Usufrui do momento presente!

O Verão traz consigo esta magia muito especial de que parece que tudo sabe melhor, não é? É o refresco na esplanada, a fruta fresca a deliciar o paladar, as cores vivas de um pôr-do-sol, o toque do mar na pele, a brisa morna no rosto… Momentos que, mesmo que andemos a mil, nos obrigam, ainda que por segundos, a parar para sentir. Para saborear. Que nos arrancam um sorriso de satisfação só porque sim, só porque é Verão.

A Dica desta semana vem sugerir: e se prolongássemos esses segundos? E se em vez de pararmos uns segundos para saborear e usufruir destes pequenos detalhes e prazeres, pararmos uns minutos, uma hora, mais tempo…?

“Ai, mas eu não tenho tempo.” – certo. É a resposta do século, da nossa sociedade moderna que vive a mil e em stress e em ânsias. Oh, se sabemos como é. Também padecemos desse mal. Porque é um mal, sim, é uma enfermidade, esta vida a ser vivida à pressa, em alta velocidade, com mais tarefas do que o dia permite e mais desgaste do que o corpo aguenta. Porque é isso, não é? Ao final do dia, é isso que a maioria sente: um cansaço gigante.

Podemos arranjar todas as justificações do mundo, e podem ser todas aceitáveis e plausíveis – não deixa de ser prejudicial ao nosso bem-estar e até mesmo à nossa saúde.

É aqui que entra um lembrete muito importante para todos nós: nós somos os criadores da nossa realidade. Não, não é sempre fácil. Não, não é sempre óbvio. Mas é possível. É investir tempo a pensar um pouco no nosso dia-a-dia e como, onde, em quê que andamos a distribuir o nosso tempo. É rever prioridades. É questionar onde ficamos nós, o nosso bem-estar, o tempo merecido para o nosso bem-estar, na nossa lista imensa de prioridades… E puxá-la para cima, obviamente. Para o topo da lista.

Essa é a grande Mestria desta estação. Estar em pleno. Usufruir. Ser.

Aproveitemos.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.


Deseja receber as nossas newsletters no seu e-mail?
Incluem: artigos novos da zona blog; eventos; novidades… Tudo!

→ Clique aqui e assine a subscrição!


Bebe água!

“Bebe água, Johanna!” – tornou-se numa frase cliché em praticamente todas as turmas que temos tido até hoje. Ahahahah!

A verdade é que todos sabemos a importância que a água tem para a nossa saúde e vida, mas uma grande parte de nós não dá verdadeiramente atenção a isso. Não como deveria. E se achas que esta dica vai ser uma seca e já estás a pensar em sair desta página, ahahah, aconselhamos-te a leres até ao fim.

Beber um copo com água é muito mais do que “matar a sede” – é dar ao corpo a segunda coisa mais importante de que ele necessita para se manter saudável e equilibrado. Segunda, porque vem imediatamente a seguir ao oxigénio – a água é o segundo elemento mais importante para a vida!

E sabiam que sentir sede é um indicador de que já foram ultrapassados os limites da falta de água no organismo? Significa que já estamos a desidratar e que o corpo já está em alerta. Ou seja, o ideal para manter o corpo devidamente hidratado é ir bebendo água ao longo do dia, sem que se precise de sentir sede para beber! Pele seca, lábios secos e gretados e, até mesmo, falta de energia, são mais alguns dos indicadores de que devemos de ingerir mais água.

Sobre quantidades de água por dia, podes reger-te pela regra comum dos conhecidos 1,5L a 2L de água por dia, mas é importante percebermos que existem vários factores que influenciam a necessidade de maior ou menor quantidade de água no organismo, como o clima, a quantidade/qualidade de alimentos ingeridos e a actividade física. Se estivermos em épocas de maior calor, naturalmente que perderemos mais água através da transpiração, tal como acontece se tivermos uma actividade física intensa. De igual forma, uma alimentação que contenha, diariamente, a ingestão de verduras, legumes e frutas contribui para a ingestão de alguma água, através dos alimentos.

Por isso, também é importante que escutes os sinais do teu corpo e percebas a quantidade de água de que necessitas, mediante o teu dia-a-dia e as tuas actividades.

Eu, Johanna, tenho a acrescentar que ao começar a ter mais disciplina na ingestão de água diária – o que significa não esperar ter sede para beber água, ir bebendo ao longo do dia – além de notar uma notória diferença nos sinais acima indicados (principalmente nos lábios que deixaram mesmo de andar secos e gretados!), noto uma notável melhoria no funcionamento do meu intestino e – pasmem! – uma diminuição considerável da quantidade de vezes que tenho dores de cabeça… Esta sim, esta última tem sido uma surpresa incrível. E percebo que é da água, sim, porque se há um dia em que volto a beber menos lá volta a tensão na cabeça… Olhem, só vos digo: bebermos mais água faz uma diferença incrível – e notável!! – ao nosso bem-estar do dia-a-dia, mesmo! Por isso vá, garrafinha de água sempre à mão e vai dando uns bons golinhos ao longo do dia, podes até dar já um agora, neste preciso momento! 🙂

Com bênçãos de saúde,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.


Deseja receber as nossas newsletters no seu e-mail?
Incluem: artigos novos da zona blog; eventos; novidades… Tudo!

→ Clique aqui e assine a subscrição!


Aproveita e anda com os pés descalços na Natureza!

Não é a primeira vez que vos falamos sobre isto na Dica da Semana, mas esta é daquelas dicas que vale mesmo a pena lembrar.

É Verão, vamos à praia, fazemos caminhadas na Natureza, andamos mais em jardins e parques… E é perfeito para pormos os pés directamente na terra e enraizarmos com mais força!

É comum conhecer-se os 7 chacras principais (pontos de energia vitais ao funcionamento do nosso Ser), mas nós não temos só esses chacras. Temos muitos outros, nomeadamente vários pequenos chacras na planta dos nossos pés cujas ligações energéticas se denominam de raízes e que servem de suporte à nossa ligação com a Terra.

A base do nosso corpo físico começa nos pés e a do nosso corpo energético também (assim compreendemos pelos nossos estudos feitos até agora). Por isso, assim como a saúde dos nossos pés é fundamental para a sustentação do nosso corpo físico, a saúde das nossas raízes energéticas também o é, para a sustentação do nosso corpo energético.

Vivermos esta vida urbana moderna distancia-nos do contacto directo com a Natureza – e isto enfraquece as nossas raízes. E é interessante adicionar que raízes enfraquecidas contribuem energeticamente para manifestações como: tonturas, dores nas pernas e/ou na coluna, dificuldade em concluir objectivos, sensação de bloqueio e falta de concentração frequente na realização de tarefas diversas.

Uma das formas mais simples de fortalecer as nossas raízes e criar um contacto mais próximo com a Natureza é precisamente a que esta dica refere: andar descalço na Natureza. E agora, no Verão, é ainda mais fácil de conseguirmos fazê-lo! É descalçar e sentir o toque da Natureza directamente nos pés – da terra, da relva, da areia. Caminhar sobre a Natureza sem separações – só Ela e a nossa pele.

E se nesse momento adicionarmos a consciencialização do que estamos a fazer, ou seja, focar a nossa atenção nesta consciência de que nos estamos a conectar à Terra e à Natureza – melhor ainda!

Bons passeios de Verão!

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.


Deseja receber as nossas newsletters no seu e-mail?
Incluem: artigos novos da zona blog; eventos; novidades… Tudo!

→ Clique aqui e assine a subscrição!


Carta do Mês | Agosto 2023

Imagem para blog

Queridas Pessoas,

Agosto é um mês intenso. É forte, é bonito, a Natureza está no seu expoente máximo de Verão – vibrante, rica, abundante, colorida – e Leão é o signo que rege a maior parte do mês. Tudo componentes fortes de expansão de luz e brilho. E dos Arcanos do Tarot, para nos deixar um conselho para o mês, vem a Rainha de Paus – a Rainha dos mistérios, a Rainha da intuição e do Mundo espiritual.

Então casando isto tudo, a inspiração que me chega é a de vos escrever o seguinte…

Onde está a vossa intuição? Onde está aquela voz que sabe, aquela voz que vem do âmago do vosso Ser, que vos traz uma sabedoria profunda sobre a verdade. A verdade que às vezes é bonita e noutras não, que às vezes é fácil e noutras não, que às vezes é simples e noutras não… Mas que é a verdade. E nós sabemos. No fundo, no fundo, sabemos.

Com todo o respeito e carinho pelo intelecto racional, analítico e lógico (abençoado seja que nos permite pensar e raciocinar), mas há momentos e situações onde a intuição fala sem ter propriamente uma razão. O instinto diz “confia”, “não confies”, “agarra esta oportunidade”, “tem esta conversa”, “faz esta mudança”, “hoje, descansa mais um pouco”. Nas mais variadas coisas, o instinto, a intuição, falam connosco. E nós tendemos a ignorar. Porque “não tenho tempo”, “porque não faz sentido”, “porque razão x, y e z”. E não é que não devamos de pensar no que nos diz o instinto, sim, devemos. Vivermos sem noção da realidade, como balões ao vento, também não é a opção mais razoável para se viver com os pés na Terra. Mas lá está – é pensar no que nos diz o instinto ao invés de só o ignorar.

Vamos dar-lhe um pouco mais de crédito – é o que nos pede a Rainha de Paus. Nós somos a magia da vida, da própria vida em si. Nós temos a capacidade incrível de criarmos o que desejarmos criar. É levarmos a mão ao peito e sentirmos o milagre deste coração que bate cá dentro, cheio de vida, cheio de possibilidades! É activarmos a nossa energia criativa, termos fé em nós, agarrarmos a nossa força de vontade! É sabermos que a magia da vida está lá mesmo que os olhos não a vejam, porque a intuição, o instinto, assim no-lo diz: a força da fé! A fé que não precisa de formato nem de doutrina – a fé de somente sabermos que não estamos sós. Que há esta força imensa que move os ciclos da vida, os ciclos da Terra e da Natureza que nunca deixam de fluir – esta mesma força da qual somos também feitos e que nos guia… Para onde quisermos ir.

Unir à luz do mês de Agosto a luz da intuição e da fé. Forças poderosas para o caminho em frente.

Vamos lá!

Um abençoado Agosto, repleto de coragem e perseverança!
De coração,
Johanna Samna in Semeando

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

Imagem de Johanna Samna


Deseja receber as nossas newsletters no seu e-mail?
Incluem: artigos novos da zona blog; eventos; novidades… Tudo!

→ Clique aqui e assine a subscrição!


Alinha as tuas palavras com aquilo que realmente desejas.

Existe uma crença generalizada de que as palavras são “só palavras”. Perdeu-se a noção, ao longo dos tempos, de que a palavra é muito mais do que isso. Antigamente, os nossos antepassados utilizavam a palavra com a mesma seriedade com que hoje assinamos contratos e formalizamos promessas. A palavra, antigamente, era suficiente. Era honrada, tida como um vínculo de honra. Tida como algo a, indiscutivelmente, cumprir.

Quem não cumpria com a sua palavra seriam os desonestos, os corruptos, os indignos, os traidores.

… como é que chegámos aqui?
A este sítio onde, actualmente, dá-se zero crédito à palavra. “Palavras leva-as o vento”, “não importam as palavras, importam as acções” – é de uma desvalorização atroz.

E, acreditamos, uma valorização a resgatar. Mais uma.

Porque a palavra, queridas Pessoas, é muito mais do que parece. A palavra é uma forma de materialização da nossa energia. Nós falamos para nos expressarmos, certo? Falamos para nos movimentarmos na direcção do que almejamos, certo? Então a palavra, a uma larga escala, materializa, manifesta, aquilo que estamos a criar.

Leiam de novo o último parágrafo, por-favor, e processem-no. Sintam-no.

E a partir daí, sugerimos como Dica desta semana, que reflictam nisto. Nas vossas palavras. Estão alinhadas com o quê? Com as vossas verdadeiras intenções? Com o que realmente desejam? É que se não for com isso que estão alinhadas, convidamo-nos a repensar naquilo que dizem. Desabafos, todos temos o direito a fazer. Momentos infelizes de dizer o que não queríamos dizer, todos temos o direito a ter. Mas o quê que alimentamos como conversa regular? O quê que dizemos com mais frequência?

“Eu acredito que consigo alcançar os meus objectivos” ou “não consigo/não posso/não tenho tempo/não sou capaz”…? Por exemplo.

Observem. E façam as alterações que considerarem necessárias para que a vossa palavra, a força da vossa palavra, seja um impulso construtivo àquilo que desejam criar em vós e nas vossas vidas.

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.


Deseja receber as nossas newsletters no seu e-mail?
Incluem: artigos novos da zona blog; eventos; novidades… Tudo!

→ Clique aqui e assine a subscrição!


Aquele objectivo que ficou para trás? Começa agora.

girl-athlete-running-paint-wallpaper-preview

Sabes aquele objectivo com que arrancaste 2023? Aquele que até foi pensado, planeado, possivelmente iniciado (ou nem isso, nalguns casos!), mas que, algures por entre Janeiro ou Fevereiro, foi esquecido?

Aquele objectivo que te fez sentir um nervoso miudinho de euforia durante a última semana de Dezembro só de pensares que “a partir de Janeiro é que é!” – onde está, agora?

Se não está em lado nenhum, se desististe, esqueceste, ou entraste naquele registo do “oh, agora já nem vale a pena, quando tiver tempo, logo se vê…” – pedimos-te que reconsideres.

Se era uma coisa assim tão importante para ti ao ponto de ser um objectivo para o ano, porquê desistir?

Nós temos esta ideia fixa de que Janeiro é o melhor mês do ano para arrancar com objectivos, ou que tem que ser a uma Segunda-Feira, ou que tem que ser no dia 1 de um mês, ou numa qualquer outra data especial… E não é que isso seja errado, podes obviamente fazê-lo, mas… Qualquer outro dia é igualmente válido e absolutamente PERFEITO para arrancares. A verdade é que a única coisa que realmente importa é que comeces.

A verdade é que a única coisa que realmente importa é que pares um bocadinho para perceberes se esse objectivo é realmente importante para ti e, se for, que arranjes o tempo que mereces para ti e para as tuas coisas. Pode ser exactamente por isso – porque não arranjas tempo para o que realmente desejas para ti – que não te sentes tão bem, nem tão motivado/a ou animado/a.

Então para esta semana é isto que sugerimos: começa. O que quer que seja que tinhas estipulado fazer para ti, porque sim, porque queres, porque gostas, porque é importante para ti – começa agora. Arranca. Segue em frente.

Força

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaperflare.com

Não cedas.

122211

Enquanto crianças, todos/as nós temos uma capacidade incrível de sonhar. De imaginar. De viver em harmonia com o fluxo da vida, acreditando em todas as possibilidades. Saltitamos em êxtase, pintamos e desenhamos, abrimo-nos à hipótese de que podemos ser o que quisermos ser. Usamos cores, queremos brilho, rimos alto, sentimos a magia da vida.

É natural que com o crescimento uma parte desta euforia se perca. Amadurecemos, adquirimos responsabilidades, envolvemo-nos com as rotinas e as tarefas inúmeras que uma vida adulta acarreta. Faz parte, sim.

Mas, algures por entre esse caminho de crescimento, há uma altura crítica. Há uma altura em que a pressão da vida social, a pressão dos outros, a pressão das responsabilidades, a pressão de termos que pertencer e corresponder ao que é esperado de nós provoca uma quebra num dos sítios mais importantes de nós mesmos/as: na nossa essência.

E, por norma, nós não nos apercebemos disto. Nós não sabemos quando ou onde foi. O que sabemos, a determinada altura, quando as crises existenciais aparecem, é que nos sentimos perdidos/as de nós mesmos/as. O que percebemos, a determinada altura, é que estamos a ser e a fazer exactamente aquilo que prometemos a nós mesmos/as que não faríamos e não seríamos.

E atenção: aqui não estamos a falar daquelas que são aprendizagens naturais, necessárias e saudáveis de se fazerem no sentido do nosso crescimento, ganho de maturidade e evolução pessoal.

Estamos a falar de quebras de espírito. Estamos a falar de cedermos à pressão exterior, ao Mundo “lá fora”, à pressão de “ser diferente” do que a maioria é, faz e diz. É seres alguém que detesta maledicência e intrigas e dares contigo a seres assim porque no teu ambiente de trabalho toda a gente o é. É seres alguém que quer uma relação amorosa com conteúdo e dares contigo a aceitar relações vazias de afecto e compromisso só porque é o que o teu grupo de amigos faz. É seres alguém que entra numa profissão com valores nobres e vontade de fazer melhor e acabares por dar contigo a fazer exactamente aquilo que sabes que é incorrecto porque é o que toda a gente faz. É perderes a tua voz, os teus valores, as tuas convicções, as tuas vontades, sonhos e desejos. É perderes-te de ti. É disto que estamos a falar.

Então, Querida Pessoa, esta semana a Dica é esta: faz uma revisão interna sobre ti. Sobre onde tu estás, quem tu és e naquilo em que te tornaste. Avalia se estás feliz com quem tu és. Avalia se manténs em ti tudo aquilo que é importante para ti. E se manténs, óptimo. Agarra com unhas e dentes e não cedas! Se não tens, se perdeste algo de valioso pelo caminho, respira fundo e vai buscar. Resgata das profundezas do teu Ser essa voz, esse valor, essa convicção. A tua integridade. E agarra com unhas e dentes, não voltes a ceder!

Nunca é tarde para te reencontrares a ti mesmo/a. A hora é agora. E por muita pressão que o Mundo te faça, não cedas ao que põe em causa o que é importante para ti. Não cedas ao que põe em causa os teus valores, princípios, sensibilidades e particularidades. Não cedas ao que põe em causa o que é nobre, bom, bonito, do bem. Não cedas ao cinzento, ao mais ou menos, ao morno, ao “porque sim”, “porque a maioria faz”. Não cedas.

Com bênçãos de coragem e fé,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site art.alphacoders.com
Arte de Emilis Emka

Deixa as lágrimas caírem, quando elas quiserem cair.

HD-wallpaper-ice-breath-breath-ice-woman-cold

Conhecem aquela sensação de nó na garganta, quando as lágrimas sobem de rompante e nós forçamo-las a ficarem cá dentro, contidas? Aquela fracção de segundos em que sustemos a respiração, numa tentativa intensa de que o choro não rompa por nós a fora? Até dói, não é?

Dói porque contemos. Dói porque não deixamos sair. Dói porque essa emoção intensa que se levantou em nós precisa das lágrimas para escoar… Tal como a força das águas que é contida por barreiras nunca deixa de fazer pressão contra as barreiras… Porque água é movimento. E as emoções são movimentos, em nós, também.

E nós temos esta mania de calar as emoções, de sufocar os sentimentos, de atafulhar tudo o que vem do coração para um canto de nós mesmos – por vergonha, por medo, por trauma… E no auge desta repressão reprimimos a maior forma que o nosso corpo tem de escoar a onda intensa de emoção: através das lágrimas.

Porque aprendemos que chorar é fraqueza, é fragilidade, é dar parte fraca, é mostrar vulnerabilidade… Tudo crenças castradoras que urgem de serem transformadas, pois levaram-nos a um estado de sufoco constante, ao qual nos habituamos com o tempo, sobre o qual achamos que temos controle, com a mesma ilusão de quem acha que controlou as águas com barragens e barreiras… Parece, sim. Mas a pressão das águas continua lá, contra as barreiras, assim como a pressão das nossas emoções continua cá, dentro de nós.

E há um longo caminho interno a fazer na reconexão com as nossas emoções e sentimentos… Mas podemos começar por algum lado e esta semana sugerimos que comeces por aqui: larga o medo e a vergonha de chorar. Chorar não te enfraquece, antes pelo contrário, alivia-te. Põe-te em contacto com a verdade que em ti se move. Com a tua sensibilidade nesse momento.

Não importa o que os outros pensam ou vão pensar, importa que penses no que tu pensas sobre ti mesmo/a! E a partir do momento em que tu realizares que chorar não te enfraquece, esse nó deixa de doer. Porque as águas que em ti se movimentarem vão ter por onde escoar… Chores muito, chores pouco, chores por tristeza, por nervosismo ou por alegria…!! Deixa sair. Deixa só sair. Alivia. Liberta. E segue caminho de cabeça erguida, porque vais mais leve nos passos a dar em frente.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site peakpx.com

Não ouças só por ouvir. Escuta MESMO o que alguém tem a dizer.

west-friends-sit-bench

Certamente que sabes o que é ouvir um desabafo. Ou simplesmente ouvir o que alguém tem a dizer.

… mas já paraste para sentir o que alguém tem a dizer? Para realmente escutar?

É que na maioria das vezes nós não escutamos verdadeiramente os outros… Ouvimo-los, apenas. Às vezes, muitas mais do que gostaríamos, nem isso, ao certo. Alguém está a falar connosco e nós estamos à procura da resposta que lhes vamos dar, estamos a forjar a nossa opinião, estamos à procura da nossa razão. Nessa busca automática sobre o que NÓS TEMOS A DIZER sobre o que estamos a ouvir, nós não ouvimos, verdadeiramente, o que o outro nos está a dizer. E, desta forma, nós não entendemos verdadeiramente o que o outro nos está a dizer. Já alguma vez tinhas pensado nisto?

Este é o convite que te fazemos esta semana. Que realmente pares para escutar o que alguém te está a dizer. Que realmente escutes.

Fazer isto é verdadeiramente só ouvir. Focares a tua atenção no que a pessoa te está a dizer e não no que estás a pensar sobre o que ela está a dizer. Olha para ela. Ouve as suas palavras e vê as suas reacções. Sente. Usa o teu coração. Sente.

Só depois de parares para realmente ouvir poderás forjar a tua opinião. Até podes precisar de um compasso de tempo para reflectir “espera… deixa-me pensar um bocadinho antes de te responder.” – não tem mal nenhum. És tu a digerir verdadeiramente o que te foi dito. És tu a sentir. E quando devolveres uma resposta, fá-lo a pensar na pessoa. Fá-lo a partir da pessoa que falou contigo. Fá-lo a partir de um lugar interno de empatia. Porque este é outro erro comum que cometemos – o de devolver respostas baseando-nos no que NÓS SOMOS. Mas não és TU que estás a falar. É ela, a outra pessoa. Então, aquilo que TU farias pode não ser o mais indicado para ela. Precisas de a entender a ela, para devolveres uma resposta útil. Precisas de te pôr no lugar dela, primeiro. Empatia.

Claro que a partir daí a tua resposta pode passar por dar o teu exemplo, dizer-lhe o que tu farias, o que resulta contigo. Sim. Mas foca isso mesmo – que é a TUA perspectiva. Dá-lhe espaço para escolher se isso faz sentido para ela ou não. E não te aborreças se não ficar com o teu conselho, ou se não tem a mesma perspectiva do que tu; ninguém tem verdades absolutas, somos todos diferentes e o que resulta para uns, pode não resultar para outros. E está tudo bem.

Também poderá dar-se o caso de não teres resposta nenhuma a dar. E não há mal nenhum nisso. Abraça-a. Diz-lhe que estás aí. Diz-lhe que a ouviste. Que a entendes. Às vezes, é tudo o que é preciso – não nos sentirmos sozinhos.

É muito importante cultivarmos uma comunicação consciente, nas nossas relações. Saber realmente escutar. Entender a pessoa que temos à nossa frente. Da mesma forma como gostaríamos que fizessem connosco, certo? Sentirmo-nos compreendidos é uma coisa poderosa. Extremamente positiva e motivadora.

Então, cultivemo-lo nas nossas relações.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaperflare.com

Faz uma coisa daquelas que gostas mesmo de fazer!

artwork-surreal-hands-colorful-wallpaper-preview

Pensa numa coisa que gostas mesmo de fazer. Gostas por prazer, porque te faz sentir bem, porque te traz alegria, bem-estar, diversão… Uma coisa que fazes por puro gosto. É o quê?

Há quanto tempo não a fazes?
Porquê?

… obviamente que não sabemos as respostas às tuas perguntas, elas estão aqui para tua reflexão e certamente que terás boas razões para não fazeres essa coisa que tanto gostas há algum tempo… Mas convidamos a que reflictas nisto: quanto tempo, do teu tempo, é dedicado a ti? Às coisas que tu gostas, que te dão prazer de fazer?

Bem sabemos que a vida é cheia de rotinas, obrigações e afazeres… E numa rotina de dia-a-dia cheia, alguma coisa fica para trás… É normal. O problema é que, por norma, o que fica para trás é precisamente aquilo que nos daria um recarregar de baterias maior. Fazeres as coisas que gostas de fazer não é perda de tempo, é INVESTIMENTO de tempo em ti. Na regeneração do teu bem-estar. Na regeneração da tua alegria, dos bons sentimentos que te motivam e ajudam no dia-a-dia…

Então, esta semana, convidamos-te a re-avaliares a tua agenda e a perceberes onde é que podes encaixar um tempinho para ti, para fazeres precisamente esta coisa que gostas muito e da qual te lembraste hoje. Parares um bocadinho para nutrires o teu interior com as coisas que gostas, pode ser exactamente o que precisas, neste momento.

Pensa nisso.

Com bênçãos de amor,
Abraço nosso
Semeando – Johanna Samna e Eugénia Alves

O conteúdo escrito por nós pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallpaperbetter.com