Reorganize o seu tempo!

caminhando

Estamos todos/as fartos/as de saber que os tempos pedem movimento. Nós, aqui, já falámos disto imensas vezes em vários escritos e é algo que aparece repetido em diversos locais diferentes. Os tempos pedem movimento, a vida anda em movimento, o mundo está em movimento, as energias que nos rodeiam estão em movimento e nós sentimos. Nós sentimos que algo se agita e que pede mudança e avanço. Nós sentimos e sabemos que é tempo de resolver aquela coisa, de dar aquele passo, de avançar com aquele projecto, de deixar ir aquela situação negativa que nos bloqueia… Sabemos, sabemos e sabemos… E estamos cada vez mais cansados e frustrados porque não fazemos. Sem generalizar, claro. A maioria de nós não o faz, digamos antes assim.

Fica para depois, para amanhã, para a semana, para o mês que vem. “Começo naquela data especial”, “no dia em que os números dão sorte”, ou, a mais fácil de todas – “quando tiver tempo”.

O que acontece é que o tempo, como nós o conhecemos, está a mudar. As energias que nos rodeiam estão a mudar. O passado e o futuro começam a ser percepcionados de forma ligeiramente diferente à medida que começamos a perceber que o AGORA é o momento mais importante porque é no AGORA que podemos dar um real passo de acção para o que é necessário fazer. E o mundo lá fora dá-nos sinais alarmantes e cada vez mais óbvios de que é AGORA que precisamos de nos mexer.

Mas nós não temos tempo.

… Será? Será que não temos MESMO tempo? Em quê que o nosso tempo está a ser usado?

E se pararmos para perceber a quantidade de minutos e até horas que passamos absorvidos/as com os diversos toques e chamarizes que os nossos aparelhos electrónicos dão a cada instante? Um tempo em que, na realidade, não estamos a fazer absolutamente nada – (de consistente, pelo menos)…!

E se pararmos para perceber que passamos minutos e até horas a usar mal o nosso tempo?

Que as nossas rotinas de coisas práticas e afazeres domésticos, por exemplo, são, na verdade, um exagero? Afinal de contas o quê que é mais importante? Limpar a bancada da cozinha pela décima vez no mesmo dia ou adiantar um bocadinho daquele seu projecto super importante? Verificar pela vigésima vez as suas notificações de facebook ou dar uma caminhada de 15 minutos para exercitar um pouco o seu corpo?

E a quantidade de tempo que se gasta a cuidar da vida dos outros? Dos problemas dos outros? Dos afazeres dos outros?

Quanto daquilo que ocupa o nosso tempo é, na verdade, uma distracção daquilo que é realmente importante? E, com isso, alimenta tanto a energia de manipulação externa que se permite entrar nas nossas vidas, como a nossa própria preguiça, que também existe, algures, no meio disto tudo?

Quais são as prioridades nas nossas vidas? No nosso dia-a-dia?

Pensar nisto é muito, muito importante! Entramos esta semana em Quarto Minguante, é tempo de reflectir. Vamos reflectir no quê que gastamos o nosso tempo e perceber, certamente, que com algumas modificações (e sim, com alguma persistência e perseverança) podemos mudar o foco do nosso dia-a-dia e começar a fazer, verdadeiramente, aquilo que é mais importante.

O tempo somos nós que o fazemos. O tempo é AGORA.

Abraçando todos/as,

© Semeando

O conteúdo escrito pelo Semeando pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site www.goodfon.su

Receita para a Segunda-Feira sem carne ~ (29 de Fevereiro)

Couscous com Feijão
e Mistura de Legumes

20160227_184431

A grande vantagem deste prato é que pode aproveitar restos de legumes que tenha em casa! Nós usámos uma courgette, metade de uma beringela que tínhamos de sobra e metade de um pimento que tínhamos de sobra, também. Se tiver outros legumes (um bocado de bróculos, de couve flor, uma cenoura ou duas, o que seja!) pode usá-los ao invés de usar os que usámos! E assim tudo se aproveita! 🙂

Ingredientes (para 4 pessoas):

  • 1 lata de feijão manteiga grande (ou outro tipo de feijão, ou grão, ou lentilhas, como preferir ou tiver em casa!)
  • 1 medida de couscous (1 chávena de pequeno-almoço dá para 4 pessoas)
  • 3 legumes à escolha, podendo aproveitar restos que tenha em casa (nós pusémos 1 courgette, meia beringela e meio pimento)
  • 1 cebola pequena
  • 1 dente de alho
  • Azeite qb
  • Sal qb
  • Manjericão qb
  • Margarina vegetal qb

Preparação:

Comece por pôr ao lume uma panela com água e um pouco de sal grosso. Quando a água ferver, deite os legumes que vai usar na receita para cozerem (cerca de 15 minutos, não os deixe ficar muito moles).

Enquanto cozem, prepare o feijão.
Pique a cebola e o dente de alho e ponha a refogar numa panela média, juntamente com um fio de azeite (uma colher de sopa). Quando a cebola ficar douradinha, junte o feijão já passado por água para tirar todo o líquido que continha na lata. Acrescente 2 chávenas com água e deixe a cozinhar até a água ferver em lume médio. Quando ferver, encha meia chávena com feijão e esmague bem. Junte novamente ao conteúdo na panela, adicione sal a gosto e mexa. Ponha em lume brando.

Entretanto veja os seus legumes. Se estiverem prontos, escorra-os e junte à panela com o feijão. Mexa bem para envolver todo o conteúdo, adicione um pouco de manjericão e, mantendo em lume brando vá mexendo de vez em quando, deixando a cozinhar por cerca de 10 minutos. Quando estiver pronto, desligue o lume.

Agora vamos ao couscous!
Ponha num recipiente uma chávena bem cheia de couscous, juntamente com uma colher de sopa de margarina vegetal e uma pitada de sal fino. Aqueça água numa chaleira e, quando ferver, ponha uma chávena de água no couscous. Misture e tape. Quando estiver ensopado (demora cerca de 4/5 minutos), coloque mais uma chávena com água, volte a mexer e a tapar até ensopar. Quando destapar, mexa novamente e está pronto a servir!

Bom apetite! 🙂

~*~

Veja o nosso evento no Facebook e, se quiser, partilhe lá os seus resultados e as suas próprias receitas sem carne!
Uma iniciativa de todos/as, para todos/as.
https://www.facebook.com/events/1565153957135865/

~*~

Abraço forte!
© Semeando

O conteúdo escrito pelo Semeando pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagens de Semeando

Brownies de Chocolate Vegan

20160227_160214

Esta foi uma verdadeira surpresa! 🙂

Tão bons (ou melhores!) do que os originais, estes brownies vegan ficam absolutamente deliciosos e super fofinhos! E sabem qual é o segredo para a sua textura? Courgette! É verdade! E cada vez mais vamos percebendo que a Natureza tem ao nosso dispor tudo o que precisamos… 🙂

A receita é do blog Not Guilty Pleasure e podem vê-la aqui: http://www.notguiltypleasure.com/brownie-de-chocolate/

Não alterámos nada, só não adicionámos a noz (por opção), por isso deixamos só uma dica:

  • Se não tiver processador para partir o chocolate em pedacinhos, leve ao microondas por cerca de 30 segundos e assim que o retirar parta bocadinhos com a ajuda de uma faca. Ele não estará derretido mas ligeiramente mole e dá para partir.

Divirta-se e delicie-se!

Bom fim-de-semana,
© Semeando

O conteúdo escrito pelo Semeando pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem de Semeando

Desabafe!

desabafo

Há quanto tempo não conversa com alguém? Há quanto tempo não se senta e diz aquilo que sente, sem pensar muito no que diz, apenas exprimindo a verdade do que lhe vai no íntimo?

Desabafar é absolutamente necessário para abrir espaços dentro de si. Espaços por onde um renovado ar fresco entra e areja a sua mente e as suas emoções.

Muitas vezes, nós não desabafamos por receio do julgamento que a pessoa que ouve poderá fazer. O que vai a pessoa pensar? Ainda que a pessoa seja alguém em quem confiamos… Como reagirá ela? Que ideia fará de nós?

É um risco que se corre, de facto. Mas para começarmos a construir relações de confiança é um passo necessário a dar. Desabafe com essa pessoa em quem confia e, quando for ela a necessitar de desabafar, saiba ouvi-la, também. Sem julgamentos.

Andamos a viver mares revoltos dentro de nós mesmos/as, fruto do momento global que atravessamos. E desabafar, é preciso. Ás vezes, uma risada, um abraço, ou uma simples frase, ajudam a desconstruir os enormes monstros que a nossa mente, no seu constante isolamento, constrói. Ás vezes, o mero facto de dizermos em voz alta o que nos vai no íntimo ajuda-nos a perceber o que falta perceber, ou a diminuir a intensidade do que nos parecia uma catástrofe até ali. 🙂

Por isso, desabafe. Pode ser exactamente (e só) aquilo que precisa.

Abraçando todos/as,

© Semeando

O conteúdo escrito pelo Semeando pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem do site wallcoo.net

Carta da Segunda Quinzena de Fevereiro (2016)

. 8 DE COPAS .

 8 de copas

Queridas Pessoas,

Para esta Segunda Quinzena de Fevereiro chega-nos o 8 de Copas e vem falar-nos dos novos sítios emocionais onde nos encontramos.

Começámos o mês a falar dos bloqueios dos medos e da urgência em ouvirmos os pedidos da nossa Alma para nos movermos em frente, em direcção aos nossos objectivos e verdades internas.

E agora, em véspera de Lua Cheia, é-nos sugerido que olhemos para o que já está a acontecer.

Muitos/as de nós já sabem que dentro de si movem-se novas condutas. Muitos/as de nós já sabem que, dentro de si, há processos emocionais que estão mais do que resolvidos. E desses muitos/as de nós, aqueles que teimam em permanecer nos mesmos sítios, sentem-se cansados/as, exasperados/as, frustrados/as. Não dá mais para permanecer no mesmo sítio – os tempos pedem movimento! É tempo de dar o último passo, o que encerra um ciclo, o que conclui, o que decide. Esse último passo que, paralelamente, é o primeiro passo de um novo ciclo.

Continuarmos a insistir numa situação que está moída pelo cansaço, que não muda, que estagnou, que não avança, é apenas continuarmos a perpetuar o mesmo ciclo de letargia e bloqueio. E isso levar-nos-à apenas a mais situações desagradáveis e cansativas, a mais manifestações de dor e doenças físicas e a mais momentos de caos e confusão.

É tão simplesmente isto.

É importante também observarmos que o número 8 está muito presente, tendo saído em ambas as cartas deste mês. O número 8 que representa o Infinito, o ciclo da vida, eterno e mutável, sempre em movimento. Vem reforçar a pergunta: que ciclo queremos a perpetuar nas nossas vidas?

De coração,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

Imagem de Johanna Samna

Receita para a Segunda-Feira sem carne ~ (22 de Fevereiro)

Legumes ao Alho
acompanhados com Puré de Maçã e Amêndoas

20160219_032942

Ingredientes (para 4 pessoas)

Para os legumes:

  • 1 pacote de macedónia congelada
  • 1 pacote de grelos congelados (ou outro tipo de legumes que prefira ou que tenha em casa)
  • 1 lata de feijão branco (ou outro tipo de feijão, como preferir ou tiver em casa)
  • 1 lata de tomate pelado
  • 10 dentes de alho pequenos ou 7 grandes
  • Azeite qb
  • Sal qb
  • Coentros qb
  • Manjericão qb
  • Pimenta qb

Para o puré de maçã:

  • 2kg de maçãs (golden de preferência, mas pode ser com qualquer uma)
  • 1 pau de canela
  • 1 colher de sopa de açúcar (pode ser amarelo)

Preparação:

Comece pelo puré de maçã.
Descasque as maçãs e retire-lhes o caroço. Coloque-as numa panela com 1 pouco de água (1 chávena de café), o pau de canela e o açúcar. Deixe cozer por cerca de 25/30 minutos – os primeiros minutos em lume médio e, quando começarem a amolecer, em lume brando. Pode ir verificando se estão cozidas picando-as com um garfo até perceber que estão bem molinhas.

Entretanto prepare os legumes.
Coloque uma panela com água ao lume. Quando a água ferver, deite a macedónia e, quando a água voltar a ferver, deite os grelos. Deixe cozer durante cerca de 10 minutos e apague o lume, escorra os legumes e reserve. Entretanto abra a lata de feijão e, num escorredor, lave-os bem e deixe-os a escorrer a água.

Coloque ao lume uma panela com 2 colheres de sopa de azeite e os alhos picadinhos. Quando estiverem a dourar coloque os legumes escorridos e mexa bem. Deite o tomate pelado e mexa novamente. Deite o sal, os coentros, o manjericão e a pimenta (tudo a gosto) e volte a mexer, deixando-os a cozinhar por cerca de 15/20 minutos em lume brando.

Volte ás suas maçãs e, quando estiverem cozidas, basta esmagá-las com um garfo e ficam prontas a servir.
Quando os legumes estiverem prontos sirva no prato, juntamente com o puré de maçã, deitando um punhado de amêndoas laminadas por cima do mesmo.

Bom apetite! 🙂

~*~

Veja o nosso evento no Facebook e, se quiser, partilhe lá os seus resultados e as suas próprias receitas sem carne!
Uma iniciativa de todos/as, para todos/as.
https://www.facebook.com/events/762671347167646/

~*~

Abraço forte!
© Semeando

O conteúdo escrito pelo Semeando pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagens de Semeando

Bolachas Vegan com Recheio

20160127_030619

Super fáceis de fazer e com a enorme vantagem de que podem ser armazenadas num recipiente hermético para serem consumidas durante a semana, substituindo assim as bolachas compradas cheias de ingredientes cujos nomes nós nem conseguimos pronunciar! 🙂

Ingredientes:

  • 225g de margarina vegetal amolecida
  • 125g de açúcar (pode ser amarelo)
  • 1/2 colher de chá de essência de baunilha (ou amêndoa)
  • 250g de farinha de trigo
  • Geleia ou Doce do sabor que quiser

Preparação:

Num recipiente coloque a margarina e o açúcar, batendo ambos até criar uma mistura homogénea, ou seja, um creme liso e todo igual. Deite a essência de baunilha e misture até incorporar. De seguida junte a farinha e misture até a massa ficar unida. Se quiser, a dada altura pode misturar com a mão, é mais fácil e eficaz.

Pré-aqueça o forno a 180 graus.

Coloque uma folha de vegetal num tabuleiro de forno e faça bolinhas pequenas com a massa, colocando-as com algum espaço entre si no tabuleiro (elas vão crescer no forno, daí a necessidade de deixar um espacinho entre elas). Faça um buraco no centro de cada bolinha com o seu dedo polegar e preencha-o com uma colher de chá da geleia ou doce que quiser.

Leve ao forno por 15 minutos e, quando as retirar, deixe esfriar um pouco (1 ou 2 minutos) antes de retirá-las do tabuleiro. Elas estarão ligeiramente moles ainda, quando saírem do forno, mas é assim que deve ser, pois elas acabam de enrijecer enquanto esfriam. Coloque-as num prato grande e não as guarde até estarem completamente frias, para que não fiquem moles.

Nota:
Esta receita foi inspirada nesta: http://allrecipes.com.br/receita/4645/biscoito-amanteigado-com-recheio-de-framboesa.aspx 

Divirta-se e delicie-se!

Bom fim-de-semana,
© Semeando

O conteúdo escrito pelo Semeando pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem de Semeando

Carta da Primeira Quinzena de Fevereiro (2016)

. 8 DE ESPADAS .

8 de Espadas

Queridas Pessoas,

Chega-nos o 8 de Espadas como energia para esta Primeira Quinzena de Fevereiro. O 8 de Espadas que já nos foi dado em Outubro de 2015, na Segunda Quinzena. É interessante reler a informação dessa carta, pois fala muito sobre o medo em si e ajuda a fazer a ponte com o que vai ser passado aqui hoje (ver aqui: https://semeando11.wordpress.com/2015/10/17/carta-da-segunda-quinzena-de-outubro-2015/).

Para este nosso início de Fevereiro, o 8 de Espadas vem falar-nos do medo de agir. Depois de um Janeiro atribulado, marcado pelas várias emoções e situações que foram vivenciadas por nós de forma mais intensa, mostrando-nos o que pede, urgentemente, mudança em nós e nas nossas vidas, Fevereiro chega como uma espécie de lufada de ar fresco com a energia de Aquário a apelar à criatividade e boa disposição. E se por um lado renova-se a força de vontade de avançar em frente com os nossos objectivos, por outro parece que os bloqueios teimam em aparecer.

E porquê, novamente? Porque está na altura de percebermos que medos se levantam em nós na hora de agir. Que medos existem em nós que castram a nossa criatividade e nos bloqueiam no momento em que devíamos levantar-nos e dar um passo em frente. O quê que nos trava? Que medo se impõe acima da vontade de fazer?

Além dos nossos medos individuais, é importante observarmos um pouco um dos grandes medos que assola a Humanidade em geral – o medo da responsabilidade. Não das responsabilidades do dia-a-dia e da vida comum, mas da responsabilidade de escolher, conscientemente, o caminho a seguir. A responsabilidade de se assumir a vontade, o querer, a individualidade que nos caracteriza. A responsabilidade de tomarmos as nossas próprias decisões e de sermos totalmente responsáveis pelas consequências que daí advirão. Esse é um dos maiores medos que ainda nos oprime a (quase) todos/as. Estamos viciados/as em “ir atrás de” – fazer porque os pais fizeram, porque os avós já faziam, porque os amigos disseram, porque a sociedade aceita e, a mais comum de todas, “porque é o normal”. Continuamos a ser marionetas na vida porque temos medo. Medo de sair fora da zona de conforto que nos oferece mil justificações para os nossos erros e más escolhas. Medo de arriscar a entrar nesse sítio desconhecido que é o de fazermos o que a nossa Alma nos pede – esse pedaço de nós esquecido, diminuído e até ridicularizado (por muitos) ao longo dos tempos.

Sim, esse é um dos nossos maiores medos. Mas enfrentá-lo, é, também, uma das nossas maiores conquistas. E qualquer que seja o desafio que daí advêm, uma coisa é certa – estarmos ao comando de nós mesmos/as é a chave que abre as portas da verdadeira liberdade de Ser.

De coração,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

Imagem de Johanna Samna

Carta da Segunda Quinzena de Janeiro (2016)

. 3 DE OUROS .

3 de Ouros

Queridas Pessoas,

Chega-nos o 3 de Ouros para a Segunda Quinzena deste mês de Janeiro e vem falar-nos da forma como nos relacionamos com as pessoas à nossa volta. Como estão as nossas parcerias? Os nossos relacionamentos amorosos? Os nossos relacionamentos familiares? Os nossos relacionamentos, no geral?

Certamente que alguns têm levantado desafios ao longo deste mês, possivelmente desafios que até já conhecemos bem, dando a sensação de estarmos a viver outra vez as mesmas coisas. Só que desta vez é diferente – é mais intenso. Desta vez, muitos/as de nós, certamente, têm sentido picos de impaciência e irritabilidade mais fortes do que o normal.

Tínhamos falado, na Primeira Carta da Quinzena deste mês, que este Janeiro, mais do que novos começos, trazia a necessidade de limpar o que ainda precisava de ser limpo e arrumado antes de começarmos coisas novas. Trazia o pedido da ponderação e de não colocarmos em cima de nós o peso de termos que fazer “tudo” já neste mês. De (re)aprendermos a dar um passo de cada vez.

E assim continuamos. Agora chamando especial atenção para os nossos relacionamentos. O que tem acontecido nestas primeiras semanas de 2016? Que conflitos têm surgido? Que situações desagradáveis têm sido apresentadas novamente no nosso presente? Tudo isso pede análise. Observação. O que precisa de ser mudado?

E respondermos “é a pessoa x que precisa de mudar!”, não vai mudar absolutamente nada. Claro que é sempre mais fácil vermos o que o/a outro/a fez para nos aborrecer. É sempre mais fácil responsabilizarmos os factores externos a nós pelo que nos acontece.

Difícil é fazer o inverso, mas é isso que é necessário – sermos conscientes de nós mesmos/as. De que forma contribuímos nós para a situação? O que temos nós que aprender, sobre nós mesmos/as, perante cada momento? Onde está a nossa responsabilidade perante os bloqueios na vida e as situações desagradáveis que nos chegam?

Sim, há coisas mais intensas nas nossas vidas, neste momento. Mas se assim é, é para nos chamar a atenção de que precisam de ser resolvidas para que possamos, finalmente, avançar para novas etapas e novos caminhos.

De coração,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

O conteúdo escrito por Johanna Samna pode ser partilhado desde que seja referenciada a autora. Gratidão.

Imagem de Johanna Samna

Cupcakes de Chocolate Vegan

20160122_005845

Uma verdadeira maravilha e super fáceis de fazer! 🙂

Por aqui são já um sucesso garantido! A receita é do blog Entre Panelas e podem vê-la aqui: http://www.entrepanelas.net/cupcake-de-chocolate-facil-vegan/

Não fizemos nenhuma alteração à receita original, por isso deixamos só duas dicas:

  • Não encha as forminhas até ao topo, encha cerca de 3/4 apenas, para lhes dar espaço para crescerem sem transbordarem muito (como aconteceu na primeira vez que os fizemos).
  • Faça uns extra e guarde numa caixinha hermética, para ir comendo! Acredite, vale a pena! 🙂

Divirta-se e delicie-se!

Bom fim-de-semana,
© Semeando

O conteúdo escrito pelo Semeando pode ser partilhado desde que seja referenciada a fonte. Gratidão.

Imagem de Semeando