Saboreia o momento.

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Acreditamos verdadeiramente que todas as estações do ano têm a sua própria Mestria para nos ensinar e que, juntas e na sua sequência, nos dão bases de inspiração basilares para as nossas próprias vidas.

Colher essa inspiração é um acto naturalmente fácil. Basta observar a Natureza e sentir. Observar as suas manifestações, o clima, o dia, os céus, o mundo natural, os animais… Se observarmos sob a perspectiva de: “o quê que eu posso retirar daqui como sinal/conclusão/conselho/inspiração para o meu dia ou para a minha vida neste momento?” – vamos colher, muitas vezes, respostas interessantes, pertinentes e esclarecedoras. Experimentem e verão. 🙂

Dentro desta linha de pensamento, sentimos que o Verão é a estação que nos ensina a arte de saber ESTAR na vida. Acreditamos que é a melhor estação para praticarmos o acto de estar Aqui e Agora, pois é aquela que nos vem lembrar de saborear os momentos, de relaxar, de usufruir, de aproveitar os prazeres da vida, de aproveitar o momento, de saber valorizar o presente.

Saber estar Aqui e Agora, no momento presente, é uma dádiva, pois é no momento presente que verdadeiramente podemos CRIAR as nossas vidas.

Não é no passado que criamos.
Não é no futuro que criamos.
É no PRESENTE que criamos.

Podemos reflectir e aprender com o passado,
Podemos planear e preparar o futuro,
Mas só podemos AGIR e FAZER ACONTECER no presente.

Então, como é que começámos a falar em saborear a vida e agora estamos a falar de agir e fazer acontecer?

É que tendencialmente vivemos ou presos no passado ou a ansiar o futuro… Raramente estamos AQUI E AGORA com foco no momento presente. Já tinhas reparado nisso?

É aqui que entra a magia do Verão… Aproveita esta estação para trabalhares o acto de estares Aqui e Agora. Como? Aproveitando as coisas boas que o Verão nos traz. Todos aqueles momentos prazerosos, alegres, divertidos, animados, típicos desta estação… Vive-os. Mas vive-os, mesmo! Com o foco no momento presente, a saborear comes e bebes, a sentir a brisa no rosto, a contemplar os céus de Verão, a escutar verdadeiramente a conversa com alguém, a sentir verdadeiramente a animação de uma música, de uma festa, de uma brincadeira na praia. Vive!

E leva esta aprendizagem para tudo, na tua vida. Quando estás a trabalhar foca-te no trabalho, quando estás a criar um projecto foca-te no projecto, quando estás a fazer o jantar foca-te em fazer o jantar, quando estás a usufruir da companhia dos teus usufrui da companhia dos teus.

Aprende a saborear cada momento.
E vais encontrar o foco de saber estar em cada momento.

Isso contribui, também, e muito!, para encontrares paz interior. 

Com bênçãos de foco e de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Estabelece os teus limites.

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Este ano tem sido um ano bastante desafiante, para nós. Um ano em que estamos constantemente a ser chamadas à atenção pelos nossos corpos físicos para todos os excessos que cometemos e que permitimos que sejam cometidos connosco – consciente e inconscientemente.

Finalmente, e movidas por este embalo que o Mestre Verão nos traz, (o de nos impulsionar a usufruir e aproveitar a vida), conseguimos começar a sentir a estabilização física.

Então, para ti, que também te debates constantemente com o cansaço que os excessos te provocam, sugerimos que esta semana, aproveitando o embalo do Mestre Verão, tires um tempo para ti, para não fazeres nada a não ser estares só contigo, para que possas reflectir sobre onde estão os excessos na tua vida:

  • excesso de trabalho;
  • excesso de preocupações;
  • excesso de tarefas de rotina de dia-a-dia;
  • excesso de expectativas, ânsias e perfeccionismos;
  • excesso de opiniões alheias a interferir com a tua vontade e querer;
  • excesso de cobrança por parte de outros sobre o teu tempo, a tua vida, o teu espaço;
  • excesso de pensamentos negativos e pessimistas;
  • excesso de memórias do passado a repisar em dor e mágoa;
  • excesso de emoções e sentimentos reprimidos;
  • excesso de preguiça;
  • excesso de comidas e bebidas processadas e que te fazem mal à saúde.

Quando os detectares, vem o passo seguinte: o da mudança. Mudança de hábitos, de perspectiva, de postura, de comportamento. Nalgumas situações será fácil de mudar, noutras encontrarás mais dificuldades – em todas é necessário que actues. Ao teu ritmo, no teu tempo, com a tua vontade, mas é necessário que actues.

És tu que tens que actuar, porque é em ti que te pesa o excesso. É o teu coração que aperta, é a tua mente que esgota, é o teu corpo que dói. És tu que sentes. És tu que sabes. És tu que vives em ti e por isso és tu que precisas de te conhecer, de te entender, de saber o que é bom para ti e o que não é, o que é aceitável e o que não é, o que gostas e o que não gostas, o que queres e o que não queres.

És tu que tens que te re-educar a ti mesma/o para te alinhares com aquilo que desejas atrair para ti e para a tua vida!
És tu que tens que re-educar os outros para que saibam onde estão os teus limites.

És tu, porque a ti te cabe a responsabilidade de fazeres por ti.

… e pelo caminho, lembra-te: assim como deves de saber respeitar os teus limites, deves igualmente de saber respeitar os limites dos outros.

Com bênçãos de coragem e resiliência,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Traz música para o teu dia-a-dia!

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Sugestão para esta semana: põe música a tocar, na tua casa. Quando chegares do trabalho, põe música a tocar na televisão, no computador, na aparelhagem, no tablet, no telemóvel, onde quiseres!, mas põe música a tocar.

Deixa que toque enquanto tomas o teu banho, fazes o jantar, arrumas as tuas coisas… Deixa que toque e vai cantando, vai dançando, sozinho/a ou com quem viveres!

Deixa que toque e que ANIME o teu dia, a tua vida!

Experimentar afastar as cadeiras, mesinhas, obstáculos, e dançar um pouco, em tua casa! Sozinho/a ou com quem viveres! Abana o teu corpo, deixa que se mova como lhe apetecer, ao som das músicas que gostas!

“Ah, mas eu só ouço ópera…”
Então dança ao som de ópera! 🙂

Serve para absolutamente qualquer género musical de que gostes e que aches que “não se dança”. Danças o que tu quiseres! Não estamos a falar de dançar profissionalmente, estamos a falar de soltares o corpo, de te moveres ao som da música que te traz boa energia, como te apetecer!

Vais sorrir, vais rir, vais libertar, vais serenar, vais-te alegrar.

Experimenta. 🙂

Com bênçãos de alegria,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Confia em ti!

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Se andas numa luta interna com a frustração, pára um pouco e respira fundo.

Convidamos-te a fazeres este pequeno exercício: olha para ti como se estivesses a ver-te de fora. Olha para o teu dia-a-dia, para tudo o que já fazes desde que acordas até à hora que te deitas. Repara na quantidade de tarefas, rotinas, responsabilidades, afazeres, correrias com que lidas, todos os dias.

É dose, não é?

Ainda assim, olha para os sorrisos à tua volta. Para a quantidade de coisas no teu dia-a-dia que funcionaram e aconteceram porque tu as fizeste funcionar e acontecer!

Agora analisa novamente a tua frustração. Seja ela porque razão for.

O quê que precisas de fazer para alcançares o que desejas e sanares esse sentimento de frustração?

E como é que o podes fazer?

Respira fundo. Aponta estas respostas num papel. Faz um esquema de pequenos passos a ir dando, diária ou semanalmente, na direcção de alcançares o que desejas. E vai revendo esse papel, reorganizando os teus passos.

Não te esqueças de ir olhando para o teu dia-a-dia e percebendo se estás a ser realista com as exigências que fazes a ti mesma/o… Sê gentil contigo mesma/o.

E quando a negatividade quiser chegar, convencendo-te de que não consegues e de que não és capaz… Afasta-a. Afasta-a levando a mão ao coração, inspirando e expirando profundamente, sentindo o pulsar da VIDA em ti! Tu és o milagre da VIDA em acção!! E, em ti, sejas mulher ou homem, habita o Fogo da Criação! Consegues, sim! Claro que consegues! Foca-te no que desejas. Tem fé. Sê amorosa/o contigo mesma/o. Celebra as tuas conquistas. Aprende com as tuas derrotas. Faz pausas para descanso e mimo. Caminha ao teu ritmo, no teu tempo. Inspira, expira, confia em ti. Passo a passo. Confia em ti.

Com bênçãos de coragem,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Não bebes muita água? Experimenta beber mais chá!

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Na semana passada sugerimos que revisses os teus hábitos de hidratação falando sobre a importância de beber água.

Depois ficámos a pensar… Nós, por aqui, também sabemos o que é “esquecer de beber água”, “não apetecer beber água”, “ser chato” beber água, enfim, todas essas coisas que quem não bebe muita água diz.

Uma de nós, a nossa Eugénia, resolve a questão andando sempre com uma garrafinha com água. É uma garrafinha pequena, de propósito. Uma garrafa grande é esquecida, não dá jeito, é pesada, tem muita água e dá uma sensação de “enfartamento”. Assim, a garrafa pequena, de meio litro, é leve, fácil de encher, de transportar e, por isso, mais aliciante.

Outra de nós, a nossa Johanna, resolveu a questão de outra forma. Com chá, maioritariamente. Percebeu que, embora goste de água, a água não é tão aliciante para ela, sendo que mesmo com uma garrafa por perto esquece-se de beber. No entanto, se tiver um termo com chá, bebe muito mais. É quentinho, confortável e com sabor. Actualmente, encontra-se facilmente à venda nos supermercados termos de meio litro ou pouco mais, facilmente transportáveis. É só encher e ter por perto para ir bebendo, tendo no entanto algumas considerações:

  • Atenção ao excesso de açúcar! Este chá, a ser bebido com mais frequência, é para te hidratar e não propriamente “para lanchar”, por isso, põe a menor quantidade de açúcar que conseguires. Ou, se conseguires não pôr açúcar de todo, melhor ainda!
  • Atenção aos tipos de chás! O chá preto, o chá verde e o chá mate contêm cafeína e devem de ser bebidos moderadamente, mediante a tolerância de cada pessoa. De ressaltar também que muitos outros chás aromatizados têm como base o chá preto ou o chá verde, por isso é importante que leias bem os rótulos, que te informes sobre os chás e que vás variando!
  • Chás de saquetas são bem vindos e fáceis de usar, mas de vez em quando também podes fazer chá de casquinha de limão com (ou sem) umas folhinhas de hortelã, por exemplo – faz uma pesquisa e vê que ervas podes usar directamente e fazer chás mais naturais para ires variando!
  • Não esquecer de ir bebendo água, só água, também! 🙂

Se quiseres mais uma dica da Johanna, ela tem um termo grande, de um litro e meio, onde faz o chá diário, e depois vai enchendo o seu termo transportável. Tudo sem açúcar!

Hidrata-te, é mesmo muito importante que o faças para o teu bem-estar. Clica aqui para leres a dica da semana passada onde abordámos esse assunto.

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Pedacinho de Conhecimento #1

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Aqui no Semeando acreditamos, mesmo, que o conhecimento sobre nós mesmos/as a um nível holístico é fundamental para um equilíbrio interno maior.

Porquê?

Porque, por exemplo, repara: a tua sensibilidade é a tua forma de sentir e reagir ao que quer que seja com que te depares – e até aqui tudo bem.

Mas também existe a tua clarisensibilidade (assim chamamos): a tua capacidade de sentires mais do que apenas a ti mesmo/a – a capacidade de sentires os outros, os ambientes, a energia das situações… Tudo aquilo que não é teu! Há quem lhe chame ser-se sensitivo ou empata ou extra-sensível – vai tudo dar ao mesmo: é a capacidade de sentires, energeticamente, a vibração de coisas que não são tuas.

Isto faz parte de ti. Naturalmente. Faz parte de todos/as nós. Numas pessoas está mais activo do que noutras, tais como outros atributos de que somos feitos estão mais activos numas pessoas e menos noutras. E até aqui, continua a estar tudo bem.

Sabes o quê que não está tão bem? A falta de conhecimento. Porque a maioria das pessoas não sabe disto. Não sabe que a sua sensibilidade capta vibrações além de si mesmo/a – e é aqui que a confusão começa, pois muitas vezes, (muitas mais do que imaginas!), tu sentes coisas que não são tuas, mas que tu pensas que são. Às vezes passam despercebidas, pois tu andas a sentir coisas semelhantes e por isso, as dos outros, misturadas com as tuas, “apenas” assumem uma proporção maior. É chato, porque muitas vezes, a intensidade excessiva com que sentes algo poderia ser menos intensa e mais fácil de gerir se soubesses que metade daquilo não é teu… E depois há as vezes em que não passam despercebidas, porque tu sente-las mas não fazem ponte com coisas tuas, só que como tu não sabes que não são tuas e por isso assumes como sendo, entras em conflito, porque não entendes porque o sentes, qual a razão, porque ficaste assim “de repente”, o que se passa contigo… E aí é mais chato ainda, porque além de carregares um peso que não te pertence, ainda tens a mente baralhada e confusa.

A partir do momento em que começas a entender que há mais em ti do que só aquilo que vês e sentes à superfície, muitas coisas começam a fazer sentido. E ao fazerem sentido, começa a haver espaço para o equilíbrio. Aprenderes a limpar, proteger e nutrir a tua energia; aprenderes a conhecer as tuas próprias dinâmicas internas (pensamentos, emoções, sentimentos), para aprenderes a filtrar aquilo que é teu do que não é – tudo isto é importante para o teu equilíbrio.

Apesar de haver um caminho de aprendizagens a fazer, sublinhamos que é basilar a dinâmica do auto-conhecimento. O acto de aprenderes, ou estimulares, o contacto contigo mesmo/a. O diálogo contigo mesmo/a. O acto de te perguntares a ti mesmo/a se estás bem, o que sentes, porquê que o sentes… E o que podes fazer por ti mesmo/a, em teu auxilio, apoio e suporte… Nutrires uma boa relação contigo e cuidares de ti também a nível interno é meio caminho andado para conseguires gerir melhor qualquer dinâmica que aconteça em ti.

E se sentires que precisas de algum apoio ou ajuda, ou que queres aprender ou aprofundar este tema em ti e no teu caminho, podes espreitar os nossos serviços aqui no site: temos atendimentos, turmas e outras dinâmicas de trabalho que te podem auxiliar no teu caminho de descoberta, aprendizagem e integração pessoal e espiritual.

Para nos contactares: semeando.geral@gmail.com

Desejando-te um caminho próspero ♥
De coração,
Johanna Samna in Semeando

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Bebe água!

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Básica, esta dica, certo?
E no entanto, absolutamente necessária e tão facilmente esquecida pela grande maioria de nós! Esta até já é repetida, há uns anos falámos nisto, hoje decidimos falar novamente!

Podes pensar que beber um copo com água serve apenas para te matar a sede, mas é muito mais do que isso – é dares ao teu corpo a segunda coisa mais importante de que ele necessita para se manter saudável e equilibrado. Sabias que a seguir ao oxigénio, a água é o segundo elemento mais importante para a vida? Sabias que sentir sede é um indicador de que já ultrapassaste os limites da falta de água no teu organismo? Significa que já estás a desidratar e que o teu corpo já está em alerta. O ideal é ires bebendo água ao longo do dia, sem que precises de sentir sede para beber!

E qual a quantidade de água que deves de beber por dia? Podes reger-te pela regra comum dos conhecidos 1,5L a 2L de água por dia, mas é importante percebermos que existem vários factores que influenciam a necessidade de maior ou menor quantidade de água no organismo, como o clima, a quantidade/qualidade de alimentos ingeridos e a actividade física. Se estivermos em épocas de maior calor, naturalmente que perderemos mais água através da transpiração, tal como acontece se tivermos uma actividade física intensa. De igual forma, uma alimentação que contenha, diariamente, a ingestão de verduras, legumes e frutas contribui para a ingestão de alguma água, através dos alimentos.

Por isso, também é importante que escutes os sinais do teu corpo e percebas a quantidade de água de que necessitas, mediante o teu dia-a-dia e as tuas actividades.

Sinais de alerta para a desidratação: sede, pele seca, lábios secos e gretados e, até mesmo, falta de energia, são alguns dos indicadores de que deves ingerir mais água.

E se no final disto tudo ficaste com sede… Aproveite e bebe já um copinho – com água! 🙂

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Começa uma actividade que te faça sorrir!

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No contexto do nosso trabalho com as pessoas temos dado conta de que há uma mensagem que se tem feito repetir muito, ultimamente: “dedica mais tempo a uma coisa que gostes mesmo de fazer.”

Um hobby. Uma actividade de lazer. Só porque sim. Não tem que ter propriamente uma utilidade prática, basta que te faça sorrir! Que te faça sentir bem. Que te consiga acalmar o pensamento e serenar o coração. Qual é a actividade que te veio à mente enquanto lias estas frases? Aquela que tu gostas mesmo de fazer? A TUA actividade?

Faz. Agora. Começa. Já.

Não vale ser uma coisa que “tem que ser”. Por exemplo, ires ao ginásio por obrigação não conta. Conta se tu vais ao ginásio porque GOSTAS de ir e porque te faz sentir bem e feliz! Atenção que não estamos a desvalorizar a ida ao ginásio, ahahah, apenas a dar este exemplo tão comum! Muitas pessoas vão porque precisam e não porque querem, então, para o objectivo daquilo que estamos a sugerir, não conta!

Esta é a única “regra” – deverá de ser algo que faças, pura e simplesmente, porque te apetece. Porque gostas. Porque te dá prazer. Geralmente é “a coisa” sobre a qual vais responder que “não tens tempo” de fazer. É exactamente essa que deves de começar, já, esta semana, a fazer.

Porquê?

Porque urge contrariarmos a quantidade de stress e agonia emocional e mental em que os eventos actuais nos colocam, consciente e/ou inconscientemente. Urge sorrirmos e encontrarmos forças para seguir em frente de coração cheio de amor, esperança e força de viver! Urge de nos sentirmos bem, o melhor possível! Urge de lutarmos por nós e pelo nosso bem-estar – físico, mental, emocional e espiritual.

E esta é uma das formas de o fazer – não tenhas a menor dúvida!

Começa, já, a fazer aquela coisa que gostas muito de fazer. E faz um bocadinho regularmente. Todos os dias, dia sim dia não, como quiseres. Mas faz. Mereces, sim. Mereces tempo para ti e para nutrir a tua alegria interna. Não tenhas a menor dúvida disso.

Com bênçãos de alegria e serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Faz um banho de sal.

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Sal marinho. Ingrediente presente e indispensável em todas as cozinhas. Mas sabias que podes usá-lo, também, fora da cozinha? 🙂

Além de todas as suas funções saborosas na culinária, o sal é também um excelente aliado no que toca à limpeza energética! Composto por micro-cristais, o sal marinho actua no nosso campo electromagnético absorvendo e removendo a energia densa e negativa acumulada. Já os povos antigos o usavam, naturalmente, em banhos e não só! Era também costume colocarem-se saquinhos de sal grosso por detrás das portas e janelas como forma de proteger as casas das energias densas.

Fazer um banho de sal é super simples! Se for para um banho de imersão, basta encher a banheira com água a uma temperatura que gostes e colocar 2 ou 3 punhados de sal marinho. Ao entrares na banheira, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética e deixa-te estar, no máximo 20 minutos, a relaxar. Não molhes a cabeça nesta água, só do pescoço para baixo.

Se for banho de duche, podes colocar 2 punhados de sal grosso num copo de vidro com água, passa pelo corpo (só do pescoço para baixo, nunca na cabeça!), e coloca mais um punhado de sal grosso nos pés, para ir desfazendo enquanto tomas o teu duche. Novamente, enquanto tomas duche, pede às águas que manifestem as suas propriedades de cura e harmonização energética.

Quando terminares, tanto numa versão do banho como na outra, poderás ter contigo um copo com água e erva doce e passar essa água pelo teu corpo a seguir ao banho de sal, pois irá preencher a energia “esvaziada” e ficas com mais energia! Não faz mal fazeres banho de sal sem a erva doce de seguida, mas ficarás muito mais mole e drenado/a. A erva doce a seguir, dica de uns queridos amigos nossos, revitaliza!

Querida Pessoa, esta dica da semana serve-te para todas as semanas, se assim o entenderes! Banhos de sal semanais, especialmente para quem trabalha em ambientes mais densos e intensos, é uma das nossas recomendações base! 🙂

Com bênçãos de Serenidade,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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Valoriza o poder da tua prece.

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Respira fundo e lê com atenção: teres dias em que te faltam as forças e o ânimo para lidares com os desafios da tua vida não faz de ti menos nada. Vamos repetir: não faz de ti menos nada!

Faz de ti uma pessoa. Humana. Só isso.

É normal teres dias assim. Dias em que te sentes impotente face ao que está a acontecer, em que te sentes cansada/o, triste, zangada/o, revoltada/o – o que quer que seja. E que só te apetece esquecer o mundo, dormir, e esperar que no dia seguinte milagrosamente tudo tenha desaparecido.

Acontece sim. A todos/as.

Não te zangues contigo. Aceita esses momentos, essas emoções, essa necessidade de desabafo do teu Eu. Ouve-te um bocadinho. Deixa sair o desabafo, o choro, o grito. E conforta-te a ti mesma/o. Diz, a ti mesma/o, que vai correr tudo bem. Como dirias a outra pessoa. Diz a ti. Resulta, sim. Resulta muito bem lidarmos connosco mesmos/as. Muito bem mesmo, como verás se o fizeres.

E sabes o que mais podes fazer?
Uma prece.

Sim, uma prece. Não, não precisas de ter religião. As preces não pertencem às religiões. Fazer uma prece é “somente e apenas” o acto de abrires o coração e comunicares com as Forças de Luz que acreditas que existem, sejam elas quais forem. Podem até não ter nome ou formato, se apenas acreditas que “há algo mais”. Basta que tenhas fé. Ainda que seja uma fé só tua, que só tu compreendes. Que não se explique com formatos ideológicos, mas que tu sintas. Só importa que sintas.

A partir daí, desse sítio interno, comunica. Com as tuas próprias palavras, onde quer que estejas. Não precisas de estar num local específico, não precisas de rituais, não precisas de absolutamente nada a não ser de ti, do teu coração e da tua fé.

Comunica o que sentes, desabafa, pede ajuda. Pede um sinal. Pede uma resolução. Pede abertura de caminhos. Pede cura. Pede o que quiseres. Faz da tua fé uma companheira de caminho. Uma ponte de ligação entre ti e as Forças de Luz em que acreditares. Quanto mais comunicares, mais estreitarás essa comunicação.

Não estás sozinho/a.
Nunca.
A tua fé sabe disso.
Acredita.

Com bênçãos de Amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

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