas.

“Ai, que a reunião de meia hora foi uma chatice…!”, certo, mas aquele café bebido depois de almoço soube pela vida! E o sorriso de alguém, e a tarefa finalmente concluída, e aquele pôr-do-sol incrível, e aquela conversa tão boa, e aquele artigo finalmente em promoção, e o jantar que saiu no ponto dos temperos…! Há tantas outras coisas num dia inteiro, boas, que valem a pena ser notadas, faladas, festejadas!

Fazer isso, queridas pessoas, aumenta a nossa sensação de bem-estar com o dia. E fazer isso, no dia-a-dia, contribui largamente para o aumento da nossa sensação de bem-estar com a própria vida. E contribui, largamente, para habituarmos a nossa mente a focar mais atenção nas coisas boas.

Experimentem. Assim uns bons dias seguidos. Até podem apontar num caderninho as coisas boas do dia. Durante uns bons dias seguidos! Verão o bem que vos faz.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Faz um banho de sal!

Sabem aqueles dias em que nos sentimos mais pesados, irritadiços… O dia até foi chato, aquela reunião complicada, o trânsito, a complicação no trabalho, a manhã com os miúdos que não correu tão bem… Ou até nem se passou nada, estamos apenas com aquela sensação meio nublada à nossa volta…

Pois bem, um bom banho de sal dará uma boa ajuda! E porquê? Porque o mais provável é estarmos um pouco mais “carregados” energeticamente. E o sal, composto por micro-cristais e sendo um catalisador de energias negativas, é um belo aliado para a nossa limpeza e harmonização energética.

Esta é uma dica que a maioria das pessoas que nos conhece já sabe como se faz… Portanto, para quem sabe, fica o lembrete – façam um banhinho de sal!

Para quem não sabe, fica a “receita”! 🙂

Num recipiente que possam levar para o banho colocam dois ou três punhados de sal grosso. Levam também outro recipiente com um pouquinho de erva doce. No banho, enchem o que tem sal com água à temperatura que gostam e passam no corpo, só do pescoço para baixo, deixando a água escorrer no vosso corpo, enquanto pedem às águas que limpem e purifiquem o vosso Ser. Tomam o vosso banhinho normal, (podem sempre ir comunicando com as águas e pedindo reforço desta limpeza e purificação), e, no fim do banho, enchem o recipiente com erva doce com água à temperatura que gostam e passam pelo corpo, novamente só do pescoço para baixo, agora para energizar!

Et voilá!
Bons banhos! 🙂

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
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Usufrui do momento presente!

O Verão traz consigo esta magia muito especial de que parece que tudo sabe melhor, não é? É o refresco na esplanada, a fruta fresca a deliciar o paladar, as cores vivas de um pôr-do-sol, o toque do mar na pele, a brisa morna no rosto… Momentos que, mesmo que andemos a mil, nos obrigam, ainda que por segundos, a parar para sentir. Para saborear. Que nos arrancam um sorriso de satisfação só porque sim, só porque é Verão.

A Dica desta semana vem sugerir: e se prolongássemos esses segundos? E se em vez de pararmos uns segundos para saborear e usufruir destes pequenos detalhes e prazeres, pararmos uns minutos, uma hora, mais tempo…?

“Ai, mas eu não tenho tempo.” – certo. É a resposta do século, da nossa sociedade moderna que vive a mil e em stress e em ânsias. Oh, se sabemos como é. Também padecemos desse mal. Porque é um mal, sim, é uma enfermidade, esta vida a ser vivida à pressa, em alta velocidade, com mais tarefas do que o dia permite e mais desgaste do que o corpo aguenta. Porque é isso, não é? Ao final do dia, é isso que a maioria sente: um cansaço gigante.

Podemos arranjar todas as justificações do mundo, e podem ser todas aceitáveis e plausíveis – não deixa de ser prejudicial ao nosso bem-estar e até mesmo à nossa saúde.

É aqui que entra um lembrete muito importante para todos nós: nós somos os criadores da nossa realidade. Não, não é sempre fácil. Não, não é sempre óbvio. Mas é possível. É investir tempo a pensar um pouco no nosso dia-a-dia e como, onde, em quê que andamos a distribuir o nosso tempo. É rever prioridades. É questionar onde ficamos nós, o nosso bem-estar, o tempo merecido para o nosso bem-estar, na nossa lista imensa de prioridades… E puxá-la para cima, obviamente. Para o topo da lista.

Essa é a grande Mestria desta estação. Estar em pleno. Usufruir. Ser.

Aproveitemos.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
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Bebe água!

“Bebe água, Johanna!” – tornou-se numa frase cliché em praticamente todas as turmas que temos tido até hoje. Ahahahah!

A verdade é que todos sabemos a importância que a água tem para a nossa saúde e vida, mas uma grande parte de nós não dá verdadeiramente atenção a isso. Não como deveria. E se achas que esta dica vai ser uma seca e já estás a pensar em sair desta página, ahahah, aconselhamos-te a leres até ao fim.

Beber um copo com água é muito mais do que “matar a sede” – é dar ao corpo a segunda coisa mais importante de que ele necessita para se manter saudável e equilibrado. Segunda, porque vem imediatamente a seguir ao oxigénio – a água é o segundo elemento mais importante para a vida!

E sabiam que sentir sede é um indicador de que já foram ultrapassados os limites da falta de água no organismo? Significa que já estamos a desidratar e que o corpo já está em alerta. Ou seja, o ideal para manter o corpo devidamente hidratado é ir bebendo água ao longo do dia, sem que se precise de sentir sede para beber! Pele seca, lábios secos e gretados e, até mesmo, falta de energia, são mais alguns dos indicadores de que devemos de ingerir mais água.

Sobre quantidades de água por dia, podes reger-te pela regra comum dos conhecidos 1,5L a 2L de água por dia, mas é importante percebermos que existem vários factores que influenciam a necessidade de maior ou menor quantidade de água no organismo, como o clima, a quantidade/qualidade de alimentos ingeridos e a actividade física. Se estivermos em épocas de maior calor, naturalmente que perderemos mais água através da transpiração, tal como acontece se tivermos uma actividade física intensa. De igual forma, uma alimentação que contenha, diariamente, a ingestão de verduras, legumes e frutas contribui para a ingestão de alguma água, através dos alimentos.

Por isso, também é importante que escutes os sinais do teu corpo e percebas a quantidade de água de que necessitas, mediante o teu dia-a-dia e as tuas actividades.

Eu, Johanna, tenho a acrescentar que ao começar a ter mais disciplina na ingestão de água diária – o que significa não esperar ter sede para beber água, ir bebendo ao longo do dia – além de notar uma notória diferença nos sinais acima indicados (principalmente nos lábios que deixaram mesmo de andar secos e gretados!), noto uma notável melhoria no funcionamento do meu intestino e – pasmem! – uma diminuição considerável da quantidade de vezes que tenho dores de cabeça… Esta sim, esta última tem sido uma surpresa incrível. E percebo que é da água, sim, porque se há um dia em que volto a beber menos lá volta a tensão na cabeça… Olhem, só vos digo: bebermos mais água faz uma diferença incrível – e notável!! – ao nosso bem-estar do dia-a-dia, mesmo! Por isso vá, garrafinha de água sempre à mão e vai dando uns bons golinhos ao longo do dia, podes até dar já um agora, neste preciso momento! 🙂

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
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Aproveita e anda com os pés descalços na Natureza!

Não é a primeira vez que vos falamos sobre isto na Dica da Semana, mas esta é daquelas dicas que vale mesmo a pena lembrar.

É Verão, vamos à praia, fazemos caminhadas na Natureza, andamos mais em jardins e parques… E é perfeito para pormos os pés directamente na terra e enraizarmos com mais força!

É comum conhecer-se os 7 chacras principais (pontos de energia vitais ao funcionamento do nosso Ser), mas nós não temos só esses chacras. Temos muitos outros, nomeadamente vários pequenos chacras na planta dos nossos pés cujas ligações energéticas se denominam de raízes e que servem de suporte à nossa ligação com a Terra.

A base do nosso corpo físico começa nos pés e a do nosso corpo energético também (assim compreendemos pelos nossos estudos feitos até agora). Por isso, assim como a saúde dos nossos pés é fundamental para a sustentação do nosso corpo físico, a saúde das nossas raízes energéticas também o é, para a sustentação do nosso corpo energético.

Vivermos esta vida urbana moderna distancia-nos do contacto directo com a Natureza – e isto enfraquece as nossas raízes. E é interessante adicionar que raízes enfraquecidas contribuem energeticamente para manifestações como: tonturas, dores nas pernas e/ou na coluna, dificuldade em concluir objectivos, sensação de bloqueio e falta de concentração frequente na realização de tarefas diversas.

Uma das formas mais simples de fortalecer as nossas raízes e criar um contacto mais próximo com a Natureza é precisamente a que esta dica refere: andar descalço na Natureza. E agora, no Verão, é ainda mais fácil de conseguirmos fazê-lo! É descalçar e sentir o toque da Natureza directamente nos pés – da terra, da relva, da areia. Caminhar sobre a Natureza sem separações – só Ela e a nossa pele.

E se nesse momento adicionarmos a consciencialização do que estamos a fazer, ou seja, focar a nossa atenção nesta consciência de que nos estamos a conectar à Terra e à Natureza – melhor ainda!

Bons passeios de Verão!

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Alinha as tuas palavras com aquilo que realmente desejas.

Existe uma crença generalizada de que as palavras são “só palavras”. Perdeu-se a noção, ao longo dos tempos, de que a palavra é muito mais do que isso. Antigamente, os nossos antepassados utilizavam a palavra com a mesma seriedade com que hoje assinamos contratos e formalizamos promessas. A palavra, antigamente, era suficiente. Era honrada, tida como um vínculo de honra. Tida como algo a, indiscutivelmente, cumprir.

Quem não cumpria com a sua palavra seriam os desonestos, os corruptos, os indignos, os traidores.

… como é que chegámos aqui?
A este sítio onde, actualmente, dá-se zero crédito à palavra. “Palavras leva-as o vento”, “não importam as palavras, importam as acções” – é de uma desvalorização atroz.

E, acreditamos, uma valorização a resgatar. Mais uma.

Porque a palavra, queridas Pessoas, é muito mais do que parece. A palavra é uma forma de materialização da nossa energia. Nós falamos para nos expressarmos, certo? Falamos para nos movimentarmos na direcção do que almejamos, certo? Então a palavra, a uma larga escala, materializa, manifesta, aquilo que estamos a criar.

Leiam de novo o último parágrafo, por-favor, e processem-no. Sintam-no.

E a partir daí, sugerimos como Dica desta semana, que reflictam nisto. Nas vossas palavras. Estão alinhadas com o quê? Com as vossas verdadeiras intenções? Com o que realmente desejam? É que se não for com isso que estão alinhadas, convidamo-nos a repensar naquilo que dizem. Desabafos, todos temos o direito a fazer. Momentos infelizes de dizer o que não queríamos dizer, todos temos o direito a ter. Mas o quê que alimentamos como conversa regular? O quê que dizemos com mais frequência?

“Eu acredito que consigo alcançar os meus objectivos” ou “não consigo/não posso/não tenho tempo/não sou capaz”…? Por exemplo.

Observem. E façam as alterações que considerarem necessárias para que a vossa palavra, a força da vossa palavra, seja um impulso construtivo àquilo que desejam criar em vós e nas vossas vidas.

Com bênçãos de coragem e fé,
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Aquele objectivo que ficou para trás? Começa agora.

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Sabes aquele objectivo com que arrancaste 2023? Aquele que até foi pensado, planeado, possivelmente iniciado (ou nem isso, nalguns casos!), mas que, algures por entre Janeiro ou Fevereiro, foi esquecido?

Aquele objectivo que te fez sentir um nervoso miudinho de euforia durante a última semana de Dezembro só de pensares que “a partir de Janeiro é que é!” – onde está, agora?

Se não está em lado nenhum, se desististe, esqueceste, ou entraste naquele registo do “oh, agora já nem vale a pena, quando tiver tempo, logo se vê…” – pedimos-te que reconsideres.

Se era uma coisa assim tão importante para ti ao ponto de ser um objectivo para o ano, porquê desistir?

Nós temos esta ideia fixa de que Janeiro é o melhor mês do ano para arrancar com objectivos, ou que tem que ser a uma Segunda-Feira, ou que tem que ser no dia 1 de um mês, ou numa qualquer outra data especial… E não é que isso seja errado, podes obviamente fazê-lo, mas… Qualquer outro dia é igualmente válido e absolutamente PERFEITO para arrancares. A verdade é que a única coisa que realmente importa é que comeces.

A verdade é que a única coisa que realmente importa é que pares um bocadinho para perceberes se esse objectivo é realmente importante para ti e, se for, que arranjes o tempo que mereces para ti e para as tuas coisas. Pode ser exactamente por isso – porque não arranjas tempo para o que realmente desejas para ti – que não te sentes tão bem, nem tão motivado/a ou animado/a.

Então para esta semana é isto que sugerimos: começa. O que quer que seja que tinhas estipulado fazer para ti, porque sim, porque queres, porque gostas, porque é importante para ti – começa agora. Arranca. Segue em frente.

Força

Com bênçãos de coragem e fé,
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Imagem do site wallpaperflare.com