Biscoitos de Areia Vegan

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Mais um (in)feliz descuido que deu nestas maravilhas! A ideia era fazer bolachas, mas como mudámos umas coisas na receita original, a massa ficou diferente do esperado, resultando nestas deliciosas areias! 🙂

Uma grande vantagem destes biscoitos é que pode fazer uma quantidade maior e reservar num recipiente bem fechado (se for de vidro ainda melhor!) para ir comendo durante a semana! São perfeitos para acompanhar o chá ou o café!

Ingredientes:

  • 250g de farinha
  • 100g de açúcar
  • 90g de manteiga vegetal
  • 1/4 colher de chá de sal
  • 1/4 colher de chá de fermento em pó
  • Açúcar e canela qb

Preparação:

Num recipiente coloque a farinha peneirada, juntamente com o sal e o fermento. Noutro recipiente, misture a manteiga ligeiramente amolecida com o açúcar até formar um creme. Junte o creme à farinha e, com a ponta dos dedos, misture até formar uma massa que pareça areia.

Coloque o recipiente com a massa no frigorífico por 5 ou 10 minutos para solidificar um pouco.

Pré-aqueça o forno a 180 graus e retire a massa do frigorífico, para começar a moldar. Faça pequenas bolas com as mãos, não maiores do que uma noz e vá colocando umas ao lado das outras num tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal. As bolas não ficarão perfeitas, pois tem que ajudar a moldar com as pontas dos dedos, mas não se preocupe, é mesmo assim. 🙂

Leve ao forno por cerca de 15, 18 minutos, controlando até que fiquem douradinhas. Tenha preparada uma tijela com algum açúcar e outra com açúcar e canela. Quando retirar os biscoitos, deixe-os arrefecer por 2 ou 3 minutos e, ainda mornos, passe uns pelo açúcar e outros pelo açúcar com canela, colocando-os em seguida num prato para que arrefeçam completamente. Pode comê-los logo de seguida, pois ficam logo deliciosos! 🙂

Os que sobrarem (se sobrarem!), armazene num recipiente bem fechado, de vidro, de preferência, pois ajuda-os a manterem a consistência por mais tempo.

Bom fim-de-semana,
© Semeando

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Imagem de Semeando

Abrace com o coração!

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Há quem acredite que um abraço tem o poder de proporcionar bem-estar e alívio. O poder de nos confortar de tal forma que afasta males, tristezas, medos, ansiedades e sentimentos de desespero e solidão. Nós também acreditamos nisso, até porque o sentimos e comprovamos inúmeras vezes.

Não falamos daqueles abraços frios, formais, cheios de restrições emocionais. Falamos de abraços sinceros onde, mais do que abraçar com os braços, se abraça com o coração. Aqueles abraços que a mãe e o pai nos dão quando, em pequeninos/as, acordamos de um pesadelo horrível e que fazem todo o medo desaparecer. Ou quando caímos e esfolamos os joelhos e o abraço da mãe e do pai tiram até as dores! 🙂 Ou quando são os filhotes que abraçam a mãe e o pai e fazem desaparecer, ainda que momentaneamente, todo o stress e preocupações do dia.

É destes abraços que falamos e que, por norma, não damos. Ou damos apenas em situações de emergência. Mas eles fazem falta sempre, até porque nos ajudam a estarmos mais próximos/as das pessoas que nos são queridas.

Por isso, esta semana, sugerimos que abrace mais. Não cumprimente as pessoas que lhe são chegadas e queridas só com 1 ou 2 beijos rápidos. Dê-lhes um abraço, de coração, sentido. E permita-se ser abraçado/a, também.

Um gesto muito simples, mas que, verá, faz toda a diferença. 🙂

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Imagem do site e2ua.com

Carta da Primeira Quinzena de Abril (2016)

. 8 DE OUROS .

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Queridas Pessoas,

Abril chega-nos com o 8 de Ouros para a sua Primeira Quinzena, levando-nos a reflectir sobre o nosso próprio empenho relativamente ao alcançar dos nossos objectivos.

Começamos por aqui: a maioria das pessoas, actualmente, vive em constante insatisfação com o seu dia-a-dia. Acordamos já cansados/as e desmotivados/as para o dia de trabalho que nos espera e a isto junta-se todo um rol de rotinas stressantes – o trânsito, as filas, as compras, as refeições a correr, os horários a cumprir, os relacionamentos sem conteúdo, os/as filhos/as a usar birras como forma de expressão e as tecnologias que, ao final do dia, disfarçadas de “momento para descontrair”, nos invadem o cérebro com luzes e cores que, muitas vezes, nos dificultam o sono tranquilo.

E parece que fazemos tanto, não é? Parece que passamos o dia a fazer coisas, a fazer tudo, sem que sobre tempo para nada… E, ainda assim, deitamo-nos insatisfeitos/as e insatisfeitos/as acordamos para o dia seguinte.

Paradoxalmente, o nosso dia é cheio de um enorme vazio. Vivemos, cada vez mais, como robots do sistema que nos envolve. Passamos o dia a fazer coisas sem que realmente estejamos a fazê-las – falta-nos a consciência, o foco, a presença.

Vamos todos os dias para o trabalho sem sabermos bem o que lá estamos a fazer. É uma obrigação, um dever e um ordenado ao final do mês, quando podia ser muito mais do que isso, se soubéssemos o que tem aquele lugar para nos ensinar e como podemos nós acrescentar-lhe algo. Comemos a primeira coisa que nos aparece à frente, de preferência já pré-feita, ainda que o nosso corpo ande a gritar em forma de alergias e doenças. Criamos a nossa imagem com base no que dizem os placards de publicidade, ainda que isso nos custe a alegria e a auto-estima. Opinamos com base no que a maioria diz, sem que paremos, verdadeiramente, para pensar com a nossa própria cabeça.

E isto – este estado de estar por estar – estende-se a tudo. A todas as áreas das nossas vidas.

Nós até nos queixamos. Muito. Quase todos os dias. Mas o que fazemos para mudar o rumo e alinhá-lo ao que realmente desejamos ser, fazer e viver? Nada. Ou quase nada. Porque esta “cultura de fast-food” em que vivemos está tão bem concebida que se culpa a si mesma, que aponta os malefícios que contém como sendo parte e que, com isso, os vai tornando normais e aceitáveis… E nós continuamos a passar ao lado de tudo, sem pestanejar nem questionar, pensando que a vida é cada vez mais moderna e fácil, quando na verdade é em toda esta modernice e facilidade que estão as maiores prisões ao nosso verdadeiro Eu – aquele que não se manifesta porque não tem espaço, porque é esmagado com todas as pré-concepções e certezas absolutas que o nosso próprio ego adopta em convivência com todas estas manipulações externas.

Porque é esmagado por todos os objectivos que nós achamos que são fundamentais, mas que não passam de futilidades impostas – “tens que ser o/a mais, o/a melhor, o/a primeiro/a”. “Tens que ser como te dizem para seres”.

E nós somos. Vamos sendo. “Vamos indo”, “vamos andando”, “mais ou menos”. Achamos que todos os dias cumprimos algo, mas a insatisfação, principalmente ao deitar e ao levantar, cá se sente. Bem no centro do peito.

A verdade é que não há nada, nem ninguém, que possa remover esta insatisfação interna de dentro de nós – a não ser nós mesmos/as. E ninguém o fará porque ninguém o pode fazer. Ninguém tem esse direito nem esse dever. Ela existe em nós precisamente para nos alertar de que estamos esquecidos/as e adormecidos/as, dissociados/as de nós mesmos/as.

Como podemos alcançar os nossos objectivos se, muitas vezes, nem sabemos bem quais são?

Sair daqui, deste estado de estar, requer empenho. Muito. Porque requer, antes de mais nada, que busquemos, por entre os véus da ilusão que nos rodeiam, a nossa verdadeira vontade. E isso exige esforço da nossa parte. Humildade. Honestidade. Responsabilidade. Se vale a pena? Vale. Vale tudo. Porque é a partir daí, do encontro com a nossa verdade, com o nosso verdadeiro Eu, que encontramos o nosso Propósito. Ou o propósito em cada coisa que fazemos… E a partir daí, o esforço por cada objectivo deixa de ser um fardo, pois a Alma canta e rejubila a cada passo do caminho.

De coração,
© Johanna Samna in Semeando, com orientação e guia da sua Equipa de Luz

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Imagem de Johanna Samna

Dance ao som de uma música que goste!

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A Dica desta semana é muito simples. Afaste as cadeiras e os tapetes, arranje um espacinho na sua sala, ponha a sua música favorita a tocar – e dance! Não é preciso saber dançar, não é preciso que costume ir à discoteca, que tenha aulas (ou que tenha tido), ou que tenha um talento natural, não é preciso nada de profissional nem de técnico – só é preciso que se deixe mover ao som da música!

Dê largas ao seu corpo, deixe-o expressar-se, deixe-o encontrar o seu próprio ritmo. Liberte a mente focando-se apenas na música, no som da música e deixe-se levar. Vá respirando fundo, vá libertando as tensões do dia, do momento, da semana, do mês… Dance, mexa-se, cante!

Isto é tão simples e tão absolutamente rejuvenescedor que, temos quase a certeza, após experimentar a primeira vez, repetirá muitas outras vezes mais!

E se tiver a família em casa, ou amigos/as, junte-os ao seu momento! Riam-se e descontraiam. Não há júris nem notas. Há apenas um momento em que o corpo finalmente tem forma de expelir a contensão nervosa que acumula diariamente. Vai notar a diferença, pela positiva! 🙂

Abraçando todos/as,
© Semeando

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Receita para a Segunda-Feira sem carne ~ (4 de Abril)

Quiche de Legumes

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Ingredientes:

Para a base:

  • 200g de farinha
  • 100g de margarina vegetal
  • 1 ovo
  • 1 pitada de sal

Para o recheio:

  • 1 cebola
  • 1 dente de alho
  • Azeite qb
  • Legumes a gosto (nós usámos ervilhas, feijão verde e cogumelos)
  • 3 ovos
  • Leite qb (nós usamos leite de aveia)
  • 1 pitada de sal
  • 1 pitada de noz moscada
  • Queijo ralado qb

Preparação:

Comece por preparar a massa.
Num recipiente largo coloque a farinha e a pitada de sal. Abra um buraco no meio e coloque o ovo e a margarina. Misture tudo com a mão até formar uma bola que se descole dos dedos. Deixe a massa repousar durante 1 hora.

De seguida prepare os legumes.
Pique a cebola e o alho para uma panela de tamanho médio e, juntamente com o fio de azeite, deixe refogar um pouco até ficar douradinha. Junte os legumes que desejar (nós usámos ervilhas, feijão verde e cogumelos) e deixe refogar durante cerca de 15 minutos. Deixe arrefecer.

Quando a massa estiver pronta a usar, estique-a numa forma para tartes, (previamente untada) e recheie com os legumes já frios, polvilhando-os com o queijo ralado.
Numa tigela bata os 3 ovos e junte-lhes uma chávena de leite (nós usamos leite de aveia), 1 pitada de sal e 1 pitada de noz moscada. Despeje por cima dos legumes e do queijo e leve ao forno cerca de 30 minutos a 190 graus (vá verificando porque quando estiver douradinha está pronta).

Bom apetite! 🙂

~*~

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~*~

Abraço forte!
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Panquecas Escocesas

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Mais uma receita do blog Entre Panelas que por aqui já faz muitas vezes as delícias do lanche ou do pequeno-almoço. Estas panquecas escocesas são uma maravilha e tanto podem ser barradas com doces e geleias como com manteiga e queijos para barrar – tanto o doce como o salgado encaixam lindamente! Podem ver  a receita aqui: http://www.entrepanelas.net/panquecas-escocesas/

As únicas duas alterações que fazemos relativamente à receita original é que usamos leite vegetal (de aveia) e dividimos o peso da farinha entre farinha integral e farinha normal.

De resto, só temos mais uma coisa a acrescentar: é melhor fazer a receita a dobrar, porque elas são mesmo boas!! 🙂

Divirta-se e delicie-se!

Bom fim-de-semana,
© Semeando

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Programe um dia para não fazer nada!

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Parece impossível, assim de repente, não é?

O que fazer ás tarefas e ás rotinas? O que fazer a tudo aquilo que todos os dias é imprescindível de ser feito? Aqui está logo a primeira armadilha que colocamos em nós mesmos/as – “imprescindível”. Será, mesmo? Será que TODOS os dias temos que encher o dia de afazeres, listas e urgências? Será que é mesmo assim, ou estaremos já nós viciados/as neste ciclo de stress e correria a que o dia-a-dia nos habituou?

E isto até nem seria grave, não fosse o facto de nos estar a pôr doentes.

De onde acha que vem a ansiedade, a angústia, a frustração, o vazio, a depressão, as alergias, as dores de cabeça, o cansaço extremo, a impaciência, etc, etc, etc? Claro que cada coisa tem a sua razão, mas há aqui um ponto fundamental que nos toca a todos/as – vivemos sem parar para respirar. Vivemos sem viver, na realidade. Corremos de tarefa em tarefa, deambulamos de rotina em rotina e todos os dias se tornam opacos e iguais, cansativos, extenuantes. O simples torna-se complicado, o leve pesaroso e depois, o que é realmente complicado e pesaroso aguenta-se como? Já não há espaço para tanto. E começam as chatices, os desentendimentos, a falta de paciência e compaixão… Por nós, pelos outros, por tudo. Depois vêm as culpas, os remorsos, as compensações desajustadas e as doenças sérias (sim, porque o corpo vai-nos alertando como pode). E, no meio de tudo isto, muito do que é realmente importante passa-nos completamente ao lado – e isso, com o tempo, gera um profundo sentimento de vazio.

Reorganizar o seu tempo e prioridades é uma boa ideia, sim, uma óptima ideia. Mas isso leva o seu tempo e há momentos em que o nó interno é tão grande que nos sentimos prestes a explodir. E aí só há uma coisa a fazer – absolutamente nada. Simples assim – reserve um dia para não fazer nada. E se neste preciso momento se estiver a rir de forma nervosa e a revirar os olhos – “ah, como se eu pudesse” – então é mesmo este o momento em que precisa de o fazer. Reserve esse dia já esta semana. Aproveite a sua folga, (ou um dia do fim-de-semana, por exemplo) e comprometa-se com esse dia tão seriamente como se compromete com todos os outros pormenores que lhe tiram o fôlego e o descanso todos os dias. Nesse dia páre. Relaxe. Deite-se no sofá e veja televisão. Leia um livro. Durma. Esteja num ambiente tranquilo, livre de ruídos e conflitos. Esqueça a loiça por lavar, a gaveta para organizar, as compras por fazer. Esqueça a rotina. Mais – desligue o telemóvel. Desligue as redes sociais. Tire uma verdadeira folga – um tempo onde verdadeiramente repousa e descansa.

Perceba que este repouso total funciona como um remédio, uma recarga de forças e pode (sim!) evitar que se esgote totalmente ao ponto de ficar doente. Se não pode fazê-lo todas as semanas faça pelo menos 2 vezes por mês ou uma! Uma vez por mês, no mínimo.

Por aqui estamos a aprender a fazê-lo, também. E resulta mesmo. E ás vezes, é nesses dias de não fazer nada que tudo começa a fazer sentido, pois longe dos ruídos, da confusão, dos toques e das notificações é quando o nosso interior, finalmente, arranja espaço para se fazer ouvir.

Abraçando todos/as,
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Imagem do site hqwallbase.pw

Receita para a Segunda-Feira sem carne ~ (28 de Março)

Legumes à Bolonhesa

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Mais uma receita super versátil, pois pode utilizar diferentes tipos de legumes.

Ingredientes (para 4 pessoas):

  • 1 cebola
  • 1 ou 2 dentes de alho
  • Azeite qb
  • 1 pacote de polpa de tomate
  • Sal qb
  • Manjericão qb
  • Oregãos qb
  • Funcho qb
  • Mistura de legumes (nós usámos 2 pacotes pequenos de mix congelado de legumes chineses, mas pode usar macedónia, ou juntar vários tipos de legumes pequeninos, como ervilhas, milho e cogumelos, por exemplo)
  • Esparguete qb

Preparação:

Comece pela bolonhesa.
Ponha a refogar, numa panela média, a cebola e o alho bem picadinhos com um fio de azeite. Quando começar a dourar junte os legumes, envolva bem no refogado e deite o pacote de polpa de tomate juntamente com 1 chávena de chá (ou de meia de leite) com água. Misture bem e adicione um pouco de sal, o manjericão, os oregãos e o funcho a gosto (prove para ver se está no ponto que gosta). Deixe cozinhar durante cerca de 20/25 minutos, mexendo de vez em quando e verificando o molho – se for ficando muito grosso pode pôr um pouquinho mais de água, verificando sempre o sabor do molho.

Enquanto os legumes cozem ponha uma panela média ao lume com água (bastante) e um pouco de sal grosso. Quando a água ferver deite o esparguete e deixe cozer mediante o tempo que estiver no pacote (vá provando para ir vendo como está a cozedura). Quando estiver cozido, escorra a água e ponha um pouquinho de manteiga vegetal no esparguete, mexendo para misturar.

Bom apetite! 🙂

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Bombons de Fruta!

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Perfeitos para qualquer ocasião, estes “bombons” de fruta são super fáceis de fazer e animam qualquer mesa! 🙂

Ingredientes:

  • Fruta – escolha o tipo de fruta que quiser e a quantidade que quiser! Pode aproveitar a fruta que está a ficar muito madura, por exemplo.
  • Chocolate para culinária – o que quiser!

Preparação:

Ponha o chocolate a derreter em banho maria. Por cada tabelete que usar, deixe duas tiras de fora, para depois temperar o chocolate quente. (Para 12 morangos e 1 maçã grande, precisámos de 1 tabelete de 200g).

Entretanto descasque a fruta e corte em pedaços de tamanho médio. Depois de lavar a fruta seque-a com papel de cozinha e coloque-a num recipiente seco. Se usar frutas que oxidam, como a maçã e a pêra, deite umas gotinhas de limão por cima (vai evitar que escureçam).

Vá mexendo o chocolate e, quando estiver bem derretido, retire a panela pequena e coloque-a na bancada, juntando as tiras de chocolate que ficaram de fora e mexendo bem, pois à medida que vão desfazendo temperam o chocolate quente. Depois é só pegar na fruta e mergulhar metade no chocolate, sacudindo levemente para retirar o excesso.

Vá colocando a fruta num prato ou travessa com papel de alumínio com algum espaço entre si (para não colarem) e quando terminar deixe no frigorífico até servir para o chocolate endurecer. Antes de servir pode retirar do papel de alumínio e colocar em pratos com palitos.

Bom fim-de-semana,
© Semeando

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Entre na Primavera a cuidar de uma planta!

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Chegou a Primavera! 🙂

Época de renascer e de florescer. A Natureza assim o faz e nós, se assim o quisermos, também podemos fazer. Também podemos olhar para as nossas vidas e perceber o quê que precisa de renovação e renascimento. Por norma, com alguns minutos de introspecção, nós percebemos. Nós percebemos o quê que nos faz infelizes, o quê que gostaríamos de mudar, o quê que já não aguentamos mais e o quê que nos bloqueia. Nós percebemos, mas o compromisso de dar um passo, de fazer acontecer, de renovar, de mudar – já requer mais força de vontade.

Então o que sugerimos é que crie um símbolo desse renascimento, comprando uma planta! 🙂

Agora há muitas, por todo o lado. Escolha uma, há de todos os tamanhos e aos mais variados preços. Escolha a que sentir que a/o chama. Pode ser pequenina e baratinha, pode ser da cor que quiser. O que importa é que esteja num vaso e que precise de si para crescer. Que precise do seu compromisso. Comprometa-se com esta planta e, no mesmo dia, comprometa-se consigo. Diga para si que, a par do florescer dela, vai-se comprometer em fazer-se florescer a si mesma/o, também. E todos os dias fale com ela. Todos os dias cuide dela. Todos os dias dedique-lhe alguma atenção. E sempre que o fizer, lembre-se de si. E todos os dias faça algo por si, também.

Abraçando todos/as,

© Semeando

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Imagem do site hdwallpaper.link