Abrace uma árvore!

abrace uma árvore

Já alguma vez abraçou uma árvore?

Se não o fez, aconselhamos vivamente a que, esta semana, passe por essa experiência. Vai ver como quererá repetir! Não precisa de ser uma árvore em especial porque todas as árvores são especiais, pelo que pode abraçar qualquer uma.

Sem vergonhas, sem receios. Abrace-a.

As árvores são as grandes portadoras da energia vital que sustenta este Planeta. Além da gigantesca quantidade de oxigénio que delas emana, a energia de Prana (energia vital ao funcionamento do Ser) é também emanada por elas de forma abundante.

Ao abraçá-las, os nossos chacras (pontos energéticos vitais ao funcionamento do Ser) recarregam automaticamente parte da sua energia gasta. Além de que todos os nossos poros absorvem de forma abundante o oxigénio que delas emana. Abraçá-las e respirar fundo é recuperar forças, energia, tranquilidade, foco, vitalidade e, sim, se nos permitirmos a isso, é também sentir uma união mágica e intensa.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Carta da Segunda Quinzena de Outubro (2015)

. 8 DE ESPADAS .

8 de Espadas

Queridas Pessoas,

Iniciámos Outubro com o Mago como energia para a Primeira Quinzena pedindo-nos motivação, foco, avanço, criação. O Mago incentivou-nos a movermo-nos em frente, na direcção do que desejamos, na criação de algo novo para nós – um projecto, uma decisão, uma mudança de estilo de vida, o que quer que seja que saibamos que necessita de movimento e/ou mudança nas nossas vidas.

Agora, para esta Segunda Quinzena de Outubro, os Arcanos do Tarot enviam-nos o 8 de Espadas – atenção ao medo na hora de agir. O medo é o maior obstáculo à energia da criação e do movimento. O medo bloqueia, congela, inibe. E todos/as nós temos medo. Disto ou daquilo, de forma mais ou menos consciente, ele está cá. O medo de errar, de falhar, de não se ser suficiente, das consequências, das reacções, dos impactos. O medo que não nos permite arriscar em algo novo, que nos mantém presos/as na nossa zona de conforto e na nossa rotina já conhecida e comum.

O medo, que não é mais do que uma criação do ego e da matriz de controle. E é isto que é importante começarmos a perspectivar. O medo vem associado ao castigo e à punição e, com isso, tem sido usado para castrar, oprimir e dominar. Tem-se tornado grande, o poder do medo. Mas também é grande, o poder do Amor. E ambos estão disponíveis, basta escolhermos qual queremos usar.

E isto não significa que o medo miraculosamente desaparece. Não. O medo está construído e, se existe em nós, tem pontos de entrada, motivos, raízes. É por isso que ignorá-lo não muda nada, apenas o mantém ao comando das nossas decisões, até de forma inconsciente. O truque é enfrentá-lo, aceitar que ele existe e compreendê-lo. De que temos medo? Porque temos medo?

À medida que formos percebendo de que forma o nosso medo foi construído, também vamos percebendo que, de igual forma, pode ser desconstruído. Conhecê-lo retira-lhe forças porque o vamos deixando de alimentar à medida que percebemos que é apenas uma criação consequente de algo. E isto vai-nos dando forças para agir, na mesma, ainda que sentindo algum frenesim de receio. Porque percebemos que o comando é nosso. E que somos nós que temos o poder (e a responsabilidade!) de construir e desconstruir o que quer que seja de nós mesmos/as e das nossas vidas.

Por tudo isto, que não se desperdicem mais oportunidades. O que temos a fazer, dizer, mudar, criar – que seja feito! Estamos em plena Lua Nova, é a energia perfeita para darmos início a um novo ciclo. Façamo-lo! Esforcemo-nos para que não seja mais o medo a tomar decisões por nós, que seja sim o Amor, o Coração, a Alma. E assim desconstruímos o medo e construímos, no seu lugar, maravilhosos saltos de fé!

Abraçando todos/as,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

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Ouça mais música!

ouvir musica

Simples, não é?

Basta ligar o rádio. Pôr um cd a tocar. Pôr uma lista de reprodução do youtube a tocar. O que quiser. O que lhe apetecer. A música que mais gosta, a que já não ouve à muito tempo, a que sempre gostou, a que passou a gostar, a que só ouve de quando em vez, a do momento – uma qualquer. O que lhe apetecer. Ponha a tocar, apenas. Cante, se lhe apetecer. Dance, se lhe apetecer. Ou apenas ouça. Ou apenas a deixe a tocar, baixinho, enquanto faz as suas coisas.

Deixe que a música o/a acompanhe. Deixe que ela faça parte de si e da sua vida. Não a exclua, não a apague. Use-a como companheira dos seus momentos, vai ver como notará diferenças. A música tem o dom de nos tocar profundamente, de mexer connosco, de abanar as nossas emoções. E isto serve para tudo: para nos estimular a alegria e o ânimo, para nos amparar num momento difícil, para nos ajudar a limpar lágrimas, para nos fazer pensar, reflectir, sentir. Ela põe-nos em contacto connosco mesmos/as, fala connosco, lembra-nos de coisas importantes.

É mágica, a música. E, acompanhando-nos, proporciona um contínuo estímulo ao nosso movimento, dá-nos ânimo e energia. Experimente. Deixe-se acompanhar mais por ela. Não importa qual é. Importa apenas que seja aquela que lhe apetece.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Doc. VI – A Malaquite

Para o auxílio, cura e bem-estar de qualquer problema físico.

malaquite

Na dúvida sobre qual a melhor pedra para determinado problema de saúde, pode sempre utilizar-se a Malaquite. Isolada ou em combinação com outras pedras, é um auxílio fundamental para a cura do corpo físico, podendo actuar, também, na cura da parte emocional e mental, bem como na limpeza do campo astral. É uma pedra, recomendamos, a ter sempre à mão. 🙂

Principais Características:

  • Auxilia directamente na cura de qualquer problema/doença do corpo físico;
  • Alivia a dor e o mau-estar de qualquer parte do corpo físico;
  • Desintoxica e purifica o organismo;
  • Colocada no Chacra Cardíaco, actua na cura de situações mal resolvidas e causadoras de bloqueio emocional;
  • Colocada no Chacra do Plexo Solar, liberta a tensão do diafragma, auxiliando a respiração profunda e tranquila.

Dica:

  • A Malaquite, em conjunto com a Crisocola e com a Pedra da Lua, formam um eficaz auxílio no tratamento e prevenção do cancro.

Muito importante:

  • Se usar a Malaquite para a cura de dores ou doenças, deve, logo após terminar o tratamento, limpá-la pelo processo da Selenite – veja como aqui. Uma vez que ela absorve a energia de doença e dor, pode apresentar-se baça após o tratamento. Limpe-a pelo processo da Selenite, juntando a limpeza com incenso e, se ainda assim permanecer baça, enterre-a na terra durante 3 dias. Se ainda assim permanecer sem qualquer brilho pode significar que o seu tempo de vida chegou ao fim e que necessita de ser substituída, pelo que deve, em gratidão pelo seu trabalho, ser devolvida à terra permanentemente.
  • Uma vez que é derivada do cobre, a Malaquite NUNCA deve ser limpa pelo método da água e do sal.

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Lembramos que é FUNDAMENTAL programar e cuidar dos seus cristais. Veja como AQUI.

~*~

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Carta da Primeira Quinzena de Outubro (2015)

. O MAGO .

O Mago

Queridas Pessoas,

Os Arcanos do Tarot enviam-nos o Mago para esta Primeira Quinzena de Outubro – é altura de fazer acontecer. De criar. De avançar. De nos movermos na direcção que pretendemos.

Temos vivido tempos de profundas mudanças e transformações. Talvez seja até útil olharmos para os últimos 3 anos das nossas vidas e observarmos as profundas mudanças que ocorreram desde então – quem éramos à 3 anos atrás? Quem somos agora? O que mudou? Quanto mudou?

Bastante, certo? Desde a nossa estrutura humana, até ás estruturas das nossas vidas, muito tem abanado, ruído, mudado, renascido, se transformado. E quanto mais conscientes temos estado ao longo deste período, mais consciência teremos destas mudanças. Os véus da ilusão têm sido rasgados, de forma mais ou menos intensa consoante os casos e consoante, também, as nossas resistências à visualização e aceitação das verdades que a vida nos tem mostrado. Começando por nós mesmos/as, pela visão dos espelhos que nos mostram o que somos, o que temos criado e emanado, passando pela visão de como tudo isso se reflecte, na prática, nas vidas que vivemos, nos nossos relacionamentos, em tudo. Algumas coisas já mudámos, outras não. Mas certamente que há uma bagagem de conhecimento e sabedoria que já colhemos. E agora apresenta-se o momento de começarmos a fazer algo de útil com ela.

É importante olharmos para cada momento das nossas vidas como aprendizagens. Aceitarmos os erros cometidos e transformarmos o que precisa de ser transformado. Não existem sentenças eternas, a não ser que as criemos ou que as protelemos nós mesmos/as.

Se já sabemos o que precisa de ser mudado, mudemos. Façamos. É altura de começarmos a criar coisas novas. Elas não se vão criar sozinhas. Cabe-nos a nós, a cada um/uma de nós, assumir o lugar que ocupa nesta Terra. Alinhar-se com o seu propósito de vida. Criar condições para que se manifeste. Para Ser. Para Fazer.

Estamos em Quarto Minguante e é o momento chave para libertarmos o que ainda nos bloqueia – medos, inseguranças, dúvidas, situações. A 13 de Outubro chega a Lua Nova, aproveitemos para iniciar já algo de novo. Algo que sabemos que é mais do que hora de fazer acontecer.

Abraçando todos/as,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

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Imagem de Johanna Samna

Diga o pensa. Diga o que sente.

falar abertamente

Quantas vezes guarda o que pensa e o que sente só para si?
Muitas, certamente. Sugerimos que questione o porquê. Porquê que guarda o que pensa. Porquê que guarda o que sente. Existirão, certamente, razões só suas, ou razões que de facto levam a crer que o silêncio, nalguns casos, é a melhor resposta.

No entanto, em muitos outros casos, analise se o que o/a leva a guardar o que pensa ou sente são razões do ego. Como por exemplo: medo do que a pessoa vai pensar, medo de que a pessoa deixe de gostar de si, medo de ter uma opinião contrária, medo de ser excluído/a ou rejeitado/a, medo do impacto, medo das consequências, medo. Se não fala por medo, é altura de começar a falar.

E “porque sim” não é a razão pela qual deve falar. Por si. Pela sua saúde. Física, mental e emocional. Guardarmos o que pensamos ou sentimos cria uma bola na nossa garganta, a nível energético. Essa bola, com o tempo e o acumular de coisas por dizer, começa a obstruir os campos energéticos mais subtis, até chegar ao Bioplasmático – campo energético exactamente a seguir ao físico. Quando chega aí, rapidamente começa a manifestar-se no físico e chegam as tosses, as infecções e dores de garganta, as falhas na voz (ficar-se afónico/a, por exemplo), entre outros sintomas.

E como nada é por acaso, porque é que é nestas alturas, com a chegada dos frios, ventos e chuvas, que mais se desenvolvem estes sintomas?

Porque o Outono traz a sabedoria da libertação, de aprendermos a deixar ir o que já não nos serve. E isto aplica-se a tudo, incluindo, ao que temos engasgado dentro de nós. É altura de falar. De dizer o que se tem guardado à muito tempo. De dizer o que realmente se sente. Em verdade e honestidade. E isto não significa que desatamos a dizer tudo sem medir o que sai ou como sai. Não. Claro que há que respeitar o outro e o seu espaço. Claro que há, como em tudo, a necessidade de encontrar o meio termo. E o meio termos encontramos quando percebemos que, o que queremos dizer, é o que vem do coração. Se vem do coração, falemos. Se corresponde à nossa verdade, ao nosso sentir, ao nosso querer, falemos. Sejamos verdadeiros/as. Chega de adornar verdades por medo. O medo não é o caminho. A verdade é. Expresse-a. Deixe-a sair. É mais do que hora.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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(Re)Conecte-se com a Lua!

lua

É sabido que a Lua influencia as marés e os ciclos de plantações e colheitas. Porque não influenciaria o nosso corpo e a nossa vida, também?

A resposta a esta pergunta, que hoje em dia é dada mediante as crenças de cada pessoa, seria, para os nossos antepassados, uma resposta perfeitamente natural: “Sim, claro que influencia.”

Acreditarmos na nossa conexão com a Lua ou com qualquer outro elemento do Planeta Terra não é uma questão de crença religiosa ou espiritual, é uma questão de conhecimento do nosso relacionamento com o Planeta em que vivemos. Na verdade, no nosso subconsciente, esta informação existe e é verbalizada por nós várias vezes, por exemplo, quando partimos um osso e sabemos que, dali em diante, quando o tempo mudar, aquela zona vai doer. Ou quando sabemos que, a forma como o dia amanhece, vai influenciar, de alguma forma, o nosso estado de espírito. Nós sabemos disto. Naturalmente. E da mesma forma natural, existem outras influências que mexem connosco mas que, ao longo dos tempos, têm sido esquecidas.

A conexão com a Lua é uma delas. A conexão física e emocional. Assim como a Lua rege os ciclos das marés e das plantações e colheitas, também rege os nossos próprios ciclos pessoais. O ciclo lunar representa as 4 principais fases da vida: Nascimento (Lua Nova), Jovem (Quarto Crescente), Adulta/o (Lua Cheia) e Anciã/ão (Quarto Minguante). Este ciclo mensal pode ser aproveitado conscientemente para nós e para as nossas vidas – aproveitemos a Lua Nova para iniciarmos projectos, ideias, coisas novas; o Quarto Crescente para aprofundarmos, estudarmos, aprimorarmos e fazermos crescer algo; a Lua Cheia para explorarmos o auge das situações e o Quarto Minguante para nos libertamos do passado e das coisas velhas que já não mais nos fazem sentido.

Também ao nível do nosso dia-a-dia e processos pessoais, a conexão consciente com o ciclo lunar pode ser muito útil para a compreensão de nós mesmos/as e do que estamos a manifestar nas nossas vidas, pois o que quer que iniciemos na Lua Nova começa, durante o Quarto Crescente, a apresentar os primeiros frutos ou os primeiros obstáculos, dependendo de estarmos a dar um avanço positivo ou negativo à situação. Durante a Lua Cheia, o que quer que esteja a ser emanado/alimentado/construído entra no auge da sua manifestação, o que nos permite perceber que tipo de energia estamos a criar. E mediante este trabalho de reconhecimento e transformação, o Quarto Minguante traz um amainar das situações para que nos seja possível libertar/reciclar/deixar ir o que for necessário, para que então, na Lua Nova seguinte, possamos dar inicio a algo novo.

Não é maravilhoso? 🙂

E aqui estamos apenas a resumir, de forma sucinta, o que a conexão consciente com a Lua nos pode trazer, pois existe muita mais informação por aí sobre este assunto e nós aconselhamos vivamente a procura e pesquisa da mesma. Fará, certamente, cada vez mais sentido.

Para as Mulheres, esta conexão assume uma profundidade ainda maior e mais urgente, pois o ciclo menstrual está intrinsecamente ligado ao ciclo lunar e, tornar essa ligação consciente, permite à Mulher o reconectar com as suas raízes mais profundas. E, mais uma vez, isto não é coisa de religiões ou de bruxarias. Isto é coisa de Mulher. De pessoas. Da vida. Faz parte. Naturalmente parte.

Para os Homens também é importante. Muito. Por todos os motivos que falámos acima. A Lua representa o aspecto feminino, sim, tal com o Sol representa o aspecto masculino. Mas cada pessoa, independentemente do seu sexo, é composta por energia feminina e masculina. É a base da nossa composição e dualidade. E ambos os aspectos são igualmente importantes e fundamentais de serem reconhecidos e integrados nas nossas vidas e consciências. Tal como o Sol e a Lua são igualmente importantes para a vida na Terra.

Esta dissociação dos elementos da Terra que actualmente atravessamos é semelhante a um embrião dissociado do ventre. Estamos desconectados/as da Fonte da criação e isso gera um vazio interno enorme, que não poderá ser preenchido por nada a ser por aquilo que realmente nos faz falta – a integração das nossas partes divididas pelos tempos.

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Carta da Segunda Quinzena de Setembro (2015)

. 7 DE COPAS .

7 de Copas

Queridas Pessoas,

Os Arcanos do Tarot enviam-nos o 7 de Copas para esta Segunda Quinzena de Setembro – é tempo de quebrarmos as ilusões.

Muito se tem especulado sobre o mês de Setembro, aparecendo informações diversas que oscilam entre a extrema Luz e a extrema Sombra, por assim dizer. Ora se diz que Setembro trará um aumento da vibração do Planeta que se repercutirá na ascensão da Humanidade, ora se diz que Setembro será portador de catástrofes terríveis que arruinarão a Humanidade.

Não é nosso o papel de vos dizer qual destas versões é a verdade, ou se alguma o é, porque a verdade, só poderá ser sentida e vivida em cada coração individual e único.

O que vos passamos, através deste Arcano do Tarot, é a mensagem de que há que termos atenção ás ilusões que se criam em alturas como esta.

É um facto de que podemos sentir oscilações na energia do Planeta. Arriscamos dizer que toda a gente o sente, de uma maneira ou de outra. Mas o que realmente isso representa e que efeitos terá não deve ser já catalogado de forma tão taxativa. Não se entendermos que vivemos num sistema de livre-arbítrio e que cada Ser Humano é responsável por cada acto, escolha e situação. Não se entendermos que o que estamos aqui a viver é uma experiência que, a cada minuto, se desdobra em potenciais diferentes, mediante as nossas escolhas e atitudes.

A evolução da Humanidade continua a ser da responsabilidade de cada Ser Humano em cada momento do seu dia-a-dia, na consciência de si mesmo, das suas atitudes e verdadeiras intenções. Acreditarmos que alguma força exterior virá fazer este papel por nós, permitam-nos dizer, é uma ilusão. Evoluímos à medida que adquirirmos consciência e responsabilidade para tal. Evoluir sem responsabilidade e consciência é voltar aos erros atlantes. E é precisamente para evitar esse tipo de catástrofes que, actualmente, vivemos num sistema de abertura de consciência gradual. A Terra acompanha o nosso processo e nós acompanhamos o Dela. Recebemos empurrões? Sim, claro que recebemos. E ajudas. E suporte. Mas continua a ser NOSSA a responsabilidade de levar a cabo esta vivência na Terra. E continuam a ser da nossa responsabilidade quaisquer desfechos.

Por isso, não nos agarremos a futuros já pré-concebidos. Não dizemos com isto que está certo ou errado, o que queremos com isto é incentivar cada Ser Humano a continuar a experiência alinhando o seu dia-a-dia com a Terra que pretende ver no futuro. Porque é a cada dia e a cada momento que iremos construindo o que virá a seguir. É por isto que se insiste tanto na importância de tomarmos consciência sobre nós mesmos/as. Assumirmos o que REALMENTE se passa dentro de cada um/uma de nós. E nas nossas vidas. Sem ilusões. É com essa abertura e veracidade que realmente conseguimos chegar ao âmago da nossa intenção. E aí está a verdadeira fonte que opera transformações. A intenção. Chegando a ela, verdadeiramente, sem adornos nem esquemas egóicos, conseguimos transformar o que precisa de ser transformado em nós. Dentro de nós. E depois nas nossas vidas. E depois, consequentemente, à nossa volta.

A Nova Terra começa dentro de cada um/uma de nós. Como uma vida que estamos a dar à luz.

Abraçando todos/as,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

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Imagem de Johanna Samna

Abrace o Outono!

outono

Chegou o Outono.
Com ele, chegam as primeiras lamurias – porque não se quer frio, vento ou chuva. Porque se vão acabar as férias, já não se pode ir à praia ou ficar na esplanada até mais tarde, a aproveitar a brisa quente.

Pobre Outono, com tanto para nos ensinar, com tantas belezas para nos mostrar e nós, tão dissociados dos ciclos da Natureza como de nós mesmos/as, não vemos. Não apreciamos. Não fluímos com os ciclos naturais.

As 4 estações do ano estão directamente ligadas aos 4 principais estágios da nossa vida: a Primavera à criança, o Verão ao jovem, o Outono ao adulto e o Inverno ao ancião. Também a Natureza passa por um ciclo de renascimento, também Ela nos mostra as passagens da vida e as aprendizagens da mesma.

O Outono traz a maturidade. A energia da renovação. A sabedoria da escolha. É o momento de parar, reflectir e fazer um balanço sobre os últimos meses. E com esse balanço, perceber, o quê que precisa de ser libertado das nossas vidas para que tenhamos espaço para coisas novas entrarem. Assim como os ventos varrem as velhas folhas, também nós deveremos aproveitar para varrer o que já não mais faz parte de nós.

Setembro, com o Outono, traz recomeços! As férias terminam para que se iniciem novas épocas, novos projectos, novas ideias. Se não está entusiasmado/a com isto, talvez não esteja no sítio certo…? Talvez necessite de repensar no que realmente quer fazer, onde realmente quer estar? O quê que o seu coração lhe pede?

Celebremos, é uma bela fase do ano e da vida! Os ventos, na sua imensa sabedoria, varrem o velho e espalham as sementes do novo; as chuvas lavam, limpam e purificam o ar que respiramos; o frio lembra-nos de procurarmos o conforto em nós mesmos/as. O aconchego do nosso interior. Pode deixar de ser o clima ideal para ir à praia, mas é o clima ideal para fazer um pic-nic no parque. Para passear pela Natureza e observar as obras de arte formadas pelos típicos tons rosados, alaranjados e acastanhados desta época! E se é verdade que não há céu azul mais bonito do que o de Verão… Haverá dourado mais bonito do que o de um pôr-do-sol de Outono?

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Carta da Primeira Quinzena de Setembro (2015)

. 5 DE OUROS .

5 de Ouros

Queridas Pessoas,

Iniciamos Setembro com uma carta que saiu à bem pouco tempo (em Junho), por isso talvez seja importante relermos o conteúdo dessa mensagem, pois fala de um tema – a nossa vítima – que é sempre actual. Clique AQUI para a ler.

Embora esse foco no tema da vítima seja importante, hoje os Arcanos do Tarot focam um outro aspecto desta carta: a escassez. O medo que a maioria de nós tem da escassez.

Falamos da escassez monetária. E esta é uma boa altura para pararmos um pouco e analisarmos a nossa relação com a energia do dinheiro. Como vemos a energia do dinheiro na nossa vida? Como algo que queremos obter? Ou como algo que não temos e que temos sempre medo que nos falte? Como algo que gostamos? Ou como algo terrível que temos que ganhar para sobreviver?

A energia do dinheiro é uma energia como outra qualquer e, no seu estado inicial, foi criada para servir como energia una de troca entre todos. Com o passar do tempo, a ganância e a sede de poder foram tornando o dinheiro o “vilão” da História, levando-nos a crer que a culpa é toda “dele” e que é por causa “dele” que o mundo “está como está” e que as desgraças acontecem e que temos tantas dores de cabeça… “O dinheiro é um problema!” – é um pensamento bastante comum no consciente colectivo actual…

Agora reparemos: se “o dinheiro é um problema” e se “o dinheiro é mau”, como queremos nós ter motivação para o atrairmos para a nossa vida? Nós precisamos dele, mas fazemos dele um problema. E ninguém quer, conscientemente, atrair um problema para a sua vida, certo?

Estão a perceber onde queremos chegar?

É urgente transformarmos a forma como vemos o dinheiro, pois, por norma, encaixamo-lo numa de duas caixas – ou é desejado por ganância e sede de poder, ou é odiado por ser colocado no centro de todos os problemas. E o dinheiro não é, por si só, nem uma coisa nem outra – o dinheiro é uma energia de troca. Apenas. Nós, humanos, é que lhe damos o uso e o fluxo que lhe quisermos dar.

Então, um bom ponto de partida para começarmos a transformar a nossa relação com o dinheiro, é alterando a perspectiva com que o vemos. É percebermos que a energia monetária é uma energia como outra qualquer, bela, sagrada, manifesta na Terra com um propósito – o de facilitar a energia de troca pelos nossos esforços, trabalhos, contributos, etc. E que por isto é também uma energia de amor, que permite a fluidez equilibrada entre o dar e o receber – equilíbrio fundamental à nossa estrutura terrena. Que podemos (e devemos!) gostar dele, que isso não faz de nós más pessoas, que o merecemos receber e que através dele obtemos outras coisas que necessitamos/queremos/gostamos – e que também essa é a nossa forma de retribuir por aquilo que nos é dado.

Claro que continuam a ser precisos os nossos passos de acção e a nossa produção de algo para o recebermos, mas, transformar a forma como o vemos e atribuir-lhe um significado positivo, vai certamente retirar-lhe a carga densa e bloqueadora que atrasa o seu fluir pelas nossas vidas.

Há que começarmos a descomplicar aquilo que, na verdade, por si só e na sua origem, não é complicado. E uma vez que entramos hoje em Quarto Decrescente e que estamos a preparar-nos para a Lua Nova a dia 13, preparemos o nosso interior para se libertar dos velhos padrões de pensamento que nos atrasam e bloqueiam, abrindo-nos a novas perspectivas e abrindo os nossos corações à entrada de toda a energia que merecemos receber.

Porque merecemos.

Abraçando todos,
© Johanna Samna in Semeando

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Imagem de Johanna Samna